28/10/2016

Respostas da Lição 06 - Deus: O nosso provedor

A respeito de Deus, nosso provedor, responda:

Para fugir da fome para onde Isaque pretendia ir?
Ele pretendia descer ao Egito.

Segundo a lição, as escolhas erradas e a desobediência geram o que?
As escolhas erradas e a desobediência geram maldição (Dt 29.21).

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• 0 que Isaque fez com medo dos habitantes de Cerar?
Ele mentiu dizendo que Rebeca era sua irmã.


O que envolve o semear?
Semear envolve esforço e fé.


• Cite o nome de dois poços de Isaque e o seu significado.
Eseque (significa contenda) e Sitna (inimizade).


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Subsídios da Lição 06 - Deus: O nosso provedor

SUBSÍDIO TEOLÓGICO


"O concerto de Deus com isaque

Deus procurou estabelecer o concerto abraâmico com cada geração seguinte, a partir de Isaque, filho de Abraão' (Gn 17.21). Noutras palavras, não bastava que Isaque tivesse por pai a Abraão; ele, também, precisava aceitar pela fé as promessas de Deus. Somente então é que Deus diria: 'Eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua semente' (Gn 26.24). Durante os vinte primeiros anos do seu casamento, Isaque e Rebeca não tiveram filhos. Rebeca permaneceu estéril até que Isaque orou ao Senhor, pedindo que sua esposa concebesse. Esse fato demonstra que o cumprimento do concerto não se dá por meios naturais, mas somente pela ação graciosa de Deus, em resposta à oração e busca da sua face. Isaque tinha de ser obediente para continuar a receber as bênçãos do concerto. Quando uma fome assolou a terra de Canaã, por exemplo, Deus proibiu Isaque de descer ao Egito, e o mandou ficar onde estava. Se obedecesse a Deus, teria a promessa divina: [...] confirmarei o juramento que tenho jurado a Abraão, teu pai' (Gn 26.3)" 

(Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.73).

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SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO


"Deus manteve sua promessa de abençoar Isaque. Os vizinhos filisteus ficaram enciumados porque tudo que Isaque fazia parecia dar certo, e assim tentaram livrar-se dele. A inveja é uma força divisória, potente o suficiente para despedaçar a mais poderosa nação ou os amigos mais íntimos.
A desolada área de Gerar estava localizada na extremidade de um deserto. A água era tão preciosa quanto o ouro. Se alguém cavasse um poço, estava reivindicando aquela terra. Alguns poços possuíam trancas para que os ladrões não roubassem água. Encher o poço de água com sujeira era um ato de guerra, e também considerado um dos crimes mais sérios que poderiam existir. Isaque tinha razão em revidar quando os filisteus arruinaram seus poços, mas ele escolheu manter a paz. Ao final, os filisteus o respeitaram por sua paciência"
 (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 26).

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO


"Por três vezes Isaque e seus homens cavaram novos poços. Quando as duas primeiras disputas surgiram, isaque partiu. Finaímente, houve espaço suficiente para todos. Ao invés de dar início a um grande conflito, Isaque comprometeu-se com a paz. Você estaria disposto a abandonar uma importante posição ou possessão valiosa para manter a paz? Peça a Deus sabedoria para saber quando se retirar e quando ficar e lutar.
Com seus inimigos tentando fazer um tratado de paz, Isaque foi rápido em responder, tomando a oportunidade uma celebração"
 (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Daneiro: CPAD, p.27).


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72-Os dez mandamentos
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EBD 2016 - 4° Trimestre: Lição 06 - Deus: O nosso provedor


Lição a ser ministradas nas Assembleias de Deus em 06/Novembro/2016

INTRODUÇÃO


Na lição de hoje veremos, que assim como no tempo de Abraão, a terra estava enfrentando novamente um período de escassez. Então Isaque, o filho da promessa, foi buscar pastagem no território de Abimeleque, perto da fronteira com o Egito.

Porém, Deus apareceu ao seu servo e disse-lhe que não deveria descer ao Egito. O Senhor também renovou-Ihe as promessas dadas a Abraão. Canaã deveria ser a casa de Isaque e não o Egito. Canaã celestial é a nossa casa, estamos indo para lá. Por isso não se deixe seduzir pelas riquezas deste mundo.


I - ISAQUE VAI PARA GERAR POR CAUSA DA FOME


1. A intenção de Isaque. A decisão de descer ao Egito parecia ser a melhor opção. Em tempos de fome e escassez, as pessoas tendem a tomar decisões que envolvem mudança.  Querem mudar de localidade, de país, de emprego, tentando escapar da crise. Não existe nada de errado em querer mudar e livrar-se das dificuldades. Porém, toda mudança deve ser feita com a orientação de Deus. Nunca tome decisões sem antes orar e consultar ao Senhor. Ouça a voz do Pai Celeste. Temos um Deus que fala e que tem prazer em nos orientar. Ele não nos quer andando de um lado para o outro sem direção.

2. Promessas em de crises. Havia fome na terra. A crise estava instalada, mas os céus não estavam e não estarão jamais em crise. O Senhor apareceu a Isaque e renovou-lhe as promessas que haviam sido feitas ao seu pai. Mesmo em tempos de escassez, o filho da promessa ouve a voz de Deus que lhe assegura: "Serei contigo e te abençoarei" (Gn 26.3). O Deus de Isaque é o nosso Deus. Ele não mudou e também deseja abençoar sua vida. Não importa se um país está em meio a uma crise política e económica. Para Deus não existem impossíveis.

3. A obediência de Isaque. Assim como seu pai, Isaque era obediente. Se Deus estava dizendo que não era para descer ao Egito, ele obedeceu. A obediência a Deus nos faz prosperar, mesmo em tempos de crises. As escolhas erradas e a desobediência geram maldição (Dt 29.21). Se você deseja contar com a provisão divina até chegar à Canaã Celestial, seja obediente. Não se importe com o que as pessoas dizem a seu respeito; obedeça a Deus.


II-CRISE COM OS VIZINHOS


1. Crise em Gerar. Depois de ouvir a voz de Deus dizendo-lhe para não descer ao Egito, Isaque se estabeleceu em Gerar. Os homens daquele lugar se encantaram com a beleza de Rebeca (Gn 26.7), e perguntaram a Isaque quem era ela. Com medo de ser morto, Isaque disse que ela era sua irmã (Gn 26.7). A atitude de Isaque foi semelhante à de seu pai (Gn 12.13). Parece que a confiança que Isaque tinha em Deus falhou nesse momento. Isso nos mostra que somos humanos, imperfeitos. Estamos sujeitos a errar nos momentos de crises. Isaque errou. Abimeleque mostrou a Isaque o perigo que ele havia corrido, pois qualquer um daquele lugar poderia ter tomado Rebeca como mulher, cometendo um grande delito.


2. Isaque semeou em Gerar. Isaque semeou em sua terra até mesmo em tempos de fome, tendo que lidar com a inveja de seus vizinhos (Gn 26.12). Semear envolve esforço, fé, e Isaque fez sua parte. Muitos querem prosperar, mas não querem semear no Reino de Deus. Pessoas que já não dão seus dízimos nem suas ofertas, mas querem colher. Mesmo em tempos de crise económica, não deixe de semear, pois ao seu tempo você colherá. Deus abençoou as sementes de Isaque e a colheita foi farta (Gn 26.12).

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3. A inveja dos vizinhos. Os filisteus, ao verem a prosperidade de Isaque, o invejaram. Muitas pessoas não suportam ver a prosperidade alheia. A Palavra de Deus nos ensina que a inveja é a podridão dos ossos: "0 coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos" (Pv 14.30). O crente não pode se deixa levar pela inveja e pela maldade. Isaque teve de lidar com a maldade e a inveja de seus vizinhos. Mas, em meio ao ódio e a inveja, ele sempre demonstrou uma atitude correta. Não queira vingar-se dos invejosos. Coloque tudo diante do Senhor e aja como um servo do Senhor.

III-CAVANDO POÇOS EM TEMPOS DE CRISE


1. Isaque usa os poços de Abraão. A água nessa região era escassa, por isso, tinha um grande valor, pois era essencial para a agricultura, para o rebanho e para as famílias. Ter um poço d'água era como ter um poço de petróleo ou uma mina de ouro. Isaque, a princípio, utiliza os poços que foram cavados por seu pai e que os filisteus haviam tapado (Gn 26.18). Logo os pastores daquela região contenderam com os pastores de Isaque, reivindicando aquelas águas.

2. O poço de Eseque. Isaque não se intimida com a oposição de seus vizinhos, e cava outro poço. Porém, mais uma vez os pastores de Gerar contendem, dizendo que a água era deles. Isaque dá ao poço o nome de Eseque, que significa contenda. Isaque não queria contender com os homens de Gerar. Suas atitudes demonstram seu temperamento manso. Mansidão é uma das qualidades do fruto do Espírito Santo (Gl 5.22). Contudo, ser manso não é ser covarde ou passivo. Ser manso é ser controlado, guiado pelo Espírito Santo.


3. O poço de Sitna. Isaque não desiste dos seus poços. Ele cava outro poço e mais uma vez é bem-sucedido, pois Deus o estava abençoando. Ouando o Senhor está conosco e decide nos abençoar, ninguém pode nos impedir. Os vizinhos de Isaque mais uma vez reivindicam aquelas águas. Então o poço foi chamado de Sitna, inimizade. A inveja gera contenda e inimizades. A Palavra de Deus nos exorta a evitar as contendas: "E ao servo do Senhor não convém contender, mas, sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor" (2 Tm 2.24).
Abimeleque deve ter ficado impressionado com as atitudes de Isaque e com sua força e prosperidade. Ele foi até Isaque com mais dois amigos, Ausate e Ficol, e publicamente reconhece que Deus estava com Isaque (Gn 26.26-28). Isaque, diplomaticamente, prepara um banquete para aqueles homens, selando assim um acordo de paz.

CONCLUSÃO


Isaque é um exemplo de homem obediente a Deus, humilde, gentil e manso. Não ter ido para o Egito foi um ato de obediência e fé. Ele mostrou confiar na provisão divina, mesmo em tempos de escassez. Isaque confiou em Deus, fez a sua parte, semeou a terra, cavou poços e experimentou a bênção e o milagre em sua vida.


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26/10/2016

A mídia carioca já escolheu um lado nas eleições municipais

A mídia carioca já escolheu um lado nas eleições municipais...

Há menos de uma semana do segundo turno das eleições municipais, vemos muito mais claramente a atuação nefasta das mídias tradicionais. Jornais importantes, sites e revistas deixam clara sua preferência pelos candidatos. Na Cidade do Rio de Janeiro, Jornais como O Globo têm causado a revolta de leitores pois tem sido clara a tentativa de desconstrução do candidato Marcelo Crivella, que é ligado à igreja Universal, bispo licenciado e sobrinho de Edir Macedo. A própria revista Veja, deixou de dar como capa a prisão de Eduardo Cunha, e preferiu direcionar ao Rio de Janeiro uma capa com Crivella detido quando tentou expulsar invasores de um terreno no qual ele era responsável. Vale lembrar que o episódio envolvendo rendeu, segundo Crivella, uma acusação ao delegado responsável pelo caso por abuso de autoridade. 

Engana-se quem pensa que os meios de comunicação têm por finalidade apenas transmitir informação para a sociedade, isso não é verdade! Sabemos que há um forte viés ideológico nos meios de comunicação e, lógico, o preconceito aos evangélicos ainda presente neste meio. A preferência de grande parte da mídia carioca ao candidato Marcelo Freixo, do PSOL, esquerdista, em detrimento de Crivella se dá também pelo temor da presença de um evangélico à frente da Prefeitura. Não há, absolutamente, tolerância alguma por parte do jornalismo e da grande mídia aos evangélicos, acreditam que a nossa presença na política é uma ameaça, que deve ser impedido o acesso de candidatos evangélicos a cargos eletivos. 

A questão das eleições no Rio demonstram muito bem que cidade queremos. Por um lado, o projeto de Freixo que planeja aumentar o IPTU com a correção da base de cálculo, quer criar mais secretarias, quer criar empresas municipais, ônibus sem cobrança de passagem, que seriam pagas com dinheiro público, além da criação dos 'conselhos populares', muito usados em ditaduras sul-americanas apoiadas por eles. Por outro lado, temos Crivella, que exerceu seu mandato de senador muito bem, sempre aos interesses do Estado do Rio de Janeiro, além de uma trajetória pessoal e política ilibada. 

Ora, a dúvida que recai é: O eleitor da Cidade do Rio se deixará levar pela imposição midiática ou escolherá o melhor dentre os dois para gerir a cidade... 

25/10/2016

Você tem se precipitado?

Você tem se precipitado?

Olá, a Paz do SENHOR ao teu coração!!! Algumas vezes nos precipitamos em nossas decisões, não é mesmo? Pois é, nestas horas, agimos sem pensar e depois colhemos os frutos de uma atitude impensada. Ló, sobrinho de Abraão, também se precipitou e amargou os frutos de seu ato impensado. Leia sobre esse momento da vida de Ló e o que podemos aprender com esta história na Lição da EBD desta semana aquiLeia ainda os subsídios desta importante lição aqui e as respostas das perguntas desta semana aqui.

Post da Semana

No post especial desta semana, temos uma reflexão acerca dos evangélicos em quem votamos, vale muito a pena a leitura! Acesse aqui, leia e compartilhe essa mensagem.

Que a paz do SENHOR esteja contigo!

21/10/2016

Os evangélicos em quem votamos...

EDITORIAL


Os evangélicos em quem votamos

Nas últimas legislaturas, principalmente em decorrência do aumento da população evangélica no Brasil, associada a candidaturas fortemente vinculadas a igrejas evangélicas, muitos pastores e líderes têm sido eleitos. A concentração daqueles que se elegem se coloca principalmente nas Câmaras de Vereadores, de Deputados Estaduais e de Federais. A estratégia se apresenta claramente nas casas legislativas em detrimento de eleições no Executivo se dá pela importância de manter a defesa de suas ideias. Se,antes, a política era evitada por parte das lideranças evangélicas tradicionais há tempos atrás, hoje a presença dos evangélicos na política é uma necessidade afirmada pela maioria das igrejas e lideranças com a justificativa de manter o pensamento defendido em suas comunidades. Por outro lado, essa ida à política por parte dos evangélicos não se voltou aos membros comuns das igrejas evangélicas, antes, as candidaturas concentram-se nos próprios pastores, bispos, esposas e filhos de pastores, além de demais familiares. Nesse cenário, a eleição destes se torna muito mais fácil justamente por concentrar em si o governo de suas igrejas, o que se torna uma máquina poderosa na hora de angariar votos.

Com um sistema político eleitoral que não favorece a pessoa comum, o que temos é uma eleição daqueles que tem o seu nicho de eleitores. Seja em igrejas, sindicatos, escolas, ONGs, é preciso ao postulante de cargo eletivo manter-se fiel e ativo a fim de manter pelo menos um ponto de partida na sua tentativa de alcançar uma cadeira no Legislativo. Vemos que não bastam boas ideias e uma trajetória ética e boa conduta para ser eleito, muito mais que isso é importante ter um grupo que o apoie em sua empreitada, sempre lembrando que, uma vez eleito, o candidato deverá servir aos interesses deste nicho que o elegeu. Caso, por exemplo, um candidato evangélico seja eleito, obviamente com o apoio de igrejas e pastores, deverá atender aos interesses das igrejas (não necessariamente interesses daqueles que frequentam as igrejas), dos pastores destas igrejas. No caso em questão, deverá o candidato manter-se oposto, por exemplo, a projetos que visam a não isenção da cobrança de IPTU a templos religiosos (de qualquer natureza inclusive), que somente na Cidade de São Paulo chega a R$ 110 milhões por ano (dados da Folha de S.Paulo). Mas, não somente isto, visto que a Constituição Federal, no seu artigo 150, garante a imunidade tributária aos Templos de qualquer Culto. Ou seja, não somente IPTU, mas, ICMS, ISS, IPVA, IRRF, etc.

No exemplo que temos dado, fica claro que há uma controvérsia muito grande visto que não há no texto da Lei qualquer dispositivo que obrigue a contrapartida social destes Templos religiosos no caso da imunidade tributária. E, no caso do parlamentar evangélico, a questão da justiça tributária, que tanto se fala atualmente, não será levada em consideração pois terá de beneficiar seu nicho, aqueles que cederam seus templos para sua eleição, sob pena de ser repudiado e tido como traidor. Percebemos que quando nosso sistema eleitoral permite que grupos ditem os rumos das nossas Leis, travamos o benefício da coletividade. Isso ocorre em todos os outros setores, não somente igrejas! Quando um sindicato elege um parlamentar, ele trabalha no sentido de beneficiar aqueles que o elegeram, seja sendo contrário a plano de metas da administração pública a seus servidores, ou aumento de percentual de contribuição previdenciária, ou benefícios de qualquer natureza. O corporativismo retratado nas representações legislativas mantém um estado imutável de benefícios e classes superiores em detrimento da maioria da sociedade brasileira; essa maioria é quem pagará, manterá e compensará as perdas causadas ao Estado por estas castas superiores, esse é um exemplo que agrava ainda mais as desigualdades sociais, das quais ainda estamos longe de minimizar.

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Ninguém deve confundir a participação evangélica na política com o simples interesse em manter e expandir benefícios, mas, estamos longe obviamente de um atendimento aos eleitores com a moral evangélica, ou seja, não devemos esperar que o candidato evangélico (ou de qualquer outro segmento) atenderá a população comum, antes, observará o interesse das lideranças, mantendo o poder dos pastores no atendimento de suas demandas. 

Logo, imaginar que a sociedade será beneficiada com a eleição deste ou daquele indicado por igreja, sindicato, escola, etc. e este trabalhará para o benefício da sociedade, isto é um engano! Tais pessoas atenderão os interesses daqueles grupos que o apoiaram, o eleitor terá um papel secundário, cabendo apenas o voto direcionado por estes grupos, não sendo atendido por aqueles que ajudou a eleger.



Respostas da Lição 05 - As consequencias das escolhas precipitadas

A respeito das consequências das escolhas precipitadas, responda:


• A prosperidade de Abraão era resultado de quê?
De sua riqueza, obediência e confiança em Deus.


• Por que Abraão teve que descer ao Egito?
Devido a uma grave crise de alimentos.


• Por que Abraão e Ló tiveram que se separar?
Porque não havia mais espaço suficiente na terra para ambos. Faltava água e pastagem para tantos animais.


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• Ló foi sábio em sua escolha ou ele foi precipitado?
Ló foi precipitado em sua escolha. Ele não honrou o seu tio como patriarca e não consultou ao Senhor.


• O que Abraão fez quando soube que Ló havia sido capturado e levado cativo?
Ele imediatamente partiu para ajudar o sobrinho.


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Subsídios da Lição 05 - As consequencias das escolhas precipitadas

SUBSÍDIO BÍBLICO TEOLÓGICO


Professor, procure enfatizar neste tópico que "Deus disse a Abraão que deixasse a sua parentela e fosse para Canaã (Gn 12.1), mas o patriarca levou consigo seu sobrinho Ló. Entretanto, a separação de Ló foi necessária para assegurar as bênçãos materiais e espirituais prometidas por Deus a Abraão. Seus rebanhos cresceram bastante. Com isso, compartilhar pasto e água passou a gerar conflitos familiares. Logo fez-se necessária a separação entre tio e sobrinho. Deus convida Abraão a peregrinar por toda a terra e declara: 'toda esta terra que vês te hei de dar a ti e à tua semente, para sempre' (Gn 13.14-18)"

 (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Génesis a Apocalipse capitulo por capítulo. lO.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 34).



SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO


"De acordo com os costumes da época, a solução do problema teria sido bastante simples. 0 líder do clã implementaria a solução que protegesse os próprios interesses com pouca consideração aos interesses do concorrente. Mas Abraão preferiu dar a vez ao sobrinho. Insistiu que Ló se apartasse do círculo da família de Abraão, mas deu ao homem mais jovem a opção de escolher a região da Palestina para apascentar seus rebanhos.
Do lugar onde estavam acampados perto de Betel, o vale do Jordão lhes seria visível a leste. Ló escolheu ir nessa direção. Em torno de Jericó, como hoje, os campos eram pontilhados de muitas fontes, e no lado sudeste do mar Morto ribeiros de águas descendo dos altiplanos irrigavam os campos férteis. A região era tão verdejante que dois símbolos de fertilidade, o jardim do Senhor e a terra do Egito, foram as únicas expressões adequadas para descrevê-la. Isto estava em nítido contraste com a terra seca da região montanhosa da Palestina.
Neste ponto, Ló não sabia do destino que se abateria sobre a terra que ele acabara de adotar. Mas a história recebe um clima de suspense com a observação de que Sodoma e Gomorra seriam destruídas. Sodoma é mencionada como cidade prejudicial à moral, pois eram maus os varões de Sodoma e grandes pecadores contra o Senhor" 

(Comentário Bíblico Beacon. l.ed. Vol l.Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp. 59,70).


SUBSÍDIO BÍBLICO TEOLÓGICO


"Levantou Ló os seus olhos (Gn 13.10)

As Escrituras declaram que *o SENHOR não vê como vê o homem' (1 Sm 16.7). Ló viu somente a campina bem regada de Sodoma. Deus viu os habitantes daquela cidade como 'grandes pecadores’ que eram. Ló, ao deixar de discernir e aborrecer o mal, trouxe morte e tragédia a sua própria família.
A grande falha de Ló foi amar as vantagens pessoais, mais do que abominar a iniquidade de Sodoma. (1) Se ele tivesse amado profundamente a retidão, isso o manteria separado dos maus caminhos e daquela geração ímpia. Ele, porém, tolerou o mal e optou por morar na cidade decaída de Sodoma. Talvez tenha raciocinado que as vantagens materiais, a cultura e os prazeres de Sodoma compensariam os perigos, e que ele tinha forças espirituais suficientes para permanecer fiel a Deus. Com isso em mente, ele juntamente com sua família, ficaram expostos à imoralidade e à impiedade de Sodoma. Só, então, ele aprendeu a amarga lição de que sua família não era forte o suficiente para resistir às influências malignas de Sodoma. (2) Os pais de família devem tomar cuidado para não se envolverem de igual modo, nem a seus filhos, com nenhuma 'Sodoma', para não se arruinarem espirítualmente, como aconteceu à família de Ló" 

(Bíblia de Estudo Pentecostat. Rio de Janeiro; CPAD, 1995, p.52).


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EBD 2016: 4° Trimestre - Lição 05 - As consequencias das escolhas precipitadas



Lição 05 da EBD a ser ministrada em 30/Outubro/2016 nas Assembleias de Deus

INTRODUÇÃO


Deus chamou Abraão enquanto ele vivia em Ur dos Caldeus. 0 Senhor prometeu ao patriarca que sua descendência seria grande.
Abraão pela fé partiu rumo à terra Prometida. Talvez ele devesse partir sozinho, mas levou seu pai e o seu sobrinho, Ló. Estes o acompanharam levando mulheres, filhos, servos, servas, gado e tudo quanto podiam carregar. Durante um bom tempo, Abraão e Ló caminharam juntos e unidos. Porém, as confusões e as brigas começaram a surgir entre os servos de Abraão e Ló. Na lição de hoje, veremos a discussão que levou Abraão a se separar do seu sobrinho Ló. Veremos também que o sobrinho de Abraão, Ló, em um gesto precipitado, tomou uma decisão que acabou por gerar uma crise terrível.



I - O CUIDADO COM AS ESCOLHAS


1. A prosperidade de Abraão. Deus fez de Abraão um homem próspero. Sua riqueza era resultado da sua obediência e confiança em Deus. Se Abraão não tivesse deixado Ur, obedecendo à voz divina, certamente não teria experimentado a provisão e a prosperidade do Senhor. A obediência a Deus nos faz prosperar. É importante ressaltar que o servo do Senhor não era um viajante solitário. Ele era o líder de um grande clã. Possuía muitos recursos e servos e servas.

2. Abraão fez a escolha certa. Abraão deixou sua terra e sua parentela porque decidiu obedecer ao chamado de Deus. Embora não tivesse noção de para onde iria, decidiu confiar em Deus. Muitos estão enfrentando crises porque tomaram decisões sem consultar ao Senhor. Outros estão enfrentando dificuldades financeiras e familiares por desobediência a Deus. Contudo, é importante ressaltar que nem sempre as crises que enfrentamos são resultados da desobediência ou de escolhas precipitadas. Jó era um homem íntegro, obediente, porém experimentou terríveis crises em sua vida (Jó 1.1). Ele perdeu seus bens, seus filhos, sua saúde. Suas crises não foram resultado de decisões precipitadas.


3. Abraão passa pelo Egito. Abraão também enfrentou algumas crises em sua vida. Porém, manteve sua fé em Deus. Ele não permitiu que as adversidades da vida matassem a semente da promessa que havia sido plantada em seu coração. Na vida, enfrentamos adversidades, contudo a nossa fé nos faz ter esperança e vencer os obstáculos. Abraão teve que descer ao Egito devido à fome, mas depois retornou com muitos bens (Gn 13.2). O Senhor fez Abraão prosperar mesmo estando no Egito. Ele ainda não estava na terra da promessa. Isso nos mostra que não importa o lugar em que estamos, o Senhor nos faz prosperar. A nossa prosperidade vem do Senhor. 



II - LÓ É ATRAÍDO POR AQUILO QUE VÊ


1. Briga entre os pastores de Abraãoe Ló. Ao deixar o Egito, Abraão seguiu com sua família para o norte. Ele acampou próximo a Betei e ali encontrou o altar que havia construído para o Senhor (Gn 13.3,4). Naquele lugar, Abraão invocou o nome do Altíssimo, pois era um homem grato a Deus. A ingratidão nos impede de ver as maravilhas de Deus. Tanto Abraão como Ló haviam prosperado, possuindo servos, ovelhas e gado. Mas aquela prosperidade gerou uma crise entre o tio e o sobrinho, pois não havia mais espaço suficiente na terra para ambos. Faltava água e pastagem para tantos animais, e em pouco tempo, os pastores de Abraão e Ló começaram a brigar. A contenda estava instalada na família, e era preciso tomar uma decisão.

2. A decisão de Abraão. O patriarca logo tentou resolver a situação conflituosa. Ele não adiou o problema, mas chamou seu sobrinho para uma conversa. Abraão mostrou querer uma solução pacífica para a situação ao sugerir que cada um deveria escolher o próprio caminho.


3. A escolha precipitada de Ló. Abraão, em um gesto de bondade e mansidão, fez a seguinte proposta ao sobrinho: "Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; se escolheres a esquerda, irei para a direita; e, se a direita escolheres, eu irei para a esquerda" (Gn 13-9). Parece que Ló não pensou muito. De forma precipitada, fez a sua escolha optando por aquilo que parecia ser melhor aos seus olhos (Gn 13.10). Ele não buscou a Deus para tomar a decisão. Também não honrou seu tio deixando que ele escolhesse primeiro. Ló foi seduzido pela aparência do lugar. Essa história nos deve servir de exemplo: Não tome decisões ou faça escolhas sem consultar ao Senhor. Não julgue as pessoas pela aparência. Parecia que Ló havia ficado com a melhor parte, mas ele não podia ver o coração perverso dos habitantes daquele lugar. O homem vê somente o exterior, mas Deus conhece o interior das pessoas.



III - LÓ, UM CASO DE PROSPERIDADE E PERDAS


1. Ló e suas riquezas. Ló também foi abençoado e se tornou um homem próspero. Certamente possuía muitos servos, servas e um grande rebanho. A separação entre Ló e Abraão era algo inevitável, porém a forma como se deu não foi das melhores. Tudo indica que Ló ficou deslumbrado com a fertilidade da terra, tomando uma decisão precipitada e não honrando seu tio. Não se deixe enganar pela beleza das coisas desse mundo passageiro. Não abra mão daquilo que é eterno.

2. A guerra dos reis. A terra que Ló havia escolhido era boa, mas seus vizinhos não eram. Não demorou muito e Ló teve que enfrentar uma grande crise, uma guerra. Decisões precipitadas podem nos fazer viver tempos conturbados. Ouatro reis decidiram atacar Sodoma e Gomorra (Gn 14.8). Ló foi levado cativo e todos os seus bens e alimentos foram tomados como espólio de guerra. Ele agora era um prisioneiro e todos os seus bens foram perdidos.

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3. Abraão socorre Ló. Quando a notícia de que Ló estava cativo chegou até Abraão, ele imediatamente partiu para ajudar o sobrinho. Abraão poderia ter se negado a ajudar Ló, pois ele mesmo tinha escolhido aquelas terras. Mas o amigo de Deus não tinha um coração rancoroso, vingativo. Ele reuniu seus criados, formando um pequeno exército, perseguiu o inimigo, o alcançou e o derrotou, libertando seu sobrinho e recuperando os seus bens. Tudo que pertencia a Ló foi recuperado (Gn 14.16). Embora Ló tivesse tomado uma decisão errada, o Senhor não permitiu que seus bens e sua família ficassem na mão do inimigo.
Mais tarde, a cidade de Sodoma foi destruída pelo fogo do julgamento divino, e Ló perdeu o que tinha. 

CONCLUSÃO


Escolhas precipitadas, feitas somente pela aparência, podem causar muitos males. Antes de tomar qualquer decisão, ore ao Senhor. Peça o seu conselho, pois Ele conhece o coração do homem e sabe aquilo que é realmente melhor para nós.


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E MAIS::



Lição 05 - As consequencias das escolhas precipitadas:
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Lição 04 - A provisão de Deus no monte do sacrifício:
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Lição 03 - Abraão, a esperança do Pai da fé:
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Lição 2 - A provisão de Deus em tempos difíceis:
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Lição 1 - A Sobrevivência em Tempos de Crise:
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