29/12/2014

Subsídio da Lição 01 - Deus dá a Lei ao povo de Israel

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

"O Pentateuco apresenta-se basicamente como obra de Moisés, um dos primeiros e certamente o maior profeta do Antigo Testamento (Nm 12.6-8; Dt 34.10-12). Deus comumente falava por Moisés de viva voz, como também fez mais tarde com os profetas, mas a atividade de Moisés como escritor também é mencionada muitas vezes (Êx 17.14; 24.4,7; 34.27; Nm 33.2; Dt 28.58,61; 29.20-27; 30.10; 31.9-13,19,22,24-26).

[...] A razão de Moisés e os profetas registrarem por escrito a mensagem de Deus, não se contentando apenas em entregá-la oralmente, era que às vezes a enviavam a outros lugares (3r 29.1; 36.1- 8; 51.60,61; 2 Cr 21.12). Mas, na maioria das vezes, era para preservá-la para o futuro, como um memorial (Êx 17.14) ou uma testemunha (Dt 31.24-26), a fim de que ficasse escrita para o tempo vindouro (Is 30.8). A falibilidade da tradição oral era bem conhecida entre os escritores do Antigo Testamento. Temos uma lição prática disso quando da perda do Livro da Lei durante os maus reinados de Manassés e Amom. Quando foi redescoberto por Hilquias, seus ensinamentos causaram grande choque, pois haviam sido esquecidos (2 Rs 22-23; 2 Cr 34).
Não podemos ter certeza de quanto tempo levou para que o Pentateuco alcançasse a sua forma final. Entretanto, vimos no caso do livro do concerto, cuja alusão reporta-se a Êxodo 24* que foi possível um documento pequeno, como Êxodo 20-23, tornar-se canônico antes que tivesse atingido o tamanho do livro do qual hoje faz parte. 0 livro de Gênesis também incorpora documentos antigos (Gn 5.1). Números inclui um trecho proveniente de uma antiga coleção de poemas (Nm 21.14,15), e Deuteronômio já era considerado canônico mesmo no tempo em que Moisés vivia (Dt 31.24- 26), pois foi colocado ao lado da arca do concerto. Contudo, a parte final de Deuteronômio foi escrita depois da morte de Moisés" 

(COMFORT, Philip Wesley (Ed.). A Origem da Bíblia, l.ed. Rio de janeiro: CPAD, 1998, pp.81-83).




Respostas da Lição 01 - Deus dá sua lei ao povo de Israel

Qual é a maior e a mais completa lei: a de Moisés ou a de Cristo?

O Senhor Jesus cumpriu toda a Lei, de modo que toda a moral contida no sistema mosaico foi incorporada e restaurada sob a graça derramada por Jesus através do sacrifício do Calvário. O mandamento de Cristo é a lei do amor, o mais importante mandamento (Rm 13.10).

É correto anular a lei de Moisés em nome da Graça?

Embora a lei tenha a sua importância, servindo durante um longo tempo como um "pedagogo" para o pecador, ela não tem mais domínio sobre nós. Isso não quer dizer que a lei foi anulada, mas efetivamente cumprida por Jesus e, por essa razão, vivemos debaixo da Graça (Gl 3.23-25).

O sistema de sacrifício judaico tem algum significado para os cristãos?

Sim, mas se trata de um significado simbólico. Todo o sistema de sacrifício do judaísmo fundamentava-se na ideia de substituição, expiação, redenção, perdão e sacrifício à base de sangue. Todo esse sistema era como sombra, porque Jesus Cristo selou uma nova aliança com a humanidade por meio do seu sangue (Hb 9.18-22). Ele expiou todos os nossos pecados.

A quem devemos obedecer: a Moisés ou a Jesus?

Jesus é maior que Moisés. Logo, todo o ensino de Moisés, no Antigo Testamento, deve ser compreendido à luz do Evangelho de Cristo (Hb 3.1-6).

EBD 2015: Lição 01 - Deus dá sua lei ao povo de Israel

INTRODUÇÃO

O tema do presente trimestre são os Dez Mandamentos, a base de toda a legislação mosaica. Aqui vamos iniciar com a solenidade da promulgação da lei, no Sinai*, a cerimônia do concerto que Deus fez com Israel. O evento envolveu holocaustos e a leitura do livro da lei num ritual com profundas implicações messiânicas.

I. A PROMULGAÇÃO DA LEI

1. A solenidade. 0 ritual do concerto e da promulgação da lei no pé do monte Sinai aconteceu cerca de três meses após a saída de Israel do Egito (Êx 19.1-3). Os israelitas permaneceram ali durante um ano (Nm 10.11,12). A revelação da lei começa aqui e vai até o livro de Levítico (Lv 27.34). O livro de Números registra as jornadas de Israel no deserto, e Deuteronômio é o discurso em que Moisés recapitula a lei e traz ao povo uma reflexão sobre os acontecimentos no deserto desde a saída do Egito, exortando Israel à fidelidade a Deus (Dt 1.3; 4.1).

2. A credibilidade Moisés. Diante de tudo o que aconteceu, quem poderia questionara legitimidade de Moisés como mediador entre Deus e o povo? Quem podia duvidar da autenticidade e da autoridade da lei (Êx 20.22)? Não seria exagero afirmar que Deus quis fortalecer a autoridade de Moisés com aquelas manifestações sobrenaturais (Êx 19-9). A manifestação visível do poder de Deus ao povo era uma prova irrefutável de sua origem divina (Êx 20.18-22; 19.16-19). As coisas de Deus são sempre às claras. Uma das grandezas do cristianismo é que ele foi erigido sobre fatos. Os evangelhos estão repletos dos milagres que Jesus operou diante do povo (Jo 18.19-21).

3. A lei. A lei de Moisés é o alicerce de toda a Bíblia, e os judeus a consideram "a expressão máxima da vontade de Deus". 0 termo hebraico torah aparece no Antigo Testamento como "instrução, ensino, lei, decreto, código legal, norma", e vem da raiz de um verbo que significa "instruir, ensinar". A Septuaginta emprega a palavra grega nomos, "lei, norma", usada também no Novo Testamento. Além de designar toda a legislação mosaica (Dt 1.5; 30.10) - o Pentateuco (Lc 24.44; Jo 1.45) - indica também o Antigo Testamento (Jo 10.34, 35; Rm 3.19; 1 Co 14.21). Segundo os antigos rabinos, a lei contém 613 preceitos contendo 248 mandamentos e 365 proibições.

II. OS CÓDIGOS

1. Classificação. Os críticos costumam fragmentar os escritos de Moisés. Consideram a legislação mosaica uma coleção de diversos códigos produzidos num longo lapso de tempo. A classificação apresentada é a seguinte: os Dez Mandamentos encabeçam a lista desses expositores (Êx 20.1-17; Dt 5.6-21). Em seguida, há o que eles denominam Código da Aliança (Êx 20.22-23.33). O que vem depois é o Código de Santidade (Lv 17-26). O Código Sacerdotal é o restante do livro de Levítico e o Código Deuteronômico (Dt 12-26).

2. O que há de concreto? Estas seções ou códigos são realmente identificáveis no Pentateuco; no entanto, é inaceitável a ideia de sua existência independente de cada um deles na história. 0 argumento dos críticos contraria todo o pensamento bíblico. Não existem provas bíblicas nem extrabíblicas de qualquer código isolado no Antigo Israel. A Bíblia inteira atribui a autoria a Moisés, e o próprio Senhor Jesus Cristo chamava o Pentateuco de "lei de Moisés" (Lc 24.44).

III. O CONCERTO

1. O que é um concerto? O termo usado no Antigo Testamento para "concerto" é berit, "pacto, aliança'1, que literalmente indica obrigação entre pessoas como amigos, marido e mulher; entre grupos de pessoas; ou entre divindade e indivíduo ou um povo. Sua etimologia é incerta. A Septuaginta emprega o termo grego diatheke, "pacto, aliança, testamento", ou seja, a mesma palavra usada por Jesus ao instituir a Ceia do Senhor. O Antigo Testamento fala de três concertos: com Noé, com Abraão e com Israel no monte Sinai (Gn 9.8-17; 15.18; Êx 24.8). O Novo Testamento fala do novo concerto que o Senhor Jesus fez com toda a humanidade (Mt 26.28; Hb 8.13).

2. Preparativos. Até este ponto na história dos israelitas. Deus vinha agindo em cumprimento às promessas feitas aos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó (Gn 15.18; 17.19; Êx 2.24). Essa promessa precisava ser levada avante. Agora os filhos de Israel formavam um grande aglomerado de pessoas, e essa multidão precisava ser organizada como nação e estabelecida uma forma de governo com estatutos que constituíssem sua lei.

3.O concerto do Sinai. O concerto do Sinai não era apenas a ratificação da promessa feita a Abraão, mas sua aprovação oficial (Gn 15.18; Gl 3.17). As duas partes envolvidas eram, de um lado, o grande Deus Jeová: "se diligentemente ouvirdes a minha voz" (Êx 19.5); e, de outro, Israel: "Tudo o que o SENHOR tem falado faremos" (Êx 19.8). O povo reafirma esse compromisso mais adiante (Êx 24.7). Era um concerto temporal, local e nacional com mediador falível, ao passo que o de Cristo tinha aplicação universal, foi em favor de toda a raça humana e o Mediador era perfeito.

4.O livro do concerto. Moisés "tomou o livro do concerto e o leu aos ouvidos do povo" (24.7). O concerto foi feito sob as palavras desse livro que continha os mandamentos e os direitos e deveres para a vida de Israel (24.8). Deus já havia mandado Moisés escrever os acontecimentos ocorridos até a guerra dos amalequitas (Êx 17.14). Mas aqui o texto se refere a uma coleção de ordenanças escritas pelo próprio Moisés (24.4). Segundo Umberto Cassuto, professor das universidades de Milão, Roma e Jerusalém, esse livro continha Êxodo 19-20.19 e 20.22-23.33. Nessa época, a revelação do Sinai ainda estava em andamento. 

IV. O SACRIFÍCIO

1. Os holocaustos. A solenidade foi celebrada com sacrifícios de animais (20.4). O holocausto, olah, em hebraico, significa “o que sobe", pois a queima subia em forma de fumaça, como cheiro suave diante de Deus. Neste sacrifício, a vítima era completamente queimada como sinal de consagração do ofertante a Deus. A Septuaginta emprega holokautoma, derivado de duas palavras gregas: holos, "inteiro, completo, total", e kaustos, "queima". Ou seja, uma oferta totalmente queimada, ou completamente queimada no altar, era considerada o mais perfeito dos sacrifícios.

2.O sangue. Deus mandou Moisés oferecer o sacrifício do concerto e aspergir o sangue sobre o altar e o povo (24.6, 8). Todo o sistema sacrifical fundamenta- se na ideia de substituição, e isso implica expiação, redenção, perdão e sacrifício vicário à base de sangue (Lv 17.11). O sangue aqui era o ponto de união entre Deus e seu povo; com ele, Israel começava uma nova etapa em sua história (Sl 50.5). O escritor aos Hebreus lembra que o concerto do Sinai foi celebrado com sangue e faz uma analogia com a Nova Aliança, porque o Senhor Jesus a selou com seu próprio sangue (Hb 9.18-22).

3. A aspersão. Moisés colocou metade do sangue em bacias e aspergiu outra metade sobre o altar (24.6). O sangue das bacias foi aspergido sobre o povo, como recipiente das bênçãos de Deus e parte do concerto. 0 sangue do altar representa o próprio Deus, a outra parte da aliança, visto que sem derramamento de sangue não há remissão (Hb 9.22). Tudo isso era também um prenúncio da redenção em Cristo. 

CONCLUSÃO

A grandeza do acontecimento no Sinai mostra a natureza sem igual da cerimônia, algo nunca visto. Era a manifestação do próprio Deus de maneira explícita diante de todo o povo. O que devemos aprender é que a observância meramente exterior, destituída de significado interior, não passa de simples cerimônia. A riqueza espiritual e seu significado residem na figura do Filho de Deus e no cumprimento do concerto em Cristo.

28/12/2014

EBD 2015 - 1° Trimestre: A Lei de Deus – Valores imutáveis para uma sociedade em constante mudança


A Lei de Deus: Valores imutáveis para uma sociedade em constante mudança

Lição 1 – Deus dá a sua Lei ao Povo de Israel
Lição 2 – O Padrão da Lei Moral
Lição 3 – Não Terás outros deuses
Lição 4 – Não farás imagens de Esculturas
Lição 5 – Não Tomarás o Nome do Senhor Deus em Vão
Lição 6 – Santificarás o Sábado
Lição 7 – Honrarás Pai e Mãe
Lição 8 – Não Matarás
Lição 9 – Não adulterarás
Lição 10 – Não furtarás
Lição 11 – Não darás Falso Testemunho
Lição 12 – Não cobiçarás
Lição 13 – A Igreja e a Lei de Deus

23/12/2014

2014 - O Ano após os protestos [parte I]

2014: O Ano após os protestos

O ano de 2013 foi marcado por algo que há muito tempo não se via na democracia brasileira: a presença da população nas ruas novamente. Em meio ao regime democrático,conquistado há 30 anos, após 20 anos do Governo Militar, o País havia chegado em 2013 sem as práticas de outrora. Como aqueles que costumavam realizar movimentos populares de massa, ou manipular as massas para tais ações ditas populares haviam chegado ao poder em 2002, com a eleição de Luis Inácio Lula da Silva, o Lula, o Brasil sentiu-se representado (a maioria pelo menos...) por um governo popular que seria o provedor supremo de suas carências e o salvador desta pátria corrompida pelo ‘capitalismo’. 

No momento que um governo de esquerda chega ao poder, há sempre uma crença em muitos que o foco do governo será nas pessoas, será em questões que beneficiarão a sociedade no sentido de aniquilar entre outras coisas a desigualdade que,na concepção da esquerda, é fruto do capitalismo. Obviamente num primeiro momento, com o governo de Lula, o Brasil sentiu que estaria vivendo este suposto advento de uma classe média, fruto de uma ação efetiva do governo na sociedade que permitiu um salto na vida das pessoas, permitindo que, por exemplo, um negro cursasse uma faculdade, algo tido como inimaginável por muitos, embora saibamos que muitos negros cursavam faculdade, eram ricos, etc, muito antes da presença do pt no poder. Mas, sentiu-se que havia uma melhora. Vale salientar que Lula somente logrou êxito em seu governo pois baseou seu modelo econômico nos princípios do Plano Real, iniciado pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso em 1994 que, posteriormente, seria Presidente do Brasil por dois mandatos. Apesar de tudo, no período do governo Lula, a manutenção da política econômica não sofreu mudanças, o que beneficiou o País, inegavelmente. O problema surge em sua criação,eleita por ele sua sucessora. E Dilma foi a escolhida, como bem sabemos, não por que Lula acreditava em sua competencia, obviamente que não! Toda a cúpula do pt encontrava-se envolvida no Mensalão, aquele que era até então, o maior escândalo de corrupção de nossa história brasileira, e Dilma era aquela menos suja naquela questão toda, pelo menos aparentemente... e foi escolhida para sucedê-lo, e assim, Lula, o chefe da organização petista deu mais esse mal para os brasileiros. 

Dilma em menos de 4 anos, provou de diversas forma e maneiras sua incompetencia, e a cada momento ficava mais evidente aquilo que era realmente o projeto do pt: instaurar um governo totalitário em terra brasileira através de medidas sutis e aparentemente inofensivas. Decretos que restringiam liberdades e cada vez mais colocavam o Governo Federal como o centralizador do poder, principalmente do poder econômico, bem como uma relação de verdadeira promiscuidade com a Câmara e Senado, trocando favores com parlamentares para que as ideias petistas fossem aprovadas pela Casa. E aos poucos a sociedade compreendia que as conquistas principalmente no campo econômico estavam se perdendo. E, chegamos em 2013, com os anúncios de aumentos em passagens de ônibus em SP e no RJ,bem como em outros Estados e Capitais pelo Brasil.

Ao som de ‘Não é pelos 0,20 centavos’, a sociedade foi para as ruas gritando por mudanças que significassem benefícios para os brasileiros. De fato, parecia realmente que não era apenas pelos 20 centavos, mas, também, por uma política mais limpa, por gastos mais transparentes e, claro, por uma compreensão daquilo que realmente é prioridade para a população, num repúdio claro aos gastos com a estrutura para a Copa do Mundo. E,assim, milhões de brasileiros foram às ruas em protesto a fim de viver um Brasil melhor.

As manifestação de 2013 ocorreram em todo o Brasil, em todas as capitais, e pairava uma dúvida no ar: “Tais manifestações seriam seguidas de alguma resposta significativa nas urnas, visto que 2014 era Ano Eleitoral?”. As reivindicações, como sabemos, pedia que Dilma saísse, levasse todo mundo que não prestava junto com ela, além de pedirem, num determinado momento, a saída do Deputado e Pastor Marco Feliciano, então presidente da Comissão de Direitos Humanos, o qual resistiu enquanto pôde... Aos poucos as manifestações foram ficando sem o menor sentido, visto que muitos passaram a reivindicar questões relacionadas aos direitos LGBT, na tentativa de que o Estado legitimasse a prática homossexual como algo que a sociedade deva aceitar como a coisa mais normal do universo, isso sem contar da famosa frase:” Feliciano não me representa”, que foi proferida de forma mais que imbecilizada por muitos, e,obviamente, para estes, ele não os representava claro. Com isso tudo, associado à descrença no movimento após a morte do cinegrafista da Rede Bandeirantes no Rio, Santiago Andrade, atingido criminosamente por um rojão, ficou claro que quem não representava os brasileiros era de fato aquele movimento anarco/esquerdista,patrocinado diga-se de passagem, por partidos políticos dos quais bem conhecemos, que andam de mãos dadas com o pt.

E, passada a Copa, tida como a “Copa das Copas”, a vida voltou ao normal e ninguém se lembrava demais nada, apenas do histórico 7 a 1 que humilhou a seleção brasileira em sua própria terra.

Em 2014, a corrida eleitoral nem bem havia começado e todos fomos surpreendidos com a triste notícia da morte do socialista Eduardo Campos, de Pernambuco, que tinha como vice de sua chapa ninguém menos que Marina Silva, aquela mesma que havia dado dor de cabeça ao pt em eleição passada e,logo, ela passou a ser vista como predestinada a governar este País, largando com vantagem nas pesquisas, tirando o candidato tucano Aécio Neves da disputa e mantendo-se durante várias semanas no segundo turno das eleições segundo as pesquisas,mas, já próximo do Primeiro Turno das eleições, visivelmente abalada pelos ataques do pt, a candidata demonstrou que era necessária uma reação efetiva a este governo petista e,o eleitorado, identificou no mineiro Aécio a força capaz de trazer esta reação. Nos debates, Aécio sempre se saía melhor, dada a visível incapacidade de Dilma que não conseguia responder uma pergunta simples sem antes consultar sua apostila devidamente preparada por seu marqueteiro. E, com uma diferença mínima, Dilma é reeleita herdando toda sua própria herança maldita de corrupção, mentiras, e uma Petrobrás despedaçada pelo próprio governo petista que tanto usou a estatal afirmando diversas vezes que era propósito do PSDB privatizá-la a exemplo da Vale do Rio Doce. E, pensando bem, se assim tivesse sido feito, pouparia o Brasil de tal vergonha mundial, de ver sua maior empresa envolvida no maior escândalo de corrupção já visto na história.

*Texto extraído do Jornal Verdade Profética Edição 02/2014. Reproduções são autorizadas nos Termos descritos neste Blog.

Respostas da Lição 13 - O Tempo da Profecia de Daniel

1. Segundo a lição, qual é o significado da expressão “naquele tempo"?
A expressão “naquele tempo” se refere ao período da Grande Tribulação.

2. Quem são e como agem os anjos hoje?
Os anjos são espíritos ministradores em favor não só da nação de Israel, mas especialmente da igreja de Cristo

3. Cite o versículo que deixa dara a doutrina da ressurreição dos mortos no Antigo Testamento.
“E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno” (Dn 1 2.2).

4. Explique a expressão “a ciência se multiplicará”.
A multiplicação da ciência refere-se ao aumento do conhecimento sobre o conteúdo expresso da profecia de Daniel, não tendo relação alguma com o avanço da ciência formal.

5. Com as sua palavras comente a resposta de Daniel: “Eu, pois, ouvi, mas não entendi".
Daniel demonstrou a sua humildade e reconheceu a sua finitude! Não devemos sentir-nos inferiores a outras pessoas quando não entendermos um assunto bíblico. O que não devemos é inventar teorias que contrariam as Escrituras.

22/12/2014

EBD 2014 - 4º Trimestre - Lição 13 - O Tempo da Profecia de Daniel

INTRODUÇÃO

Chegamos ao fim de mais um trimestre e bem como ao de mais um ano. Os meus votos são de que ao longo deste trimestre você tenha crescido no conhecimento e na graça de nosso Senhor! Que a  esperança da iminente volta de Jesus possa inflamar o seu coração!

Na lição desta semana estudaremos o capítulo 12 do livro de Daniel. Nele, não encontramos nenhum aspecto profético em relação às histórias das nações, como encontramos até o capítulo 11.35, excetuando Daniel 9.27. Mas veremos os seguintes temas mencionados no último capítulo de Daniel: O tempo da profecia, a ressurreição dos mortos, a recompensa dos justos e o castigo eterno dos ímpios. Bons estudos!

I - O TEMPO DA PROFECIA (12.1)

1. Qual é o tempo? (v„l) A expressão “naquele tempo” se refere ao período da Grande Tribulação. Quando o Anticristo liderará o mundo política e belicamente. Será um período de brutal e sangrenta perseguição contra os judeus e tantos quantos estiverem a favor de Israel (Dn 11.35,40). Em suas terras, o povo judeu sofreu muitas invasões de inimigos. Porém, nem as piores incursões contra Israel, como as da Babilônia e os horrores do holocausto nos dias de Hitler (1939-1945), podem se comparar com o “tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo” (v.l). A proporção deste conflito ultrapassará qualquer outro momento da história da civilização (Mt 24.21,22; cf. Jr 30.5-7).

2. A libertação de Israel. No livro de Daniel, o arcanjo Miguei, príncipe de Deus, entrou em batalha contra as forças do mal a fim de que o anjo Gabriel levasse a mensagem ao profeta. Miguel é o guardião de Israel contra as potestades satânicas, identificadas como “reis e príncipes da Pérsia e da Grécia”. Estes criavam obstáculos aos desígnios divinos.
No capítulo doze, para proteger o povo de Deus, Miguel entrou mais uma vez em batalha contra as forças opositoras de Satanás. Aqui, há uma relação escatológica com a passagem de Apocalipse 12.7-9, isto é, a batalha de Miguel com o Dragão e os seus anjos. Segundo a visão do apóstolo João, no meio desta batalha havia uma mulher vestida com o sol, a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça (Ap 12.1). Esta visão não é a respeito da Igreja, mas de Israel, que receberá de Deus uma intervenção através do arcanjo Miguel (Ap 12.7,8).

3. Os anjos no mundo hoje. O mundo espiritual é real e muitas vezes não o percebemos. Os anjos são espíritos ministradores em favor não só da nação de Israel, mas especialmente da Igreja de Cristo. Eles não recebem adoração de homens e nem podem interferir na vida espiritual dos filhos de Deus sem a expressa ordem do Pai. Portanto, não sejamos meninos nem infantis neste assunto (Cl 2.18; Gl 1.8). Os anjos de Deus terão uma participação especial antes e após o arrebatamento da Igreja e nas circunstâncias que envolverão Israel e o resto do mundo na Grande Tribulação (1 Ts 4.13-17; Ap 12.1-9). 

II - RESSURREIÇÃO E VIDA ETERNA (Dn 12.2-4)

1. Ressurreição. Quando lemos o Antigo Testamento temos a impressão de não vermos a doutrina da ressurreição dos mortos com clareza, principalmente nos livros da Lei, o Pentateuco. Entretanto, aqui, Daniel não nos deixa dúvidas quanto à veracidade desta gloriosa doutrina: “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno” (v.2).

2. As duas ressurreições. O texto de Daniel, versículo 1, nos informa um livro onde constam os nomes dos santos a ressuscitar para a vida eterna e dos ímpios para a vergonha e o desprezo eterno. Entretanto, o versículo 2 não se refere a uma ressurreição geral, isto é, de todos os que já dormem. O texto diz apenas “muitos dos que dormem”. Esta expressão pode se referir aos “mártires da grande tribulação que ressuscitarão” (Ap 7.14,15). O texto sugere também o advento das duas ressurreições conforme vemos no Apocalipse (20.12,13). A primeira ressurreição refere-se aos justos e a segunda, após o Milênio, aos ímpios (Jo 5.29; Mt 25.46; cf. Dn 12.2; Jo 5.28,29; 1 Co 15.51,52).

3. “A ciência se multiplicará” (v.4). Muitos pensam que esta expressão é uma profecia sobre os avanços do conhecimento científico e da tecnologia. Todavia, precisamos compreender a completude desse versículo. Estamos diante de um texto que menciona uma ordem expressa de Deus para Daniel: guardar a revelação até o tempo do seu cabal cumprimento. O Senhor ainda diz a Daniel que “muitos correrão de uma parte para outra”, em busca da verdade. Entretanto, “a ciência se multiplicará”.
O sentido da palavra “ciência”, no texto de Daniel, tem a ver com o saber das coisas, “ser ou estar informado” ou “ter conhecimentos específicos sobre algo”. Por isso, a multiplicação da ciência refere-se ao aumento do conhecimento sobre o conteúdo expresso da profecia de Daniel, não tendo relação alguma com o avanço da ciência formal.

Louvado seja Deus! pelos muitos estudiosos que vêm se debruçando sobre estas profecias, Compreendendo o seu contexto histórico e cultural, evitando falsos alardes e preservando a gloriosa esperança de que a profecia de Daniel um dia se cumprirá fielmente: Veremos o advento da plenitude do Reino de Deus no mundo!

III - A PROFECIA FOI SELADA (12.8-11)

1. A profecia está selada. Daniel recebeu a ordem de “fechar” e “selar” o livro da profecia sobre a história do mundo (v.4). O ato de selar o livro, à época do profeta Daniel, dava a garantia da veracidade ao que havia sido lhe revelado. Não tinha mais segredos e nada mais estava escondido que Deus não houvesse trazido à luz. O selo do livro assegurava que a revelação era dada por Deus. A profecia quando dada pelo Senhor, como no livro de Daniel e de todos os santos profetas, não é uma palavra impenetrável, fechada ou restrita a poucas pessoas que se acham “capazes”. Não! A palavra de Deus é a revelação divina para todos os homens. Não foi somente para a nação de Israel, mas a todos quantos temerem a Deus e porfiarem por compreender os desígnios do Senhor para o mundo.

2. O “tempo do Fim”. “Qual será o fim dessas coisas?” Foi a pergunta de Daniel. Note a resposta do homem vestido de linho ao profeta: “Vai, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do fim” (v.9). O profeta foi orientado pelo homem vestido de linho a prosseguir a sua peregrinação existencial porque a profecia já fora “fechada” e “selada”. E Daniel tinha de viver a vida sem a informação requerida.

3. Humildade e finitude. Uma declaração de Daniel chama-nos atenção: “Eu, pois, ouvi, mas não entendi” (v.8). Após o homem vestido de linho afirmar que depois “de tempos e metade de um tempo” e “quando tiverem acabado de destruir o poder do povo santo” virá o fim; Daniel o ouviu, mas não o compreendeu! O profeta havia recebido a visão de Deus, todavia, não a entenderia. Aqui, Daniel demonstrou a sua humildade e reconheceu a sua finitude! Não devemos sentir-nos inferiores a outras pessoas quando não entendermos um assunto bíblico. O que não devemos é inventar teorias que contrariam as Escrituras. E para isso é preciso entender o que a Bíblia diz.
As palavras de Daniel são uma grande advertência para quem lida com as profecias e a interpretação da Bíblia em geral. Atentemos para as palavras de Jesus quando foi indagado pelos discípulos a respeito da restauração do reino a Israel: “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (At 1.7). 

CONCLUSÃO

Neste trimestre estudamos o livro de Daniel. Vimos como a soberania de Deus age na história. Aprendemos sobre a importância j de mantermos um caráter íntegro na presença de Deus e diante dos homens. Vivendo à luz da esperança do arrebatamento da Igreja, é urgente vigiar, orar e dedicar-nos ao estudo da Palavra de Deus.
Jesus Cristo voltará! Esta era a esperança dos apóstolos e da Igreja Primitiva. E igualmente era a esperança de muitos cristãos até o século IV. Mas por muitos anos, parte da Igreja se descuidou a respeito desta esperança. Contudo, com o advento da Reforma Protestante, a esperança quanto à vinda de Jesus foi renovada na Igreja. Com o Movimento Pentecostal Clássico deu-se a explosão dessa mensagem. Em nosso país, qual o pentecostal que não conhece a célebre frase: “Jesus Cristo salva, cura, batiza com o Espírito Santo e breve voltará”? Maranata! Ora vem Senhor Jesus!


*Nota:: A Lição em PDF estará disponível para download em 23/12/2014 a partir das 21h.

15/12/2014

A “resposta das Urnas foi surpreendente”...

A “resposta das Urnas foi surpreendente”...

Findada a eleição,cabe-nos refletir acerca daquilo que vivenciamos nos últimos meses. Numa corrida eleitoral surpreendente e dramática, assistimos a morte de um líder e candidato à Presidência o que causou uma comoção nacional, colocando Marina Silva,evangélica da Assembléia de Deus, como a terceira via que era tão aguardada por muitos brasileiros que queriam sair do eixo pt-PSDB. Concorrendo,porém, com uma máquina de mentiras e calúnias produzidas pelo partido dos trabalhadores (pt), mostrou-se visivelmente abatida - especialmente nos últimos dois debates antes do Primeiro Turno e, nesse momento, deixa de ser aquela figura forte e implacável na qual muitos brasileiros depositavam sua confiança e esperança. Em sua falta de rapidez para responder aos ataques petistas, Marina Silva viu sua campanha cair por terra, o que lhe custou até mesmo sua ida ao segundo turno,dada como certa durante toda sua campanha. 

Do outro lado, Aécio Neves,já conhecendo o que o pt é capaz de fazer para manter-se no poder,soube aproveitar-se de diversas situações, especialmente da visível incompetência da presitente-candidata Dilma,expressa principalmente nos debates. Em todos os debates era possível observar Dilma carregando sua apostila que,de tão volumosa, deixaria qualquer concurseiro impressionado. Totalmente adestrada por seus marqueteiros, e contando com uma militância fanática e incapaz de pensar no benefício da Nação brasileira,visto que sustentada pelo Estado, Dilma conseguiu tirar o foco de sua incompetência e,mesmo num mar de lama,corrupção, inflação,e um cenário macroeconômico péssimo, com a principal estatal brasileira sendo alvo de investigação até mesmo nos Estados Unidos, investigada no Brasil pela CVM, com uma dívida cavalar, ações da mais valiosa empresa brasileira sendo cotadas a R$ 14,00,conseguiu pintar um Brasil que só existe na cabeça do maqueteiro de Dilma, um mundo cor-de-rosa, com arco-íris e tudo mais e,com isso, conseguiu mais uma vez garantir que essa quadrilha permaneça mais quatro anos no poder.

Eleita democraticamente, na campanha mais sórdida de toda a história do Brasil Republicano, o pt usou-se,como sempre, de todo o aparato estatal com um único objetivo em 2014: alavancar a candidatura de Dilma a qualquer custo.

A dúvida,porém, é que no ano de 2013, vimos mais de 1 milhão de pessoas na Avenida Rio Branco,no Rio,bem como mais de 1 milhão na Avenida Paulista, em São Paulo,além de diversas manifestações que clamavam por mudanças, inclusive com a população em Brasília. Diziam: “O gigante acordou...” e “Não é pelos 20 centavos”. E nós todos acreditamos que realmente não era pelos 20 centavos e que o gigante havida de fato acordado. Triste engano! No fundo, era sim, só pelos 20 centavos e o gigante até acordou,mas logo foi assistir aos jogos da Copa e voltou a dormir. E,o mesmo povo que disse tanto que queria mudanças, decidiu manter a quadrilha que há mais de 12 anos está saqueando este País. Cuba,Venezuela, Bolívia e os demais membros do Foro de São Paulo agradecem a estes brasileiros que votaram dessa forma.


Jornal Verdade Profética

Olá pessoal, como todos sabem, temos por prioridade o ensino teológico com vistas à edificação pessoal de cada irmão bem como o desenvolvimento intelectual que a Escritura é capaz de proporcionar através de seus ensinos poderosos ao homem. Como parte das nossas metas para o próximo ano, já temos estabelecido mais um projeto: o Jornal Verdade Profética. Inicialmente semanal, temos como objetivo trazer o conteúdo da EBD, já disponibilizado em PDF gratuito e sem vírus para download, incluindo conteúdos que julgamos relevantes aos crentes. Estudos, matérias, informação será apresentado nesse projeto e esperamos que seja algo positivo aos irmãos que nos acessam. 

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14/12/2014

Subsídio I - Lição 12 - Um tipo futuro de anticristo

Subsídio Teológico

“A advertência de nosso Senhor parece sugerir que os falsos messias irão, na verdade, se infiltrar nas fileiras daqueles que fogem. Embora o povo de Deus possa fugir das perseguições do Anticristo, eles não conseguirão escapar dos agentes mentirosos de Satanás, que irão evidentemente segui-los até o esconderijo. Mesmo em seu exílio da ameaça da aniquilação, os refugiados constantemente ouvirão pessoas mentirosas afirmar, ‘Eis que o Cristo está aqui’; ‘Ali’ (v.23). ‘Eis que ele está no deserto!’ Ou, ‘Ele está nas salas interiores!’ Todas estas afirmações serão mentiras, talvez até deliberadamente planejadas para atrair os refugiados para fora do esconderijo. Os crentes são, com antecedência, solenemente instruídos a não darem atenção a elas” 


(MACARTHUR JR., John. A Segunda Vinda. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 201 3, p.l 1 7).


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Subsídio II - Lição 12 - Um tipo futuro de anticristo

Subsídio Teológico

“A Marca da Besta (1 3.16-18)

O versículo 18 oferece uma pequena lista para se entender o sentido da marca e do nome, ou caráter, da besta. O número 666, no entanto, tem-se tornado mui controvertido, e vem promovendo mais especulações que qualquer outra coisa da Bíblia. Antes da invenção dos números arábicos (0,1,2,3...), os judeus e gregos tinham de escrever os números por extenso. Com o passar do tempo, começaram a substituir as letras do alfabeto pelo nome dos números. Assim, as primeiras dez letras eram usadas para os números de 1 até 10. A letra seguinte designava o 20, a outra 30, e daí por diante.
Vem se constituindo num passatempo popular adicionar letras aos mais diversos nomes para se obter a identidade da besta. Alguns concluem que o Anticristo haja sido Nero César, pois tal nome em caracteres hebraicos soma 666. Contudo, o Apocalipse está no grego, e fala do Alfa e do Ômega, letras do alfabeto grego; e não ‘Alefe’ e ‘Tau’, letras do alfabeto hebraico. Assim há somente especulação ao atribuir-se o número 666 a Nero.

Através da história, vem-se tentando identificar nos ditadores e tiranos. Quando me encontrava em Israel em 1962, um judeu convertido disse-me para prestar atenção no nome de Richard Nixon, pois vertido em hebraico soma exatamente 666. Mais tarde, um irmão da Itália contou-me que a inscrição dedicada ao papa, e que pode ser vista no interior da basílica de São Pedro, em Roma, em algarismos latinos, também soma 666. É digno de nota que alguns escribas antigos substituíssem o número 666, por 616, para que se encaixasse com o nome de calígula. A igreja primitiva, unanimemente, rejeitou o artifício.

O Apocalipse, contudo, nada fala sobre a soma de números do nome da besta. A única chave é esta: “é o número de um homem”. Expositores da Bíblia interpretam o seis para simbolizar a raça humana. O três para designar a Trindade. A tripla repetição — 666 — pode simplesmente significar que o Anticristo é um homem que crê ser um deus, membro de uma trindade composta pelo Anticristo, Falso Profeta e Satanás (2 Ts 2.4; Ap 13.8)” 


(HORTON, Stanley M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, p.l 85).


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13/12/2014

Respostas da LIÇÃO 12: Um tipo do futuro anticristo

1. Quem constituiu a Da rio como rei?
A história bíblica diz que Ciro constituiu a Dario como rei.

2. Qual é a importância da profecia a respeito do Império Grego?
A importância dessa profecia está no fato de que é Deus que dirige a história para que sua soberana vontade seja exercida especialmente em relação a Israel.

3. Quais eram os quatro generais de Alexandre?
Os seus quatro generais eram Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Ptolomeu.

4. Segundo a lição, qual é o significado do nome Antíoco Epifânio?
O vocábulo Antíoco significa adversário, e Epifânio significa ilustre.

5. Antíoco Epifânio é um tipo de quem?
Um tipo do Anticristo.


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EBD 2014 - 4° Trimestre - LIÇÃO 12: Um tipo do futuro anticristo

INTRODUÇÃO

No capítulo onze, Deus revela a Daniel eventos proféticos que se cumpriram no período ínterbíblico, ou seja, o período entre o Antigo e o Novo Testamentos.

Nesta revelação profética destaca-se o personagem histórico que estudaremos nesta lição, Antíoco Epifânio. Esse personagem prefigura o Anticristo revelado em o Novo Testamento (Mt 24.15; 2 Ts 2.3-12).

I - PREDIÇÕES PROFÉTICAS CUMPRIDAS COM EXATIDÃO (11.2-20)

Essas profecias reveladas a Daniel cumpriram-se fielmente por uns 500 anos até o período Interbíblico, que vai do fim de Malaquias ao início de Mateus.

1. A revelação sobre o fim do Império Medo-Persa (11.2). Aparece no versículo primeiro o nome do rei “Dario, o medo” que é o mesmo de Daniel 5.31. A história bíblica diz que Ciro constituiu a Dario como rei. No capítulo onze é revelado a Daniel uma sucessão de reis que vai de Ciro até o desmoronamento do reino de Alexandre. For revelado a Danie! que o rei valente (v.3), Alexandre, se levantaria e dominaria muitos reinos, todavia o Senhor mostrou também que embora imponente, o reino de Alexandre seria partido aos quatro ventos do céu (v.4). Os reinos deste mundo, por mais importantes que sejam, são todos passageiros. Somente o Reino de Deus é eterno. A história apresenta diferentes datas quanto a estes reis, mas isso não afeta o cumprimento, com exatidão, dos fatos proféticos do capítulo onze.

2. Um rei valente (11.3). O rei valente que seria levantado era Alexandre Magno. A importância dessa
profecia está no fato de que é Deus que dirige a história para que sua soberana vontade seja exercida especialmente em relação a Israel.
Até o versículo 35 a profecia de Daniel se concentra em revelar os reinos gentílicos. Depois, o foco principal passa a ser o povo de Deus e seus sofrimentos. Os reis do Sul descritos no versículo cinco eram os Ptolomeus, sucessores de Ptolomeu Soter, general de Alexandre. E os reis do Norte (v. 6) eram os Selêucidas, sucessores de Seleuco I, que governou parte da Ásia Menor e Síria.

3. A divisão do reino entre quatro generais (11.4-20). Afirma o versículo quatro que “estando ele em pé, o seu reino será quebrado”. Alexandre morreu na Babilônia aos 33 anos de idade. O seu reino, como havia sido revelado pelo Senhor, “foi repartido para os quatro ventos do céu” (v.4). Alexandre não teve um sucessor e seu reino foi dividido entre os seus quatro generais: Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Ptolomeu. Ainda que os historiadores neguem a questão da soberania de Deus no destino das nações, não podemos duvidar que Ele permite que reinos sejam estabelecidos e destruídos.“Os quatro ventos do céu” (v. 4) lembra a profecia sobre a figura das quatro cabeças do leopardo quatro chifres notáveis (8.8). As figuras são diferentes, mas as representações dessas figuras são as mesmas, porque falam j do Império Grego e sua divisão, depois da morte de Alexandre. Cassandro reinou na Macedônia; Lisímaco reinou na Trácia e Ásia Menor; Ptolomeu reinou no Egito e Seleuco reinou sobre a Síria e o restante do Oriente Médio.
Nos versículos 5 a 20, temos uma sucessão de guerras entre esses quatro reis, especialmente entre Egito e Síria, entre os reinos do Norte e do Sul. O rei do Norte, Antíoco Epifânio (entre 175 e 164 a.C.) o qual tornou -se um tipo do Anticristo.

II - O CARÁTER PERVERSO DE ANTÍOCO EPIFÂNIO (11.21-35)

Os quatro generais de Alexandre que se tornaram reis não se contentaram com seus territórios e passaram a (utar entre si. Seleuco IV ocupava o trono da Síria em Antioquia e reinou de 187 a 175 a.C. Ele morreu envenenado e seu filho deveria assumir o trono, mas seu tio Antíoco Epifânio tomou o trono da forma mais ignominiosa e detestável possível. Assumiu o trono sírio e mudou seu título de Antíoco IV para Antíoco Epifânio, isto é, o glorioso.

1. Antíoco Epifânio foi um rei perverso e bestial. Ele chegou ao poder em 175 a.C. e tinha apenas 40 anos de idade. O vocábulo Antíoco significa adversário, e Epifânio significa ilustre, o que é uma contradição. Segundo a história, reinou apenas onze anos, e morreu em 164 a.C. Porém, em seus poucos anos de reinado usou artifícios mentirosos, enganosos e cruéis como ninguém. Antíoco Epifânio não tinha escrúpulo. Sua ascensão ao trono da Síria foi através de intrigas e engano (11.21). Ele derramou muito sangue em guerras. Enriqueceu com os despojos quando lutou contra o Egito (11.25-28). O versículo vinte e um o chama de “homem vil”, porque fingindo amizade e aliança, entrou no Egito e se apoderou do reino de Ptolomeu Filometer.

2. Antíoco Epifânio invadiu Jerusalém (11.28). Antíoco Epifânio, depois de ter entrado no Egito e ter tomado posse do reino de Ptolomeu VI (vv.25,26), resolveu investir contra a Terra Santa, especialmente, Jerusalém. Ele tinha um ódio enorme de Israel. Por isso, partiu para a profanação do Templo e fez cessar os sacrifícios diários (11.30,31). Houve resistência da parte de judeus fieis que não cederam aos abusos de poder e a arrogância desse rei sírio. Ele ordenou o sacrifício de porcos sobre o altar sagrado para profanar o Santuário.

3. Antíoco Epifânio era cruel (vv.31-35). Ao invadir Jerusalém, Antíoco Epifânio desrespeitou valores morais e éticos da sociedade israelita. Estabeleceu regulamentações contra a circuncisão, a observância do sábado e outras práticas dietéticas do povo hebreu. O versículo 31 fala da “abominação desoladora”, quando Epifânio construiu um altar a Zeus, deus grego, sobre o altar dos holocaustos no Templo. 

III - ANTÍOCO EPIFÂNIO, TIPO DO ANTICRISTO

1. O “homem vil” que chega ao poder- Até o versículo 35 a história se cumpriu perfeitamente. A partir do versículo 36, os fatos acontecem de modo especial e fala de um rei que agirá segundo a sua própria vontade. Trata-se de um homem que chega ao poder, prospera, cresce em força e, então, investe contra o Deus de Israel. Esse rei, na figura de Antíoco Epifânio, assume o papel de divindade. Essa profecia tem o respaldo do Novo Testamento nas palavras de Paulo, quando diz que “se opõe contra tudo que se chama Deus ou se adora” (2 Ts 2.4).

2. O futuro governante mundial no “tempo do Sim”. Nos versículos 36 a 45 do capítulo onze está escrito que ele fará conforme sua própria vontade. O versículo quarenta fala do “fim do tempo” apontando para a Grande Tribulação que é a septuagésima semana do texto de Daniel 9.27. Nesse período, os reis do Norte e do Sul se unirão numa coligação de nações na “terra gloriosa” (11.41) para a grande batalha do Armagedom, onde o Anticristo será derrotado na Segunda Vinda de Cristo (Ap 19.11-20).

3. Precisão profética. Como vimos, Antíoco Epifânio é um personagem da história que representa o rei futuro, o Anticristo, que provocará o grande conflito com Israel e fará tudo para destruir a nação, até que venha o Senhor para aniquilar o seu poder. 

CONCLUSÃO

A Bíblia declara que o “último dia” não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja manifestado “o homem da iniquidade, o filho da perdição” que é o Anticristo (2 Ts 2.3). Isto se dará no período da Grande Tribulação, todavia, a Igreja do Senhor não estará mais na Terra e assim não verá o Anticristo.

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Um mover Apostólico é evidenciado na capacidade do Cristão gerar frutos

Um mover Apostólico é evidenciado na capacidade do Cristão gerar frutos

Em nossa caminhada de fé, rumo a tão esperada Canaã Celestial, onde não haverá choro, lágrimas e desgostos,é certo que padeceremos perseguições, aflições e situações que, na maioria dos casos, julgaremos desnecessárias. Nestes momentos,porém, de aflição, depressão, medo e desgosto na vida, é que provamos a nossa identidade cristã na capacidade de gerar frutos a Deus. Não são nos momentos de bonança que nossa vida evidencia a presença do Salvador Jesus,antes, em meio ao choro, quando mostramos que somos capazes de reagir gerando frutos ao Senhor, é que verdadeiramente provamos possuir o envio divino como Testemunhas de uma salvação poderosa, em Cristo.

O ‘gerar fruto’,porém, na atualidade, é compreendido por muitos como uma simples ação do indivíduo fazendo alguma coisa que julga ser a vontade de Deus. Muitos são aqueles que, embora bem intencionados (ou não?) propõem-se a fazer tal obra, acreditando que agir é o mesmo que fazer a obra de Deus e,portanto, sinônimo de gerar frutos ao Senhor. triste engano! O gerar fruto é obra direta do Espírito Santo,nos momentos que citamos anteriormente, pois é no momento do choro que o cristão entoará uma prece capaz de libertar sua alma, atraindo a presença de Deus, é no momento da perseguição e calúnia que propor-se-á a ouvir a opinião de Deus acerca de si próprio se,de fato, ele não se encontra pautado no Evangelho, enfim, o fruto não é uma obra que eu mesmo tenho o poder de realizar,antes, é uma ação do Espírito Santo, o qual opera por meio de nós no cumprimento de sua vontade.

E,por ser uma obra do espírito em nós,e através de nós, não somos capazes de compreender como em casos tão perturbadores, somos capazes de gerar uma oração mais que perfeita,ou seja, aquela que é aceita por Deus,ou mesmo produzir belas palavras que consolarão e confortarão a muitos. No fundo,o agir de Deus com o homem é isto mesmo, incompreensível e insondável por nós.

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24/11/2014

EBD 2014 - 4º Trimestre - Lição 07: Os impérios mundiais e o reino do Messias

INTRODUÇÃO

Na lição desta semana, veremos uma mudança narrativa no capítulo sete de Daniel. Agora estamos diante de uma série de quatro visões do profeta. É o “apocalipse do Antigo Testamento” apresentando quatro impérios simbolizados por quatro animais. A visão do capítulo dois foi dada a um rei pagão, Nabucodonosor, enquanto que a do capítulo sete, a um servo de Deus, o profeta Daniel.
Veremos que em Nabucodonosor, a visão revela o lado político dos impérios apresentados como uma grande estátua. Em Daniel, através dos quatro animais, ela revela o lado moral e espiritual desses impérios. Os fatos são os mesmos, mas os objetivos das duas visões têm finalidades distintas. No capítulo sete, Deus revela a Daniel o fim dos quatro impérios e o surgimento do reino eterno do Messias prometido.

I - A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS (Dn 7.1-8)

1. A visão. Daniel recebeu a visão sobre os quatro animais no primeiro ano do rei Belsazar da Babilônia. É importante lembrarmos, aqui, que Belsazar não governou sozinho. Ele foi corre- gente com o seu pai, Nabonido. Veremos agora a primeira parte da visão de Daniel (vv.1-3):

a) O “leão com asas de águia” (v.4). O versículo quatro descreve um animal semelhante ao leão com asas de águia. Enquanto Daniel o contemplava, as asas do leão eram arrancadas. Posteriormente, o animal foi erguido da terra, posto de pé como um ser humano e, logo depois, ele recebeu um coração humano. O leão representava o império da Babilônia.
b) O urso (v.5). Daniel viu uma figura semelhante a um urso. Este fora erguido de um lado e tinha em sua boca três costelas. A este animal as pessoas diziam: “Levanta-te, devora muita carne”. O urso simbolizava o império Medo-Persa.
c) O leopardo com quatro asas (v.6). Outro animal era uma figura semelhante ao leopardo. Este possuía quatro cabeças e tinha quatro asas de aves em suas costas. Foi-lhe dado domínio. O leopardo simbolizava o império da Grécia.
d) Uma aparência indescritível (vv.7,8). “Terrível, espantosa e extremamente forte” era a figura do quarto animal. Ela tinha enormes dentes de ferro, comia e triturava o que encontrasse pelo caminho. Em sua cabeça havia ainda dez chifres. Enquanto Daniel prestava atenção nos dez chifres, um chifre pequeno surgiu entre os dez; mas três dos primeiros dez chifres foram arrancados pela raiz. No chifre pequeno havia também olhos como “olhos humanos” e uma boca que proferia “palavras arrogantes”. O animal, aqui descrito, simbolizava o império romano.

2. A interpretação. O bloco dos versículos 9 a 14 revelam mais duas figuras: a do Ancião e a do Filho do Homem. Após este bloco de versículos, Daniel passa a narrar a interpretação dos animais dada a ele ainda na mesma visão (vv.l 5-27):

a) As figuras dos animais (15- 18). As figuras representadas pelo leão, urso, leopardo e o quarto animal, significam quatro reis que se levantaram sobre a terra, isto é, o rei da Babilônia, o rei Medo-Persa, o rei da Grécia e o rei de Roma (v. 17).
b) A ênfase no quarto animal (vv.23-27). O quarto animal foi o que mais chamou a atenção do profeta Daniel: “Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros” (v.19). Daniel precedeu o tempo em que o império romano se tornara uma superpotência. Roma foi o império mais devastador da história do mundo. Era forte (ferro), pela sua força e eficácia administrativa, mas frágil (barro), dada a grande corrupção que ajudou a sepultar “um sonho chamado Roma”.
c) Os dez chifres e o pequeno chifre. Os dez chifres que saíam da cabeça do quarto animal prefiguravam dez reis advindos do antigo império romano. Mas outro rei, representado pelo pequeno chifre, se levantará após os dez reis e abaterá os três primeiros, arrancando-os tal como descreve a visão. Este pequeno chifre é o Anticristo escatológico tipificado na pessoa de Antíoco Epifânio, o qual estudaremos rapidamente na próxima lição e, com maiores detalhes, na lição 12. 

II - O CLÍMAX DA VISÃO PROFÉTICA 

1. Tronos, “ancião de dias” e juízo divino (vv.9-14). Entramos na segunda parte da visão de Daniel, que trata do julgamento celeste. O versículo nove nos diz: “foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou” (v.9). A figura de vários tronos tipifica um contexto de julgamento e justiça. A profecia nos fala que o juiz do julgamento é o “ancião de dias”, isto é, Deus é retratado no livro tendo cabelos brancos e vestido de branco. É aquele que Abraão reconheceu como o “Juiz de toda a terra” (Gn 18.25). O tribunal demonstrado no sétimo capítulo de Daniel revela que Deus julgará “o pequeno chifre” e decretará a sentença final contra o quarto animal (Roma) (vv.l 1,12). Aqui está o ápice da visão de Daniel, ou seja, o Altíssimo julgando as maldades, crueldades e perversidades das nações deste mundo!

2. O “Filho do Homem” (vv.13,14). A expressão “filho do m homem” ou, de acordo com os melhores manuscritos antigos, “filho de homem”, aparece mais de 80 vezes no livro de Ezequiel.
A fórmula é regularmente traduzida como “homem” ou “ser humano”, pois na Bíblia trata-se de expressões sinônimas. Tanto em Daniel quanto em Ezequiel, “filho do homem” refere-se a um ser humano distinto que recebe de Deus a soberania celestial. Posteriormente, os santos apóstolos de Cristo identificaram “filho do homem” com a pessoa de Jesus de Nazaré (Mt 24.27,30). Em o Novo Testamento, Jesus introduziu o Reino de Deus no mundo como o próprio verbo divino feito carne, a plena revelação de Deus (Jo 1.1,14). Foi-lhe dado um nome que é sobre todo o nome e todo o poder sobre a Terra (Fp 2.9-11). Jesus Cristo virá pela segunda vez e instaurará o governo literal de Deus no mundo — o reino milenar (Ap 20.2,6). 

3. A Grande Tribulação (vv.24,25). Segundo a visão conservadora-tradicional e evangélica, estamos diante de um texto que aponta para um tempo de grande sofrimento no mundo,
(especialmente em relação à nação de Israel. “O chifre pequeno”, advindo da região do quarto império, Roma, promoverá engano e assombro no planeta. Na linguagem neotestamentária, ele é o “Anticristo”, o blasfemador de Deus e dos seus preceitos. Por “um tempo, e tempos, e metade de um tempo”,o “Anticristo” terá autoridade no mundo. Esse período equivale a “três anos e meio”, ou “quarenta e dois meses” ou “mil e duzentos e sessenta dias” (Dn 12.7; 9.27; Ap 12.14; 7.14). Ele compreende a metade dos sete anos finais prescritos como a Grande Tribulação e o fim do “tempo dos gentios”. Nos primeiros “três anos e meio”  o Anticristo fará acordos com Israel, mas não os cumprirá. Este é o período de grande poder e influência política desse líder mundial sobre o mundo e os judeus. Mas o Messias o dominará e quebrará o seu reino de mentira. O Anticristo será condenado e a plenitude do Reino de Deus será estabelecida para sempre!

III - A VINDA DO FILHO DO HOMEM

1. A visão (vv.13,14). Explicamos anteriormente a expressão “filho do homem” e vimos que ela fora atribuída pelos apóstolos a Jesus Cristo. O versículo 13 de Daniel afirma que o “filho do homem” voltará nas nuvens do céu. Este é o entendimento remontado em Atos 1.9-11 quando da afirmação dos santos anjos sobre a volta do Cristo de Deus: “E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. [...] [Os anjos] lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir”. Da mesma forma o apóstolo João escreveu no Apocalipse uma mensagem recebida do próprio Jesus: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram” (Ap 1.7). O reino de Cristo será eterno, único e jamais perecerá (v.14). 

2. “Os santos do Altíssimo” (v.18). Para os primeiros leitores do livro de Daniel, a expressão “os santos do Altíssimo” era identificada por eles como o povo judeu que estava em cativeiro. Entretanto, de modo mais abrangente, e de acordo com Apocalipse 7.9-17, e a partir da revelação progressiva da Palavra de Deus ao longo da história bíblica, esses grupos de mártires e santos são os crentes advindos da Grande Tribulação, de todos os lugares, tribos e nações, que tiveram as suas roupas favadas no sangue do Cordeiro.

3. A destruição do Anti- cristo (vv.26,27). Deus intervirá na história dos judeus e trará juízo contra o Anticristo. Este será julgado e condenado para sempre. A sua destruição dar-se-á quando do final do segundo período de “três anos e meio” da Grande Tribulação. Mas a Igreja de Cristo, lavada e remida no sangue do Cordeiro, não passará pela Grande Tribulação. Antes de iniciar esse tempo de grande sofrimento, o Corpo de Cristo será tirado do mundo para estar para sempre com o Senhor.

CONCLUSÃO

Lamentavelmente, devido à multiplicação da “doutrina” da prosperidade, e de muitas igrejas e pregadores propalarem o “aqui e agora”, a profecia bíblica quanto ao futuro ficou de lado. Outros caem no erro de ensinar que as profecias de Daniel e do Apocalipse são alegorias e produtos de um tempo e de uma cultura sem conexão com a era atual. Estudemos a Palavra de Deus para não nos acharmos soberbos, deleitosos e não sejamos, pois, a Laodiceia contemporânea (Ap 3.14-22)!

Respostas da Lição 07: Os impérios mundiais e o reino do Messias

1. Quais são os animais que aparecem na visão de Daniel?
Um leão com asas de águia; um urso com três costelas na boca; um leopardo com quatro asas; um animal com uma aparência indescritível com dentes de ferro que comia e triturava tudo o que via no caminho.

2. De acordo com o que você aprendeu na lição, dê a interpretação de cada animal.
As figuras representadas pelo leão, o urso, o leopardo e o quarto animal, significam quatro reis que se levantaram sobre a terra, isto é, o rei da Babilônia, o rei Medo-Persa, o rei da Grécia e o rei de Roma.

3. Explique o significado dos dez chifres e o “pequeno chifre".
Os dez chifres que saíam da cabeça do quarto animal prefiguravam dez reis advindos do antigo império romano. O pequeno chifre é o Anticristo escatológico.

4. Explique o que significa a expressão “filho do homem”.
A expressão “filho do homem” refere-se a um ser humano distinto que recebe de Deus a soberania celestial.

5. Como se dará a vinda do filho do homem?
O “filho do homem” voltará nas nuvens do céu.

Subsídio I da Lição 07: Os impérios mundiais e o reino do Messias

“O Filho do Homem

A Daniel foi concedida a visão celestial do Filho do Homem perante o tremendo e resplandecente trono do Deus Todo-Poderoso, o Ancião de Dias (Dn 7.9-14). Durante suas palavras no cenáculo, o Senhor Jesus disse a seus discípulos que Ele (o Filho do Homem) retornaria ao seio de seu Pai celestial, que o enviara para morrer pela humanidade Os 14.1 -6,28; 1 6.28). Na verdade, sua volta para a glória foi testemunhada por aqueles fiéis discípulos. Os anjos lhe disseram: ‘Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir’ (At 1.1 1 ). Daniel pode ter testemunhado a ascensão do Senhor e sua entrada diante do trono de Deus, depois de morrer pelos pecados da humanidade. Daniel viu: *[...] eis que vinha com as nuvens do céu um como o filho do homem, e dirigiu- se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele’ (Dn 7.1 3). Tanto a divindade como a humanidade de Cristo são vistas nas palavras que o identificam. Era o Filho de Deus (SI 2.7) e o Filho do Homem que havia sido profetizado. Ser chamado de Filho do Homem mostra que Cristo não era apenas uma divindade, mas também um ser humano.

Ao Filho do Homem, ‘foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído’ (Dn 7.1 4). Trata-se, na verdade, de um quinto reino cuja duração será de mil anos na história da terra (Ap 20.4-9). Este reino, contudo, prosseguirá pela eternidade com a Nova jerusalém e novos céus e nova terra, onde a paz e a justiça prevalecerão (Ap 21—22)” 


(LAHAYE, Tim; HINDSON, Ed. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.l 77).

Subsídio II da Lição 07: Os impérios mundiais e o reino do Messias

“As Quatro Bestas

Durante o primeiro ano do reinado de Belsazar, Deus revelou a Daniel um outro resumo dos impérios mundiais que estavam por vir. Por meio de um sonho e visões noturnas, Daniel viu o mar revoito (representando os povos da terra). Dele, subiam quatro grandes animais ‘diferentes uns dos outros’ (7.2-3). Os animais eram um leão, um urso, um leopardo e um outro não definido, que era ‘terrível, espantoso e sobremodo forte’ (7.7). Sobrepondo-se à profecia da estátua no sonho de Nabucodonosor, os animais representavam a Babilônia (o leão); a Medo-Pérsia (o urso); a Grécia (o leopardo), com seus quatro generais que dividiram o reino de Alexandre, o Grande, logo após sua morte; Roma (o quarto animal)” 

(LAHAYE, Tim; HINDSON, Ed. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD

Pré-aula da Lição 07:Os impérios mundiais e o reino do Messias [Interação, Objetivos e Orientação Pedagógica]

INTERAÇÃO

O texto bíblico que vamos estudar é o capítulo sete de Daniel. Antes, prezado professor, precisamos considerar algumas informações para obtermos êxito na preparação da aula. O nosso estudo sobre o livro de Daniel trata de um capítulo inteiro, por isso, você deverá fazer ao menos duas leituras ou mais, de preferência, utilizando versões diferentes. Um dicionário bíblico e um bom comentário lhe orientarão nos estudos. Muitas pessoas não compreendem o livro de Daniel por acharem-na difícil. É verdade que a obra do profeta é complexa, mas, igualmente, muito do que se diz ser complicado pode ser resolvido através de uma leitura atenta com o auxílio de uma versão contemporânea. E com a ajuda dos eruditos que, através dos dicionários e dos comentários bíblicos, disponibilizaram uma vida inteira de estudo para nos auxiliar.

OBJETIVOS
Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Descrever e explicar a visão dos quatro animais.
  • Identificar o clímax da visão do profeta.
  • Compreender a volta de Jesus à luz do capitulo sete de Daniel.


ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Prezado professor, no primeiro tópico da presente lição, os itens (1) e (2) estão estruturados assim: (1) A Visão e (2) Interpretação. O primeiro item é a descrição pura e simples da visão de Daniel de acordo com o texto bíblico. O segundo é a interpretação, isto é, a explicação da visão.
Sugerimos que você siga rigorosamente a leitura do texto bíblico de acordo com a estrutura da lição. Em seguida, afirme aos alunos que o capítulo sete de Daniel retrata uma grande parte da história antiga da civilização humana. A Palavra de Deus já falara dos acontecimentos históricos antes mesmo de eles acontecer. Boa aula!

05/11/2014

EBD 2014 - 4º Trimestre - Lição 06:A queda do Império babilônico

INTRODUÇÃO

A lição desta semana mostra mais uma vez a soberania divina. Após a morte de Nabucodonosor, em 562 a.C., Evil-Merodaque, o seu filho, sucedeu-o ao trono babilônico. Entretanto, dois anos depois, Evil Merodaque foi assassinado pelo seu cunhado, Neriglissar. Mas quem assumiu o trono foi Nabonido, o genro de Nabucodonosor. Nabonido era o pai de Belsazar, o qual se tornou corregente com o seu pai, três anos mais tarde. Cruel, devasso e profanador do sagrado são adjetivos, ainda leves, para qualificar a Belsazar. Foi numa noite de festa, regada a muito vinho e prostituição, que o rei Belsazar viu o reino escapar da sua mão e teve sua morte decretada. O reino babilônico daria lugar ao Medo-Persa, representado pelo peito e braços de prata da estátua sonhada por Nabucodonosor.

I - O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR

1. A zombaria de Belsazar (Dn 5.1-4). O rei Belsazar deu um grande banquete para os maiorais do seu reino. A festa ocorreu no palácio babilônico, mas ele não demonstrou nenhum escrúpulo com a religião alheia, o judaísmo. Embriagado, o rei mandou vir os utensílios sagrados do Templo de jerusalém, trazidos como espólio de guerra por seu avô, Nabucodonosor, para serem usados no banquete por ele oferecido. Homens corruptos e prostitutas profanariam o sagrado.
Uma orgia com o que era santo! Belsazar foi longe demais, pois para satisfazer os seus instintos baixos, frívolos e profanos, escarneceu do I Deus de Israel e do seu povo.

2. A insensatez e a crueldade do autocrata Belsazar. Segundo os historiadores, enquanto o pai de Belsazar, Nabonido, estava no campo de batalha para defender os interesses do reino, ele, Belsazar, divertia-se com mulheres e amigos para satisfazer as suas paixões. O festim de Belsazar era incompatível com o período de enfraquecimento do império da Babilônia. Habituado a ter tudo ao seu alcance, o rei não hesitava em fazer sua vontade prevalecer, tanto para matar os seus oponentes quanto para se cercar de pessoas de sua estirpe. Belsazar era um homem cruel!

3. Uma festa profana. A despeito da grandeza e da opulência imperial, a festa oferecida por Belsazar e dedicada aos maiorais do reino, era um festejo j degenerado, pois ia desde as bebedeiras às orgias com homens e mulheres. Onde a luxúria, a riqueza e a ostentação predominam, há prazeres pervertidos e maldades. Assim foi aquela festa dedicada aos deuses babilônicos! Havia, a partir do palácio, uma forte influência dos demônios, o que confirma o que disse Paulo aos crentes coríntios (1 Co 10.20).

II - O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS

1. O dedo de Deus escreve na parede (Dn 5.5). A resposta divina foi imediata: Deus interferiu naquela festa escrevendo sua sentença na parede do salão, diante dos olhos de Belsazar e de todos os seus convivas. Ali, o barulho das taças e dos jarros de vinhos, bem como a “alegria” de outrora, cessaram. De modo assombroso e assustador estava escrito a sentença contra o rei Belsazar e o seu reino. Aquela visão demonstrava o fruto do desprezo do rei babilônico ao Deus de Israel: o Reino da Babilônia foi rasgado. Fez-se um silêncio sepulcral no recinto!

2. A rainha femferou-se do profeta Daniel (Dn 5.6-12). A mensagem na parede estava numa linguagem ininteligível (v.7). No primeiro momento, ninguém compreendia o que estava escrito. Belsazar convocou todos os sábios para decifrar o “enigma”. Entretanto, eles foram incapazes de fazê-lo.
Quando ouviu as palavras do rei e percebendo um movimento diferente no palácio, a rainha, filha de Nabucodonosor, mãe do rei Belsazar, entrou na presença do seu filho para saber o que acontecera. Após inteirar-se do assunto, a rainha lembrou-se de Daniel, um homem de confiança tanto do seu pai quanto do seu marido. Ele podia interpretar a mensagem que o rei vira. Mas Daniel não estava no palácio.

3. Daniel entra na presença de Belsazar (Dn 5.13). Belsazar não via a Daniel como servo do Deus Altíssimo, mas apenas como um dos sábios do palácio. A mãe de Belsazar, contrariamente, o conhecia e tinha certeza que Daniel era uma pessoa diferente e o seu Deus, poderoso. Ela mesma havia testemunhado as proezas do Deus de Israel em outras ocasiões da história daquele reino. Daniel era um homem que não fazia concessões a sua fé. Ele entrou na presença do rei e após lhe oferecerem presentes, o profeta rejeitou-os diante do imperador (Dn 5.17).

III - A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR E A QUEDA DE BABILÔNIA (5.22 28)

1. Os sábios não decifraram as palavras escritas na parede (5.15). A mensagem era curta e objetiva, mas as palavras eram desconhecidas dos sábios do palácio e eles não puderam decifrá-la. Por isso Daniel é chamado, não pelo rei Belsazar, mas por indicação de sua mãe, para desvendar-lhe o mistério. O profeta Daniel tinha o Espírito Santo em sua vida, por isso, Deus o revelou o significado daquelas palavras (Dn 5.10-12).

2. As quatro palavras “misteriosas” (Dn 5.25). As palavras escritas na parede não foram interpretadas pelos sábios do império. Estes não achavam o sentido delas. Porém, sem medo e seguro, Daniel as interpretou. As duas primeiras palavras estavam repetidas — MENE, MENE— e significavam “contar ou contado”. A palavra TEQUEL tinha o sentido de “pesado”. A última palavra, PARSIM, significava “dividido” (Dn 5.25). Para interpretar a mensagem Daniel usou o termo “PERES”, palavra correlata de PARSIM. O sentido daquela é o mesmo desta.
Então, dos versículos 26 ao 28, o profeta explicou cada uma das palavras: “Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas”.

3. O fim repentino do império babilônico (vv.30,31). Naquela noite fatídica Deus demonstrou a sua soberania sobre os reis da Terra. Ele é o Todo- -Poderoso e tem o cetro do governo do mundo em suas mãos. Nada escapa aos seus olhos. Tão logo foi dada a interpretação da mensagem e as honrarias feitas a Daniel para ser o terceiro homem do império, o rei Belsazar foi morto e o exército de Dario entrou na cidade da Babilônia. Os medos e os persas passariam a reinar no lugar do império da Babilônia. No capítulo cinco de Daniel, aprendemos a lição de que não podemos nos fechar em nós mesmos. Deus não suporta uma vida de egoísmo, soberba e perversidade. Não podemos profanar aquilo que o nosso Pai consagrou como santo. Não sejamos profanos. Santifiquemo-nos a Deus com as nossas vidas. 

CONCLUSÃO 

A opulência da Babilônia, a crueldade de Belsazar e as orgias do reino tipificam uma vida tremendamente fechada em si mesma. A intervenção de Deus em meio aquela festa profana demonstra que Ele não admite a soberba e o egoísmo. O Pai Celestial, em Jesus Cristo, julgará a todos os que se mostram soberbos e arrogantes. A queda do império babilônico é uma lição j para todos nós. Um dia, quando 5 da segunda vinda gloriosa de Jesus, todos os povos serão julgados pelo nosso Senhor.


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Respostas da Lição 06:A queda do Império babilônico

1. O que o rei Belsazar mandou trazer para usar no banquete oferecido por ele?
Mandou trazer os utensílios sagrados do Templo.

2. Que tipo de festejo era o banquete oferecido por Belsazar?
Era um festejo degenerado, profano.

3. Belsazar via a Daniel como um servo de Deus?
Belsazar não via a Daniel como servo do Deus Altíssimo, mas apenas como um dos sábios do palácio.

4. Quais os significados das palavras MENE, TEQUEL e PARSIM?
MENE: Contou Deus o teu reino e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas.

5. O que aprendemos com o capítulo cinco de Daniel?
No capítulo cinco de Daniel, aprendemos a lição de que não podemos nos fechar em nós mesmos. Deus não suporta uma vida de egoísmo, soberba e perversidade. Não podemos profanar aquilo que o nosso Pai consagrou como santo.



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Subsídio da Lição 06:A queda do Império babilônico

Subsídio Bibliológico

“A escritura (5.2 5)

Não existem vogais na forma escrita da família de línguas às quais pertencem o hebraico e o aramaico. O manuscrito pode muito bem ter sido grafado como a ‘mina’, o ‘siclo’ e o ‘peres’ (meio siclo). Esta ordem é de valor decrescente, de acordo com a expressão monetária. Conquanto possa representar uma desvalorização progressiva do reino, certa feita liderado por Nabucodonosor, sua interpretação permanece um mistério. Daniel acrescenta vogais diferentes para que se possa ler ‘numerado, numerado, pesado, dividido’. Ainda assim, não tem significado algum até que os atos de Belsazar fossem explicados, cuidadosamente numerados, pesados e considerados insuficientes por Daniel. Seu reino estava prestes a ser dividido e dominado. Deus enumera e pesa os atos de todos os homens e mulheres. Que não nos encontremos em falta” 


(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da BíbBia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.51 7).


Subsídio Bibliológico

“Segurança falsa

O rei festejava com ‘os seus grandes’, pois todos supunham estarem protegidos pelas muralhas maciças. O que não podiam imaginar é que as forças persas haviam mudado o curso do rio que atravessava a cidade. Com a queda do nível de água, o inimigo simplesmente caminhou ao longo da cabeceira do rio, por baixo das grades de proteção, e surpreendeu os babilônios no interior da cidade.
Devido a vastidão do lugar, mesmo muito tempo depois que as áreas periféricas haviam sido tomadas, os habitantes ainda continuavam a ignorar o que vinha ocorrendo, pois, como estavam envolvidos na festa, continuaram dançando e se divertindo até que, finalmente tomaram conhecimento do ocorrido. Que semelhança entre tanta gente da atualidade, que se sente segura por trás dos muros da riqueza ou da posição social, jamais imaginando que a ruína está tão perto, até que seja tarde demais” 


(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD,2005, p.51 7).



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