domingo, 19 de março de 2017

EBD 2017: 2° Trimestre - O Carater do cristão - Baixar revista


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quarta-feira, 15 de março de 2017

Seguir a Lei divina somente com fruto!

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Seguir a Lei divina somente com fruto!

Amado(a), como tem sido tua semana? Esperamos que excelente! Esta semana traz um questionamento muito pertinente nos tempos atuais: Qual o elemento que nos possibilita cumprir a Lei divina a cada momento? A resposta a esta pergunta é tratada no tema da lição da EBD deste domingo, que tem o tema: "Quem Ama Cumpre Plenamente a Lei Divina". Num cenário onde muitas vezes não somos capazes de seguir da forma que Jesus ensinou, veremos que a ferramenta para seguir obedecendo a Lei de Deus está dentro de nós! Acesse aqui a lição, com os subsídios e respostas.

Post da semana

No post desta semana, temos um reflexão sobre as perdas e as incertezas que muitas vezes nos afligem. Certamente você já passou por isso ou, quem sabe, esteja passando por alguma agora. Acesse esta reflexão especial aqui!

Dúvidas e sugestões? Envie um e-mail para: verdadeprofetica@yahoo.com.br
Te aguardo lá!
Editor geral do Blog Verdade Profética

Subsídios da Lição 13 - Uma Vida de Frutificação


SUBSÍDIO DIDÁTICO 

A poda dos ramos (Jo 15.1-10) Eu sou a videira, e meu Pai é o lavrador. Neste versículo, “eu” e “ verdadeira” em grego são enfáticos. Assim, em contraste com os outros (os líderes religiosos) que reivindicam ser parte do povo de Deus, Jesus e seus seguidores emergem como seu verdadeiro povo. Isto enfatiza sua singularidade como caminho para Deus. No versículo 2, surge o assunto desta seção: a santificação. A palavra que a expressa é o verbo limpar (cortar, desbastar, podar). Esta palavra pertence ao aspecto religioso de “ tornar santo” ou “ santificar”. O que se resume, então, é uma visão da igreja discutida acima, mas o que fica óbvio é que Deus limpa o crente; e esta alegria da vinha apropriadamente expressa isso. Também deve ser observado que a santificação é um processo normal no discipulado. O propósito da poda é aumentar a frutificação. Os versículos 3 e 5 falam da união de Jesus e os crentes em termos figurativos dos ramos e dos tronco. Jesus expressa o fato dessa união de palavras: 'Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado' (v. 3). Mas resultado dessa união é o processo de crescimento — em termos figurativos: dar frutos. Considerando que um ramo não pode dar frutos a menos que esteja ligado ao tronco (a pessoa tem que permanecer em Cristo), o fruto tem um significado certo. No contexto dos capítulos 13 a 17, o fruto é o amor, característica fundamental de Deus. Para poder viver como Deus, a pessoa tem de nascer de novo e segui-lo. Este amor tem de ser desenvolvido pelo 'processo da poda' 
(Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 4.ed. Vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 586).

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SUBSÍDIO TEOLÓGICO 

O princípio da frutificação está revelado no primeiro capítulo de Génesis (Gn 1.1). Note que a lei agrária estabelecida por Deus determina que cada planta e árvore produza fruto segundo a sua espécie. A frutificação espiritual segue o mesmo princípio. 3oão Batista, o precursor do Messias, exigiu dos seus convertidos: 'Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento' (Mt 3.8). Em João 15.1-16, Jesus enfatizou este princípio deixando claro aos seus seguidores que para darem fruto exuberante para Deus, necessário é que antes cresçam em Cristo e nisso perseverem seguindo os ensinos da Palavra de Deus. Boas condições de crescimento e desenvolvimento da planta no reino vegetal, sem esquecer da boa saúde da semente e do meio ambiente ideal e da limpeza, são elementos indispensáveis para a boa frutificação. É também o que ocorre no reino espiritual, na vida do crente, na Igreja, para que haja em todos nós fruto abundante para Deus. De que tipo de fruto Jesus estava falando em João 15.1-16? A resposta nos é dada em Gaiatas 5.22; 'O fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança'. Em outras palavras, o fruto do Espírito é no crente a existência de um caráter semelhante a Cristo; um caráter que testemunha de Jesus e que o revela em seu viver diário. É a breve vida de Cristo manifesta no cristão. Como é que o povo à nossa volta está vendo Cristo em nós? Em família, no emprego, nas viagens, na escola, na igreja, nos relacionamentos pessoais, nos tratos, no lazer, no porte em geral, na vida cristã?" 
(Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p. 1723).


SUBSÍDIO DIDÁTICO 

Copie no quadro o esquema abaixo. Depois faça aos alunos a seguinte pergunta: "Qual o propósito da frutificação na vida do crente?" Incentive a participação de todos e ouça as respostas dos alunos. Explique que no Reino de Deus tudo tem um propósito. Em relação ao fruto do Espírito Santo não é diferente. Em seguida, utilize o quadro para mostrar os reais propósitos da frutificação espiritual. 

O PROPÓSITO DA PURIFICAÇÃO 

1. A purificação é uma expressão da vida de Cristo. 
2. A purificação é evidência do discipulado. 
3. A purificação abençoa outras pessoas. 
4. A purificação traz glória a Deus.




Respostas da Lição 13 - Uma Vida de Frutificação


O que é preciso para o crente frutificar?
Ele precisa estar ligado à Videira Verdadeira- É Cristo em nós que nos permite produzir o fruto do Espírito. Sem Ele nada podemos (Jo 15.4). 


Qual o propósito de uma vida frutífera?
O propósito de uma vida frutífera é tão somente glorificar o Pai (Jo 15.8). 

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No texto de João 15 quem é a videira? Quem são os ramos?
A videira é o próprio Senhor Jesus Cristo e os ramos são todos os discípulos de Cristo.

O que significa podar?
Podar é aparar os ramos que estão atrapalhando o desenvolvimento da planta. 


Quem é o nosso exemplo perfeito de amor?
Jesus Cristo.


EBD 2017: 1° Trimestre - Lição 13 - Uma Vida de Frutificação



Lição a ser ministrada em 26/Março/2017 em todas as Assembleias de Deus no Brasil

INTRODUÇÃO 

Nesta última lição do trimestre, estudaremos a respeito da frutificação na vida do crente. Você tem produzido o fruto do Espírito? Precisamos frutificar! Por isso, necessitamos estar Ligados à Videira Verdadeira. É Cristo em nós que nos permite produzir o fruto do Espírito. Sem Ele nada podemos (Jo 15.4). O propósito de uma vida frutífera é tão somente glorificar o Pai (Jo 15-8).

I - A VIDEIRA E SEUS RAMOS 

1. A parábola da vinha. No texto da Leitura Bíblica em Classe, encontramos uma parábola, ou alegoria, a respeito da videira. A videira é o próprio Senhor Jesus Cristo e os ramos são todos os discípulos de Cristo. Como discípulos precisamos estar ligados à videira para termos uma vida frutífera (Jo 15.1). Como lavrador, o Pai tem cuidado de nós com zelo e amor para que possamos produzir frutos em abundância. Fomos alcançados unicamente pela graça divina, e a única coisa que Ele exige de nós é que venhamos a frutificar. 



2. Condição para ser produtivo. Segundo os agrónomos, a videira leva três anos para dar os primeiros frutos. As uvas não nascem logo depois da semente germinar no solo. É preciso tempo e muitos cuidados. Na vida espiritual, é preciso discipulado, ensino da Palavra de Deus. Contudo, para ser frutífero é imprescindível estar ligado a Cristo, a Videira Verdadeira. Longe dEle não existe vida, apenas morte. Quando os ramos se afastam da Videira, logo deixam de receber da sua seiva, tornando-se secos e infrutíferos. 

3. A poda. Podar é aparar os ramos que estão atrapalhando o desenvolvimento da planta. A poda ajuda a produzir novos ramos, fazendo com que a produção de frutos seja maior. Na vida espiritual, também somos podados e cuidados pelo Senhor. Ele retira de nós tudo que nos impede de frutificar. Contudo, se depois de cuidados não produzirmos frutos, não resta alternativa a não ser o corte e o descarte no fogo (3o 15.2). Na vinha do Senhor, não há ramos para enfeitar, todos precisam ser frutíferos. 

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II – FUNDAMENTO DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL 

1. Firmados no amor de Cristo. O amor é o fruto excelente (Gl 5.22). Fomos alcançados pela graça e o amor de Cristo (Rm 3.24). A graça divina, além de destruir os pecados, enxerta em nós a semente do amor. O amor nos ajuda a vencer os efeitos da arrogância, o egoísmo e a incredulidade. Cristo é o nosso exemplo por excelência de amor altruísta. Ele se sacrificou pelos pecadores (Jo 3.16). O que nos identifica como discípulos de Jesus é o amor. O amor nos leva a servir ao nosso próximo e esse servir é sem interesses ou vantagens materiais. 

2. Por que o amor é a base da frutificação? Porque ele é o alicerce de todas as virtudes (1Co 13-13). Não podemos nos esquecer que o amor deve ser revelado em atitudes. Não adianta dizer que ama e tem fé se não tiver as boas obras (Tg 2.14). A fé sem obras e sem amor é morta (Tg 2.17, 26). O amor precisa ser visto mediante as nossas obras. Existem muitas pessoas carentes e necessitadas que precisam do nosso amor e ajuda. 


3. Cheios do Espírito e de amor. O amor é gerado em nossos corações pela ação do Espírito Santo. Não podemos nos esquecer que somos templo, habitação do Consolador. Esta virtude era uma das características mais marcantes da Igreja Primitiva. Por quê? Porque todos ali eram cheios do Espírito. O amor fazia com que repartissem seus bens: "Não havia, pois, entre eles necessitado algum [...]" (At 4.34). Levava também os crentes a amarem, mesmo sofrendo perseguição e morte (At 7.60). 

III - CHAMADOS PARA FRUTIFICAR 

1. Revestidos de amor. Em Colossenses 3.12, Paulo orienta os crentes para que se vistam de misericórdia, benignidade, mansidão e longanimidade. Busquemos "as coisa que são de cima" (Cl 3-1,2). Suas atitudes devem refletir tal verdade. Mediante a fé no sacrifício de Cristo, já retiramos a "roupa velha", nossos trapos de imundícia, que é a natureza pecaminosa. O amor, fruto do Espírito, em nossa vida nos conduz: a) A frutificar em nosso relacionamento espiritual. Passamos a experimentar uma maior comunhão como o Pai mediante a oração, o jejum e a leitura a Palavra de Deus. b) A ter um relacionamento conjugal frutífero. Se amarmos a Deus amamos também o nosso cônjuge como um amor altruísta. Amar a esposa é um princípio Divino para os maridos: “ Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela (Ef 5.25). 



2. Se a Palavra estiver nós. Só é possível frutificar se Cristo e suas palavras estiverem plantados em nós. Essa também é a condição para que as nossas orações sejam ouvidas e respondidas (Jo 15.7). É por intermédio das Palavras de Jesus, ou seja, por meio de seus ensinamentos, que podemos orar corretamente, segundo a vontade do Pai. As palavras de Jesus fazem com que nos tornar semelhantes a Ele. 

3. Cumprindo a Lei. Na Epístola ao Romanos, Paulo trata com profundidade a respeito da lei. Ele mostra que somente o que ama tem condições de cumprir a lei:"[...] quem ama aos outros cumpriu a lei" (Rm 13.8). O apóstolo também exorta os crentes, afirmando que "o cumprimento da lei é o amor" (Rm 13.10). O amor de Cristo, em nós, nos ajuda a observar os mandamentos e princípios divinos para a nossa vida. 


CONCLUSÃO 

O amor de Deus por nós é singular. Quando experimentamos desse amor somos transformados e, então, passamos a produzir o fruto do Espírito. Que venhamos a frutificar em todas as áreas da nossa vida, a fim de que o nome de Jesus, o nosso amado, seja glorificado e exaltado.




segunda-feira, 13 de março de 2017

Perdas e Inevitáveis incertezas...

A sensação de que temos tudo sob controle é algo realmente sublime, não é mesmo? Saber que em nossa família tomaremos as melhores decisões, ou que estamos criando os filhos no caminho que os tornará melhores que nós no futuro, e que em nossa trajetória profissional teremos sempre êxito. Saber o resultado das ações que tomamos hoje, se trará alegria ou tristeza é um desejo da maioria de nós certamente! Enquanto tudo flui exatamente como planejamos ou desenhamos, somos os mais realizados e imaginamos que aquele momento é o reflexo daquilo que será nossa vida constantemente. Basta, porém, um único evento para que tudo aquilo que trabalhamos com muito suor e dedicação seja perdido, nos deixando completamente desmotivados, desanimados, fracos e sem saber que rumo tomar e, por vezes, imaginando que o melhor seja realmente desistir de tudo e simplesmente sumir a admitir um fracasso que quer nos obrigar a começar tudo do início, tudo do 'zero' novamente.


Cristo advertiu sobre a adversidade


O Mestre Jesus, em um de seus discursos mais conhecidos, chegou a ir ao extremo para demonstrar aos discípulos que as situações que se apresentam a nós são, em última análise, fruto da permissão divina sobre nossas vidas. Em Lucas 12:24 o Senhor nos diz: "Observem os corvos: não semeiam nem colhem, não têm armazéns nem celeiros; contudo, Deus os alimenta. E vocês têm muito mais valor do que as aves!"(NVI*). Note o leitor que, para os discípulos (Apóstolos), havia uma incerteza que não é a mesma que a nossa. Havia entre os primeiros cristãos, principalmente sobre os Discípulos, um alto preço a ser pago em nome da fidelidade a Cristo e um preço ainda maior na pregação do Evangelho, algo que, pelo menos no Brasil, não é um problema a nós. Eles sofreriam por incertezas que cercavam a caminhada específica deles naquele momento (mas alguns cristãos ainda são perseguidos como eles foram!) e por isso Cristo os preparou, como nos mostra Mateus 5.11-12: "Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa os insultarem, perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês. Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a recompensa de vocês nos céus, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês". Nesse sentido, os primeiros cristãos foram advertidos pelo próprio Senhor das incertezas que aquele chamado apostólico traria à vida deles.

Jó no tempo presente


Quando olhamos para nossa própria vida, nunca encontramos a satisfação plena. Podemos avaliar nossa existência várias vezes ao dia e, por vezes, em um mesmo dia, encontraremos situações nas quais julgamos que são desnecessárias, olhamos para uma demissão no emprego como algo maligno, vemos o comportamento dos filhos e os julgamos muitas vezes como incapazes ou improdutivos ou como uma 'geração perdida', perdemos bens da noite para o dia e perguntamos o por quê de tudo isso, afinal, por quê de uma hora para outra somos surpreendidos com más notícias, com uma sentença desfavorável, com uma traição na qual não contribuímos para que acontecesse? Andamos corretamente e somos surpreendidos com notícias ruins... Curioso, não? Mantemos uma conduta ilibada, buscando a justiça e mantendo-nos fiéis a uma vida ética mas mesmo assim o mal vem. Podemos, a esta altura do texto, lembrar da história do patriarca Jó, que embora conhecida por todos nós, é uma história realmente inspiradora e, ainda muito atual, e por isso trazemos novamente. O que deve ser levado em consideração são alguns pontos fundamentais:

  1. Mesmo sem erros, é possível ser afligido pelo mal (Jó 1.8-12): Quando dizemos 'mal' nos referimos a qualquer situação perturbadora. No relato da vida de Jó, não há nenhuma conduta reprovada por Deus que pudesse justificar as perdas que ele teve em sua vida; 
  2. Um discurso com grandes verdades do comportamento humano (Jó 30): Uma das confissões mais interessantes que Jó faz em meio ao sofrimento é de como sua situação era tratada pelos homens. O ponto que quero destacar é este: "A verdade é que ninguém dá a mão ao homem arruinado, quando este, em sua aflição, grita por socorro." (Jó 30:24);
  3. O Contraste gera mais sofrimento (Jó 29 e 30): Quando o patriarca observa o tratamento anterior e contrasta com sua situação atual, sofre ainda mais. Se, agora, ninguém dá a mão a ele, antes veja como ele era tratado: "Todos os que me ouviam falavam bem de mim, e quem me via me elogiava." (Jó 29:11). Um dos componentes que mais geram sofrimento é comparar a situação atual, com perdas e derrotas, com a situação anterior, onde nenhum de nossos desejos deixou de ser saciado.

Conclusão e: "Quem (ou o quê) você vai levar na tua vitória???"


Talvez o que deva ser objeto de análise quando perdas e incertezas vêm até nós seja o que aquela perda quer demonstrar em nossa vida, ou de que forma aquela perda me mostra algo que até aquele momento eu não enxergo, ou ainda qual o comportamento das pessoas naquele momento em que não estamos tão bem, afinal, quais pessoas se mantêm junto a nós quando não estamos bem? Quais pessoas nos fazem rir mesmo em meio a um cenário de aparente abandono e derrota? E, ao final, quando nos recuperamos, quais são as pessoas que traremos para junto de nós? Se a resposta for os bajuladores que tínhamos antes, esteja certo de que ainda percorreremos um longo percurso até alcançarmos aquilo que perdemos. Parte da vitória de Jó se deu pois ele selecionou melhor aqueles que participariam das suas vitórias, selecionou melhor quais elogios aceitar e de quais pessoas aceitar, selecionou melhor aqueles que entrariam em sua casa e participariam de sua vida! Pense nisso...

* Bíblia: Nova Versão Internacional
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