30/03/2017

2.1 - Caráter cristão

Caráter cristão

A paz de Cristo, tudo bem? Esperamos que sim! Iniciamos o 2° Trimestre de 2017... Passado carnaval, o ano enfim começa e viveremos aquilo que projetamos para nossas vidas. Este domingo, a proposta da Escola Dominical é falar da formação do caráter cristão. A lição passará pelas características humanas até chegar a esta formação cristã em nós.Acesse a lição aqui, veja também os subsídios de apoio e as respostas da lição.

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26/03/2017

Respostas da Lição 1 - A Formação do Caráter Cristão

A respeito da formação do caráter cristão, responda: 

• Defina caráter. 
Segundo o Dicionário Aurélio, caráter é "o conjunto das qualidades (boas ou más) de um indivíduo, e que lhe determinam a conduta e a concepção moral". 


• Em termos espirituais e morais, como o homem e a mulher foram criados? 
À "imagem" e "semelhança" do Criador. 


• O que o homem perdeu ao pecar? 
Perdeu a semelhança moral com o Criador. 

• A salvação é por mérito humano ou é um dom de Deus? 
A salvação é um dom de Deus. 

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• O que acontece com nosso caráter quando aceitamos, pela fé, a Jesus como nosso Salvador? 
É transformado e convertido pelo poder do Espírito Santo.


Subsídios da Lição 1 - A Formação do Caráter Cristão

SUBSÍDIO DIDÁTICO 


Inicie o tópico (1) fazendo a seguinte pergunta: "O que é caráter?" "Existe pessoa sem caráter?" Ouça os alunos com atenção. Incentive a participação de todos. Diga que caráter significa marca, sinal de distinção. Em seguida leia e comente com eles a definição de caráter apresentada na seção Conheça Mais.

CONHEÇA MAIS 


Caráter moral 

[Do lat. Charactere do gr. kharacktér, marca, sinal de distinção.] Natureza básica do ser humano que o torna responsável por seus atos tanto diante de Deus como diante de seus semelhantes. O caráter moral tem como ressonância elementar a consciência que, como a voz secreta que temos na alma, aprova ou reprova nossas ações. Para conhecer mais leia, Dicionário Teológico, Claudionor de Andrade, CPAD, p. 75.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


A Queda 
O primeiro pecado da humanidade abrangeu todos os demais pecados: a afronta e desobediência a Deus, o orgulho, a incredulidade, desejos errados, o desviar outras pessoas, assassinato em massa da posteridade e a submissão voluntária ao Diabo. As consequências imediatas foram numerosas, extensivas e irónicas. 


O relacionamento entre Deus e os homens, de franca comunhão, amor, confiança e segurança, foi trocado por isolamento, autodefesa, culpa e banimento. Adão e Eva bem como o relacionamento entre eles, entram em degeneração. A intimidade e a inocência cederam lugar à acusação. Seu desejo rebelde pela independência resultou em dores de parto, labuta e morte. Seus olhos realmente foram abertos, e eles conheceram o bem e o mal, mas era pesado esse conhecimento sem o equilíbrio de outros atributos divinos, como o amor, a sabedoria e o conhecimento. A criação, confiada aos cuidados de Adão, foi amaldiçoada, gemendo pela libertação dos resultados da infidelidade dele. 

Por estar a natureza humana tão deteriorada pela Queda, pessoa alguma tem a capacidade de fazer o que é espiritualmente bom sem a ajuda graciosa de Deus. A esta condição chamamos corrupção total— ou depravação — da natureza" (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostal. l.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 268).

SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


A Redenção 
A Bíblia também emprega a metáfora do resgate ou da redenção para descrever a obra salvífica de Cristo. O tema aparece muito mais frequentemente no Antigo Testamento que no Novo. O tema aparece muitas vezes no Antigo Testamento, referindo-se aos ritos da 'redenção' no tocante às pessoas ou aos bens. O próprio Javé é o Redentor do seu povo, e eles são os redimidos. O Senhor tomou medidas para redimir os primogénitos. Ele redimiu Israel do Egito e também os remirá do exílio. Às vezes Deus redime um indivíduo; ou um indivíduo ora, pedindo a redenção divina. Mas a obra divina na redenção é primeiramente moral no seu escopo. Em alguns textos bíblicos, a redenção claramente diz respeito aos assuntos morais. Salmos 130.8 diz: 'Ele remirá a Israel de todas as suas iniquidades'. Isaías diz que somente os 'remidos', os 'resgatados', andarão pelo chamado 'O Caminho Santo' (Is 35.8-10). Diz ainda que a 'filha de Sião' será chamada 'povo santo, os redimidos do senhor'. 

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No Novo Testamento, Jesus é tanto o "Resgatador" quanto o 'resgate'; os pecadores são os 'resgatados'. Ele declara que veio 'para dar a sua vida em resgate [gr. lutron] de muitos (Mt 20.28; Mc 10.45). Era um 'livramento [gr. apolutõsis] efetivado mediante a morte de Cristo, que libertou da ira retributiva de Deus e da penalidade merecida pelo pecado. Paulo liga nossa justificação e o perdão dos pecados à redenção que há em Cristo. Diz que Cristo 'para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção' (1Co 1.30). Diz também que Cristo 'se deu a si mesmo em preço de redenção por todos (1Tm 2.6)" (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostat. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp. 356,357).


EBD 2017: 2° Trimestre - Lição 1 - A Formação do Caráter Cristão



Lição 01 da Escola Dominical ministrada em 02/Abril/2017 em todas as Assembléias de Deus no Brasil

INTRODUÇÃO 


Neste trimestre, teremos a oportunidade ímpar de estudar a respeito do caráter. Todo ser humano tem caráter, seja ele bom, seja ele mau, exemplar, ímpio ou santo. Deus criou o homem bom e perfeito, mas o pecado maculou o seu caráter. Por isso, todos necessitam de uma transformação espiritual e moral. Veremos que somente o Deus de toda a perfeição, mediante o Filho, pode transformar o caráter de uma pessoa.

l - O CARÁTER NA REALIDADE DO HOMEM 


1. O que é caráter? Segundo o Dicionário Aurélio, caráter é "o conjunto das qualidades (boas ou más) de um indivíduo, e que lhe determinam a conduta e a concepção moral". O caráter é a característica responsável pela ação, reação e expressão máxima da personalidade. É a maneira de cada pessoa agir e expressar-se. Tem a ver com os princípios, valores e ética de cada um.


2. Personalidade e caráter. A personalidade pode ser definida como sendo a qualidade do que é pessoal. Ela é a nossa maneira de ser, ou seja, aquilo que nos distingue de outra pessoa. O caráter não é herdado. Ele é construído mediante a formação que recebemos. Por isso, a

II-A DEFORMAÇÃO DO CARÁTER HUMANO 


1. A Queda e o caráter humano. Deus fez o homem perfeito, em termos espirituais, morais e físicos. No ato divino da Criação, Ele disse: "Façamos o homem à nossa imagem" (Gn 1.26). Fomos criados à "imagem" e "semelhança" do Criador, logo não podemos nos esquecer que refletimos a glória divina. Se tivermos um caráter santo. Deus será louvado por intermédio de nossas ações. 

2. Imagem e semelhança de Deus. O homem era, no seu estado original, uma imagem, ou representação perfeita de Deus. Adão e Eva possuíam atributos morais tais como amor, justiça, santidade, retidão. Tudo à semelhança de Deus. Não resta dúvida de que, ao criar o homem à sua "imagem", e conforme a sua "semelhança", Deus imprimiu nele as marcas de sua personalidade santa, amorosa e justa. 

3. A deformação do caráter humano.O homem foi criado perfeito em toda a sua constituição: espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23). Porém, quando o homem deu lugar ao Diabo, e desobedeceu a Deus, caiu da graça divina. A Queda levou-nos a perder a semelhança moral com o Criador.


III- A REDENÇÃO DO CARÁTER HUMANO 


1. Novo nascimento, transformação do caráter. Jesus veio ao mundo para salvar o homem da tragédia do pecado e aproximá-lo novamente de Deus (Jo 3.16). A salvação é um dom divino. Ela é fruto da graça divina. Pela fé em Jesus o homem recebe a salvação e se torna uma nova criatura, completamente transformada: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Co 5.17). O caráter daqueles que, pela fé, nasceram de novo, é poderosamente transformado pelo poder do Espírito Santo. 

2. A Palavra de Deus muda o caráter. A salvação não é apenas uma mudança de religião, mas envolve regeneração (Jo 3.3,7), justificação (Rm 3.24; 5.1, 9; l Co 6.11) e santificação (Hb 12.14; l Ts 5.23). No processo de santificação,vamos sendo transformados pela Palavra de Deus. As Escrituras têm o poder de transformar o homem, pois somente elas podem penetrar em seu interior: "Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração" (Hb 4.12). 

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3. O caráter amoroso e santo do crente. O cristão tem como uma de suas características principais o amor a Deus e ao próximo (Mt 22.34-40). Quem não ama não conhece a Deus, ainda não teve seu caráter transformado e está em trevas (1Jo 2.9,11). Unida ao amor está à santificação, sem a qual ninguém poderá ver ao Senhor (Hb 12.14). Os que já experimentaram o novo nascimento devem viver de modo irrepreensível (1Ts 5.23).


CONCLUSÃO 


Nosso caráter reflete nossos princípios. Como novas criaturas, precisamos evidenciar os valores do Reino de Deus. O homem salvo e remido por Cristo Jesus tem as marcas do Salvador no seu ser e no seu comportamento.

15/03/2017

Seguir a Lei divina somente com fruto!

[Posted by - MailChimp on 15-Mar-17 (e-mail Mkt)]

Seguir a Lei divina somente com fruto!

Amado(a), como tem sido tua semana? Esperamos que excelente! Esta semana traz um questionamento muito pertinente nos tempos atuais: Qual o elemento que nos possibilita cumprir a Lei divina a cada momento? A resposta a esta pergunta é tratada no tema da lição da EBD deste domingo, que tem o tema: "Quem Ama Cumpre Plenamente a Lei Divina". Num cenário onde muitas vezes não somos capazes de seguir da forma que Jesus ensinou, veremos que a ferramenta para seguir obedecendo a Lei de Deus está dentro de nós! Acesse aqui a lição, com os subsídios e respostas.

Post da semana

No post desta semana, temos um reflexão sobre as perdas e as incertezas que muitas vezes nos afligem. Certamente você já passou por isso ou, quem sabe, esteja passando por alguma agora. Acesse esta reflexão especial aqui!

Dúvidas e sugestões? Envie um e-mail para: verdadeprofetica@yahoo.com.br
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Subsídios da Lição 13 - Uma Vida de Frutificação


SUBSÍDIO DIDÁTICO 

A poda dos ramos (Jo 15.1-10) Eu sou a videira, e meu Pai é o lavrador. Neste versículo, “eu” e “ verdadeira” em grego são enfáticos. Assim, em contraste com os outros (os líderes religiosos) que reivindicam ser parte do povo de Deus, Jesus e seus seguidores emergem como seu verdadeiro povo. Isto enfatiza sua singularidade como caminho para Deus. No versículo 2, surge o assunto desta seção: a santificação. A palavra que a expressa é o verbo limpar (cortar, desbastar, podar). Esta palavra pertence ao aspecto religioso de “ tornar santo” ou “ santificar”. O que se resume, então, é uma visão da igreja discutida acima, mas o que fica óbvio é que Deus limpa o crente; e esta alegria da vinha apropriadamente expressa isso. Também deve ser observado que a santificação é um processo normal no discipulado. O propósito da poda é aumentar a frutificação. Os versículos 3 e 5 falam da união de Jesus e os crentes em termos figurativos dos ramos e dos tronco. Jesus expressa o fato dessa união de palavras: 'Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado' (v. 3). Mas resultado dessa união é o processo de crescimento — em termos figurativos: dar frutos. Considerando que um ramo não pode dar frutos a menos que esteja ligado ao tronco (a pessoa tem que permanecer em Cristo), o fruto tem um significado certo. No contexto dos capítulos 13 a 17, o fruto é o amor, característica fundamental de Deus. Para poder viver como Deus, a pessoa tem de nascer de novo e segui-lo. Este amor tem de ser desenvolvido pelo 'processo da poda' 
(Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 4.ed. Vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 586).

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SUBSÍDIO TEOLÓGICO 

O princípio da frutificação está revelado no primeiro capítulo de Génesis (Gn 1.1). Note que a lei agrária estabelecida por Deus determina que cada planta e árvore produza fruto segundo a sua espécie. A frutificação espiritual segue o mesmo princípio. 3oão Batista, o precursor do Messias, exigiu dos seus convertidos: 'Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento' (Mt 3.8). Em João 15.1-16, Jesus enfatizou este princípio deixando claro aos seus seguidores que para darem fruto exuberante para Deus, necessário é que antes cresçam em Cristo e nisso perseverem seguindo os ensinos da Palavra de Deus. Boas condições de crescimento e desenvolvimento da planta no reino vegetal, sem esquecer da boa saúde da semente e do meio ambiente ideal e da limpeza, são elementos indispensáveis para a boa frutificação. É também o que ocorre no reino espiritual, na vida do crente, na Igreja, para que haja em todos nós fruto abundante para Deus. De que tipo de fruto Jesus estava falando em João 15.1-16? A resposta nos é dada em Gaiatas 5.22; 'O fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança'. Em outras palavras, o fruto do Espírito é no crente a existência de um caráter semelhante a Cristo; um caráter que testemunha de Jesus e que o revela em seu viver diário. É a breve vida de Cristo manifesta no cristão. Como é que o povo à nossa volta está vendo Cristo em nós? Em família, no emprego, nas viagens, na escola, na igreja, nos relacionamentos pessoais, nos tratos, no lazer, no porte em geral, na vida cristã?" 
(Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p. 1723).


SUBSÍDIO DIDÁTICO 

Copie no quadro o esquema abaixo. Depois faça aos alunos a seguinte pergunta: "Qual o propósito da frutificação na vida do crente?" Incentive a participação de todos e ouça as respostas dos alunos. Explique que no Reino de Deus tudo tem um propósito. Em relação ao fruto do Espírito Santo não é diferente. Em seguida, utilize o quadro para mostrar os reais propósitos da frutificação espiritual. 

O PROPÓSITO DA PURIFICAÇÃO 

1. A purificação é uma expressão da vida de Cristo. 
2. A purificação é evidência do discipulado. 
3. A purificação abençoa outras pessoas. 
4. A purificação traz glória a Deus.




Respostas da Lição 13 - Uma Vida de Frutificação


O que é preciso para o crente frutificar?
Ele precisa estar ligado à Videira Verdadeira- É Cristo em nós que nos permite produzir o fruto do Espírito. Sem Ele nada podemos (Jo 15.4). 


Qual o propósito de uma vida frutífera?
O propósito de uma vida frutífera é tão somente glorificar o Pai (Jo 15.8). 

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No texto de João 15 quem é a videira? Quem são os ramos?
A videira é o próprio Senhor Jesus Cristo e os ramos são todos os discípulos de Cristo.

O que significa podar?
Podar é aparar os ramos que estão atrapalhando o desenvolvimento da planta. 


Quem é o nosso exemplo perfeito de amor?
Jesus Cristo.


EBD 2017: 1° Trimestre - Lição 13 - Uma Vida de Frutificação



Lição a ser ministrada em 26/Março/2017 em todas as Assembleias de Deus no Brasil

INTRODUÇÃO 

Nesta última lição do trimestre, estudaremos a respeito da frutificação na vida do crente. Você tem produzido o fruto do Espírito? Precisamos frutificar! Por isso, necessitamos estar Ligados à Videira Verdadeira. É Cristo em nós que nos permite produzir o fruto do Espírito. Sem Ele nada podemos (Jo 15.4). O propósito de uma vida frutífera é tão somente glorificar o Pai (Jo 15-8).

I - A VIDEIRA E SEUS RAMOS 

1. A parábola da vinha. No texto da Leitura Bíblica em Classe, encontramos uma parábola, ou alegoria, a respeito da videira. A videira é o próprio Senhor Jesus Cristo e os ramos são todos os discípulos de Cristo. Como discípulos precisamos estar ligados à videira para termos uma vida frutífera (Jo 15.1). Como lavrador, o Pai tem cuidado de nós com zelo e amor para que possamos produzir frutos em abundância. Fomos alcançados unicamente pela graça divina, e a única coisa que Ele exige de nós é que venhamos a frutificar. 



2. Condição para ser produtivo. Segundo os agrónomos, a videira leva três anos para dar os primeiros frutos. As uvas não nascem logo depois da semente germinar no solo. É preciso tempo e muitos cuidados. Na vida espiritual, é preciso discipulado, ensino da Palavra de Deus. Contudo, para ser frutífero é imprescindível estar ligado a Cristo, a Videira Verdadeira. Longe dEle não existe vida, apenas morte. Quando os ramos se afastam da Videira, logo deixam de receber da sua seiva, tornando-se secos e infrutíferos. 

3. A poda. Podar é aparar os ramos que estão atrapalhando o desenvolvimento da planta. A poda ajuda a produzir novos ramos, fazendo com que a produção de frutos seja maior. Na vida espiritual, também somos podados e cuidados pelo Senhor. Ele retira de nós tudo que nos impede de frutificar. Contudo, se depois de cuidados não produzirmos frutos, não resta alternativa a não ser o corte e o descarte no fogo (3o 15.2). Na vinha do Senhor, não há ramos para enfeitar, todos precisam ser frutíferos. 

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II – FUNDAMENTO DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL 

1. Firmados no amor de Cristo. O amor é o fruto excelente (Gl 5.22). Fomos alcançados pela graça e o amor de Cristo (Rm 3.24). A graça divina, além de destruir os pecados, enxerta em nós a semente do amor. O amor nos ajuda a vencer os efeitos da arrogância, o egoísmo e a incredulidade. Cristo é o nosso exemplo por excelência de amor altruísta. Ele se sacrificou pelos pecadores (Jo 3.16). O que nos identifica como discípulos de Jesus é o amor. O amor nos leva a servir ao nosso próximo e esse servir é sem interesses ou vantagens materiais. 

2. Por que o amor é a base da frutificação? Porque ele é o alicerce de todas as virtudes (1Co 13-13). Não podemos nos esquecer que o amor deve ser revelado em atitudes. Não adianta dizer que ama e tem fé se não tiver as boas obras (Tg 2.14). A fé sem obras e sem amor é morta (Tg 2.17, 26). O amor precisa ser visto mediante as nossas obras. Existem muitas pessoas carentes e necessitadas que precisam do nosso amor e ajuda. 


3. Cheios do Espírito e de amor. O amor é gerado em nossos corações pela ação do Espírito Santo. Não podemos nos esquecer que somos templo, habitação do Consolador. Esta virtude era uma das características mais marcantes da Igreja Primitiva. Por quê? Porque todos ali eram cheios do Espírito. O amor fazia com que repartissem seus bens: "Não havia, pois, entre eles necessitado algum [...]" (At 4.34). Levava também os crentes a amarem, mesmo sofrendo perseguição e morte (At 7.60). 

III - CHAMADOS PARA FRUTIFICAR 

1. Revestidos de amor. Em Colossenses 3.12, Paulo orienta os crentes para que se vistam de misericórdia, benignidade, mansidão e longanimidade. Busquemos "as coisa que são de cima" (Cl 3-1,2). Suas atitudes devem refletir tal verdade. Mediante a fé no sacrifício de Cristo, já retiramos a "roupa velha", nossos trapos de imundícia, que é a natureza pecaminosa. O amor, fruto do Espírito, em nossa vida nos conduz: a) A frutificar em nosso relacionamento espiritual. Passamos a experimentar uma maior comunhão como o Pai mediante a oração, o jejum e a leitura a Palavra de Deus. b) A ter um relacionamento conjugal frutífero. Se amarmos a Deus amamos também o nosso cônjuge como um amor altruísta. Amar a esposa é um princípio Divino para os maridos: “ Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela (Ef 5.25). 



2. Se a Palavra estiver nós. Só é possível frutificar se Cristo e suas palavras estiverem plantados em nós. Essa também é a condição para que as nossas orações sejam ouvidas e respondidas (Jo 15.7). É por intermédio das Palavras de Jesus, ou seja, por meio de seus ensinamentos, que podemos orar corretamente, segundo a vontade do Pai. As palavras de Jesus fazem com que nos tornar semelhantes a Ele. 

3. Cumprindo a Lei. Na Epístola ao Romanos, Paulo trata com profundidade a respeito da lei. Ele mostra que somente o que ama tem condições de cumprir a lei:"[...] quem ama aos outros cumpriu a lei" (Rm 13.8). O apóstolo também exorta os crentes, afirmando que "o cumprimento da lei é o amor" (Rm 13.10). O amor de Cristo, em nós, nos ajuda a observar os mandamentos e princípios divinos para a nossa vida. 


CONCLUSÃO 

O amor de Deus por nós é singular. Quando experimentamos desse amor somos transformados e, então, passamos a produzir o fruto do Espírito. Que venhamos a frutificar em todas as áreas da nossa vida, a fim de que o nome de Jesus, o nosso amado, seja glorificado e exaltado.




13/03/2017

Perdas e Inevitáveis incertezas...

A sensação de que temos tudo sob controle é algo realmente sublime, não é mesmo? Saber que em nossa família tomaremos as melhores decisões, ou que estamos criando os filhos no caminho que os tornará melhores que nós no futuro, e que em nossa trajetória profissional teremos sempre êxito. Saber o resultado das ações que tomamos hoje, se trará alegria ou tristeza é um desejo da maioria de nós certamente! Enquanto tudo flui exatamente como planejamos ou desenhamos, somos os mais realizados e imaginamos que aquele momento é o reflexo daquilo que será nossa vida constantemente. Basta, porém, um único evento para que tudo aquilo que trabalhamos com muito suor e dedicação seja perdido, nos deixando completamente desmotivados, desanimados, fracos e sem saber que rumo tomar e, por vezes, imaginando que o melhor seja realmente desistir de tudo e simplesmente sumir a admitir um fracasso que quer nos obrigar a começar tudo do início, tudo do 'zero' novamente.


Cristo advertiu sobre a adversidade


O Mestre Jesus, em um de seus discursos mais conhecidos, chegou a ir ao extremo para demonstrar aos discípulos que as situações que se apresentam a nós são, em última análise, fruto da permissão divina sobre nossas vidas. Em Lucas 12:24 o Senhor nos diz: "Observem os corvos: não semeiam nem colhem, não têm armazéns nem celeiros; contudo, Deus os alimenta. E vocês têm muito mais valor do que as aves!"(NVI*). Note o leitor que, para os discípulos (Apóstolos), havia uma incerteza que não é a mesma que a nossa. Havia entre os primeiros cristãos, principalmente sobre os Discípulos, um alto preço a ser pago em nome da fidelidade a Cristo e um preço ainda maior na pregação do Evangelho, algo que, pelo menos no Brasil, não é um problema a nós. Eles sofreriam por incertezas que cercavam a caminhada específica deles naquele momento (mas alguns cristãos ainda são perseguidos como eles foram!) e por isso Cristo os preparou, como nos mostra Mateus 5.11-12: "Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa os insultarem, perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês. Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a recompensa de vocês nos céus, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês". Nesse sentido, os primeiros cristãos foram advertidos pelo próprio Senhor das incertezas que aquele chamado apostólico traria à vida deles.

Jó no tempo presente


Quando olhamos para nossa própria vida, nunca encontramos a satisfação plena. Podemos avaliar nossa existência várias vezes ao dia e, por vezes, em um mesmo dia, encontraremos situações nas quais julgamos que são desnecessárias, olhamos para uma demissão no emprego como algo maligno, vemos o comportamento dos filhos e os julgamos muitas vezes como incapazes ou improdutivos ou como uma 'geração perdida', perdemos bens da noite para o dia e perguntamos o por quê de tudo isso, afinal, por quê de uma hora para outra somos surpreendidos com más notícias, com uma sentença desfavorável, com uma traição na qual não contribuímos para que acontecesse? Andamos corretamente e somos surpreendidos com notícias ruins... Curioso, não? Mantemos uma conduta ilibada, buscando a justiça e mantendo-nos fiéis a uma vida ética mas mesmo assim o mal vem. Podemos, a esta altura do texto, lembrar da história do patriarca Jó, que embora conhecida por todos nós, é uma história realmente inspiradora e, ainda muito atual, e por isso trazemos novamente. O que deve ser levado em consideração são alguns pontos fundamentais:

  1. Mesmo sem erros, é possível ser afligido pelo mal (Jó 1.8-12): Quando dizemos 'mal' nos referimos a qualquer situação perturbadora. No relato da vida de Jó, não há nenhuma conduta reprovada por Deus que pudesse justificar as perdas que ele teve em sua vida; 
  2. Um discurso com grandes verdades do comportamento humano (Jó 30): Uma das confissões mais interessantes que Jó faz em meio ao sofrimento é de como sua situação era tratada pelos homens. O ponto que quero destacar é este: "A verdade é que ninguém dá a mão ao homem arruinado, quando este, em sua aflição, grita por socorro." (Jó 30:24);
  3. O Contraste gera mais sofrimento (Jó 29 e 30): Quando o patriarca observa o tratamento anterior e contrasta com sua situação atual, sofre ainda mais. Se, agora, ninguém dá a mão a ele, antes veja como ele era tratado: "Todos os que me ouviam falavam bem de mim, e quem me via me elogiava." (Jó 29:11). Um dos componentes que mais geram sofrimento é comparar a situação atual, com perdas e derrotas, com a situação anterior, onde nenhum de nossos desejos deixou de ser saciado.

Conclusão e: "Quem (ou o quê) você vai levar na tua vitória???"


Talvez o que deva ser objeto de análise quando perdas e incertezas vêm até nós seja o que aquela perda quer demonstrar em nossa vida, ou de que forma aquela perda me mostra algo que até aquele momento eu não enxergo, ou ainda qual o comportamento das pessoas naquele momento em que não estamos tão bem, afinal, quais pessoas se mantêm junto a nós quando não estamos bem? Quais pessoas nos fazem rir mesmo em meio a um cenário de aparente abandono e derrota? E, ao final, quando nos recuperamos, quais são as pessoas que traremos para junto de nós? Se a resposta for os bajuladores que tínhamos antes, esteja certo de que ainda percorreremos um longo percurso até alcançarmos aquilo que perdemos. Parte da vitória de Jó se deu pois ele selecionou melhor aqueles que participariam das suas vitórias, selecionou melhor quais elogios aceitar e de quais pessoas aceitar, selecionou melhor aqueles que entrariam em sua casa e participariam de sua vida! Pense nisso...

* Bíblia: Nova Versão Internacional
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12/03/2017

Respostas da Lição 12 - Quem Ama Cumpre Plenamente a Lei Divina


A respeito de quem ama cumpre plenamente a lei divina, responda:


Qual é o primeiro fruto que encontramos na relação de Gaiatas 5.22?
O amor. 

Cite três vocábulos da língua grega para denominar o amor. 
Agápe, amor divino, philéo, amor entre amigos e eros, amor entre cônjuges 

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O que significa o amor ágape? 
Tal vocábulo significa" amor abnegado e profundo".

O que o amor de Deus em nós proporciona? 
Ele faz como que venhamos obedecer a Deus. 

Nossa obediência a Deus e a sua Palavra é resultado de quê? 
É o resultado do amor altruísta do Pai em nós.


Subsídios da Lição 12 - Quem Ama Cumpre Plenamente a Lei Divina


SUBSÍDIO DIDÁTICO 


Professor, inicie o primeiro tópico da lição fazendo a seguinte indagação: "Quais são as três dimensões do amor ágape?" Ouça os alunos e incentive a participação de todos para que aula se torne dinâmica. Em seguida, desenhe no quadro duas linhas: uma vertical e uma horizontal. Depois desenhe um ponto. A seguir explique que o amor divino possui três dimensões: (1) A dimensão vertical (aponte para a linha vertical). Diga que é o amor em direção a Deus. (2) Dimensão horizontal (aponte para a linha horizontal). Fale que é amor em direção ao nosso semelhante. (3) Dimensão interior (mostre o ponto). É o amor em direção a nós mesmos. Diga que se conseguirmos cumprir essas três dimensões, cumprimos toda a lei. Para concluir, peça que um aluno leia Lucas 10.27: "Amarás ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento e ao teu próximo como a ti mesmo." Explique que como crentes precisamos viver esses três aspectos.


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SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


Amor fraternal (philia) Como visto em 2 Pedro 1.7, há um segundo tipo de amor, o qual é chamado amor fraternal ou bondade fraterna. Este amor é amizade, um amor humano que é limitado. Amamos se somos amados. Lucas 6.23 diz: 'Se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam'. A bondade ou amizade fraterna é essencial nas relações humanas, mas é inferior ao amor ágape, porque depende de uma recíproca; quer dizer, somos amigáveis e amorosos com aqueles que são amigáveis e amorosos conosco (GILBERTO, António. O Fruto do Espírito: A Plenitude de Cristo na vido do crente, 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 36). Todos os que se dedicam a Jesus Cristo pela fé, também devem dedicar mútuo amor uns aos outros, como irmãos em Cristo (1Ts 4.9,10), com afeição sincera, bondosa e terna. Devemos preocupar-nos com o bem-estar, as necessidades e a condição espiritual dos nossos irmãos, sendo solidários e assistindo-os nas suas tristezas e problemas. Devemos referir-nos em honra uns aos outros, devemos estar dispostos a respeitar e honrar as boas qualidades dos outros crentes (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p. 1723).  




EBD 2017: 1° Trimestre - Lição 12 - Quem Ama Cumpre Plenamente a Lei Divina


Lição a Escola Dominical em 19/Março/2017 em todas as Assembleias de Deus no Brasil

INTRODUÇÃO 


Já estudamos alguns aspectos do fruto do Espírito e obras da carne, Deixemos para tratar a respeito do amor em uma única lição, pois o objetivo é que venhamos compreender a singularidade e a importância desse aspecto do fruto do Espírito. Podemos agrupar os nove aspectos do fruto do Espírito Santo da seguinte maneira: Os atributos que tratam do nosso com Deus: amor, paz e alegria. Os que tratam do nosso relacionamento com o próximo: longanimidade, benignidade e bondade. Os que tratam do nosso relacionamento nós mesmos: fidelidade, mansidão e domínio próprio. Porém, nesta lição, veremos o aspecto do amor. A maior marca de uma igreja não é sua teologia, seu templo, tradições, mas sim o seu amor para com o Senhor Jesus e para com o próximo. 

I – A SINGULARIDADE DO AMOR AGÁPE 


1. Amor, um aspecto do fruto. O amor é o primeiro aspecto do fruto que encontramos na relação de Gálatas 5.22. Podemos afirmar que tal sentimento é o solo onde os demais aspectos do fruto devem ser cultivados. Paulo relata a suprema excelência do amor em l Coríntios 13. A Língua grega possui três vocábulos para denominar o amor: ágape, amor divino; philéo, amor entre amigos e eros, amor entre cônjuges. 

2. O amor ágape. O amor de Deus é expresso no grego pela palavra ágape. Tal vocábulo significa "amor abnegado e profundo". Um dos atributos do nosso Deus é o amor (1Jo 4.8). Seu amor por nós é ímpar. Não podemos nos esquecer que hoje amamos ao Pai e ao próximo porque o amor divino nos alcançou primeiro: "Nós o amamos porque ele nos amou primeiro" (1Jo 4.19). O que fizemos para merecer tal amor? Nós não fizemos nada. O mérito de tal sentimento não é nosso. Mas Ele nos amou quando éramos ingratos e maus e nos deu o seu Filho Unigénito para morrer em nosso lugar (Jo 3.16). 

3. O amor ágape derramado em nós. Quando recebemos, pela fé, o Senhor Jesus, nos tornamos uma nova criatura (Jo 3.3). E, assim, foi-nos enxertado o amor que é a essência do Pai. Se somos discípulos de Cristo, amamos ao Pai e ao próximo. O amor de Deus em nós nos proporciono; paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança (G15.22). Quem tem o amor de Deus considera o próximo e está sempre disposto a servir a todos, assim como o nosso Mestre (Mc 10.45).


II - AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO 


1. O amor a Deus. O amor de Deus por nós é altruísta, abnegado e impar. E a única coisa que Ele nos pede é que também venhamos a amá-lo com todo o nosso coração: [...] "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração [...]" (Mt 22.37). Como podemos expressar nosso amor a Deus? De diferentes formas: sendo fiéis em nossos dízimos e ofertas, louvores, orações, lendo a Bíblia, etc. Mas a melhor maneira de expressar nosso amor a Deus é abandonar o pecado e procurar ter uma vida santa. Quem ama a Deus não tem prazer na prática do pecado. Quem se encanta com o pecado não ama ao Senhor e nunca o conheceu. Por isso, Jesus afirmou que muitos dirão naquele Dia: "Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demónios? (Mt 7.22). A resposta do Senhor para estes é apenas uma: [...] "Nunca vós conheci [...]" (Mt 7.23). 

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2. O amor a si mesmo. Amar a si mesmo pode parecer narcisismo, mas não é. Pois se você não se amar e aceitar-se, como poderá amar a Deus? Amar a si mesmo é acima de tudo um mandamento divino:"[...] Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mt 24.9). Certamente não gostamos das nossas falhas e imperfeições. Não somos perfeitos, mas precisamos colocar diante do Senhor tudo o que somos para que Ele venha nos transformar. 



3. O amor ao próximo. Para amar o próximo com o amor ágape é preciso amar a Deus primeiramente. O apóstolo João diz que Deus é amor, quem não ama, jamais o conheceu (l1Jo 4.7,8,12,20). Certa vez, um fariseu perguntou a Jesus qual era o grande mandamento da Lei. Então, o Mestre ensinou que amar ao Senhor de todo o coração e ao próximo é um resumo de todos os mandamentos (Mt 22.37-40). É importante ressaltar que amor não é somente sentimento, mas ação. Não basta amar somente de palavras. O amor como fruto do Espírito faz faz que eu queira para os outros aquilo que desejo para mim. Faz com que eu tenha prazer em doar meu tempo, meus dons e talentos para o bem do próximo. 

III - SOB A TUTELA DO AMOR, REJEITEMOS AS OBRAS DAS TREVAS 


1. Debaixo da tutela do amor. O que é uma tutela? A tutela é um "encargo jurídico de vetar por, representar na vida civil e administrar os bens de menor, interdito ou pessoa desaparecida". Logo, ter um tutor significa ter alguém para amparar, defender e proteger. Fora da tutela do amor ágape, amor divino, o crente pode voltar à prática das velhas obras infrutuosas da carne. Sem o amor de Deus, em nós, somos capazes de amar mais as trevas que a luz (Jo 3.19). 


2. Amor, antídoto contra o pecado. Quem ama não trai o seu cônjuge, não mata, não rouba, não cobiça, não dá falso testemunho, ou seja, não faz nada que possa desagradar ao Pai Celeste. Se quisermos evitar as obras da carne, precisamos nos encher do Espírito Santo e do seu amor (Ef 5.18). O amor nos faz agir de modo cortez e paciente, demonstrando ao mundo que somos discípulos de Cristo (Jo 13.35). 

3- O amor leva à obediência. O amor, fruto do Espírito, não é um mero sentimento. Amar envolve ação, atitude (1Jo 3.18). O que torna uma igreja forte não são seus recursos financeiros, seus líderes ou o número de membros, mas o amor revelado em atitudes e palavras. Quem ama tem prazer em ouvir e obedecer a Palavra de Deus: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra. [...] Quem não me ama não guarda as minhas palavras" (Jo 14.23,24). Quem ama obedece e vive de modo a agradar o Pai.


CONCLUSÃO 


Como nova criatura, você precisa amar e evidenciar esse amor mediante suas atitudes e palavras. Que venhamos rogar ao Pai um coração amoroso, capaz de amar até mesmo aqueles que se declaram nossos inimigos (Mt 5.44).



05/03/2017

Respostas da Lição 11 - Vivendo de Forma Moderada

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A respeito de vivendo de forma moderada, responda:


De acordo com a lição, como devemos viver? 
Devemos viver de modo sóbrio, santo. 

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Qual a palavra utilizada no grego para temperança e qual o seu significado? 
No grego, a palavra temperança é enkráteia, que significa autocontrole, disciplina. 


Qual a diferença entre mansidão e temperança? 
Mansidão é saber se controlar em um momento de ira, ou irar-se no momento certo. Já a temperança está relacionada à questão do impulso sexual, glutonaria e as questões da carne. 

Qual a recomendação de Salomão para o glutão? 
"E põe uma faca à tua garganta, se és homem glutão" (Pv 23.2). 

Relacione alguns males da glutonaria. 
É obra da carne, pecado contra Deus. Pode causar obesidade, hipertensão, diabetes, etc.


Lições anteriores:

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