27/02/2017

Caminhantes sobre qual verdade?


Amados, após muito tempo sem produzir um texto autoral, hoje volto com um tema sempre atual: as diversas verdades que se apresentam pelas mais diversas pessoas, na tentativa de propor um caminho milagroso para uma vida vitoriosa ou para a salvação e mesmo para soluções extraordinárias sobre as mais diversas perturbações que, porventura, se nos apresente.

Verdades disponíveis e atraentes


Atualmente, muitas são as fórmulas mágicas que diversos 'profetas' nos apresentam. A proclamação de mensagens que prometem a resolução de problemas, dos mais diversos problemas, sempre é de forma surpreendente, sempre mostra situações extremas nas quais a simples aplicação daquela 'fórmula mágica' trará aos desesperados e aflitos a solução. Trata-se de um verdadeiro espetáculo no qual o centro de toda a proclamação é justamente a resolução do problema, geralmente com a utilização de um elemento mágico, um objeto consagrado, poderoso e ungido. Todas estas mensagens são disponíveis a qualquer um, a todo o momento, sempre mostrando um mundo perfeito, mágico e celestial que pode ser vivido nesta terra. Tais mensagens, por mais atraentes que sejam, desprezam princípios espirituais revelados pelo próprio Cristo, como em João 16.33:" Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." (grifo meu). Note que no capítulo 16 do Evangelho de João, o Senhor Jesus estava justamente preparando seus discípulos para que não desanimassem quando este (Cristo) cumprisse sua missão, quando ele consumasse todas as coisas com seu próprio sangue (João 19.30), ou seja, quando ele cumprisse integralmente seu ministério terreno. Ora, Jesus preparou seus discípulos pois a realidade deles, após a cruz, não seria a companhada do glamour e da segurança que a presença constante do Mestre trazia enquanto estava com eles. Enquanto estava com eles, as ações de Jesus conspiravam de tal forma que nenhum tipo de aflição direta em função da missão evangélica, os perturbava ou fazia questionar sobre a vitória sobre os opositores. Cogitar que o Mestre não mais estaria presente na missão, junto deles, trouxe temor, medo, aflição e questionamentos que não faziam parte da rotina deles. E Jesus os preveniu acerca disto.

Deturpação do conceito de vida vitoriosa ou o que é a mensagem da cruz


Como é fácil perceber, há a forte inclinação de muitos em tentar resumir a vitória da cruz, ou seja, a vitória de Cristo sobre o poder da morte, do pecado, do diabo, da carne e do mundo em uma vitória sobre questões existenciais, na maioria das vezes derivadas de escolhas erradas que tomamos. Muitos apropriam-se indevidamente da mensagem da cruz de Cristo unicamente para solucionar problemas que nós mesmo criamos por negligência ou por esperarmos resultados benéficos em nossa conduta impensada e errada. É fácil observarmos toda sorte de promessas, sempre associadas a soluções de problemas que é gerado pelo próprio homem! Jeremias, por exemplo, constatou esta verdade: "De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados." (Lamentações 3.39). Lembre o nobre leitor que quando Jeremias escreveu Lamentações ele estava diante de um cenário de catástrofe e devastação de Jerusalém por conta dos babilônicos; enquanto escrevia, sua inspiração era a cidade santa totalmente devastada, onde a fome era presente, com diversas matanças, corpos por onde quer que andasse, cheiro de morte, luto e desonra, incêndios, saques e toda sorte de humilhações. Foi neste cenário, onde muitos certamente clamavam e questionavam o por quê de tal situação, que o Profeta, de forma muito corajosa declara que "queixe-se cada um dos seus pecados". A mensagem da cruz, como dizia, não visa o benefício daquilo que é temporal,mas, daquilo que é eterno, assegura questões de ordem espiritual e não material; não é promessa divina a solução sobre questões que nós temos o poder de interferir e solucionar pois as promessas divinas apenas interferem naquilo que não podemos solucionar

*Continua.

26/02/2017

EBD 2017: 2° Trimestre - O Caráter do Cristão - Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro

(Capa 2º Trimestre. Divulgação CPAD)


Amados, já divulgado pela CPAD o tema da Escola Dominical do segundo trimestre de 2017. Trazemos hoje o sumário da revista, acompanhe:

Sumário:

Lição 1- A Formação do Caráter Cristão 
Lição 2- Abel, Exemplo de Caráter que Agrada a Deus 
Lição 3- Melquisedeque, o Rei da Justiça 
Lição 4- Isaque, um Caráter Pacífico 
Lição 5- Jacó, Um Exemplo de um Caráter Restaurado 
Lição 6- Jônatas, um Exemplo de Lealdade 
Lição 7- Rute, Uma Mulher Digna de Confiança 
Lição 8- Abigail, um Caráter Conciliador 
Lição 9- Hulda, a Mulher que Estava no Lugar Certo 
Lição 10- Maria, Irmã de Lázaro, uma Devoção Amorosa 
Lição 11- Maria, Mãe de Jesus - uma Serva Humilde 
Lição 12- José, O Pai Terreno de Jesus - Um Homem de Caráter 
Lição 13- Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter

Video-aulas da Lição 9 - Fidelidade, Firmes na Fé



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Respostas da Lição 10 - Mansidão: Torna o Crente Apto Para Evitar Pelejas

A respeito da mansidão, torna o crente apto para evitar pelejas, responda: 


De acordo com a lição, o que é ser manso? 
Ser manso é ser humilde, amável e cortez. 

Cite exemplos bíblicos de mansidão. 
Jesus, Estêvão, Moisés. 

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Segundo a lição, qual a única forma para combater a peleja? 
Sendo cheio do Espírito Santo. 


Qual a palavra utilizada no grego para discórdia? Qual o seu significado? 
Na grego a palavra utilizada para discórdia é eritheiai que significa desavença e desarmonia. 

Qual a recompensa para os mansos segundo o Sermão da Montanha? 
Eles herdarão o Reino dos Céus.

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Subsídios da Lição 10 - Mansidão: Torna o Crente Apto Para Evitar Pelejas


SUBSÍDIO DIDÁTICO 

Professor, para iniciar o primeiro tópico da lição, providencie a figura de uma pomba, de um cordeiro e de algumas ovelhas. Você pode conseguir as figuras na internet ou recortar de revistas usadas que não sirvam mais. Mostre a figura da pomba e pergunte aos alunos: "O que vem a sua mente quando vocês veem a figura de uma pomba?" Ouça os alunos. Em seguida, diga que a pomba é símbolo do Espírito Santo. Depois mostre a figura de um cordeiro e pergunte novamente o que vem a mente deles quando olham a figura. Diga que Jesus é apresentado nas Escrituras como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.35). Em seguida, mostre a figura das ovelhas. Diga que somos ovelhas do rebanho de Cristo, o Bom Pastor (Jo 10.14,15). Depois pergunte aos alunos: "O que esses animais têm em comum?" Ouça-os e incentive a participação de todos tornando a aula mais participativa. Explique que eles têm em comum o fato de serem animais dóceis, mansos. Conclua explicando que a mansidão é um aspecto do fruto do Espírito Santo que nos ajuda a evitarmos as pelejas e contendas.


SUBSÍDIO TEOLÓGICO 

Contenda Palavra muitas vezes utilizada na Bíblia Sagrada. Foi utilizada em 1 Timóteo 1.6 na expressão 'vãs contendas' (Tt 1.10). Há versões que trazem a expressão 'discursos vãos'. Uma boa tradução da palavra é aquela que transmite a ideia de discussão. Evidentemente significa orgulho, presunção, faiar contra aquilo que Deus revelou e faiar contra o próprio Deus. Várias palavras gr. e heb. são usadas para sugerir contenda, luta e briga, A contenda pode ser física, oral ou espiritual. Ela pode descrever a natureza de um homem (Jr 15.10; He 1,3). O orgulho pode trazer a contenda (Pv 13.10). Os cristãos são admoestados a evitar as brigas contenciosas (1Co 1.11; Tt 3.9). A intensa disputa entre Barnabé e Paulo (At 15.39) pode referir-se a mais um caso de irritação e incitamento interior do que a uma expressão exterior de contenda" 

(Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro; CPAD, 2009, p. 448).

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SUBSÍDIO TEOLÓGICO 

A mansidão é essencial para o ministério eficaz ao Senhor. Deus nos escolheu para representá-lo perante um mundo perdido e agonizante. O que o mundo vê em nós que atrai as pessoas a Jesus Cristo. Todos os aspectos da mansidão — submissão, elementos necessários de nosso testemunho e serviço cristão, quer testemunhando para os perdidos, fazendo discípulos para Jesus ou restaurando um irmão fraco" 


(GILBERTO, António. O Fruto do Espírito: A plenitude de Cristo na vida do crente. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD,2004 p. 112).

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EBD 2017: 1° Trimestre - Lição 10 - Mansidão: Torna o Crente Apto Para Evitar Pelejas


Lição de número 10 da Escola Dominical ministrada em 05/Março/2017 em todas as Assembleias de Deus no Brasil

INTRODUÇÃO 


Na lição de hoje, estudaremos mais um aspecto do fruto do Espírito, a mansidão. Veremos também as peleja como obra da carne e como a o posição à brandura. Para ser manso, o crente precisa ter outra virtude que é a humildade. A arrogância, assim como as pelejas, são obras da carne e quem as pratica não pode agradar a Deus, pois Ele abomina o altivo de coração (Pv 16.5). Na Palavra de Deus, os crentes são comparados às ovelhas. Por que tal alegoria? Porque as ovelhas são animais dóceis, mansos e submissos ao pastor (Jo 10.14,15). Se você é ovelha de Jesus, então aprenda a ser manso e humildade. Ouça a voz do Bom Pastor. 

I - MANSIDÃO, O OPOSTO DA ARROGÂNCIA 


1. Mansidão não é covardia. Ser manso é ser humilde, amável e cortez. A mansidão, como fruto do Espírito, é uma atitude interior que nos leva a agir com graça e amor, mesmo diante de situações difíceis. Paulo, ao escrever a Segunda Epístola aos Coríntios, estava enfrentando uma situação muito difícil. Alguns falsos apóstolos estavam difamando-o, distorcendo suas mensagens, enfraquecendo sua autoridade e seu apostolado (2 Co 10—13). Contudo, o apóstolo agiu com mansidão e bondade para com os irmãos. Ele inicia a epístola falando a respeito do consolo que recebera de Deus e dos irmãos (2 Co 1.1-6). Muitos podem pensar que Paulo era um tanto rígido com os irmãos, mas ele era muito equilibrado. Quando era preciso usava de firmeza para com aqueles que, não querendo andar na verdade, desafiavam sua autoridade apostólica (1Co 4.21), mas, no trato com os crentes, era como uma paciente e amorosa ama (1Ts 2.7). 


2. Ser manso é ser corajoso. A mansidão não faz do crente um covarde ou tímido, mas permite que se oponha ao espírito da arrogância e viva de maneira que o nome do Senhor seja exaltado. Moisés era manso, mas, ao mesmo tempo, demonstrou força e coragem (Nm 11.15; 12.3). Jeremias era um forte proclamador das verdades divinas, mas disse que não passava de um manso cordeiro (Jr 11.19). 

3. A mansidão, fruto do Espírito. Como fruto do Espírito, a mansidão faz parte das qualidades que devem estar presentes na vida dos súditos do Reino de Deus (Mt 5.11). Jesus ensinou a mansidão e ofereceu o seu fardo a todos aqueles que estavam sofrendo com as cargas impostas pelo judaísmo, pelos romanos e por Satanás (Mt 11.29,30). Jesus era simples, humilde e dócil (Mt 11.29). As pessoas tinham prazer em estar ao seu lado. É muito difícil estar ao lado de pessoas altivas. Em geral, os altivos gostam de pelejas, pois acreditam que estão sempre com a razão e que são os donos da verdade. Você conhece alguém assim? Então, ore por ele (a) para que venha a se arrepender, ser cheio do Espírito Santo e desenvolver o fruto do Espírito.

II - EVITANDO AS PELEJAS E CONTENDAS 


1. Pelejas e discórdias. Na língua portuguesa, tais palavras possuem quase o mesmo significado, porém no grego a palavra utilizada para discórdia é eritheiai que significa desavença e desarmonia. Esta palavra também é utilizada para descrever um mercenário, pessoa que luta por posição e glória. Paulo exortou os crentes da Galácia mostrando que as Inimizades, porfias, emulações, pelejas e dissensões são obra da carne (Gl 5.20). 

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2. Ações do homem carnal. Atualmente, muitos não estão lutando mais pela causa de Cristo, porém apenas por cargos e posições. Um dos sinais de que uma pessoa não está preparada para exercer o ministério cristão é quando manifesta um desejo incontrolável de, passando por cima de todos, alcançar postos e mandatos. O crente que é sábio, â tem dons ministeriais, espera com paciência e mansidão o momento de Deus. Ele não promove pelejas e nem faz politicagem para alcançar aquilo que é divino, pois tem consciência de que tais atitudes pertencem à velha natureza. 

3. Um espírito aguerrido. Ao crente filo convém qualquer tipo de peleja ou porfia (2 Tm 2.24). Deus exige santidade do seu povo. Precisamos nos manter incorruptíveis, santos, sinceros e justos em um mundo de trevas (Fp 2.15). Aqueles que estão no mundo têm mentalidade e valores mundanos. Em geral, as pessoas incentivam os outros a brigarem, a contenderem por seus direitos, mas o cristão que tem a vida pautada nos ensinos de Jesus é diferente, pois o Mestre nos manda seguir a segunda milha e amar aqueles que nos perseguem (Mt 5.39-44).A única forma para combater a peleja é ser cheio do Espírito Santo (Ef 5.18). O Consolador nos ajuda a seguir os passos de Jesus Cristo. Ele jamais procurou ser famoso, mas era humilde e amoroso (Fp 2.5-8).

III - BEM-AVENTURADOS OS MANSOS 


1. O Sermão da Montanha. Encontramos nos capítulos 5 a 7 do Evangelho de Mateus os princípios estabelecidos por Jesus para todos os que querem fazer parte do Reino dos Céus. Um dos princípios do Mestre é a mansidão (Mt 5.5). Os judeus estavam sob o jugo dos romanos, por isso, ansiavam por um messias que viesse fazer uma revolução e os libertasse da opressão política. Mas Jesus mostrou que seu reino não era desse mundo, e felizes não eram os que se envolviam em pelejas e motins, mas os mansos e os pacificadores. O que significa ser manso? Ser manso significa ser humilde e submisso a Deus. Significa que entregamos tudo ao Pai. No Sermão do Monte, há uma recompensa para os mansos: "[...] eles herdarão a terra" (Mt 5.5). 

2. Estêvão um homem manso. Estêvão era cheio de fé e do Espirito Santo. Diante dos seus algozes, ele se colocou de joelhos e clamou ao Senhor por eles dizendo:"[...] não lhes imputes este pecado [...]" (At 7.60). Se Estêvão fosse um homem carnal, com certeza desejaria vingança e agiria com ira diante daqueles que o apedrejavam. Somente cheios do Espírito podemos permanecer mansos e tranquilos diante daqueles que desejam e executam o mal contra nós. 

3. A mansidão de Cristo. O Senhor Jesus sofreu as piores dores que um homem pode experimentar. Suas dores foram físicas e emocionais, mas em momento algum Ele abriu a boca para reclamar ou murmurar contra o Pai e contra aqueles que o maltratavam. O texto de Isaías afirma que "Ele foi oprimido, mas não abriu a boca; como um cordeiro, foi levado ao matadouro e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca" (Is 53.7). Como você age diante daqueles que o maltratam e querem o seu mal? Que venhamos a pedir ao Senhor mansidão.

CONCLUSÃO 


Evitemos todo tipo de peleja, pois já somos novas criaturas (Jo 3.3). Sejamos mansos e humildes de coração, sempre seguindo o exemplo de nosso Salvador, procurando em tudo glorificar o seu nome. 

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22/02/2017

Fidelidade é gerada pelo próprio Espírito Santo!

(Tema da lição da Escola Dominical em 26/Fev/17)

Fidelidade é gerada pelo próprio Espírito Santo!

Olá, a paz de Jesus no teu coração! Como tem passado? Espero que bem e com o Espírito Santo te dando vitória em todos os obstáculos na tua vida! Neste e-mail gostaria de saber se você sente a dificuldade de manter-se fiel a Deus. Tem sido difícil você se manter fiel a Cristo? Se sim, saiba que isto é mais comum do que muitos imaginam. Em um tempo onde muitos fingem uma espiritualidade quase de um "semi-deus", a lição deste domingo na EBD nos mostra que a fidelidade também não é algo gerado por nós, pela nossa própria capacidade,mas, é um aspecto do fruto do Espírito! Isso mesmo, é o próprio Espírito Santo que gera em nós a capacidade de nos mantermos fiéis em meio a tantas adversidades e em meio a um mundo cada vez mais hostil à voz de Cristo. Também será tratada sobre a fidelidade do próprio Deus e daquilo que se opõe à fidelidade. Acesse aqui o comentário da lição e saiba mais, já os subsídios da lição irão expandir o conceito de fidelidade e você pode acessar clicando aqui, e como sempre, as respostas desta lição também estão aqui.


**Deixe-nos uma mensagem respondendo este e-mail também!
Te aguardamos lá, Deus abençoe!

Editor Geral
Blog Verdade Profética

19/02/2017

Respostas da Lição 9 - Fidelidade, Firmes na Fé


A respeito da fidelidade, firmes na fé, responda: 


Defina fidelidade. 

Fidelidade, segundo o Dicionário Houaiss é a "característica do que é fiel, do que demonstra zelo, respeito por alguém ou algo, lealdade". Logo podemos afirmar que a fidelidade é a característica de quem tem fé. 

Como podemos definir fé? 

Dentro da perspectiva bíblica, podemos dizer que "é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem" (Hb 11.l), 

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Segundo a lição, nossa fidelidade a Deus nos ajuda e nos livra de quê? 

Livra-nos da idolatria. 

Lição 9 Comentário desta lição
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O que é idolatria? 

O vocábulo idolatria, no grego, é eidololatria e significa culto destinado a adoração de ídolos. 


Quem fundou, depois da morte de Salomão, um sistema religioso idólatra em Israel? 

Jerobão fundou um sistema religioso idólatra, mandando fazer dois bezerros de ouro, institucionalizando a idolatria em Israel (1Rs 12.26-33).

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Subsídios da Lição 9 - Fidelidade, Firmes na Fé

SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


Fidelidade Esta palavra é corretamente traduzida em Romanos 3.3 (fidelidade). Em Gaiatas 5.22, a ARA corrige fé (ARC) por fidelidade. Fé, pistis,, primeiramente, 'persuasão firme', convicção fundamentada no ouvir (cognato de peitho, 'persuadir', sempre é usado no Novo Testamento acerca da 'fé em Deus ou em Jesus, ou às coisas espirituais. A palavra é usada com referência: 
(a) à confiança (por exemplo, Rm 3.25); 
(b) à fidedignidade, fidelidade, Lealdade (por exemplo, Mt 23.23); 
(c) por metonímia, ao que é criado, o conteúdo da crença, a fé (At 6.7); 
(d) à base para a 'fé', a garantia, a certeza (At 17.31); 
(e) a um penhor de fidelidade, fé empenhada (1Tm 5.12). Os principais elementos da fé em sua relação com o Deus invisível, em distinção da fé no homem, são ressaltados sobretudo no uso deste substantivo e do verbo correspondente, pisteuo. Tais elementos são: 
(1) uma firme convicção, produzindo um pleno reconhecimento da revelação ou verdade de Deus (por exemplo, 2 Ts 2.11,12);
(2) uma entrega pessoal a Ele (Jo 1.12); 
(3) uma conduta inspirada por tal entrega (2 Co 5-7)" 

(Dicionário Vine: O significado exegética e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD,2002,p.648).

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SUBSÍDIO TEOLÓGICO 

Lição 9 Comentário desta lição
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Idolatria "Esta é uma transliteração da palavra gr. eidolatrio, cujo significado entendemos ser 'a adoração a ídolos; a adoração a imagens como divinas e sagradas'. Como uma criatura ligada ao tempo e ao espaço, o homem tem estado especialmente inclinado a prestar adoração a algum tipo de símbolo visível de divindade. Ele aparece anelar por manifestações tangíveis da presença divina. Durante a história humana, esta atitude tomou várias formas e manifestações. Mesmo que o homem tenha abandonado a adoração ao verdadeiro Deus, ele não renunciou à religião, mas procurou substituir o verdadeiro Deus por um deus falso que tivesse de acordo com seu próprio gosto. A proibição da idolatria é um dos poucos conceitos absolutos e imutáveis no sistema judaico de ética (juntamente com o incesto e o assassinato). A adora cão sem a imagem de Jeová anunciava não meramente que Ele era maior do que a natureza, mas que também não era limitado por ela. No Antigo Testamento, há muitos termos hebraicos usados como escárnio à idolatria, indicando sua infância e obscenidade, bem como seu absoluto vazio. Todas as camadas da lei judaica dão testemunho da oposição a se fazer um retrato de Deus. Os dois primeiros mandamentos proíbem a adoração de imagens, bem como a adoração a qualquer outro deus (cf. Êx 20). A idolatria era classificada como uma ofensa de estado e cheirava a traição, devendo ser punida com a morte (Dt 17.2-7) 

(Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 946).


SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


A fidelidade como fruto do Espírito tem muito a ver com a moral e ética crista. Esse fruto abençoado coloca o padrão cristão no nível de responsabilidade em palavras e ação. Houve um tempo em que a palavra de um homem tinha grande valor, e um aperto de mão era tão bom quanto um contrato assinado. Isto não parece ser verdade em nossos dias. Mas o homem que anda com Deus é diferente, porque nele está o fruto que é lealdade, honestidade e sinceridade. O Espírito Santo sempre concede poder para o cristão ser um homem de palavra. A fidelidade como fruto do Espírito nos torna leais a Deus, leais a nossos companheiros, amigos, colegas de trabalho, empregados e empregadores. O homem leal apoiará o que é certo mesmo quando for mais fácil permanecer calado. Ele é leal quer esteja calado. Ele é leal quer esteja sendo observado, quer não. Este princípio é ilustrado em Mateus 25.14-30. Os servos que eram fiéis e fizeram como foram instruídos mesmo na ausência do senhor foram elogiados e recompensados. O servo infiel foi castigado" 

(GILBERTO, António. O Fruto do Espírito: A plenitude de Cristo na vida do crente. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD.2004 p. 112).

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