31/12/2016

EBD 2017 - 1° Trimestre: Lição 01 - As obras da carne e o fruto do Espírito: Baixar grátis em PDF


Já temos disponível a lição 01 da EBD "As obras da carne e o fruto do Espírito" para download grátis! Trata-se da lição deste domingo nas Assembleias de Deus no Brasil, baixe nos links abaixo:





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30/12/2016

Video-aulas da Lição 01: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito


Comentário do Pastor Osiel Gomes sobre a lição 01 de 01/Jan/2017 na EBD. Divulgação: Portal CPAD no YouTube.


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Respostas da Lição 1: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito

A respeito das obras da carne e o fruto do Espírito, responda:

De acordo com a lição, defina carne.
Essa palavra é utilizada para designar a natureza adâmica que domina o velho homem e o leva a praticar as obras da carne relacionadas em Gálatas 5.19-21.


O que é o espírito?
Esse termo significa sopro, vento, respiração e princípio da vida. Esse vocábulo também descreve o espírito que habita no homem o qual foi soprado por Deus (Gn 2.7).


Quais são as obras da carne relacionadas em Gálatas 5.19-21?
Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias.

Segundo Gálatas 5.22, relacione o fruto do Espírito.
Amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.

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Segundo os pressupostos bíblicos, quais são os três tipos de santificação?
Posicional, progressiva e final.


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Subsídios da Lição 1: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito

SUBSÍDIO TEOLÓGICO


Professor, elabore um cartaz de acordo com o quadro abaixo. Utilize-o para fazer um contraponto Espírito x Natureza pecadora.



“Ao descrever este conjunto de opostos, Paulo nos lembra de verdades vitais e maravilhosas. O que não conseguimos fazer, Deus consegue e fará, tanto em nós quanto para nós. Nunca nos tornaremos as pessoas verdadeiramente boas que desejamos ser, tentando obedecer à Lei de Deus. Mas, nos tornaremos gradativamente mais justos à medida que confiarmos no Espírito de Deus para nos orientar e capacitar” 

(RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2012, p.414).


SUBSÍDIO DEVOCIONAL


“Não cumprireis a concupiscência da carne

Quando nos tornamos crentes, a nossa natureza pecadora continua existindo. Mas Deus nos pede que coloquemos a nossa natureza pecadora sob o controle do Espírito Santo de modo que Ele possa transformá-la. Este é um processo sobrenatural. Nunca devemos subestimar o poder da nossa natureza pecadora, e nunca devemos tentar combatê-la com as nossas próprias forças. Satanás é um tentador ardiloso, e nós temos uma capacidade ilimitada de inventar desculpas. Em lugar de tentar superar o pecado com a nossa própria força de vontade, devemos aproveitar o tremendo poder de Cristo. Deus permite a vitória sobre a nossa natureza pecadora — Ele envia o Espírito Santo para residir em nós e nos capacitar. Mas a nossa capacidade de resistir aos desejos da natureza pecadora irá depender do quanto estamos dispostos a ‘viver de acordo’ com o Espírito Santo. Para cada crente, este processo diário requer decisões constantes” 

(Comentário do Novo Testamento: Aplicação pessoal. Volume 2. RJ: CPAD, 2010, p.294).

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SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne (Gl 5.16)
O texto original apresenta ‘andai (peripateite) em Espírito’. Esta frase reflete uma expressão idiomática comum em hebraico, na qual ‘andar’ significa ‘conduzir a própria vida’.
Os judaizantes disseram aos gálatas que conduzissem as suas vidas observando a Lei. Mas Paulo argumentou que a lei não tem papel algum na vida do cristão. A pessoa que procura ser ‘justificada pela lei’ (5.4) cai da graça, e se separa de Cristo como a fonte da vida justa.
Em Romanos 7.4-6, Paulo vai ainda mais adiante, e diz que a natureza pecadora (sarx, a carne) na verdade é energizada (ou estimulada) pela Lei.
Então, o que o cristão deve fazer? O cristão deve conduzir sua vida observando não a Lei, mas o Espírito de Deus. Pois, Paulo promete, a pessoa que olhar para o Espírito (confiar nEle) ‘não cumprirá a concupiscência da carne [sarx]’” 

(RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. RJ: CPAD, 2012, p.412).

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EBD 2017 - 1° Trimestre: Lição 1: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito



Lição 01 da EBD nas Assembleias de Deus no Brasil em 01/Janeiro/2017

INTRODUÇÃO


Neste trimestre, estudaremos a respeito das obras da carne e o fruto do Espírito. Na Epístola aos Gálatas, o apóstolo Paulo, de maneira brilhante e contundente, trata do assunto, mostrando o embate existente entre a carne e o Espírito. Ele faz uma exposição da luta que se inicia, internamente, quando aceitamos Jesus como Salvador e procuramos viver segundo a sua vontade. Como poderemos vencer esse embate entre a carne e o Espírito? Veremos que não é possível vencer a natureza carnal mediante o autoflagelo. Para vencermos as obras da carne, precisamos, em primeiro lugar, deixar-nos dominar pelo Espírito Santo de Deus. É preciso ser cheio do Espírito Santo diariamente (Ef 5.18). Se o crente tiver uma vida controlada pelo Consolador, terá plena condição de resistir à sua natureza pecaminosa. Se permitirmos que o Espírito nos domine e nos guie vamos então produzir o fruto que nos leva a agir como discípulos de Cristo (Gl 5.16).

I. ANDAR NA CARNE X ANDAR NO ESPÍRITO


1. O que é a carne? Dentro do contexto neotestamentário, o vocábulo carne é sarx. Essa palavra é utilizada para designar a natureza adâmica que domina o velho homem e o leva a praticar as obras da carne relacionadas em Gálatas 5.19-21. Edward Robinson, no seu dicionário de grego do Novo Testamento, utiliza a palavra sarx para descrever a natureza exterior que difere do homem interior (Lc 24.39). A palavra carne, no aspecto teológico, denota a fragilidade humana e a sua tendência ao pecado. Ela é a sede dos apetites carnais (Mt 26.41). O homem somente poderá viver em novidade de vida e no poder do Espírito Santo se, pela fé, receber Jesus Cristo como Salvador.


2. O que é o espírito? A palavra espírito no grego é pneuma. Esse termo significa sopro, vento, respiração e princípio da vida. Esse vocábulo também descreve o espírito que habita no homem o qual foi soprado por Deus (Gn 2.7). Logo, percebemos que esta palavra tem diferentes significados, e segundo o pastor Claudionor de Andrade, o seu significado teológico vai muito além: “Espírito é a parte imaterial que Deus insuflou no ser humano, transmitindo-lhe a vida”. Essa palavra também é aplicada, no Evangelho de João, em referência a Deus (Jo 4.24). A Terceira Pessoa da Santíssima Trindade é identificada no Novo Testamento como o Espírito Santo (Lc 4.1; Hb 3.7), e, uma vez mais é importante frisar que o Espírito Santo é uma pessoa.

3. Andar na carne x andar no Espírito. Paulo adverte os crentes mostrando que os que vivem segundo a carne, ou seja, uma vida dominada pelo pecado, jamais agradarão a Deus: “Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Rm 8.8). O viver na carne opera morte (espiritual e física), mas o viver no Espírito conduz o crente à felicidade, à vida eterna (Rm 8.11; 1Co 6.14). Paulo foi enfático ao afirmar: “Andai em Espírito” (Gl 5.16). O Espírito Santo nos ajuda a viver em santidade e de maneira que o nome do Senhor seja exaltado. Sem Ele não poderíamos agradar a Deus. Quem pode nos ajudar e nos conduzir de modo a agradar a Deus? Somente o Espírito Santo. O doutor Stanley Horton diz que andar no Espírito e ser guiado por Ele significa obter vitória sobre os desejos e os impulsos carnais. Significa desenvolver o fruto do Espírito, o melhor antídoto às concupiscências carnais. Jamais tente viver a vida cristã pelos seus próprios esforços, tomando atalhos, buscando desvios, mas renda-se constantemente ao Espírito Santo, pois Ele lhe ensinará a maneira certa de viver a vida cristã.


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Quando o Espírito Santo tem o controle do nosso espírito, Ele faz com que o nosso homem interior tenha forças e condições para opor-se às obras da carne. Andar na carne, ou seja, ser dominado pela velha natureza adâmica, leva a pessoa a portar-se de modo pecaminoso. Infelizmente, muitos crentes, como os de Corinto, estão se deixando dominar pelas obras da carne (1Co 3.3).

II. OBRAS DA CARNE, UM CONVITE AO PECADO


1. A cobiça. Quem anda no Espírito resiste às obras da carne, pois somente cheios dEle teremos condições de viver de modo a exaltar e a glorificar o nome do Senhor. Quem de fato deve controlar a vida do crente é o Espírito Santo. Homem algum tem o poder de controlar ou transformar a natureza de outra pessoa, somente Deus tem esse poder. A natureza pecaminosa nos incentiva a viver em concupiscência, luxúria, desejos descontrolados e paixões impuras (2Pe 2.10). A Bíblia nos ensina que a concupiscência da carne não procede de Deus (1Jo 2.16). Eva cobiçou o fruto da árvore que Deus havia ordenado que não comesse. Seu desejo trouxe terríveis consequências para sua vida e para a humanidade (Gn 3.6). A cobiça de Acã o levou à morte (Js 7.21). Portanto, não permita que o desejo da carne, da velha natureza, domine você. Atente para o que Paulo ensinou às igrejas da Gálacia a respeito da cobiça da carne contra o Espírito (Gl 5.17). Os desejos da carne serão sempre contrários à vontade de Deus.

2. A oposição da carne. O seu espírito deseja orar, jejuar e buscar a Deus, mas a sua carne vai preferir ver televisão, comer bem e ficar no conforto da sua casa. Precisamos ter cuidado, pois a oposição da carne contra o Espírito é algo contínuo. Essa oposição somente será vencida se procurarmos viver cheios do Espírito Santo. A carne não pode ter vez na vida do crente, posto que a força do Espírito Santo é maior, porém o embate entre a carne e o Espírito vai perdurar até o dia que receberemos do Senhor um corpo glorificado (Fp 3.21).

O crente que realmente deseja fazer oposição às obras da carne precisa andar pelo Espírito, porque Ele não deixa que as paixões infames o domine. Para o crente existem duas maneiras pelas quais ele pode viver: na carne ou no Espírito. Ou você serve a Deus e permite que Ele domine sua natureza adâmica ou vive na prática das obras da carne. O que você escolhe?

III. FRUTO DO ESPÍRITO, UM CHAMADO PARA SANTIDADE


1. O que é o fruto do Espírito? Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe, “o fruto do Espírito são os hábitos e princípios misericordiosos que o Espírito Santo produz em cada cristão”. Esses hábitos e princípios são o resultado de uma vida de comunhão com Deus. De acordo com Romanos 6.22, depois de liberto do pecado, o crente precisa desenvolver o fruto do Espírito. Os dons espirituais são dádivas divinas, mas o fruto precisa ser desenvolvido, cultivado. O Espírito Santo desenvolve o seu fruto em nós à medida que nos aproximamos de Deus e procuramos ter uma vida de comunhão e santidade.

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2. Os frutos provam a nossa verdadeira santidade. Quando vivíamos no pecado, nossos frutos, ações, eram as obras da carne, mas libertos do seu poder e domínio, tendo uma nova natureza implantada em nosso ser, nos tornamos uma pessoa melhor. João Batista falou a respeito da importância de produzirmos frutos dignos de arrependimento (Mt 3.8). João estava dizendo que o arrependimento genuíno será acompanhado pelo fruto da justiça. O arrependimento genuíno é evidenciado pelos nossos frutos, ou seja, nossas ações. Como conhecemos uma árvore? Por seus frutos. Logo, o verdadeiro crente é reconhecido por seu caráter e suas ações.

3. A santidade que o Espírito Santo gera em nós. O Espírito Santo nos molda e nos ensina o que é certo e o que é errado à medida que buscamos a Deus em oração, leitura da Palavra e jejuns. Por meio da Palavra de Deus, o Espírito Santo vai trabalhando paulatinamente em nós, até que alcancemos a estatura de homem perfeito (Ef 4.13). Quando deixamos de ser meninos, estamos prontos para produzir bons frutos (Lc 8.8). O crente precisa andar em novidade de vida, em santidade. Segundo os pressupostos bíblicos, a santificação do crente é:

a) Posicional. Quando, por meio da fé, aceitamos Jesus Cristo como nosso único e suficiente Salvador, nossos pecados são apagados, recebemos o perdão divino e passamos a desfrutar de uma nova vida em Cristo (2Co 5.17). A natureza adâmica já não tem mais domínio sobre nós, e por meio da ação do Espírito Santo podemos experimentar o novo nascimento (Jo 3.3). Mediante a fé passamos a desfrutar de uma nova posição espiritual em Jesus Cristo.

b) Progressiva. A santificação é um processo que vai se desenvolvendo ao longo da nossa vida. Depois do novo nascimento, o crente precisa crescer na graça e no conhecimento de Cristo Jesus (1Pe 3.18). A santificação é gradual, progressiva e nos leva para mais perto de Deus.

c) Final. Em Filipenses 3.12.13, Paulo mostra que ele estava buscando uma transformação maior e final. Essa transformação somente acontecerá quando recebermos um corpo glorificado e nos tornarmos semelhantes a Jesus (1Jo 3.2).

Leia também:  Subsídios desta lição Respostas desta lição Comentário desta lição

CONCLUSÃO


Para vencermos o conflito existente entre a carne e o Espírito, precisamos tão somente nos encher do Espírito Santo e crucificar a nossa carne com suas paixões e concupiscências (Gl 5.24; Ef 5.18). Permita que o Espírito Santo guie você pelo caminho certo e que Ele controle os seus desejos de modo que o fruto seja evidenciado em sua vida.


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21/12/2016

Deus é Fiel!

Deus é Fiel!

Amados, a paz de Jesus! Estamos chegando a reta final da EBD este ano e desde já agradeço por você estar recebendo nossos informativos, que são produzidos com muito cuidado e carinho! Este ano fizemos muitas coisas novas para atender melhor em nosso Blog e esperamos que tenha agradado a todos vocês.

Neste último post, trazemos a lição 13 da Escola Dominical, do dia 25/Dez/2016, que terá o tema "A fidelidade de Deus". Você pode acessar o comentário neste link, as respostas neste link ou os subsídios neste link aqui. Se preferir baixar a lição em PDF grátis clique aqui.
Você ainda pode acessar o tema da próxima revista da EBD aqui.

E, ainda, nosso post especial de fim de ano "Na crise, significados espirituais são retomados!".
Um excelente Natal e um ótimo ano de 2017 pra você e para tua família em nome de Jesus!
Deus abençoe.

Gabriel Queiroz
Editor geral do Blog Verdade Profética(2009-2016)

Na crise, significados espirituais são retomados

É fato que o Natal de 2016 será diferente daquele que os brasileiros viveram em anos anteriores. Após uma melhora (aparente) na vida das pessoas, em face do aumento da capacidade de compra das famílias, a situação atual se apresenta de forma pouco animadora a grande parte da população. Boa parte destes, iludidos por uma falsa ascensão social, retrocedem naquilo que conseguiram conquistar ao longo dos anos e, neste momento, oram por um ano melhor. Neste cenário, porém, lembramo-nos da verdadeira razão de comemorarmos o Natal!


Curiosamente nós, cristãos, temos muita facilidade em admitir elementos estranhos em nossa devoção a Deus. Festas cristãs como o Natal e a Páscoa, por exemplo, vêm há muito tempo perdendo o significado e dando lugar a toda sorte de figuras estranhas a estas celebrações. Não me refiro somente a figuras como o velho Noel (vulgo 'bom velhinho') ou ao coelho da Páscoa com seus 'inofensivos' chocolates, mas, principalmente, a um total descolamento daquilo que festejamos com a forma que o fazemos, completamente diferente da tradição cristã e que em nada demonstra o centro da adoração, que é Cristo!

Tamanho é este descolamento que lamentamos fortemente,por exemplo, quando a 'Árvore da Lagoa', no Rio de Janeiro, não sua tradicional presença, algo que já faz parte do Natal carioca há anos. Aos poucos fomos resumindo o Natal a elementos que, originalmente, nada tem a ver com a celebração e, quando temos a oportunidade de celebrá-lo sem estes símbolos, simplesmente lamentamos ou, o que é pior, não vemos motivos para celebrar.

(Árvore da Lagoa Rodrigo de Freitas: Reprodução: Internet)


Muito além dessa perda dos elementos que nos acostumamos a abraçar nesta época e que não os veremos, não podemos esquecer que não os teremos justamente em virtude da perda da capacidade financeira para as famílias. A cada momento, a crise nos tira os próprios ídolos que levantamos em épocas que estávamos bem financeiramente, que a economia andava melhor que agora, dando-nos a oportunidade de enxergarmos que quando baseamos nossa confiança naquilo que é temporal, seremos abalados fortemente em tempos de dificuldades. Com a crise, podemos observar que as famílias estão se voltando para a simplicidade de uma celebração genuína reunindo-se e mantendo mais firmes os laços fraternos. Quando isso acontece, mesmo em meio a uma série de dificuldades, devemos nos voltar para o Senhor Jesus e perceber que esta festa demonstra justamente a capacidade de Cristo de compadecer-se de nós, quando Ele mesmo submete-se às limitações de homem para demonstrar que o projeto de redenção divino a nós é a resposta soberana e contínua para todo e qualquer momento de dificuldade!

*Feliz Natal & um Excelente Ano Novo!   
Blog Verdade Profética (2009-2016)


**Voltamos na terceira semana de Janeiro de 2017.

16/12/2016

EBD 2017: As obras da carne e o Fruto do Espírito

        A CPAD já tornou disponível a revista tema da Escola Dominical do primeiro trimestre do ano de 2017. Comentada pelo Pastor Osiel Gomes, as lições tratarão, entre outras coisas, da superioridade do fruto gerado pelo Espírito Santo, de tal forma a, cada momento, vencer o constante conflito entre a carne e o espírito. Confira o sumário:

Sumário:

Lição 1 - As Obras da Carne e o Fruto do Espírito 
Lição 2 - O Propósito do Fruto do Espírito 
Lição 3 - O Perigo das Obras da Carne 
Lição 4 - Alegria, Fruto do Espírito; Inveja, Hábito da Velha Natureza 
Lição 5 - Paz de Deus: Antídoto contra as Inimizades 
Lição 6 - Paciência: Evitando as Dissensões 
Lição 7 - Benignidade: um Escudo Protetor contra as Porfias 
Lição 8 - A Bondade que Confere Vida 
Lição 9 - Fidelidade, Firmes na Fé 
Lição 10 - Mansidão: Torna o Crente Apto para Evitar Pelejas 
Lição 11 - Vivendo de Forma Moderada 
Lição 12 - Quem Ama Cumpre plenamente a Lei Divina 
Lição 13 - Uma Vida de Frutificação

O Blog Verdade Profética trará todas as lições sempre com antecedência para aqueles que nos acessam. Inscreva-se abaixo e receba nossos posts!

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**Já temos disponível a revista completa do 4º Trimestre de 2016! Baixe aqui!

Sabedoria divina para a tomada de decisões


Olá, a paz de Jesus! Neste domingo teremos a penúltima lição do ano de 2016, com o tema:"Soberania divina para a tomada de decisões". É uma oportunidade grandiosa para analisar, através da vida do Rei Salomão, o poder soberano de Deus para a tomada de decisões. Aprenderemos a tomar as decisões baseados na sabedoria divina, tal como o o sábio Salomão! Leia o comentário da lição aqui, leia as respostas aqui e os subsídios também!

Ou baixe a lição em PDF grátis aqui!

Te aguardo lá!
Deus abençoe!
Editor Geral do Blog Verdade Profética

08/12/2016

EBD 2016 - 4° Trimestre: Lição 13 - A fidelidade de Deus


Lição 13 da Escola Dominical a ser ministrada em 25/Dezembro/2016 em todas as Assembleias de Deus no Brasil

INTRODUÇÃO


Na lição de hoje estudaremos a respeito das adversidades enfrentadas pelo apóstolo Paulo em seu ministério. Veremos que ele aprendeu, com a ajuda do Senhor, a lidar com cada uma e a vencê-las. Apesar das dificuldades Paulo pregou a Palavra de Deus, fundou igrejas e escreveu várias cartas. Algumas de suas epístolas foram escritas enquanto ele estava na prisão. A vida de Paulo é um exemplo de como podemos vencer as crises e permanecer fiéis ao Senhor.

I - A FIDELIDADE DE PAULO EM MEIO ÀS CRISES


1. Destemor e ousadia. Na Epístola aos Efésios, Paulo se apresenta como "embaixador em cadeias" (Ef 6.20). Ele tinha consciência de sua missão, especialmente, no mundo gentio; sabia que o Evangelho de Cristo não poderia ficar restrito aos judeus. Por isso, o seu afã missionário o levou a Ásia Menor, Macedônia e Europa. Pregou a Palavra de Deus com zelo, fidelidade e não se deixou abater pelas dificuldades. Embora tenha se tornado um prisioneiro por amor a Cristo, seu espírito era livre. Mesmo preso, não deixou de se preocupar com as igrejas, particularmente com Eféso e Filipos. Os verdadeiros crentes em Cristo não se intimidam diante das perseguições, tribulações e crises.

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2. Alegria em meio às crises. Paulo demonstrou alegria pelo bom testemunho e fidelidade dos filipenses. Os crentes de Filipos não temiam defender e confirmar aqueles que haviam recebido Cristo por Senhor e Salvador. Mesmo estando prisioneiro, não se deixou abater, antes se regozijava porque os filipenses participavam da sua vida de modo especial, sofrendo com ele. Atualmente muitos não admitem mais que os crentes sofram. Contudo, o Senhor Jesus nos alertou que, no mundo teríamos aflições. Podemos ver também que embora Paulo fosse um crente fiel, enfrentou açoites, naufrágio e apedrejamento. As crises que ele enfrentou não roubaram a sua alegria e não fizeram dele um homem amargurado. Não permita que as crises enfraqueçam a sua fé e roubem a sua alegria.

3. Servindo a Deus em meio às crises. Paulo estava preso em Roma, mas as cadeias não o impediram de proclamar o Evangelho e de cuidar das igrejas. O evangelho que Paulo pregava era mais poderoso do que as cadeias e grilhões. As crises não iriam impedi-lo de servir ao Senhor, pois o testemunho das suas prisões produziram ânimo, coragem e ousadia nos crentes. Paulo rejeitou a autopiedade. Não queria que ninguém sentisse pena dele e perdesse o ardor pela obra de Deus. Seu alvo era glorificar a Jesus Cristo mediante o seu trabalho.



II-ABNEGAÇÃO ANTE O SOFRIMENTO


1. A disposição de Paulo em sofrer pelos cristãos de Filipos (Fp 2.17,18).Paulo fez uma declaração de fé e serviço a Deus quando escreveu aos filipenses: "E, ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós" (Fp 2.17). Ele usou a figura dos sacrifícios do Antigo Testamento, especialmente as ofertas de animais. A libação acompanhava o holocausto e a oferta pacífica (Nm 15.1-10). Nessa libação, era usado vinho que era derramado no santuário. Paulo se utiliza de uma metáfora para mostrar que ele estava disposto a oferecer sua vida e seu sangue como oferta perante o Senhor. Atualmente muitos têm feito da obra do Senhor um meio mercantilista, mas temos visto também que muitos crentes estão dispostos a dar a sua vida pelo Senhor.

2. A disposição de Epafrodito (Fp 2.25-30). Epafrodito era como um irmão para Paulo e um cooperador nos combates. Ele é um modelo de crente servidor. Muitos são como Epafrodito, pois embora enfrentando diversos tipos de crises, estão sempre prontos a servir. Ele foi portador de uma oferta da igreja de Filipos para Paulo. O apóstolo deixa claro que esse companheiro sabia con- fortá-lo nas horas tristes de sua solidão.

3. Paulo e os judaizantes (Fp 3.1- 8). Na igreja de Filipos, havia um grupo de judeus que se diziam convertidos mas negavam o Evangelho que Paulo pregava. Eram falsos mestres que se apresentavam como apóstolos. Esse grupo queria impor os costumes e ritos judaicos para os cristãos, como por exemplo, a circuncisão e a guarda do sábado para a obtenção da salvação. Paulo teve que enfrentar algumas crises dentro da Igreja do Senhor por causa daqueles que rejeitavam seu ensino e não acreditavam no seu apostolado. Mas, em Jesus Cristo, venceu todas elas.


III-APRENDENDO A VENCER AS CRISES


1. A crise da falta de firmeza espiritual (Fp 4.1). No capitulo 4 da Epístola aos Filipenses, o apóstolo Paulo exorta a igreja de Filipos acerca de algumas distorções que estavam produzindo dissensões entre os irmãos. Eram problemas de ordem social e também doutrinária. Paulo exorta aos crentes para que permaneçam firmes no Senhor.

2. A crise da desarmonia (Fp 4-2,3). Em Filipos, havia duas irmãs que muito fizeram pela igreja, mas que, naqueles dias, estavam em desarmonia. Tudo indica que elas tinham uma grande importância na Igreja. É provável que elas tenham tido uma desavença e não conseguiam ter um mesmo parecer. Sem dúvida, permitiram que a força da carne predominasse dividindo a igreja. Paulo roga às duas mulheres que mudassem de atitude, pois estavam promovendo divisão e quebrando a autoridade apostólica. Assim, Paulo pedia que elas tivessem o mesmo sentimento no Senhor.

3. Vencendo as crises. Paulo declara que já aprendera, com o Senhor, a contentar-se em quaisquer circunstâncias: na abundância, na fome e na fartura. Tendo tudo ou não tendo nada, ele sabia superar as dificuldades porque Cristo o fortalecia. Aos coríntios, declarou a respeito do seu aprendizado na obra do ministério: "Até esta presente hora, sofremos fome e sede, e estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa, e nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos; somos injuriados e bendizemos; somos perseguidos e sofremos; somos blasfemados e rogamos; até ao presente temos chegado a ser como o lixo deste mundo e como a escória de todos" (1 Co 4.11-13). Na verdade, tudo o que Paulo desejava era mostrar a sua alegria em toda e qualquer circunstância. Sua alegria e contentamento resultavam da comunhão do apóstolo com o Senhor.

CONCLUSÃO


O contentamento de Paulo diante das crises era resultado da sua comunhão com Deus. Ele aprendera com o Senhor a se contentar em toda e qualquer circunstância, Oue possamos seguir o exemplo de Paulo e aprender com o Senhor a ter paz e contentamento mesmo enfrentando uma crise.



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LIÇÃO 13 - LEIA TAMBÉM:
SUBSÍDIOS DESTA LIÇÃO
RESPOSTAS DESTA LIÇÃO
COMENTÁRIO DA LIÇÃO

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Lição 07 - José, fé em meio às injustiças

Lição 06 - Deus: O nosso provedor







Lição 05 - As consequencias das escolhas precipitadas:

Lição 04 - A provisão de Deus no monte do sacrifício:

Lição 03 - Abraão, a esperança do Pai da fé:

Lição 2 - A provisão de Deus em tempos difíceis:

Lição 1 - A Sobrevivência em Tempos de Crise:

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