29/04/2014

IURD divulga regras para entrar no Templo de Salomão

A Igreja Universal do Reino de Deus está contando os dias para a inauguração de sua réplica do Templo de Salomão, megatemplo construído no bairro do Brás, em São Paulo.
Por ter capacidade para apenas 10 mil pessoas, a denominação liderada pelo bispo Edir Macedo divulgou um vídeo com algumas regras importantes para quem quer conhecer o espaço, que deve ser aberto no mês de junho deste ano.

No vídeo a igreja afirma que o espaço “é um lugar sagrado” e que as regras servem para respeitar a Casa de Deus e os outros visitantes, fazendo alertas sobre as regras para visitação, mostrando que o templo não estará aberto para quaisquer pessoas nesses primeiros meses de funcionamento.
“Nos primeiros meses de inauguração, o acesso aos cultos será através de caravanas que sairão de todas as Igrejas Universal”, diz o locutor ao mostrar a primeira regra.

A segunda regra fala sobre a vestimenta ideal para poder frequentar os cultos do Templo de Salomão. As mulheres que desejarem conhecer o megatemplo devem evitar o uso de minissaias e roupas curtas ou sensuais. Os homens não podem usar bermudas ou uniformes de clubes esportivos ou outras instituições. Também está proibido o uso de chinelos, camisetas sem mangas, bonés e óculos escuros.
“Vista-se como faria se fosse encontrar socialmente uma pessoa importante”, diz o vídeo.
Antes de entrar os visitantes serão revistados, pois aparelhos de áudio, vídeo, telefones ou aparelhos de captação de dados, incluindo smartphones estão proibidos mesmo que desligados. Haverá um local fora do templo para guardá-los.

Para manter a ordem, as portas do templo serão fechadas cinco minutos antes do início de cada reunião, quem estiver atrasado não poderá entrar.
O vídeo adverte os frequentadores a não conversarem durante a permanência dentro do templo, pedindo reverência e respeito ao culto. Não se pode guardar lugar para amigos ou familiares e as crianças menores de 10 anos serão direcionadas para a escola bíblica infanto-juvenil do Templo de Salomão.

Ao justificar as regras, a liderança da IURD lembra que na Bíblia apenas os sacerdotes podiam entrar no templo e que para isso eles precisavam se purificar.
“Tenha cuidado quando for ao templo. Não ofereça o seu sacrifício como fazem os tolos, que nem sabem que não estão fazendo isso da maneira certa. Vá pronto para ouvir e obedecer a Deus.”

Veja o vídeo com todas as regras para entrar no Templo de Salomão:


Extraído de:: Gospel Prime [site]


COMENTÁRIO:: É de se causar espanto que somente nas reuniões ocorridas no tal templo, que de Salomão não tem nada, haja essa preocupação em usos e costumes que as Igrejas Evangélicas brasileiras mais tradicionais (Assembléia, Batista, Metodista, Presbiteriana, etc) sempre tiveram. Aliás, buscou-se por parte da própria IURD desconstruir tais recomendações ao longo de sua existência, para mostrar que o Evangelho poderia ser 'inclusivo', no sentido de não incentivar o membro a uma conduta de reverência em sua vida, aquilo que chamamos de "Testemunho Cristão". Quanto ao mais, está tudo errado, desde o início, eu só me pergunto uma coisa: Qual será a liturgia seguida nestas reuniões? Haverá o sacrifício de animais tal qual os Livros de Levítico, Deuteronômio, e Números ensinam? Sim, porque se estão voltando à Lei de Moisés,negligenciariam tal elemento de culto? 

'Cristo nos redimiu da maldição da lei quando se tornou maldição em nosso lugar, pois está escrito: "Maldito todo aquele que for pendurado num madeiro".' Gálatas 3.13
#Paz  

Pastor Geremias do Couto é indicado pré-candidato a Deputado Federal pelo Partido da República

Com a presença do Deputado Federal Anthony Garotinho, pré-candidato ao Governo do Rio de Janeiro, além de lideranças políticas do município e da região serrana, como o ex-prefeito Roberto Petto, de Teresópolis, e prefeitos de outras cidades, o Partido da República em Teresópolis reuniu o seu diretório no dia 24 de abril, diante de mais de 500 pessoas, para indicar o pastor Geremias Couto como pré-candidato a Deputado Federal à Convenção Estadual do Partido prevista para o dia 29 de junho.

O pastor Geremias Couto ressaltou em seu discurso que Deus não o chamou para esconder-se numa zona de conforto e que não faz sentido neste momento de sua vida omitir-se de contribuir para o país. “Há uma enorme descrença na classe política, mas assim como Jeremias tinha a esperança de que, mesmo em ruínas, a terra de Israel voltaria a florescer, Deus poderá olhar o Brasil com compaixão e tirá-lo desse atoleiro, se os homens de bem assumirem o seu papel na reconstrução dos muros, como fez Neemias”, acrescentou.

Por sua vez, Anthony Garotinho afirmou que, tendo o seu nome ratificado pela Convenção Estadual do PR como candidato a Governador e sendo eleito nas próximas eleições, irá rever todas as concessões do Estado, trará de volta todos os programas sociais e retomará o Maracanã para a administração estadual, chegando a dizer que, se fosse presidente, o Brasil não realizaria a Copa do Mundo. “Não temos dinheiro de sobra para isso”, concluiu. Com a região serrana, comprometeu-se a vir a Teresópolis no segundo dia de mandato para desapropriar a área onde vai construir um hospital regional de alta complexidade.

O pastor Geremias Couto é conhecido em todo o Brasil como escritor, pregador, conferencista e comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical. Ele acredita que a vida cristã não é compartimentada: uma para a igreja, outra para a vida secular. “Vida cristã é uma só e você precisa estar disposto a vivê-la em qualquer lugar que Deus lhe levar”, finalizou.


Crédito(s):: Imagem e reportagem: Gospel Hoje [site]

28/04/2014

Resumo geral da Lição 06: O ministério de Apóstolo

RESUMO GERAL DA LIÇÃO 06: O MINISTÉRIO DE APÓSTOLO:

De acordo com as epístolas aos Efésios e aos Coríntios, são cinco os dons ministeriais concedidos por Deus à Igreja: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores (1 Co 12.27-29).

A palavra apóstolo, portanto, significa “aquele que é enviado”, “mensageiro”, “oficialmente comissionado por Cristo” e o verdadeiro apostolado baseia-se na pessoa e obra de Jesus, o Apóstolo por excelência (Hb 3.1).

O colégio apostólico: entende-se por colégio apostólico o grupo dos doze primeiros discípulos de Jesus convidados por Ele a auxiliarem o seu ministério terreno. O Salvador os separou e nomeou. Os primeiros escolhidos não eram homens perfeitos, mas foram vocacionados a levar a mensagem do Evangelho a todo o mundo (Mt 28.19,20; Mc 16.15-20). A singularidade dos doze:

  1. Eles foram convocados pessoalmente pelo Senhor. Multidões seguiam Jesus por onde Ele passava (Mt 4.25), e muitos se tornavam seguidores do Mestre. Mas para iniciar o trabalho da Grande Comissão, apenas doze foram convocados pessoalmente por Ele (Mt 10.1; Lc 6.13).
  2. Andaram com Jesus durante todo o seu ministério. Desde o batismo do Senhor até a crucificação, os doze andaram com o Mestre, aprenderam e conviveram com Ele (Mc 6.7; Jo 6.66-71; At 1.21-23).
  3. Receberam autoridade do Senhor (Jo 20.21-23). Os doze receberam de Jesus um mandato [ especial para prosseguirem com a obra de evangelização. Eles foram revestidos de autoridade de Deus para expulsar os demônios, curar os enfermos e pregar o Evangelho à humanidade (Mc 16.17,18; cf. At 2.4).
Saulo foi um judeu de cidadania romana, era intelectual, fariseu e foi perseguidor dos cristãos.Dos vinte sete livros do Novo Testamento, treze foram escritos pelo apóstolo Paulo. “O menor dos apóstolos”: o apóstolo Paulo não pertencia ao colégio dos doze. Ele não andou com Jesus em seu ministério terreno nem testemunhou a ressurreição do Senhor — requisitos indispensáveis para o grupo dos doze (At 1.21-23). Humildemente, o apóstolo reconheceu que não merecia ser assim chamado, pois considerava-se um “abortivo”, como que nascido fora de tempo, o menor de todos (1 Co 15.8,9). Entretanto, o Senhor se revelou a ele ressurreto (At 9.4,5) e ensinou- lhe todas as coisas. O apóstolo recebeu o Evangelho diretamente do Senhor (Cl 1.6-24; 1 Co 11.23). Embora o colégio apostólico tenha reconhecido o apostolado paulino (Cl 2,6-10; 2 Pe 3.14-16), as igrejas plantadas por ele eram o seio do seu ministério apostólico (1 Co 9.2).

Ainda há apóstolos? No sentido estrito do termo, e de acordo com a sua singularidade, apóstolos como os doze não mais existem. O teólogo Stanley Horton informa-nos que “o Novo Testamento indica que havia outros apóstolos que também haviam sido dados como dons à Igreja. Entre estes se acham Paulo e Barnabé (At 14.4,14, bem como os parentes de Paulo, Andrônico e Júnia (Rm 16.7)”.

Não há sucessão apostólica. Esta é uma doutrina formada pela igreja romana e, infelizmente, copiada por algumas evangélicas para justificar a existência do poder papal. O ministério dos doze não se repete mais. O que há é o ministério de caráter apostólico.Atualmente, missionários enviados para evangelizar povos não alcançados pelo Evangelho são dignos de serem reconhecidos como verdadeiros apóstolos de Cristo. Homens como John Wesley, William Carey (cognominado “pai das missões modernas”), Hudson Taylor, D. L. Moody, Gunnar Vingren, Daniel Berg, “irmão André” e tantos outros, em tempos recentes, foram verdadeiros desbravadores apostólicos. Cidades e até países foram impactados pela instrumentalidade desses servos de Deus.


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LEIA TAMBÉM:







EBD 2014 - 2º Trimestre: Lição 06: O ministério de Apóstolo

Lição 06 da Escola Dominical, a ser ministrada dia 11 de Maio de 2014, em todas as Assembléias de Deus

"E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores." ( Ef 4.11).

A partir da lição desta semana estudaremos os Dons Ministeriais distribuídos por Deus à sua Igreja, objetivando desenvolver o caráter cristão da comunidade dos santos, tornando-o semelhante ao de Cristo (Ef 4.13). De acordo com as epístolas aos Efésios e aos Coríntios, são cinco os dons ministeriais concedidos por Deus à Igreja: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores (1 Co 12.27-29). Veremos o quanto esses ministérios são necessários avida da igreja local para cumprir a missão ordenada pelo Senhor ante o mundo e, simultaneamente, crescer “na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pe 3.18). Mostrando a sequência de Efésios 4.11, iniciaremos o estudo peio dom ministerial de apóstolo.

1 - O COLÉGIO APOSTÓLICO

1. O termo “apóstolo”. O Dicionário Bíblico Wycliffe informa que o termo grego apostolas origina-se do verbo apostellein, que significa “enviar”, "remeter". A palavra apóstolo, portanto, significa “aquele que é enviado”, “mensageiro”, “oficialmente comissionado por Cristo”. Ao longo do Novo Testamento, o verdadeiro apóstolo é enviado por Cristo igualmente como o Filho foi enviado pelo Pai com a missão de salvar o pecador com autoridade, poder, graça e amor. O verdadeiro apostolado baseia-se na pessoa e obra de Jesus, o Apóstolo por excelência (Hb 3.1).

2. O colégio apostólico. Entende-se por colégio apostólico o grupo dos doze primeiros discípulos de Jesus convidados por Ele a auxiliarem o seu ministério terreno. O Salvador os separou e nomeou. Os primeiros escolhidos não eram homens perfeitos, mas foram vocacionados a levar a mensagem do Evangelho a todo o mundo (Mt 28.19,20; Mc 16.15-20). De acordo com Stanley Horton, eles foram habilitados a exercer “o ministério quando do estabelecimento da Igreja (At 1.20,25,26)”. Em outras palavras, os doze apóstolos constituíram a base ministerial para o desenvolvimento e a expansão da Igreja no mundo. Mas antes, como nos mostra a Palavra de Deus, receberam o batismo com o Espírito Santo (Lc 24,49; At 1.8; 2.1-46).

3. A singularidade dos doze. Aqui á importante ressaltar que o apostolado dos doze tem uma conotação bem singular em relação aos demais encontrados em Atos e também nas epístolas paulinas.
a) Eles foram convocados pessoalmente pelo Senhor. Multidões seguiam Jesus por onde Ele passava (Mt 4.25), e muitos se tornavam seguidores do Mestre. Mas para iniciar o trabalho da Grande Comissão, apenas doze foram convocados pessoalmente por Ele (Mt 10.1; Lc 6.13).
b) Andaram com Jesus durante todo o seu ministério. Desde o batismo do Senhor até a crucificação, os doze andaram com o Mestre, aprenderam e conviveram com Ele (Mc 6.7; Jo 6.66-71; At 1.21-23).
c) Receberam autoridade do Senhor (Jo 20.21-23). Os doze receberam de Jesus um mandato [ especial para prosseguirem com a obra de evangelização. Eles foram revestidos de autoridade de Deus para expulsar os demônios, curar os enfermos e pregar o Evangelho à humanidade (Mc 16.17,18; cf. At 2.4).


II - O APÓSTOLO PAULO

1. Saulo e sua conversão. Saulo foi um judeu de cidadania romana, educado “aos pés de Gamaliel, e também um importante mestre do judaísmo (At 22.3,25). Ele era intelectual, fariseu e foi perseguidor dos cristãos. Entretanto, a caminho de Damasco, em busca dos cristãos que haviam fugido devido à perseguição em Jerusalém, e com carta de autorização para prendê-los, Saulo teve uma experiência com o Cristo ressurreto (At 9.1-22). A sua vida foi inteiramente transformada a partir desse encontro pessoal com Jesus. De perseguidor, passou a perseguido; de Saulo, o fariseu, a Paulo, o apóstolo dos gentios.

2. Um homem preparado para servir. Dos vinte sete livros do Novo Testamento, treze foram escritos pelo apóstolo Paulo. Quão grande tratado teológico encontramos em sua Epístola aos Romanos! O seu legado teológico foi grandioso para o cristianismo. Mas para além da intelectualidade teológica, o apóstolo dos gentios levou uma vida de sofrimento por causa da pregação do Cristo ressurreto. Eis a declaração apostólica que denota tal verdade: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Tm 4.7).

3. “O menor dos apóstolos”. O apóstolo Paulo não pertencia ao colégio dos doze. Ele não andou com Jesus em seu ministério terreno nem testemunhou a ressurreição do Senhor — requisitos indispensáveis para o grupo dos doze (At 1.21-23). Humildemente, o apóstolo reconheceu que não merecia ser assim chamado, pois considerava-se um “abortivo”, como que nascido fora de tempo, o menor de todos (1 Co 15.8,9). Entretanto, o Senhor se revelou a ele ressurreto (At 9.4,5) e ensinou- lhe todas as coisas. O apóstolo recebeu o Evangelho diretamente do Senhor (Cl 1.6-24; 1 Co 11.23). Embora o colégio apostólico tenha reconhecido o apostolado paulino (Cl 2,6-10; 2 Pe 3.14-16), as igrejas plantadas por ele eram o seio do seu ministério apostólico (1 Co 9.2).

III - APOSTOLICIDADE ATUAL (Ef 4.11)

1. Ainda há apóstolos? No sentido estrito do termo, e de acordo com a sua singularidade, apóstolos como os doze não mais existem. A Palavra de Deus diz que durante o milênio, os doze se assentarão sobre tronos para julgar as doze tribos de Israel (Mt 19.28). Os seus nomes também estarão registrados nos doze fundamentos da cidade santa (Ap 21.12-14). Logo, o colégio apostólico foi formado por um grupo limitado de discípulos, não havendo, portanto, uma sucessão apostólica.


2. Apóstolos fora dos doze. A carta aos Efésios apresenta a vigência do dom ministerial de apóstolo. O teólogo Stanley Horton informa-nos que “o Novo Testamento indica que havia outros apóstolos que também haviam sido dados como dons à Igreja. Entre estes se acham Paulo e Barnabé (At 14.4,14, bem como os parentes de Paulo, Andrônico e Júnia (Rm 16.7)”. Ao longo do Novo Testamento, e no primeiro século da Igreja, o termo apóstolo recebeu um significado mais amplo, de um dom ministerial distribuído à igreja local (Dicionário Vine).

3. O ministério apostólico atual. Não há sucessão apostólica. Esta é uma doutrina formada pela igreja romana e, infelizmente, copiada por algumas evangélicas para justificar a existência do poder papal. O ministério dos doze não se repete mais. O que há é o ministério de caráter apostólico. Atualmente, missionários enviados para evangelizar povos não alcançados pelo Evangelho são dignos de serem reconhecidos como verdadeiros apóstolos de Cristo. Homens como John Wesley, William Carey (cognominado “pai das missões modernas”), Hudson Taylor, D. L. Moody, Gunnar Vingren, Daniel Berg, “irmão André” e tantos outros, em tempos recentes, foram verdadeiros desbravadores apostólicos. Cidades e até países foram impactados pela instrumentalidade desses servos de Deus.

CONCLUSÃO

Nos moldes do colégio dos doze, o ministério apostólico não existe atualmente. Entretanto, o dom ministerial de apóstolo citado por Paulo em Efésios 4.11 está em plena vigência. Pastores experimentados, evangelistas e missionários que desbravaram os rincões do nosso país ou em países inimigos do Evangelho, são pessoas portadoras desse dom ministerial. São os verdadeiros apóstolos da Igreja de Cristo hoje.

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27/04/2014

Respostas da Lição 06: O ministério de Apóstolo

1. Segundo as epístolas aos Efésios e aos Coríntios, quantos e quais são os dons ministeriais?
R: São cinco dons: Apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores.

2. De acordo com o Dicionário Bíblico Wycliffe, defina o termo grego apóstolos,
R: Apóstolos origina do verbo aposteliein que diz respeito a “enviar”, “remeter".


3. Qual era a cidadania do apóstolo Paulo?
R: Ele era judeu de cidadania romana.

4. De acordo com a lição, ainda existem apóstolos?
R: Nos moldes do colégio dos doze, o ministério apostólico não existe mais. Todavia o dom ministerial de apóstolo citado em Efésios 4.11 está em plena vigência.

5. Na atualidade, quem são os verdadeiros apóstolos?
R: Os missionários.

Subsídios da Lição 06: O ministério de Apóstolo

Subsidio I

“Jesus é o supremo Sumo Sacerdote e Apóstolo (Hb 3.1). 

A palavra apóstolo era usada, no entanto, para qualquer mensageiro nomeado e comissionado a algum propósito. Epafrodito foi um mensageiro (apóstolo) nomeado pela igreja em Filipos e enviado a Paulo (Fp 2.25). Os companheiros de Paulo eram os mensageiros (apóstolos) enviados peias igrejas e por elas comissionados (2 Co 8.23).


Os doze, apenas, eram apóstolos específicos. Depois de uma noite em oração, Jesus os escolheu do meio de um grupo de discípulos e os chamou apóstolos (Lc 6.13). Pedro recomendou que os doze tinham um ministério e supervisão especiais (At 2. 20,25,26), provavelmente tendo em mente a promessa de que eles futuramente julgariam (governariam) as 12 tribos de Israel (Mt 19.28). Sendo assim, nenhum apóstolo foi escolhido, depois de Matias, para estar entre os doze. Nem foram nomeados substitutos, quando estes foram martirizados. Na Nova Jerusalém há apenas 12 alicerces, com os nomes dos 12 apóstolos inscritos neles (Ap 21J 4). Os doze, portanto, eram um grupo limitado, e realizavam uma função especial na pregação, no ensino e no estabelecimento da Igreja, além de testificar da ressurreição de Cristo, com poder. Ninguém mais pode ser um apóstolo no sentido em que eles foram” 

(HORTON, Stanley M, A Doutrina do Espírito Santo no Antigo e Novo Testamento. 12.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.287).

Subsídio  II

“APÓSTOLO

Os apóstolos foram testemunhas oculares das atividades de Jesus na terra e consequentemente testificaram que Jesus era o Senhor res- surrecto (Lc 24.45-48; 1 Jo 1.1-3). Os pré-requisitos para a substituição apostólica nesta função única são dados em At 1.21,22. A lista de apóstolos de Lucas (Lc 6.14-16; At 1.13) corresponde à lista dos doze dadas em Mateus 10.2-4 e Marcos 3.16-1 9. Mateus lista os discípulos aos pares, supostamente como enviados por Jesus. Tadeu (em Mateus e Marcos) era idêntico ajudas o filho de Tiago (em Lucas). Pedro, Tiago e João formavam um círculo íntimo dentre os doze, e estavam presentes no episódio da transfiguração (Mt 1 7.1-9; Mc 9.2-10; Lc 9.28-36) e no Getsêmani (Mt 26.36-46; Mc 14.32-42; Lc 22.39-46). Os doze foram selecionados para ser os companheiros de Jesus e proclamar o Evangelho (Mc 3.14). Durante o ministério de Jesus, os doze serviram como seus representantes, uma função compartilhada por outros (Lc 10.1).

Aparentemente, a posição dos apóstolos não foi fixada permanentemente antes da ressurreição (Mt 19.28-30; Lc 22.28-34; cf. Jo 21.15-18). O Cristo ressurrecto fez deste grupo seleto de testemunhas do seu ministério e ressurreição, apóstolos e testemunhas permanentes de que Ele é o Senhor, os comissionou como missionários, os instruiu a ensinar e batizar (Mt 28.18-20; Mc 1 6.1 5-1 8; Lc 24.46-48), e completou o processo com o envio do Espírito Santo no Pentecostes (Lc 24.49; At 1.1-8; 2.1-13). No período inicial, os 12 apóstolos eram os únicos ensinadores e líderes da igreja, e outros ofícios foram derivados deles (At 6.1-6; 15.4). O apostolado não implicava em uma liderança permanente. Embora Pedro tenha iniciado missões aos judeus (Atos 2) e aos gentios (At 10.11.18), Tiago o substituiu como líder entre os judeus, e Paulo como líder entre os gentios.

Os membros da igreja são sacerdotes, reis, servos de Deus e santos que usam seus dons para a edificação da igreja como um todo (1 Co 1 2.1-11; 1 Pe 2.9; Ap 1.6; 5.8,10; 7.3) e, como os apóstolos, são mediadores de Cristo (Mt 25.40,45; Mc 9.37; Lc 9.48) e reinarão com Ele (Ap 3.21).

Os apóstolos, porém, através do testemunho de sua palavra, sempre serão a norma e os arautos do fundamento sobre o qual Cristo edifica a sua igreja (Ef 2.20; Ap 18.20; 21.14). Os apóstolos são as primeiras dádivas de Cristo para a sua igreja (Ef 4.11) e os ministros estabelecidos por Deus na igreja (1 Co 12.28,29)” 


(PFEIFFER, Charles F.; REA, John; VOS, Howard F. (Eds.). Dicionário Bíblico Wydiffe. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 162).

25/04/2014

AD - Min. Acari - Filial Barro Vermelho

Olá pessoal, a paz, 

Quantas vezes encontramo-nos em situações adversas? Alguns momentos causam temor e tiram o sono não é mesmo? Geralmente o problema maior é sentir-se distante do tão esperado milagre. E, nestes momentos, onde não sabemos por onde ir, uma coisa é certa: A oração gera milagres! É por conta disso que todas as segundas e quartas-feiras,no Barro Vermelho, a Assembléia de Deus Ministério de Acari realiza a Campanha de Oração, sempre às 19 horas, para que através do poder de Deus, você e sua família sejam abençoados. E,sempre aos domingos, o culto de adoração a Deus. Conheça, visite e seja ricamente abençoado!

AD - Min. Acari no Barro Vermelho: Rua 2, n° 126 (Em frente ao Radhan)
2ª e 4ª sempre às 19 horas e no domingo às 19 horas o culto em adoração.

24/04/2014

Os nove dons da vida cristã

O teor geral de 1 Coríntios 12 a 14 dá a entender que os crentes da cidade grega de Corinto estavam fazendo mal uso dos dons que,em si mesmos,são autênticos e desejáveis.

Às vezes, onde há vida exuberante ocorre alguma desordem, causada pelo crescimento poderoso. Entretanto, isso não deve levar à negação da existência e do valor dos dons do Espírito Santo. Devem-se apenas eliminar as irregularidades.


O fogo do avivamento ardia em Corinto,e algumas centelhas caíam fora da lareira, ameaçando o tapete. Paulo não pensou em chamar o corpo de bombeiros para apagar o fogo,apenas ofereceu à igreja um jogo de ferramentas para lidar com a lareira: as medidas disciplinares e as exortações para a busca dos dons.

O agricultor poda as arvores assim como o jardineiro,as plantas ornamentais não para estragá-las mas especialmente para que tudo possa crescer melhor e em condições ideias. A disciplina da poda faz parte da nossa vida em Cristo (Jo. 15.2).

Extraído de: "Os dons do Espírito Santo" p.137 e 138, Gordon Chown - Editora Vida Acadêmica.

23/04/2014

EBD 2014 - 2º Trimestre: Lição 05: Dons de Elocução

Lição de número 05 a ser ministrada em todas as Assembléias de Deus no Brasil dia 04/Maio/2014
Se alguém falar, faie segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá, para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o poder para todo o sempre. Amém!” (1 Pe 4.11)

O estudo da lição desta semana concentrar-se-á nos três dons classificados como os de elocução: profecia, variedade de línguas e interpretação das línguas. Os propósitos destes dons especiais são os de edificar, exortar e consolar a Igreja de Cristo (1 Co 14.3). Isso porque os dons de elocução são manifestações sobrenaturais vindas de Deus, e não podem ser utilizadas na igreja de forma incorreta. Assim, devemos estudar estes dons com diligência, reverência e temor de Deus, para não sermos enganados pelas falsas manifestações.

I - DOM DE PROFECIA (1 Co 12.10)

1. O que é o dom de profecia? De acordo com Stanley Horton, o dom de profecia relatado por Paulo em 1 Coríntios 14 refere-se a mensagens espontâneas, inspiradas pelo Espírito, em uma língua conhecida para quem fala e também para quem ouve, objetivando edificar, exortar ou consolar a pessoa destinatária da mensagem. Profetizar não é desejar uma bênção a uma pessoa, pois essa não é a finalidade da profecia. Infelizmente, por falta de ensino da Palavra de Deus nas igrejas, aparecem várias aberrações concernentes ao uso incorreto deste dom. Não poucos crentes e igrejas locais sofrem com as consequências das falsas profecias. Apesar dei exortar-nos a não desprezar ou sufocar as profecias na igreja local (1 Ts 5.20), as Escrituras orientam-nos a que examinemos “tudo", julgando e discernindo, pelo Espírito, o que está por trás das mensagens. Toda profecia espontânea deve ser julgada (1 Co 14.29-33).


2. A relevância do dom de profecia. O dom de profecia é tão importante para a Igreja de Cristo que o apóstolo Paulo exortou a sua busca (1 Co 14.1). Não obstante, ele igualmente recomendou que o exercício desse dom fosse observado pela ordem e cuidado nos cultos (1 Co 1 4.40). Os crentes de Corinto deveriam julgar as profecias quanto ao seu conteúdo e a origem de onde elas procedem (1 Co 1 4.29), pois elas possuem três fontes distintas: Deus, o homem ou o Diabo. Devemos nos cuidar, pois a Bíblia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, mostra ações dos falsos profetas. O Senhor Jesus nos alertou: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores” (Mt 7.15). Vigiemos!

3. Propósitos da profecia. A profecia contribui para a edificação do crente. Porém, ainda existe muita confusão a respeito do uso dos dons de elocução, e em especial ao de profecia e sua função. Há líderes permitindo que as igrejas que lideram sejam guiadas por supostos profetas.
A Igreja de Jesus Cristo deve ser conduzida segundo as Escrituras, pois esta é a inerrante Palavra de Deus- A Bíblia Sagrada, a Profecia por excelência, deve ser o manual do líder cristão. Outros líderes, também erroneamente, não tomam decisão alguma sem antes consultar um “profeta” ou uma “profetisa”. Estes profetizam aquilo que as pessoas querem ouvir e não o que o Senhor realmente quer falar. Todavia, a Palavra de Deus alerta-nos a que não ouçamos a tais falsários (Jr 23.9-22).

II - VARIEDADE DE LÍNGUAS (1 Co 12.10)


1. O que é o dom de variedades de línguas? De acordo com o teólogo pentecostal Tho- mas Hoover, o dom de línguas é “a habilidade de falar uma língua que o próprio falante não entende, para fins de louvor, oração ou transmissão de uma mensagem divina”. Segundo Stanley Horton, “alguns ensinam que, por estarem alistados em último lugar, estes dons são os de menor importância”. Ele acrescenta que tal “conclusão é insustentável”, pois as “cinco listas de dons encontradas no Novo Testamento colocam os dons em ordens diferentes”. O dom de variedades de línguas é tão importante para a igreja quanto os demais apresentados em 1 Coríntios 12.

2. Qual é a finalidade do dom de variedade de línguas? O primeiro propósito é a edificação da vida espiritual do crente (1 Co 14.4). As línguas, ao contrário da profecia, não edificam ou exortam a igreja. Elas são para a devoção espiritual do crente que recebe este dom. À medida que o servo de Deus fala em línguas estranhas vai sendo também edificado, pois o Espírito Santo o toca e renova diretamente (1 Co 14.2).

3. Atualidade do dom. É preciso deixar claro que a variedade de línguas não é um fenômeno exclusivo do período apostólico. O Senhor continua abençoando os crentes com este dom e cremos que assim o fará até a sua vinda. No Dia de Pentecostes, todos os crentes reunidos no cenáculo foram batizados com o Espírito Santo e falaram noutras línguas pelo Espírito (At 1.4,5; 2.1-4). É um dom tão útil à vida pessoal do crente em nossos dias quanto o foi nos dias da igreja primitiva.

III - INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS (1 Co 12.10)

1. Definição do dom. Thomas Hoover ensina que a interpretação das línguas é “a habilidade de interpretar, no próprio vernáculo, aquilo que foi pronunciado em línguas”. Na igreja de Corinto havia certa desordem no culto com relação aos dons espirituais, por isso, Paulo os advertiu dizendo: “E, se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito, três, e por sua vez, e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja e fale consigo mesmo e com Deus” (1 Co 14.27,28).

2. Há diferença entre dom de interpretação e o de profecia? Embora haja semelhança são dons distintos. O dom de interpretação de línguas necessita de outra pessoa, também capacitada pelo Espírito Santo, para que interprete a mensagem e a igreja seja edificada. Do contrário, os crentes ficarão sem entender nada. Já no caso da profecia não existe a necessidade de um intérprete. Estêvam Ângelo de Souza definiu bem essa questão quando disse que “não haverá interpretação se não houver quem fale em línguas estranhas, ao passo que a profecia não depende de outro dom”.

CONCLUSÃO

Ainda que haja muitas pessoas em diversas igrejas que não aceitem a atualidade do batismo com o Espírito Santo e dos dons espirituais — os chamados “sensacionistas” — Deus continua abençoando os crentes com suas dádivas. Portanto, não podemos desprezar o dom de profecia, o de falar em línguas estranhas e o de interpretá-las. Porém, façamos tudo conforme a Bíblia: com sabedoria, decência e ordem (1 Co 14.39,40). Agindo dessa forma, Deus usará os seus filhos para que sejam portadores das manifestações gloriosas dos céus. 

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LEIA TAMBÉM:










Respostas da lição 05: Dons de elocução

1. Quais são os propósitos da profecia?
R: Exortar, consolar e edificar.

2. Quais são as três fontes de onde podem proceder as profecias?
R: Deus, o homem ou o Diabo.

3. Segundo o teólogo Thomas Hoover, o que é o dom de línguas?
R: “É a habilidade de falar uma língua que o próprio falante não entende, para fins de louvor, oração ou transmissão de uma mensagem divina”.


4. Qual é a finalidade principal do dom de variedade de línguas?
R: É a edificação da vida espiritual do crente.

5. Defina, de acordo com a lição, o dom de interpretação de línguas.
R: “É a habilidade de interpretar no próprio vernáculo, aquilo que foi pronunciado em línguas”.

Subsídios da Lição 05: Dons de elocução

Subsídio Teológico I

“Paulo era grato a Deus por falar em línguas, e mais do que todos os coríntios. 

Na igreja, porém, diz que preferiria falar cinco palavras com seu entendimento, a fim de que pudesse, pela sua voz ensinar aos outros, do que dez mil palavras em línguas (1 Co 14.18,19). Mas não deseja com isso excluir as línguas. É parte legítima de sua adoração (1 Co 14.26).

Paulo lhes adverte para que cessem de proibir o falar em línguas. Segundo parece, alguns não gostavam da confusão causada pelo uso exagerado das línguas. Procuravam solucionar o problema por meio da proibição total do falar em línguas. Mas a experiência era preciosa, e a bênção excelente, para a maioria dos coríntios aceitar essa proibição. Alguns dizem hoje: ‘Há problemas envolvidos no falar em línguas; vamos evitá-las, portanto’. Mas não foi essa a solução de Paulo para si, nem para a Igreja. Até mesmo os limites que Paulo impõe não tinham a intenção de impedir as línguas. Tratava-se, apenas, de dar mais oportunidade, para maior edificação a outros dons” 

(HORTON, Stanley M. A Doutrina do Espírito Santo no Antigo e Novo Testamento. 12.ed.Riode Janeiro: CPAD, 2012, p.242).


Subsídio Teológico II

“Natureza Encarnacional dos Dons

Os crentes desempenham um papel vital no ministério dos dons. Romanos 12.1-3 nos diz para apresentarmos nosso corpo e mente como adoração espiritual e que testemos e aprovemos o que for a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Semelhantemente, 1 Coríntios 12.1-3 nos adverte a não perdermos o controle do corpo e a não sermos enganados pela falsa doutrina, mas deixar Jesus ser Senhor. E Efésios 4.1-3 nos recomenda um viver digno da vocação divina, tomar a atitude correta e manter a unidade do Espírito.

Nosso corpo é o templo do Espírito Santo e, portanto, deve estar envolvido na adoração. Muitas religiões pagãs ensinam um dualismo entre o corpo e o espírito. Para elas, o corpo é mau, uma prisão, ao passo que o espírito é bom e precisa ser liberto. Essa opinião era comum no pensamento grego.


Paulo conclama os coríntios a não se deixarem influenciar pelo passado pagão. Antes, perdiam o controle; como consequência, podiam dizer qualquer coisa e alegar que provinha do Espírito de Deus. O contexto bíblico dos dons não indica nenhuma perda de controle. Pelo contrário, à medida que o Espírito opera através de nós, temos mais controle do que nunca. Entregamos nosso corpo e mente a Deus como instrumentos a seu serviço” 

(HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.469).

Página Evangélica no Facebook

Olá pessoal, a paz,

No último dia 14 de Abril de 2014, voltamos ao facebook, com uma nova página ligada ao Blog Verdade Profética. Já alcançamos a marca de mais de 80 curtidas de lá para cá! As postagens do Blog Verdade Profética diretamente na time line daqueles que curtem a página, ficando por dentro de todo o conteúdo da escola Dominical, que é republicado durante a semana no facebook, em diversos horários diferentes, com os subsídios apresentados de uma forma muito mais leve e elaborado para ser lido em menos de cinco minutos, tornando menos cansativo o estudo da Palavra, facilitando seu compartilhamento; e, por se tratar de uma rede social, elaboramos também frases, em imagens compartilháveis. É o Blog Verdade Profética  facilitando ainda mais o aprendizado e a compreensão das Escrituras aonde você está, nas redes que você faz parte, com recursos que você precisa e não dispõe em qualquer blog e/ou site, toda a nossa rede é interligada colocando à sua disposição as lições em PDF para download gratuito, além de proporcionar acesso também no Google Drive. E, brevemente, estaremos reformulando a elaboração das lições, para reduzir o número de páginas e facilitar ainda mais o seu estudo das lições e incluiremos,no PDF, as respostas também,então, não deixe de acessar este Blog e curtir,também, a nossa fan-page no facebook. CURTA!

Blog Verdade Profética, Reflexão com qualidade espiritual!
(G'Q')

22/04/2014

1ção [+ que] profética...

Em matéria publicada pelo site Gospel+, e divulgado viralmente pelas redes sociais, mais uma vez a líder do Diante do Trono,Ana Paula Valadão, é destaque com seus 'atos proféticos'. Já conhecida como precursora da unção conhecida como 'unção do leão' (?),onde o indivíduo,no meio do culto, comporta-se literalmente como um leão, agora,no 15° Congresso de Adoração e Intercessão Diante do Trono, uma nova unção surgiu: “ato profético de transferência de gerações”.


Pois é, nobre leitor, não bastassem os desvios doutrinários promovidos principalmente em muitos dos Congressos de adoração por aí afora, os 'levitas' ainda detêm o poder sobrenatural de lançar novas unções. É o caso ocorrido no Congresso em questão que, inclusive, conta com o video desta unção (reproduzido a seguir). 

Confira no trecho da matéria:

"O ato que motivou a polêmica se iniciou quando, em meio a uma ministração, Ana Paula Valadão chamou ao palco líderes evangélicos como Valnice Milhomens, Márcio Valadão e Hudson Medeiros para que iniciassem uma oração por sua geração, que era representada por ela, por seu irmão André Valadão e pelo seu esposo pastor Gustavo Bessa.

- Somos apenas símbolos diante de vocês. Sintam-se totalmente representados aqui – afirmou Ana Paula Valadão antes de receber a imposição de mãos e oração dos pastores mais velhos.

Após receber a oração da geração representada por Valnice Milhomens e Márcio Valadão, a geração de Ana Paula Valadão correu em direção à “nova” geração para também realizar uma oração. A geração que recebeu a oração foi representada por integrantes do Diante do Trono como Israel Salazar, Marine Almeida, Amanda Carius e Leticia Brandão.

[...]

Um dos momentos mostrados pelo vídeo que mais motivou criticas e até mesmo piadas foi quando Ana Paula derruba Israel Salazar ao chão, e começa a dançar em torno dele como se imitasse um avião." (Fonte: Gospel+)

Para matar as saudades, disponibilizamos também a unção leonina, digo, 'unção do leão'. E,pasmem, há quem diga que isto é uma ação do Santo Espírito de Deus. Mas assista e tire você mesmo suas conclusões [¹]...



::Breve Comentário:: Ultimamente têm surgido cada novidade no meio gospel...  Não consigo me lembrar de nenhum momento onde o Evangelho de Jesus ensine qualquer coisa destas... Eu Hein! 

[¹] Não está em questão a devoção de quem quer que seja, nem muito menos a inspiração dos louvores ministrados por estes cantores, apenas trata-se de uma reflexão à luz daquilo que Jesus nos ensinou.(G'Q')


21/04/2014

Pr. Rubens Teixeira: O Brasil precisa de estadistas,vamos livrá-lo das aves de rapina!

LEIA TUDO. SE CONCORDAR, COMPARTILHE COM O MÁXIMO DE PESSOAS QUE VOCÊ PUDER

Amigos e amigas, cuidado com as enrolações que já começaram e estão a todo vapor. Tenho muitas desconfianças de quem usa o termo "pastor", "bispo" ou coisa parecida para disputar cargo político. Isso é apelação e enrolação. Precisamos de políticos comprometidos e que tenham feito o bem para a sociedade, ao longo da vida, antes de concorrerem a qualquer cargo político. Desconfio mais ainda de "líderes" que apóiam candidatos que estão por aí há tempos, mas não trabalham de forma sincera para mudar o nosso país. 

O Brasil precisa de estadistas, de homens e mulheres com espírito público de verdade. Entra eleição, sai eleição e tem muita gente se aproveitando da sua boa fé, da sua inocência e até da sua fé para vender seu voto para alguém. Faça a escolha que você julgar melhor. Não transfira para outra pessoa seu direito de escolher seu candidato. Depois serão seus filhos ou netos que vão estudar em escolas que não ensinam nada, ou mesmo sofrer em hospitais desaparelhados até a morte. Estas mazelas que atingem nossos familiares e amigos não incomodam quem "quer nos vender", muitas vezes usando o nome de Deus e os púlpitos para isso. Cuidado. Precisamos mudar o Brasil. Faça a sua parte impedindo que coisas dessa natureza aconteçam por perto de você, na sua igreja, no seu bairro, na sua comunidade etc. Vamos livrar o Brasil das aves de rapina que ignoram o sofrimento, a miséria e a desgraça dos que sofrem em nosso país, inclusive as que usam a fé alheia para isso. 

Jesus Cristo, nosso salvador, nada tem a ver com essas coisas horríveis que acontecem. Por isso ele nos apresentou a parábola do bom samaritano. O "sacerdote" e o "levita" abandonaram o ferido pelo salteador e um samaritano, distante da cúpula religiosa, que se compadeceu do desgraçado. Não é rara essa situação em nossos dias. Jesus Cristo jamais jogou conversa fora. Vamos ficar atentos e desprezar os conselhos de "urubus" que tentam se fazer de "pombos".

"Grifos e edições realizadas pelo Blog Verdade Profética,sem alteração do conteúdo original."

*Post extraído da página do Pastor Rubens Teixeira no facebook [Acesse que vale a pena!]


19/04/2014

Cristo - O dom supremo da Graça

"Pois todos nós recebemos da sua plenitude um dom da graça após o outro. Porque a lei foi dada por Moisés, mas a graça ea verdade vieram por meio de Jesus Cristo sobre. "( João 1:16-17 )

O cristianismo é Cristo!

Você ouviu a boa notícia do evangelho e acredita que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus que se entregou por nossos pecados para que você pudesse ter a vida eterna crendo nele, o Salvador. Mas mais do que a salvação, Jesus Cristo te chama a um relacionamento com ele mesmo! O cristianismo é Cristo! Não é um estilo de vida, regras de conduta, ou uma sociedade cujos membros foram iniciados pela aspersão ou cobertura de água. Cristo nos chama a um relacionamento próximo com ele como irmãos e amigos.

No entanto, ele também é o nosso Senhor, aquele que está sentado à direita de seu Pai, Deus como cabeça sobre tudo no céu e na terra ( Efésios 1:20-22 ). Como Senhor, Jesus Cristo é o nosso mestre -aquele a quem devemos de bom grado dar a nossa obediência. Ele é o nosso modelo de como viver como seres humanos em uma relação de dependência com Deus, e ele é o nosso mentor, em caminhar conosco nessa relação de dependência. Jesus Cristo nos chama para uma nova vida, nos veste com ele, nos comissiona com um propósito , e nos capacita a cumprir esse propósito.

Jesus Cristo ordenou aos seus discípulos para fazer discípulos - os mesmos que o viram fazer discípulos deles. Eles o viram fazer isso! Eles sabiam o que ele estava comissionando que eles fizessem. Eles experimentaram esse relacionamento com ele, que mudou suas vidas. Então, eles estavam dispostos a trazer essa experiência para os perdidos, sofridos, população desesperada em seus bairros, cidades e destinos. Eles trouxeram uma boa notícia de que era real, relevante e vivificante.

Os discípulos de Jesus, 2000 anos atrás, não eram diferentes do que nós somos, exceto que eles fisicamente viram o Cristo ressuscitado. Precisamos vê-lo através dos olhos da fé e permitir que os evangelhos de saltem fora da página revelando nosso Senhor, para que possamos conhecer esse Deus-homem que mudou nossas vidas como nós recebemos a boa notícia-Cristo. Precisamos ler com frequência os Evangelhos, ver filmes baseados neles, e contar as histórias sobre Jesus quantas vezes for necessário para conhecer a sua vida bem porque ... o cristianismo é Cristo! Vamos ficar a conhecer este Cristo, que é o dom supremo da graça para nós.

Extraído de Bible.org , trecho de: "Christ - The Grace-Gift"

18/04/2014

PF investiga Pr José Wellington por lavagem de dinheiro e fraude

O pastor José Wellington, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) está sendo investigado pela Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro e crimes contra a ordem tributária.

A informação foi divulgada por Ricardo Boechat, em sua coluna no site da revista IstoÉ. O jornalista revelou que o pedido de investigação partiu do Ministério Público Federal.

O procurador Antonio Cabral solicitou o inquérito para apurar eventuais crimes previdenciários cometidos pelo pastor, e que teriam resultado em lavagem de dinheiro e fraude em impostos.

Boechat revelou ainda que a denúncia partiu de sete pastores filiados à CGADB, que procuraram Cabral através dos advogados do escritório Jorge Vacite Neto, do Rio de Janeiro, e revelaram o suposto esquema criminoso que seria comando por José Wellington.


Matéria:: Gospel+   //   ISTOÉ - Ricardo Boechat 

Assembléia de Deus sentenciada pela Justiça Federal a restaurar imóvel tombado

Após uma ação do Ministério Público, a Justiça do Pará determinou que a igreja Assembleia de Deus restaure um prédio histórico que abriga um templo na capital do estado, Belém. De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), uma reforma realizada no local descaracterizou a construção.


A juíza federal Hind Ghassan Kayath determinou que igreja faça a restauração das características originais do prédio, a fim de corrigir as mudanças e manter a edificação em condições adequadas de conservação.

O imóvel está localizado na travessa Padre Eutíquio, numa área tombada pela União, segundo informações do G1. Numa vistoria recente, o IPHAN detectou que foi instalada uma estrutura metálica que serviria de suporte para uma placa de publicidade, além de o forro original do prédio ter sido removido.

Mediante as alterações feitas sem autorização, o IPHAN enviou uma representação ao Ministério Público acusando a Assembleia de Deus de descaso com o patrimônio histórico. Com as informações reunidas pelo IPHAN, a juíza determinou um prazo de 180 dias para que a igreja restaure o imóvel.


“As observações contidas no relatório da perícia técnica relevam a deterioração do bem do imóvel não somente na sua fachada, mas também na parte interior e estrutural, tornando-se incontroversos os danos causados no imóvel”, comentou a juíza. A multa estabelecida na sentença para o caso de descumprimento da ordem, ou atraso na conclusão da obra, foi fixada em R$ 1 mil por dia.

*Matéria:: Gospel+

Comentário::

Apenas gostaria de salientar os seguintes pontos::

1- Em nenhum momento o IPHAN, ou mesmo a juíza que enviou representação ao Ministério Público, no decorrer das obras, pensou em fiscalizar o que era realizado, visto que entende-se como imprescindível à manutenção da história?

2- Obviamente que a Igreja também é sujeita às leis dos homens e,como sal da terra e luz do mundo que é, deve obedecê-las a fim de exalar o bom perfume de Cristo;

3- Em algum momento o IPHAN, sempre tão interessado em manter o tal patrimônio histórico brasileiro (?), não possui nenhuma medida que vise incentivar a manutenção destes imóveis (que são privados) com algum tipo de incentivo,mesmo financeiro, em suas restaurações e obras, tal como ocorrem com templos católicos?


4- Afinal de contas, qual é a proposta do IPHAN, visto que tais imóveis precisam também suprir as necessidades de onde se encontram, seja como lojas comerciais, templos, casas de família, enfim, e cada intervenção que se faça é preciso de autorização prévia deste órgão que, pelo menos no Centro do Rio de Janeiro, têm inviabilizado qualquer tentativa de melhora e,enquanto isso, o centro da Cidade do Rio vai caindo aos pedaços.

17/04/2014

EBD 2014 - 2º Trimestre: Lição 04: Dons de poder

“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus” (1 Co 2.4,5).

O ministério terreno de Jesus foi marcado por inúmeros milagres, principalmente curas. A história eclesiástica comprova que a Igreja do primeiro século também operou maravilhas no poder do Espírito Santo. Entre os primeiros cristãos sobejavam os dons de poder. Se Jesus não mudou e os dons espirituais são para a Igreja de hoje, por que atualmente não vemos as manifestações dos dons de poder em nosso ambiente com mais frequência? Será falta de conhecimento a respeito do assunto? Ou será por causa do mau uso que alguns fazem das dádivas divinas?

Nesta lição estudaremos a respeito dos dons de poder. Veremos como eles são necessários à vida da igreja. Se você deseja recebê-los e usá-los para a glória do nome do Senhor; proporcionando a edificação da igreja, busque-os com fé em oração.


I - O DOM DA FÉ (1 Co 12.9)

1. O que significa fé? Na epístola aos Hebreus lemos que “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem” (11.1).
Essa é a definição bíblica sobre a fé, pois mostra a total confiança e dependência em Deus. Aprendemos com o texto do capítulo 11 de Hebreus, conhecido como a "galeria dos heróis da fé”, que Deus é poderoso para fazer todas as coisas, sendo a nossa fé em Deus, fundamental para as operações divinas entre os homens.

2. A fé como dom. É distinta daquela que recebemos por ocasião da nossa conversão: a fé salvífica (Rm 10.17; Ef 2.8). Igualmente, se distingue da fé evidenciada como fruto do Espírito (Cl 5.22). O dom da fé é a capacidade que o Espírito Santo concede ao crente para este realizar coisas que transcendem à esfera natural da vida, objetivando sempre a edificação da igreja. De acordo com o teólogo Stanley Horton, esse dom “é uma fé milagrosa para uma situação ou oportunidade especial”.

3. Exemplo Bíblico do dom da fé. Quando guiou o povo de Israel na saída do Egito e se aproximou do Mar Vermelho, já na iminência de ser destruído por Faraó, Moisés disse: “Não temais; estai quietos e vede o livramento do Senhor, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais vereis para sempre. O Senhor pelejará por vós, e vos calareis” (Êx 14.13,14). Moisés “viu” pela fé o livramento do Senhor antes de o fato acontecer. Esta é uma boa amostra bíblica do exercício do dom da fé.


II - DONS DE CURAR (1 Co 12-9)

1. O que são os dons de curar? São recursos de caráter sobrenatural para atuarem na cura í de qualquer tipo de enfermidade. Por isso a expressão está no plural. Deus é quem cura! Ele concede os “dons” segundo o conselho da sua vontade, sabedoria e no momento certo. No Antigo Testamento, o Todo-Poderoso se manifestou ao povo de Israel como “Jeová Rafá” — O Senhor que sara (Êx 1 5.26; SI 103.3). A concessão desses dons à Igreja deve-se à necessidade de o Evangelho ser anunciado como uma mensagem poderosa ao não crente, que outrora não tinha fé, mas que agora passou a crer no Evangelho, arrependendo-se dos seus pecados (Mc 16.1 7,1 8; At 3.1 1-26; 4.23-31).

2. A redenção e as curas. Apesar de o crente ser redimido pelo Senhor através da obra expiatória efetuada por Jesus na cruz do Calvário, ele (o crente) ainda aguarda a redenção do seu próprio corpo. Quando o apóstolo Paulo tratou dos males que afligem à criação como resultado do pecado da humanidade, escreveu que “não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Rm 8.2 3). Enquanto não recebermos o novo corpo imortal e incorruptível estaremos sujeitos a toda sorte de doenças.

3. A necessidade desses dons. Os dons de curar são necessários à igreja da atualidade. Num mundo incrédulo em que a medicina se desenvolve rapidamente, o ser humano pensa que pode superar a Deus. A humanidade precisa compreender a sua limitação e convencer-se da sublime realidade de um Deus Todo-Poderoso que, em sua misericórdia e amor, concede sabedoria a homens e mulheres para multiplicar o conhecimento da medicina visando o bem-estar de todos. Quanto aos dons de curas, são manifestações de poder sobrenatural que o Espírito Santo colocou à disposição da Igreja de j Cristo para que a humanidade reconheça que Deus tem o poder de sanar todas as doenças.

III - O DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS (1 Co 12.10)

1. O dom de operação de maravilhas. Este dom realiza obras extraordinárias além do poder humano. O dom de operação de maravilhas altera a ordem natural das coisas consideradas impossíveis e impensáveis.

2. Exemplos bíblicos. O ministério terreno de Jesus foi marcado por operações de maravilhas. O Bom Mestre repreendeu o vento e o mar, e estes logo se aquietaram (Mt 8.23-27). O nosso Senhor atestou por muitas vezes o seu poder sobre a natureza criada para sua glória (Jo 1.3). Podemos destacar outros exemplos de operação de maravilhas no ministério de Jesus: a ressurreição do filho da viúva de Naim (Lc 7.11 -1 7); a ressurreição da filha de Jairo (Mc 5.21-43); a ressurreição de Lázaro, morto havia quatro dias (Jo 11.1-45). Nosso Senhor tem todo o poder sobre a morte, pois para Ele “nada é impossível” (Lc 1.37). Nosso Deus não mudou. O Pai Celestial deu dons a sua igreja a fim de que ela atue no mundo moderno com poder e graça.


3. Distorções no uso dos dons de curar e de operação de maravilhas. O cristão não tem autorização divina para “de terminar”, “decretar” ou “exigir” a cura dos enfermos. A nossa relação com Deus não se dá em forma de barganha. Quem somos nós para exigir de Deus alguma coisa? Somos seres humanos limitados! Se (não fosse a graça e a misericórdia de Deus, o que seria de nós? Como discípulos de Cristo, devemos rogar ao Pai, buscando-o de todo o nosso coração para curar os doentes, pois a Palavra de Deus recomenda que oremos pelos enfermos (Tg 5.14). A oração do justo pode muito em seus efeitos (Tg 5.16), e independe de se ter o dom ou não. Jesus nos ensinou que em seu nome deveríamos impor as mãos sobre os enfermos para que eles sejam curados (Mc 16.18). Nossa responsabilidade é orar pedindo a cura. Quem sara o enfermo, de acordo com a sua soberana vontade, é Deus. O crente que impõe as mãos sobre o enfermo não pode ser tratado como um ídolo na igreja, principalmente se o enfermo for curado. Nem podemos imaginar que porque aconteceu o milagre aquela vez, sempre haverá outros milagres. Que o Altíssimo tenha misericórdia e proteja-nos dessa pretensão! Quem opera os sinais e as maravilhas é o Senhor, não o homem. Toda ação decorrente dos dons vem do Espírito Santo e, por isso, não podemos agendar dias nem marcar horários para sua operação. Façamos a obra de Deus com honestidade e decência!

CONCLUSÃO

Deus pode conceder a seus servos o dom da fé, dons de curar e o de operação de milagres, mas sempre de acordo com a sua vontade e graça. Lembre-se de que os dons de poder contribuem para legitimar a pregação do Evangelho. Infelizmente, há pessoas que querem utilizar essas dádivas para obterem lucros financeiros e enriquecimento pessoal. Isto envergonha o nome de Jesus e mancha a idoneidade da Igreja na sociedade. Quem procede desta forma está suscetível ao juízo de Deus, que virá no tempo próprio. Que nós, a Igreja, o povo do Senhor, façamos uso dos dons de poder para propagar o Evangelho de nosso Senhor e glorificar o nome do Pai no poder do Espírito Santo!




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