domingo, 15 de março de 2015

EBD 2015 - Lição 12: Não cobiçarás

INTRODUÇÃO

O décimo mandamento envolve atos e sentimentos. O sétimo mandamento proíbe o adultério, e aqui Deus proíbe o desejo de adulterar. 0 Senhor Jesus foi direto ao ponto: "qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5.28). O último mandamento protege o ser humano de ambições erradas. A cobiça infecta pobres e ricos nas suas mais diversas formas.

I. O DÉCIMO MANDAMENTO

1. Abrangência. O tema diz respeito à proibição da concupiscência da carne, da concupiscência dos olhos e da soberba da vida (Gn 3.6; 1 Jo 2.16). Isso envolve muitos tipos de pecado como sensualidade, luxúria, busca desenfreada por possessões ilícitas, obsessão pelo poder, ostentação esnobe e orgulho. Esse mal continua no gênero humano desde a sua queda até a atualidade.

2. Objetivo. O propósito divino é estabelecer limites à vontade humana, para que haja respeito mútuo entre as pessoas e seus bens. Muitos outros vícios acompanham a cobiça, como lascívia, concupiscência, inveja e avareza, entre outros (Gl 5.20,21; Tg 4.2). Não pode haver paz num contexto como esse. É necessário que cada pessoa se controle para viver uma vida virtuosa, e isso é fundamental na construção de uma sociedade justa e feliz. Melhor é o que domina seu espírito do que o que toma uma cidade (Pv 16.32). Nós levamos vantagem por termos Jesus e o Espírito Santo (Gl 2.20; 5.5).

3. Contexto. Há algumas variações entre os dois textos (Êx 20.17; Dt 5.21). A ordem das cláusulas está invertida. Em Deuteronômio, aparece um sinônimo do verbo "cobiçar" e acrescenta-se a palavra "campo". Isso mostra que o formato de Êxodo está adaptado ao estilo nômade de vida de Israel no deserto, ao passo que Deuteronômio é o modelo para o país prestes a ser estabelecido na terra de Canaã.

4. Esclarecimento. Os católicos romanos e os luteranos dividem em dois o décimo mandamento: "Não cobiçarás a casa do teu próximo", um; e "Não cobiçarás a mulher do teu próximo" (Êx 20.17), dois. Enquanto essas sentenças são lidas como mandamentos distintos, eles consideram "Não terás outros deuses [...]" e "Não farás para ti imagem de escultura [...]" como um único mandamento. Na soma permanecem os dez mandamentos. Ambos mantiveram a tradição catequética medieval desde Agostinho de Hipona. Nós seguimos o sistema das igrejas reformadas, que vem dos judeus e é anterior a tudo isso (cf. Flávio Josefo. História dos Hebreus. Edição CPAD, pp.165-66).


II. COBIÇA

1. Significado. O verbo hebraico hamad indica o ato de desejar aquilo que é gerado pela emoção, que começa com a impressão visual pela coisa ou pessoa desejada. Tudo isso se resume a "desejar, tentar adquirir, almejar, cobiçar". O termo é usado para "encontrar prazer em" (Is 1.29; 53.2). Hamad aparece duas vezes aqui no décimo mandamento (Êx 20.17). A Septuaginta traduz pelo verbo epithy- meo, literalmente, "fixar desejo sobre"; de epi, "sobre", e thymos, "paixão, ira". O termo em ambas as línguas pode se referir a coisa boa ou coisa má, dependendo do contexto (Mt 5.28; 13.17).

2. Cobiçar. Desejar o que pertence a outro é o pecado que o décimo mandamento condena. O Novo Testamento menciona esse último mandamento do Decálogo (Rm 7.7; 13.9). Trata-se de cobiçar a casa do outro, a mulher do próximo e em seguida o mandamento inclui servo e serva, boi e jumento, e termina com as palavras "nem coisa alguma do teu próximo". A cobiça é o desejo excessivo de possuir aquilo que pertence ao outro. A descrição deixa claro que não se trata de simplesmente almejar uma casa ou um boi, mas de desejos incontroláveis de possuir a casa e o boi que já tem dono, e isso por meio ilícito (At 20.33; 1 Co 10.6; Tg A.2). É o mesmo que roubar (Mq 2.2).

3. O texto paralelo. Como ficou dito antes, o décimo mandamento em Deuteronômio não segue rigorosamente o registro de Êxodo. Mas isso não altera o sentido da mensagem. O segundo verbo empregado para "cobiçar" é awah, que significa "desejar ardentemente, ansiar, almejar, cobiçar". Aparece ao lado de hamad (Gn 3.6) e, como termo alternativo, em "não cobiçarás a mulher do teu próximo" (Dt 5.21). A Septuaginta traduz os dois verbos igualmente por epithymeo.


III. AVINHA DE NABOTE

1. Proposta recusada. O relato bíblico do confisco criminoso da vinha de Nabote é um dos mais chocantes da Bíblia e serve como amostra do que a cobiça é capaz de fazer. A vinha de Nabote era uma propriedade vizinha ao palácio do rei Acabe, em Samaria. O rei apresentou uma proposta de compra ou troca aparentemente justa. Mas Nabote recusou a oferta do rei: "Guarde-me o SENHOR de que eu te dê a herança de meus pais" (vv. 1-3). Havia nessa recusa uma questão familiar, cultural e religiosa. A propriedade era um bem sagrado que não se transferia definitivamente para outra família (Lv 25.23-25; Nm 36.7).

2. O direito de propriedade. O rei ficou "desgostoso e indignado [...] deitou-se na sua cama, e voltou o rosto, e não comeu pão" (v. 4). 0 rei Acabe adoeceu, pois a cobiça por algo que não lhe pertencia o havia dominado. A Bíblia diz que a medida da impiedade de Acabe se completou quando ele se casou com Jezabel, uma princesa fenícia de origem pagã, devota de Baal. Ela era filha de Etbaal, rei de Sidom (1 Rs 16.29- 32). Jezabel não respeitava o sagrado direito de propriedade estabelecido por Deus na lei de Moisés. Ela não hesitou em elaborar um plano criminoso para condenar Nabote à morte e confiscar sua vinha (vv.9,10).

3. O pecado de Acabe e Jezabel. O plano de Jezabel funcionou com a conivência do marido. Envolveu a elite da sociedade e a corte palaciana, o que por si só mostra que a sociedade de Samaria estava completamente dominada, pois o texto menciona "anciãos e nobres" corrompendo falsas testemunhas (1 Rs 21.8-10). A acusação foi a seguinte: "Blasfemaste contra Deus e contra o rei" (v.10). Agora, Nabote devia ser "legalmente" apedrejado até a morte por ter se recusado a negociar sua propriedade com o rei. As duas testemunhas davam consistência legal ao processo (Lv 24.10-16; Dt 17.6).

4. O casal não contava com uma testemunha verdadeira. Estava tudo acabado e benfeito social e juridicamente. Ao saber da notícia. Acabe ficou curado de sua enfermidade e foi tomar posse da vinha de Nabote (vv. 15,16). Eles violaram o sexto mandamento, "não matarás"; o oitavo, "não furtarás"; o nono, "não dirás falso testemunho contra o teu próximo"; e o décimo, "não cobiçarás" (Dt 5.17,19-21). Isso sem contar os três primeiros mandamentos que já vinham violando, com sua idolatria, desde o princípio. Mas Acabe e Jezabel não contavam com uma testemunha que sabia de tudo e tinha autoridade para se vingar dessas barbaridades (1 Rs 21.17-19).

CONCLUSÃO

O triste episódio de Acabe se repete na história. Que Deus nos livre de todas essas maldades. Alei não proíbe o desejo em si, mas o desejo daquilo que pertence a outro. Não é pecado desejar bens e conforto,as coisas boas que necessitamos na vida. Na verdade, viver é desejar. Desejar uma casa é mais natural que respirar,mas para isso é necessário trabalhar e fazer economias até conseguir a realização do seu desejo com a ajuda de Deus.





Respostas da Lição 12: Não cobiçarás

Qual a diferença entre cobiçar e desejar?
A cobiça é o desejo excessivo de possuir aquilo que pertence ao outro. Não se trata de simplesmente almejar uma casa ou um boi, mas de desejos incontroláveis de possuir a casa e o boi que já têm dono, e isso por meio ilícito. É o mesmo que roubar.

Você acha normal o que aconteceu com a vinha de Nabote?
Explique que Acabe usou do seu poder como rei de forma errada, além de tramar um plano sórdido para tirar a vida de um homem. As atitudes de Acabe revelam seu caráter doentio.

O que você sentiria se tivesse a sua propriedade tomada?
Resposta livre. Explique que a lei de Deus, e a brasileira, protegem o direito de propriedade.

Você já participou de uma artimanha para legitimar uma injustiça?
Deixe seus alunos à vontade para responder a tal pergunta. Se alguém se manifestar, oriente-o a nunca fazer tal maldade.

Você já cobiçou o que pertence ao outro?
Peça que os alunos sejam sinceros.




quarta-feira, 4 de março de 2015

Especial: Dilma Rousseff terminará seu mandato?



I- Pelas Derrotas políticas

Desde que venceu as eleições presidenciais, Dilma coleciona derrotas. Após vencer o candidato tucano Aécio Neves por uma margem muito pequena, após uma campanha apertada e um segundo turno que mostrou sua incapacidade de governar este ou qualquer País no mundo, a criação de Lula conseguiu perder o apoio de grande parte do pt, seu próprio partido e, ao mesmo tempo, estremecer suas relações com o maior partido de sua base aliada que é o PMDB, partido de seu vice-presidente Michel Temer.

A insatisfação especialmente do PMDB se deu, entre outros fatores porque o pt de Dilma mantinha articulação para abrir caminho a Gilberto Kassab (dono e criador PSD) em seu projeto de abrir mais um partido político. Bom, alguns podem argumentar que seria apenas mais um partido político dentre os inúmeros que temos no Brasil, alguns inclusive sem nenhuma relevância no cenário nacional ou mesmo ideologia,mas, isto não é obviamente exclusividade destes, porém, este partido seria um instrumento para retirar insatisfeitos de diversos partidos, especialmente do PMDB. Não é necessário dizer que o PMDB percebeu a jogada e tem minado de todas as formas este propósito.

Do outro lado (mas do mesmo lado...), a derrota na Câmara marcou e tem marcado um novo tempo nas instituições Democráticas com a eleição de Eduardo Cunha como presidente da Câmara dos Deputados, que tem mostrado que seu maior propósito é por um Legislativo mais independente,ao contrário do que pensa a própria Dilma e o pt, que querem mandar em tudo e em todos. Cunha é evangélico e foi eleito pelo RJ e há muito tempo tem sido uma pedra no sapato do governo, justamente por demonstrar em diversas ocasiões descontentamento na relação entre o Palácio do Planalto com o Parlamento.

A vitória de Cunha é certamente uma conquista de todos nós, brasileiros pois propõe colocar o Parlamento acima do projeto de poder do pt e das vontades de Dilma. Nesse sentido, a Casa retoma seu lugar como aquela que não somente fica aprovando tudo aquilo que o (a) presidente quer, sem ao menos debater e questionar a relevância daquilo que é proposto, e é disso que precisamos mais do que nunca, um Congresso atuante que saiba captar aquilo que nós, que os elegemos, queremos de fato pois afinal de contas, eles nos representam ou pelos menos deveria ser assim. Não que o Deputado Eduardo cunha seja lá uma figura maravilhosa, mas, diante do que temos, é um personagem que traz alguma luz no fim do túnel apontando para uma atuação mais relevante do Congresso Nacional como um todo.

II- Uma péssima articulação política

Como dissemos, Dilma coleciona derrotas já no início de seu segundo mandato, grande parte por sua incapacidade de articulação política com os partidos de sua Base aliada, que há muito tempo está insatisfeito, mas não bastasse o afastamento de sua Base, a presidente reeleita consegue também a reprovação de seu próprio partido. Com medidas diferentes do discurso petista, e mesmo daquilo que ela própria tanto falou na campanha eleitoral, afirmando entre outras coisas, que não tocaria nos direitos trabalhistas, não aumentaria a taxa de juros, não reduziria investimentos, não teríamos apagão, não aumentaria impostos... isso tudo Dilma e o pt falaram há cerca de três meses atrás, antes de vencer as eleições e aí, obviamente, há um estelionato eleitoral, indiscutivelmente. Tudo aquilo que Dilma atribuiu ao candidato Aécio Neves (PSDB), ela mesma tem feito sem a menor piedade, e sem mesmo dar uma satisfação a seus eleitores. 

Não que as medidas que Dilma está tomando não sejam necessárias, muito pelo contrário, são sim, talvez não da forma como tem sido tomadas claro, pois as medidas mais simbólicas e importantes seriam: a redução de custos relacionados a cargos comissionados, ministérios em excesso, entre outras medidas que reduziriam o gasto público, direcionando tais recursos para áreas de interesse da população. Por exemplo, após afirmar em seu discurso de posse, Dilma chegou a afirmar que o Brasil seria a ‘Pátria Educadora’ e logo em seguida reduziu o orçamento para a Educação e uma ação dessa trata-se indiscutivelmente de uma incoerência e uma afronta à inteligência do cidadão, e a resposta foi a queda da popularidade da presidente logo após sua reeleição! 

Como não consegue articular-se com seus próprios companheiros e aliados, não é difícil perceber que ela não consegue falar ao povo que a elegeu, mantendo-se em um silêncio sepulcral sem dar uma única palavra e quando fala, bom, quando fala, sabemos de sua falta de habilidade de se expressar e transmitir de forma compreensível suas ideias. Talvez seja melhor realmente ela não falar nada! 

III- Onde está o criador?

Em meio a esta crise absurda, Dilma isolada e uma base dispersa, ficamos nos perguntando ode está o criador de Dilma? Onde estaria num momento tão delicado destes, o ex presidente Lula? Em diversos momentos da campanha eleitoral de 2014 quem fez  comícios foi o Lula, em muitos deles Dilma, a candidata, nem sequer apareceu. Lula, percebendo a conjuntura política, já se articula para 2018, isso mesmo, como o partido dos trabalhadores é um partido parasitário, incapaz de sobreviver longe do poder, obcecado por utilizar-se do Estado para beneficiar-se dele, não vê outra alternativa a não ser garantir-se no poder. Percebendo que há uma desilusão por parte de muitos dos eleitores do pt, que questionam a atuação deste partido, principalmente nos escândalos de corrupção, os maiores já vistos neste País e o último é,ao que tudo indica, o maior da História do mundo, o Petrolão, escândalo envolvendo a maior estatal do Brasil, que tanto era idolatrada e venerada por aqueles que acusavam o ex presidente Fernando Henrique de tentar privatizá-la. Ela não foi privatizada e passa nas mãos do pt a pior página de sua história, uma crise sem precedentes, que demonstra o modo operante desse grupo político que nos faz questionar até onde foi o braço corrupto operado pelo pt: afinal de contas, o BNDES passou por isso também? Banco do Brasil? Correios? Obras da Copa? Fundos de Pensão? E as subsidiárias da Petrobrás foram poupadas? 

A única certeza,porém, é que o criador quer voltar e trabalha desde já para isso, uma péssima notícia para o Brasil e para os brasileiros que não ‘mamam’ nas tetas do Estado brasileiro.

IV- Impeachment é golpe?

Desde que começou a cogitar-se a possibilidade de um impeachment, há muitos que afirmam que este discurso é na verdade um golpe contra o pt e contra Dilma, aguns chegam a afirmar que trata-se de um terceiro turno eleitoral. Bom, elementos para o impeachment a justiça dirá se há de fato, muito embora seja inegável que tanto Dilma quanto Lula sabiam e ela ainda mais dada sua atuação na Petrobrás e depois no Ministério de Minas e Energia, o que torna ainda mais difícil imaginar que Dilma não sabia de nada. 

Curioso, porém, que o mesmo pt que hoje é contra o impeachment, alegando que trata- se de um golpe contra a presidente, foi o mesmo que mobilizou-se no governo de Fernando Collor propondo seu impeachment. A proposta do pt à época era inicialmente esta, mas em seguida manteve-se em oposição ao presidente, amenizando esse discurso temendo(?) a retomada do poder por parte dos militares. Diante disto, o pt então propôs algumas medidas que beneficiariam a classe trabalhadora,mas, outros temas também foram citados como fundamentais: “Combate a corrupção e crimes de colarinho branco, definição de uma política de defesa do emprego e proteção dos trabalhadores desempregados...”. As fases que se seguiram no decorrer de todo o processo que levaram à queda de Collor e a postura do pt diante de cada fase contrastam com sua postura atual. O mesmo argumento de ‘golpismo’ já era visto inicialmente na possibilidade de impeachment de Collor, mas, em decorrência das manifestações de massa em 1992, o pt encampou a ideia de impeachment ao presidente, com abertura de CPI do caso PC Farias. E, finalmente, o pt apoiou oficialmente o impeachment de Fernando Collor, defesa que já era tida internamente no partido, o que gerou muitas brigas internas no pt. O “Fora Collor” então surgiu com o apoio do pt que,à época, alegava entre outras coisas, que era incompatível o exercício do mandato presidencial diante das acusações. 

Note o nobre leitor que, em linhas gerais, o conteúdo do discurso petista é o mesmo que rege a defesa por um impeachment hoje, baseado, como antes, em dois pontos fundamentais: Economia - especialmente política econômica - e Ética no exercício da vida pública. Bem sabemos que o pt no momento que chegou ao poder despiu-se completamente daquela capa moral que fazia questão de mostrar aos outros partidos políticos. Primeiramente vimos o Mensalão, e outros casos menores de corrupção, e agora, vemos a obra prima do petismo (e lulismo!), que é o Petrolão, e mesmo assim, a instauração de CPI por parte do Parlamento, é tida como golpe pelo partido dos trabalhadores, o mesmo que defendeu no início dos anos 90 a investigação de Collor. Há uma tentativa do governo petista em blindar seus governantes, tal como aconteceu no Mensalão que a todo custo, tentaram frear as investigações, tirar a credibilidade das denúncias e,até hoje em 2015, desqualificar o julgamento realizado pelo STF.

Como bem sabemos, a CPI ou CPMI, são instrumentos legais de investigação, dos quais o Parlamento se utiliza caso compreenda sua necessidade. Lembremo-nos que o presidente da República também deve ser fiscalizado, suas ações devem estar de acordo com uma conduta ética e moral, à altura de sua função e,também, seus ministros devem mostrar probidade e carater ilibado na condução de seus trabalhos, afinal, ninguém deve se achar imune à Justiça, ou acreditar que as Leis não se aplicam a si mesmos. 

Conclusão

Conforme exposto, o pt no exercício do poder é oposto ao que era no exercício da oposição. Neste último, havia uma aparente fidelidade aos mais pobres, aos trabalhadores, que com o tempo têm se percebido como algo que não condiz com suas práticas. No primeiro caso, temos um partido  político que encontra-se corroído por seus próprios desejos em usar o Estado brasileiro a seu próprio interesse. Que o maior escândalo de corrupção já registrado na história tenha, ao final, um gosto de justiça com as punições aos culpados!


**Texto publicado no Jornal Verdade Profética em sua 4ª Edição [Acesse Aqui!]

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