30/06/2014

#Renúncia

Quando a Bíblia fala de renúncia, obviamente que é de se supor que essa referência se dá àquilo que somos apegados, afinal, não faz sentido falar em renúncia para coisas que não gostamos, não é mesmo? Em tempos tão trabalhosos, há quem acredite que 'renunciar aquilo que não gosta' é o bastante para ser chamado servo de Deus,mas, na realidade, não é bem assim, abrir mão daquilo que valorizamos para cumprir a vontade de Deus mostra onde estão nossas prioridades e que o nosso objetivo é adorar ao Pai, ainda que para isso tenhamos de cortar de nossa própria carne aquilo que temos como precioso!

29/06/2014

IURD convida Dilma Rousseff e todos os governadores do Brasil para inauguração do templo de Salomão



A Igreja Universal do Reino de Deus convidou os 27 governadores e a presidente Dilma Rousseff (PT) para a inauguração do Templo de Salomão no próximo dia 31 de julho.

Além dos governadores e a presidente, o bispo Macedo faz planos de reunir os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e o presidente do Congresso Nacional, o senador Renan Calheiros (PMDB).

De acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo, o Palácio do Planalto confirmou que a presidente Dilma Rousseff faz planos de comparecer ao evento, apesar de a Igreja Universal já ter adiantado que não haverá espaço para os políticos discursarem. Apenas Edir Macedo se pronunciará durante a celebração.

As assessorias de imprensa do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito Haddad ainda não confirmaram suas presenças na inauguração.

O PRB, partido pelo qual todos os pastores e bispos da Universal que tentam carreira na política são filiados, também deverá estar representado de forma bastante ostensiva. Atualmente, além do senador Marcelo Crivella, o partido conta com 10 deputados federais e diversos espalhados pelas Assembleias Legislativas.

Além dos representantes dos três poderes, a Universal convidou líderes sociais e empresários, além de 60 delegações estrangeiras, incluindo uma israelense. As 10 mil pessoas que assistirão a cerimônia de inauguração do megatemplo já estão sendo cadastradas pela denominação, pois não será permitida a entrada de nenhuma pessoa que não tenha confirmado sua presença previamente.

Números

O Templo de Salomão levou quatro anos para ficar pronto a um custo de R$ 650 milhões, de acordo com o Estadão, e é uma réplica aumentada do templo que o rei Salomão ergueu. Possui 74 mil m² de área construída, e 56 metros de altura na fachada, números que superam grandes templos católicos, como a Basílica de Aparecida, no interior paulista, e a Basílica de São Pedro, no Vaticano.


Crédito: Matéria: Gospel+ 

28/06/2014

Presença de Antony Garotinho em Templo da Mundial irrita Valdemiro Santiago

Uma recente visita do pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) a um templo da Igreja Mundial do Poder de Deus teria irritado o líder da denominação, o apóstolo Valdemiro Santiago.

Segundo o jornalista e colunista da revista Veja Lauro Jardim, Garotinho esteve em um templo da Igreja Mundial durante um culto dirigido por Santiago. Acompanhado pelo deputado Francisco Floriano, o pré-candidato chegou a discursar durante o culto. Jardim afirma que a atitude de Anthony Garotinho não agradou em nada o líder da Mundial.

Conhecido em todo o país por ser evangélico, Garotinho cometeu ainda uma gafe ao falar durante o culto, confundindo referências bíblicas. Ao citar o Vale dos Ossos Secos, ele afirmou se tratar de uma expressão do livro de Isaías quando na verdade é um trecho do livro de Ezequiel.

Francisco Floriano, que levou Garotinho ao culto, é próximo de Valdemiro Santiago há mais de 30 anos. Em março desse ano chegaram a circular informações de que as relações entre o deputado e o pastor estariam estremecidas, por Valdemiro não apoiar a campanha de Anthony Garotinho. Porém, Floriano afirma que não há nenhuma desavença entre ele e o líder da Igreja Mundial.

- Nos conhecemos há mais de 30 anos, nada vai nos colocar um contra o outro – afirma o deputado.


Crédito(s): Matéria e foto:: Gospel+

25/06/2014

A Igreja realmente entende porque (ou para quê) Jesus concede dons espirituais?

EDITORIAL

A Igreja realmente entende porque (ou para quê) Jesus concede dons espirituais?

No último trimestre, devido ao tema proposto pela Escola Dominical,  realizamos uma enquete com os irmãos que nos acessam em nosso blog, perguntando:"A igreja realmente entende para que Jesus concede dons espirituais?". Dentre algumas respostas, tínhamos a seguinte:" Não; atualmente é muita carne e pouco Espírito!". E, pasmem os senhores... esta foi aquela eleita como a resposta para a maioria daqueles que nos acessaram neste trimestre. 

Aparentemente,num primeiro momento, há uma certa prosperidade da igreja, parece que mais do que nunca, a igreja têm adquirido maturidade tal que permite-se ser reconhecida como Corpo de Cristo. Triste engano! Na realidade, vivemos sim um tempo de aparente prosperidade, com templos suntuosos, pastores eruditos, homens de visão muito empreendedora dentro da casa de Deus,mas, a despeito de tudo isso, muitos são aqueles que usam o dom de Deus para estabelecer um 'governo celestial' nesta terra, criam sua própria Sião neste mundo, como se aquilo que é imperfeito pudesse ser comparado com a glória suprema que aguarda a Igreja redimida. De fato, não se fala mais naquilo que é celestial, não parece uma prioridade render-se ao pensamento cristão de que estamos nesta terra de passagem e que,por isso, devemos investir na Canaã Celestial, priorizando-a, na certeza que os céus e terra passarão, não restando nenhuma esperança após isto!

E os dons? Uma coisa relaciona-se com a outra, uma vez que o objetivo central de Cristo ao conceder dons espirituais à Igreja é realmente para que esta torne-se testemunha viva de um ministério apostólico que não terminou com os doze,antes, continua (ou deveria continuar) através daqueles que optaram por viver esta fé. Os dons são, na verdade, ferramentas para o exercício de uma vida cristã com poder para testemunhar de Cristo num mundo que se opõe aos valores de Deus! Note o prezado leitor que,em nenhum momento, no Livro de Atos dos Apóstolos, a Igreja venceu no grito, no barulho, na baderna, no tumulto. Saibam todos que,muito embora os apóstolos testemunhassem com ousadia, esta ousadia não se traduzia em 'revolução' ou 'guerra', de maneira nenhuma! os Apóstolos venciam pelo poder que emanava [emana] das Escrituras! Leia o livro de Atos e veja se não é desta forma. As maiores perseguições a Cristo e  aos Apóstolos se davam não porque eles provocavam seus opositores,mas, porque estes ficavam desconsertados diante das exposições apresentadas e isto lhes causava maior furor.

Estes conceitos,então, que são rudimentares à fé cristã,muito embora estejam fora de moda, devem ser retomados por nós como o meio que realmente a nossa vida de fé fará sentido. Os dons existem para auxiliar-nos em nossa caminhada,pois:
a) Foi através de dons que Filipe pôde auxiliar aquele que lia a Escritura e não entendia (At.8.30);
b) Foi através de dom espiritual que Pedro deixou de temer diante das multidões,perdeu o medo e passou a ser testemunha de Jesus (At. 2.14);
c) .
d).
e).

E você? O que tem feito através dos dons ?

#paz #verdade_profética

24/06/2014

EBD 2014 - 3º Trimestre: Lição 01 - Tiago - Fé que se Mostra pelas Obras

Lição de número 01 da Escola Dominical a ser ministrada dia 05/ Julho/ 2014 em todas as Assembleias de Deus

Neste trimestre, estudaremos a mensagem de Deus entregue aos santos irmãos do primeiro século por intermédio de Tiago, o irmão do Senhor. Assim pode ser resumida a Epístola universal de Tiago: uma carta de conselhos práticos para uma vida bem-sucedida e de acordo com a Palavra de Deus. A espiritualidade superficial, a ausência de integridade, a carência de perseverança e a insuficiência da compaixão para com o próximo são características que permeiam o caminho de muitos crentes dos dias modernos. O estudo dessa epístola é relevante para os nossos dias, pois contempla a oportunidade de aperfeiçoarmos o nosso relacionamento com Deus e com o próximo, levando-nos a compreender que a fé sem as t obras é morta (Tg 2.17).

I - AUTORIA, LOCAL, DATA E DESTINATÁRIOS (Tg 1.1)

1. Autoria. Em lugar, é preciso destacar o fato de que há, em o Novo Testamento, a menção de quatro pessoas com o nome de Tiago: Tiago, pai de Judas, não o Iscariotes, (Lc 6.16); Tiago, filho de Zebedeu e irmão de João (Mt 4.21; 10.2; Mc 1.19, 10.35; Lc 5.10; 6.14; At. 1.13; 12.2); Tiago, filho de Alfeu, um dos doze discípulos (Mt 10.3; Mc 3.18; 15.40; Lc 6.15; At 1.13) e, finalmente, Tiago, o autor da epístola, que era filho de José e Maria e meio-irmão do nosso Senhor (Mt 1.18,20). Após firmar os passos na fé e testemunhar a ressurreição do Filho de Deus, o irmão do Senhor liderou a Igreja em Jerusalém (At 15.13-21) e, mais tarde, foi considerado apóstolo (Cl 1.19). Pela riqueza doutrinária da carta, o autor não poderia ser outro Tiago, senão, o irmão do Senhor e líder da Igreja em Jerusalém.

2. Local e data. Embora a maioria dos biblistas veja a Palestina, e mais especificamente Jerusalém, como locai mais indicado de produção da epístola,  tal informação é desconhecida. Sobre a data, tratando-se do período antigo da era cristã, sempre será aproximada. Por essa razão, a Bíblia de Estudo Pentecostal data a produção da carta de Tiago entre os anos 45 a 49 d.C., aproximadamente.

3. Destinatário. “Às doze tribos que andam dispersas” (Tg 1.1). Há muito a estrutura política de Israel perdera a configuração de divisão em tribos. Assim, em o Novo Testamento, a expressão “doze tribos” é um recurso linguístico que faz alusão, de forma figurativa, à nação inteira de Israel (Mt 19.28; At 26.7; Ap 21.12). Todavia, ao usar a fórmula “doze tribos”, na verdade, Tiago refere-se aos cristãos dispersos na Palestina e variadas igrejas estabelecidas em outras regiões, isto é, todo o povo de Deus espalhado pelo mundo.

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II - O PROPÓSITO DA EPÍSTOLA DE TIAGO

1. Orientar. Em um tempo marcado pela falsa espiritualidade e egoísmo, as orientações de Tiago são relevantes e pertinentes. Isso porque a Escritura nos revela o serviço a Deus como a prática concreta de atitudes e comunhão: guardar-se do sistema mundano (engano, falsidade, egoísmo, etc.) e amar o próximo. Assim, através de orientações práticas, Tiago almeja fortalecer e consolar os cristãos, exortando-os acerca da profundidade da verdadeira, pura e imaculada religião para com Deus a qual é: a) visitar os órfãos e as viúvas nas tribulações; b) não fazer acepção de pessoas e c) guardar-se da corrupção do mundo (Tg 1.27).

2. Consolar. Numa cultura onde não se dobrar a César, honrando-o como divindade, significava rebelião à autoridade maior, os crentes antigos foram impiedosamente perseguidos, humilhando-se mortos. Entretanto, a despeito de perder emprego, pais, filhos e sofrer martírios em praças públicas, eles se mantiveram fiéis ao Senhor. Por isso, a epístola é, ainda hoje, um bálsamo para as igrejas e crentes perseguidos espalhados pelo mundo (Tg 1.17,18; 5.7-11).

3. Fortalecer. Além das perseguições cruéis, os crentes eram explorados pelos ricos e defraudados e afligidos pelos patrões (Tg 5.4). Apesar de a Palavra de Deus condenar com veemência essa prática mundana, infelizmente, ela ainda é muito atual (Ml 3.5; Mc 10.19; 1 Ts 4.6). A Epístola de Tiago não foge à tradição profética de condenar tais abusos, pois, além de expor o juízo divino contra os exploradores, o meio-irmão do Senhor exorta os santos a não desanimarem na fé, pois há um Deus que contempla as más atitudes do injusto e certamente cobrará muito caro por isso. A queda de quem explora o trabalhador não tardará (Tg 5.1-3).

III - ATUALIDADE DA EPÍSTOLA

1. Num tempo de superficialidade espiritual. Outro propósito da epístola é levar o leitor a um relacionamento mais íntimo com Deus e com o próximo. A carta traz diversas citações do Sermão do Monte como prova de que o autor está em plena concordância com o ensino de Jesus Cristo. Tiago chama a atenção para a verdade de que se as orientações de Jesus não forem praticadas, o leitor estará fora da boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Portanto, a Igreja do Senhor não pode abandonar os conselhos divinos para desenvolver uma espiritualidade sadia e profunda.

2. Num tempo de confusão entre “salvação pela fé” ou “salvação pelas obras”. O leitor desavisado pode pensar que a Epístola de Tiago contradiz o apóstolo Paulo quanto à doutrina da salvação mediante a fé. Nos tempos apostólicos, falsos mestres torceram a doutrina da salvação pela graça proclamada pelo apóstolo dos gentios (2 Pe 3.14-16 cf. Rm 5.20—6.4). Entretanto, a Epístola de Tiago evidencia que não se pode fazer separação entre a fé e as obras. Apesar de as obras não garantirem a salvação, a sua manifestação dá testemunho da experiência salvífica do crente (Ef 2.10; cf. Tg 2.24).

3. Uma fé posta em prática. Muitos dizem ser discípulos de Cristo, mas estão distantes das virtudes bíblicas. Estes não evidenciam sua fé por intermédio de suas atitudes. Os pseudodiscípulos visam os seus interesses particulares e não a glória de Deus. Precisamos urgentemente priorizar o Reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33). Tiago nos ensina, assim como João Batista (Lc 3.8-14), que precisamos produzir frutos dignos de arrependimento.

CONCLUSÃO

Como em toda a Escritura Sagrada, a Epístola de Tiago é um farol acesso e permanentemente atual. Ela nos alerta contra a mediocridade da vida supostamente cristã e nos exorta a fazer das Escrituras o nosso pão diário. Jesus Cristo sempre foi zeloso pelo bem estar do seu rebanho (Jo 10.10). Em todas as épocas Ele é o bom pastor que cuida das suas ovelhas (Jo 10.11). É do interesse do Mestre que os discípulos vivam em harmonia e amor mútuo, afim de não trazerem escândalo aos de dentro e, muito menos, aos de fora (1 Co 10.32). E não nos esqueçamos: A religião pura e imaculada é a fé que se mostra através de nossas práticas e obras.

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Subsídios da Lição 01: Tiago - Fé que se Mostra pelas Obras

Subsídio Bibliológico

“Deve ser observado que existem resultados mais abençoados e reais quando um indivíduo realmente confia no Senhor Jesus Cristo. Há não apenas uma mudança de posição diante de Deus (justificação), mas há o início da obra redentora e santificadora de Deus. Embora a transformação da vida não seja a base da salvação, ela é a evidência da salvação. E sem tal evidência (em maior ou menor grau) deve ser levantada uma questão quanto à autenticidade da fé do indivíduo. [...]

As boas obras de um cristão são o resultado e a evidência da autenticidade da sua fé. É o entendimento deste fato que resolverá o problema de alguns quanto a uma alegada discrepância entre Paulo e Tiago. Paulo certamente relaciona as boas obras com a fé (Ef 2.8-1 0). Fica claro que Tiago está falando da justificação diante dos homens (Tg 2.18 - ‘mostra-me’, ‘te mostrarei’; v.22 - ‘bem vês’; v.24 - ‘vedes’; v.26), e que a fé é provada pelas obras (v.22)” 

(PFEIFFER, Charles F.; VOS, Howard, F. Dicionário Bíblico Wydiffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp.779,80).

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Respostas da Lição 01: Tiago - Fé que se Mostra pelas Obras

1. Quem é o autor da Epístola de Tiago?
R: Tiago, filho de José e Maria e meio-irmão do nosso Senhor.

2. Quem são os destinatários da Epístola de Tiago?
R: Os cristãos dispersos na Palestina e variadas igrejas estabelecidas em outras regiões, isto é, todo o povo de Deus espalhado pelo mundo.

3. Segundo a lição, quais são os propósitos da Epístola de Tiago?
R: Orientar, consolar e fortalecer a Igreja de Cristo.

4. O que provam as várias citações do Sermão da Montanha na Epístola de Tiago?
R: Que o autor está em plena concordância com o ensino de Jesus Cristo.

5. Por que não podemos fazer separação entre a fé e as obras?
R: Porque apesar de as obras não garantirem a salvação, a sua manifestação dá testemunho da experiência salvífica do crente (Ef 2.10; cf. Tg 2.24).

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23/06/2014

EBD 3º Trimestre de 2014: Fé e Obras - Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica

A paz a todos! Irmãos, iniciaremos no próximo dia 05/07/2014 mais um ciclo da Escola Bíblica Dominical, nas Assembleias de Deus no Brasil. No terceiro trimestre,estudaremos os ensinos de Tiago aplicados à vida cristã, associando a fé apostólica com atos (obras) que expressem aquilo que acreditamos. O Blog Verdade Profética disponibilizará, como vem fazendo, cada lição, contendo seus subsídios e respostas não somente para acesso,mas, também, para download em PDF de forma gratuita. Convidamos a todos para estar conosco mais este trimestre!

EBD 3º Trimestre de 2014: Fé e Obras - Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica

Lição 1  – Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
Lição 2  – O Propósito da Tentação
Lição 3  – A Importância da Sabedoria Humilde
Lição 4  – Gerados pela Palavra da Verdade
Lição 5  – O Cuidado ao Falar e a Religião Pura
Lição 6  – A Verdadeira Fé não Faz Acepção de Pessoas
Lição 7  – A Fé se Manifesta em Obras
Lição 8  – O Cuidado com a Língua
Lição 9  – A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática
Lição 10 – O Perigo da Busca pela Autorrealização Humana
Lição 11 – O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus
Lição 12 – Os Pecados de Omissão e de Opressão
Lição 13 – A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago

16/06/2014

Baixar Lição da EBD em PDF - 2º Trimestre de 2014


Olá pessoal, a paz a todos!

Bem sabemos que há uma imensa procura em arquivos das lições da EBD para download e,o Blog Verdade Profética está disponibilizando os comentários para download gratuito. Você pode baixar pelo link abaixo::

[TRIMESTRE 02 DE 2014 COMPLETO!]

Lição 1 – E deu dons aos homens [4Shared] [Google Drive]
Lição 2 – O propósito dos dons espirituais [4Shared] [Google Drive]
Lição 3 – Dons de revelação [4Shared] [Google Drive]
Lição 4 – Dons de poder [4Shared] [Google Drive]
Lição 5 – Dons de elocução [4Shared] [Google Drive]
Lição 6 – O ministério de apóstolo [4Shared] [Google Drive]
Lição 7 – O ministério de profeta [4Shared] [Google Drive]
Lição 8 – O ministério de evangelista [4Shared] [Google Drive]
Lição 9 – O ministério de pastor [4Shared] [Google Drive]
Lição 10 – O ministério de mestre ou doutor [4Shared] [Google Drive]
Lição 11 – O presbítero, bispo ou ancião [4Shared] [Google Drive]
Lição 12 – O diaconato [4Shared] [Google Drive]
Lição 13 – A multiforme sabedoria de Deus [4Shared] [Google Drive]

15/06/2014

EBD 2014 - 2º Trimestre: Lição 13: A multiforme sabedoria de Deus

O Altíssimo revelou para a Igreja um mistério oculto desde a fundação do mundo. Pelo Espírito Santo, o Senhor trouxe luz para o seu povo usando os “seus santos apóstolos e profetas” para mostrar que esse mistério é Cristo em nós, a esperança da glória. Era a multiforme sabedoria do Pai manifestando-se para pessoas simples como eu e você.

I - OS DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS

1. São diversos. Na passagem bíblica de 1 Coríntios 1 2.8-10 são mencionados nove dons do Espírito Santo. Há outros dons espirituais noutras passagens da Bíblia já mencionados em lições anteriores deste trimestre, como Romanos 12,6-8; 1 Coríntios 12.28-30; 1 Pedro 4.10,11 e Hebreus 2.4. São dons na esfera congregacional. Em Efésios 4.7-11 e 2 Timóteo 1.6 vemos dons espirituais na esfera ministerial da igreja.

2. São amplos. A sabedoria de Deus é multiforme e plural. É manifesta em seus dons espirituais e ministeriais nas mais variadas comunidades cristãs espalhadas pelo mundo.

3. Dádivas do Pai. Outras excelentes dádivas de Deus dispensadas à sua Igreja para comunicar o Evangelho a todos, são:

a) 4 dádiva do amor. A grande manifestação de amor do Altíssimo para com a humanidade foi enviar o seu Filho Amado para salvar o mundo Oo 3.16). Este amor dispensado por Deus desafia-nos a que amemos aos nossos inimigos e ao próximo, isto é, qualquer ser humano carente da graça do Pai (Jo 1.14).

b) A dádiva da filiação divina. Deus torna um filho das trevas em filho de Deus Oo 1.12; 1 Pe 2.9). É a graça do Pai indo ao encontro da pessoa, tornando-a membro da família de Deus (Ef 2.19).

c) O ministério da reconciliação. O apóstolo Paulo explica o milagre da salvação como resultado do “ministério da reconciliação” (2 Co 5.19). Todo ser humano pode ter a esperança de salvação eterna, mas de salvação agora também. Quem está em Cristo é uma nova criatura e o resultado disto é que Deus faz tudo novo em sua vida (2 Co 5.17).

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II - BONS DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DIVINOS

1. Com sobriedade e vigilância. O despenseiro deve administrar a igreja locai, retirando da “despensa divina” o melhor alimento para o rebanho. Paulo destaca a sobriedade e a vigilância do candidato ao episcopado como habilidades indispensáveis ao exercício do ministério (1 Tm 3.2). Por isso, o apóstolo recomenda ao obreiro não ser dado ao vinho, pois bebida traz confusão, contenda e dissolução (1 Tm 3.2 cf. Ef 5.1 8). O fiel despenseiro é o oposto disso. Nunca perde a sobriedade e a vigilância em relação ao exercício do ministério dado por Deus.

2. Amor e hospitalidade. Os despenseiros de Cristo têm um “ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobrirá a multidão de pecados” (1 Pe 4.8). Mediante a graça de Deus, o obreiro pode demonstrar sabedoria e amor no trato com as pessoas. Amar sem esperar receber coisa alguma é parte do chamado de Deus para os relacionamentos (1 Jo 3.16). Esta atitude é a verdadeira identidade daqueles que se denominam discípulos do Senhor Jesus (Jo 1 3.34,35). Aqui, também entra o caráter hospitaleiro do obreiro, recomendado pelo apóstolo Pedro (1 Pe 4.9). Isso se torna possível para quem ama incondicionalmente, pois a hospitalidade é acolhimento, bom trato com todas as pessoas — crentes ou não, pobres ou ricas, cultas ou não etc. Este é o apeio que o escritor aos Hebreus faz a todos os crentes (Hb 1 3.2,3).

3. O despenseiro deve administrar com fidelidade. A graça derramada sobre os despenseiros de Cristo tem de ser administrada por eles com zelo e fidelidade. A Palavra de Deus nos adverte: “Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pe 4.10). Pregando, ensinando ou administrando o corpo de Cristo, tudo deve ser feito para a glória do Senhor, a quem realmente pertence a majestade e o poder (1 Pe 4.11). Paulo ensina-nos ainda que devemos ser vistos pelos homens como “ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus” (1 Co 4.1; Cf 1.26,27). Por isso, os despenseiros de Deus devem ser fiéis em tudo; "para que, agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus” (Ef 3.10).

III - OS DONS ESPIRITUAIS E O FRUTO DO ESPÍRITO

1. A necessidade dos dons espirituais. Os dons espirituais são indispensáveis à Igreja. Uma onda de frieza e mornidão tem atingido muitas igrejas na atualidade, as quais não estão vivendo a real presença e o poder de Deus para salvar, batizar com Espírito Santo e curar enfermidades (Ap 3.15-20). Em tal estado, os dons do Espírito são ainda mais necessários. É no tempo de sequidão que precisamos buscar mais e mais a face do Senhor, rogando-lhe a manifestação dos dons espirituais para o desperta- mento espiritual dos crentes em Jesus (Hb 3.2).

2. Os dons espirituais e o amor cristão. Paulo termina o capítulo sobre os dons espirituais, dizendo: “Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho ainda mais excelente” (1 Co 1 2.31). Em seguida abre o capítulo mais belo da Bíblia Sagrada sobre o amor— 1 Coríntios 13. Como já dissemos, não é por acaso que o tema do amor (capítulo 1 3) está entre os assuntos espirituais (capítulos 12 e 14). Ali, o apóstolo dos gentios refere-se a vários dons, ensinando que sem o amor nada adianta tê-los.

3. A necessidade do fruto do Espírito. Uma vida cristã pautada pela perspectiva do fruto do Espírito (Gl 5.22) — o amor — é o que o nosso Pai Celestial quer à sua Igreja. Uma igreja cheia de poder, que também ama o pecador. Cheia de dons espirituais, mas que também acolhe o doente. Zelosa da boa doutrina, mas em chamas pelo amor fraterno que, como diz Paulo, “é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal” (1 Co 13.4,5). O caminho do amor é mais excelente que o dos dons espirituais (1 Co 12.31).

CONCLUSÃO

A multiforme sabedoria de Deus manifesta-se na igreja através da intervenção sobrenatural do Espírito Santo e a partir dos dons de Deus necessários ao crescimento espiritual dos crentes. Sejam quais forem os dons, aqueles que os possuem devem usá-los com humildade e fidelidade, não buscando os interesses próprios, mas sobretudo o amor, pois sem amor de nada adianta possuir dons. Estes são para a edificação dos salvos em Cristo Jesus.

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Subsídios da Lição 13: A multiforme sabedoria de Deus

“SABEDORIA

Embora Paulo não tenha pregado de acordo com a sabedoria do mundo, todavia ele pregou a sabedoria oculta de Deus que só pode ser discernida quando Deus dá ao homem a direção e a ajuda do Espírito Santo (1 Co 2.7-1 4). Deus deseja que o homem tenha e conheça sua sabedoria (Tg 1.5). Ela é espiritual e consiste no conhecimento de sua vontade (Cl 1.9; Ef 1.8,9). Ela é ‘do alto’ e é contrastada com a sabedoria terrena e humana deste mundo, que pode até ser inspirada pelos demônios (Tg 3.1 3-1 7; cf, Cl 2.23; 1 Co 3.1 9,20; 2 Co 1.1 2). A sabedoria de Deus deve ser revelada ou 'dada’ aos homens (Rm 11.33,34; 2 Pe 3,15; Lc 21.15). Isto pode ser conferido pela Palavra de Deus e pelo ensino humano dela (Cl 3.16; 1.28; Ap 13,18; 1 7.9)” 


(PFEIFFER, Charles F.; REA, John; VOS, Howard F. (Eds.). Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 1712).


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Respostas da Lição 13: A multiforme sabedoria de Deus

1. Segundo a lição, quais são as dádivas de Deus dispensadas à sua Igreja para comunicar o Evangelho a todos?
R: A dádiva do amor, a dádiva da filiação divina e o ministério da reconciliação.

2. Segundo o apóstolo Paulo quais habilidades são indispensáveis ao exercício do ministério (1 Tm 3.2)?
R: A sobriedade e a vigilância.

3. Como Paulo termina o capítulo sobre os dons espirituais?
R: Dizendo: “Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho ainda mais excelente” (1 Co 12.31).

4. Qual o caminho ainda mais excelente que os dons, segundo a lição?
R: O caminho do amor.

5. Sejam quais forem os dons, como aqueles que os possuem devem usá-los?
R: Com humildade e fidelidade, não buscando os interesses próprios, mas, sobretudo, o amor, pois sem amor de nada adianta possuir dons.


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12/06/2014

Resumo geral da Lição 11 - O Presbítero, Bispo ou Ancião

Devido ao crescimento do Evangelho, e a consequente expansão da Igreja Apostólica, fez-se necessária a separação de crentes fieis que pudessem auxiliar na condução deste rebanho na presença de Deus. 

O termo "Presbítero":: o termo “presbítero” remete ao grego e quer dizer  “pessoa mais velha”. Como substantivo, e no emprego dos judeus e cristãos, “presbítero” é um título de dignidade dos indivíduos experientes e de idade madura que formavam o governo da igreja local. É um sinônimo de bispo (supervisor); de professor ; e de pastor .É correto afirmar que há o aspecto pastoral deste ministério. 

Em o Novo Testamento, as referências aos presbíteros encontram-se no plural; “presbíteros”, “bispos” ou “anciãos” (At 11.30; 15.2,4,6; 20.17;Tg 5.14; 1 Pe 5.1). Existem,entretanto, qualificações pré-determinadas para as funções,tais qualificações estão descritas em Tito 1.6-9 para presbítero, assim como em 1 Timóteo 3.1-7 para “bispo”, denotando o aspecto sinonímico dos dois termos. 

A atuação do presbitério:: No Concílio de Jerusalém, em relação às sérias questões étnicas e eclesiásticas que podiam comprometer a expansão da igreja, os apóstolos e os anciãos (presbíteros) foram chamados para debater e legislar sobre o assunto (At 15.2,6,9-11). Em seguida, os presbíteros foram enviados à Antioquia para orientar os irmãos sobre a resolução dos problemas que perturbavam os novos convertidos: "E, quando iam passando pelas cidades, lhes entregavam, para serem observados, os decretos que haviam sido estabelecidos pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém” (At 16.4). 

Ao contrário daquilo que vemos em muitas igrejas, uma questão saliente na estrutura de governo eclesiastica é o modelo neotestamentário em detrimento daquele que é adotado na atualidade. Não há, no NT, uma igreja regida por um único homem, um 'presidente',mas, um grupo de crentes voltados para o mesmo propósito. O Novo Testamento mostra que, apesar de haver um pastor titular, o governo de uma igreja não era exercido por um único líder, mas pelo conselho de obreiros (At 20.17-37; Ef 4.11, 1 Pe 5.1). 

Deveres dos Presbíteros:: 
  1. Apascentar a igreja. Os presbíteros têm o dever de alimentar o rebanho de Deus com a exposição da Santa Palavra. O apóstolo Pedro bem exortou aos presbíteros da sua época acerca desta tarefa: (1 Pe 5.2a). Esse ato ocorre voluntariamente, sem interesse financeiro, servindo de exemplo ao rebanho em tudo (1 Pe 5.2,3) Os presbíteros formam o conselho da igreja local cujo objetivo maior é atuar na formação espiritual, social, moral e familiar do povo de Deus;
  2. Liderar a igreja local. A liderança da igreja local tem duas esferas principais de atuação: o governo e o ensino. O presbítero, quando designado para essas tarefas, tem o dever de exercê-las na “Igreja de Deus” (1 Tm 3.5). Para isso, ele precisa saber governar a sua própria casa” e ser "apto a ensinar” (1 Tm 3.2,4). Liderar o rebanho de Deus, segundo o Novo Testamento, é estar disponível “para servir” e “não para ser servido” (Mt 20.25-28; Mc 10.42-45);
  3. Ungir os enfermos. “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor” (Tg 5.14). O ato da unção dos enfermos não pode ser banalizado na igreja local. Ele revela a proximidade que o presbítero deve ter com as pessoas. 
Os presbíteros, ou bispos, sempre formaram um corpo de obreiros com a finalidade de contribuir para a edificação da igreja local Eles exercem uma função pastoral. Nas Assembleias de Deus no Brasil, os presbíteros exercem este serviço, pastoreando as congregações. 


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10/06/2014

Respostas da Lição 12 - O diaconato

1. Qual o significado do termo grego “diaconia'?
R: “Ministério” ou “serviço”. 

2. Qual o significado da “diaconia da toalha e da bacia”?
R: Significa a convocação Cristo- Centrica para uma vida de serviço humilde (Jo 13.12-17).

3. Quais as qualificações para o diaconato?
R: Caráter moral, caráter espiritual e caráter familiar.


4. Qual a função dos diáconos em Atos 6?
R: Assistir socialmente as viúvas: tanto as de fala hebraica como as de fala grega.

5. Qual a função dos diáconos hoje?
R: Auxiliar a igreja locai através das orientações do seu pastor em atividades ligadas a visitar os enfermos, os necessitados e os desviados, bem como cuidar das tarefas espirituais ligadas ao culto, como distribuir os elementos da Ceia do Senhor, recolher as contribuições para a manutenção da igreja local (dízimos e ofertas) e auxiliar na ordem e na segurança do culto, bem como de outras tarefas para as quais for designado.

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Subsídios da Lição Lição 12 - O diaconato

“Comunhão Quebrada: A Comunidade Escolhe Sete Diáconos

Os crentes se dedicam a formar uma comunidade de comunhão (At 2.42), que acha expressão em compartilharas possessões com os necessitados. Como exemplo positivo de comunhão, Lucas chamou atenção a Barnabé (At 4.36,37); em contraste, Ananias e sua esposa são exemplos negativos (At 5.1-1 1). No capítulo 6, Lucas informa um desarranjo na comunhão causado pela negligência da comunidade para com suas viúvas gregas. No meio de tremendo progresso da Igreja, este problema coloca a unidade eclesiástica em sério perigo.

Nesta época, a comunidade cristã consiste em dois grupos: os judeus gregos (hellenistai, ‘crentes de fala grega’) e os judeus hebreus (hebraioi, ‘crentes de fala aramaica’). Os judeus gregos de Atos 6 são crentes que foram fortemente influenciados pela cultura grega, provavelmente enquanto viviam fora da Palestina, ao passo que os judeus hebreus são cristãos que sempre viveram na terra nativa da Palestina” 

Acesse também:

(STRONSTAD, Roger; ARRINGTON, French L. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Vol. 1: Mateus a Atos. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.657).

“[Sobre a Escolha dos diáconos]

[...] Lucas não declara como é feita a escolha dos sete homens, mas a congregação como um todo vê a sensatez da proposta dos apóstolos (v.5) e participa na escolha destes diáconos. A qualificação básica é a espiritualidade, mas eles devem ser distintos de duas maneiras.
Eles têm de ser cheios do Espírito Santo’. Em vez de ser meros bons administradores ou gerentes de recursos, esta qualificação lhes exige que sejam capacitados pelo Espírito na ordem dos discípulos no Dia de Pentecostes. Quer dizer, eles devem ter o poder de uma fé que faz milagres.

Eles também têm de ser ‘cheios [...] de sabedoria’. Complementar aos atos de poder está o discurso inspirado pelo Espírito. Os diáconos têm de ser poderosos em obras e palavras. Como pessoas competentes e maduras que são inspiradas pelo Espírito, elas têm de ter bom senso prático e serem capazes de lidar com delicados problemas de propriedade. Seu ministério inclui negócios empresariais e a distribuição de ajuda para os necessitados, mas também deve ser espiritual e carismático. Eles devem exercer quaisquer dons espirituais que Deus lhes concedeu.

Entre os sete homens escolhidos para servir como diáconos estão Estêvão e Filipe (os únicos dois sobre quem Lucas apresenta detalhes). Filipe se destaca como pregador carismático (At 8.4-8,26- 40; 21.8); ele é o primeiro a fundar uma igreja entre os samaritanos. Estêvão é descrito como "homem cheio de fé* (v.5), sem dúvida significando a fé que faz milagres. Ele faz ‘prodígios e grandes sinais entre o povo’ (v.8), e seus oponentes não sabem como lidar com a pregação que ele faz (v. 10). O ministério destes dois homens ilustra os ministérios dos diáconos carismáticos, os quais se estendem muito além das preocupações práticas do dia a dia da Igreja.

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A ordenação dos sete diáconos fornece bom modelo para ministrar as minorias da Igreja. Como na Igreja primitiva, devemos nos preocupar com o modo como as minorias — os pobres, as viúvas, os órfãos e as pessoas de diferentes origens raciais — são tratadas. Semelhante às viúvas crentes de faia grega, tais pessoas são indefesas, e suas necessidades podem ser negligenciadas. Cada congregação deve ter um programa próprio para ministrar aos que estão em desvantagem e às minorias, e entregar este ministério àqueles que são espiritualmente dotados e compromissados a cuidar deles” 

(STRONSTAD, Roger; ARRINGTON, French L. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Vol. 1: Mateus a Atos. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp.657-8)


EBD 2014 - 2º Trimestre: Lição 12 - O diaconato

Lição 12 da Escola Dominical a ser ministrada dia 22/Junho/2014 em todas as Assembléias de Deus no Brasil
Texto Bíblico: 1 Timóteo 3.8-13

No primeiro século da era cristã, a Igreja cresceu sob o avivamento do Espírito e expandiu-se pelo mundo. Na mesma medida em que cresceu, surgiram também problemas na esfera social, demandando urgentes providências. Por uma sábia e unânime decisão, em assembleia, a igreja de Jerusalém escolheu sete homens de moral ilibada e cheios do Espírito Santo, para administrarem esse "importante negócio” (At 6.3). Nesta lição estudaremos esse importante ministério de serviço que, por causa de uma crise étnica na igreja, levou os apóstolos a propor medidas que serviram de base para instituir a função diaconal. Esta, até hoje, faz parte do ministério ordenado pelas igrejas cristãs.

I - A DIACONIA DE JESUS CRISTO

1. Significado do termo. O termo grego diaconia significa “ministério” ou “serviço”. A vida inteira de Jesus aqui na Terra demonstrou o verdadeiro sentido da diaconia em todos os seus aspectos. Na realidade, seu ministério terreno evidenciou o quanto Ele foi “apóstolo da nossa confissão” (Hb 3.1), profeta (Lc 24.19), evangelista (Lc 4.18,19), pastor (Jo 10.11), mas principalmente, diácono por excelência (Mt 20.28). O apóstolo Paulo disse que Jesus, “sendo em forma de, Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Fp 2.6-7). Segundo a Bíblia de Estudo Palavras-Chave, a expressão “tomando a forma de servo" denota o sentido de uma condição humilde.

2. Serviço de escravo. Na véspera da sua crucificação, o Senhor Jesus reuniu os seus doze discípulos para comer a última ceia. Tomando uma toalha e uma bacia com água, ele começou a lavar os pés dos discípulos, um a um (Jo 1 3.4,5). Não há atitude mais comovente do nosso Senhor como o relato do lava-pés, demonstrando serviço, exemplo e humildade. A “diaconia da toalha e da bacia” é a convocação Cristo Centrica para uma vida de serviço humilde (Jo 13.12-17).

3. O discípulo é um serviçal. Certa vez, Tiago e João pediram ao Senhor lugares de destaques, “à direita” e “à esquerda” de Jesus, quando da implantação do seu Reino (Mc 10.35-37). Os discípulos ainda não haviam compreendido a mensagem de Jesus. A proposta do Nazareno nunca foi a de estabelecer uma hierarquia de poder temporal para a sua igreja, mas a de serviço conforme demonstra sua resposta a eles: “entre vós não será assim; antes, qualquer que, entre vós, quiser ser grande será vosso serviçal [diako- nos]. E qualquer que, dentre vós, quiser ser o primeiro será servo de todos. Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10.43-45).

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II - A INSTITUIÇÃO DOS DIÁCONOS

1. O conceito da função. A palavra diácono (gr. diakonos), segundo o Dicionário Vine, refere-se àquele que presta trabalhos voluntários aludindo aos exemplos dos criados domésticos dos tempos do Novo Testamento. O termo destaca, em especial, a função de um mestre ou de um pastor cristão, entrelaçando o sentido técnico do diácono ou diaconisa. Outra palavra grega relacionada a “diácono” é doulos. Esta refere-se a "um servo" ou “um escravo” (Mt 1 3.27,28; Jo 4.51). Portanto, a ideia preponderante que a função do diácono remonta é a do serviço voluntário prestado, pelo “ministro”, o “servo” ou o “assistente”, para alguém.

2. Origem do diaconato. “A bênção”, “problema” e ‘'reivindicação” são palavras-chave para o advento do ministério formal dos diáconos em o Novo Testamento. A bênção foi o extraordinário crescimento da igreja local em Jerusalém. A questão étnica causada pela situação social de muitos que aceitavam a fé, especialmente envolvendo viúvas judias de fala hebraica e as de fala grega (At 6.1), era o problema. A reivindicação pode ser vista na manifestação verba) destas viúvas que, sentindo-se injustiçadas pelo que elas interpretaram ser uma forma de discriminação dos líderes da igreja de Jerusalém, cobraram sua assistência (At 6.1).


3. A escolha dos diáconos. Para resolver o impasse, orando e impondo-lhes as mãos, os apóstolos separaram sete irmãos de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria para administrar uma questão étnica e social (At 6.2-7). Foi uma decisão de caráter pacificador e de muito bom-senso À para a igreja não se perder em permanentes desentendimentos.
O objetivo era estimulá-la a resolver a questão reconhecendo o caminho equivocado antes aderido pelos líderes até aquele momento. Assim, eles puderam executaras mudanças necessárias e resolveram uma questão que poderia trazer sérios problemas para a igreja de Jerusalém.

III - O PERFIL E FUNÇÃO DO DIÁCONO

1. Qualificações do diácono. As qualificações dos diáconos descritas no livro de Atos e na primeira carta a Timóteo revelam que em nada elas diferem da atribuição ética exigida aos bispos (1 Timóteo e Tito).

  1. Caráter moral (1 Tm 3.8). Os diáconos devem ser pessoas honradas, dignas, corretas e íntegras. Não pode haver “língua dobre” neles, isto é, a sua palavra deve ser sim, sim e não, não. A ganância por dinheiro tem de passar longe da sua vida, pois sua função é exatamente a de executar trabalhos administrativos da igreja local, como auxiliar nas tarefas do culto e acompanhar as viúvas e os pobres da Igreja do Senhor.
  2. Caráter espiritual (1 Tm 3.9,10). Ter a plena convicção do que é crer no Evangelho. O diácono guarda a revelação de Deus que está em Cristo Jesus, o nosso Senhor (cf. Rm 16.25). Por isso, a liderança e a igreja local devem avaliar o candidato ao diaconato levando em conta o seu caráter moral e espiritual.
  3. Caráter familiar. O candidato deve ser marido de uma mulher, fiel à sua esposa e bom pai, A exemplo dos bispos, os diáconos devem ser zelosos com o seu lar, amar as suas esposas com amor sacrifical. Devem respeitar os seus filhos, para obterem deles o mesmo respeito. O “serviço” do diácono à sua família revelará como ele servirá a igreja local.


2. A função dos diáconos em Atos 6. Quando foram instituídos diáconos, setes homens de fala grega foram separados para assistir socialmente as viúvas: tanto as de fala hebraica como as de fala grega. Os diáconos não podiam permitir que houvesse injustiças de caráter social na igreja do primeiro século. A função do diaconato era fundamentalmente de caráter social.

3. A função dos diáconos hoje. Atualmente, a função primordial do diácono é auxiliar a igreja local através das orientações do seu pastor em atividades ligadas a visitar os enfermos, os necessitados e os desviados, bem como cuidar das tarefas espirituais ligadas ao culto, como a distribuir os elementos da Ceia do Senhor, recolheras contribuições para a manutenção da igreja local (dízimos e ofertas) e auxiliar na ordem e na segurança da liturgia do culto, bem como de outras tarefas já mencionadas.

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CONCLUSÃO

O diaconato foi instituído pelos apóstolos de Cristo quando a comunidade cristã cresceu e precisou ter pessoas que pudessem resolver questões relacionadas a problemas sociais que demandavam atenção e cuidado, Hoje, os diáconos servem à igreja e a Deus em trabalhos diferentes, e a liderança das igrejas locais deve valorizar o seu trabalho e reconhecê-los como excelentes servidores do Reino de Deus, pois, no sentido lato, todos somos diáconos da Igreja de Deus.


08/06/2014

Aécio Neves recebe apoio de mais oito partidos e é aclamado no Rio

Rio de Janeiro (RJ) – Em encontro com mais de 1,6 mil lideranças e militantes partidários no Rio de Janeiro, o presidente nacional do PSDB e pré-candidato a presidente da República, senador Aécio Neves, recebeu nesta quinta-feira (5) um importante apoio regional para a corrida presidencial de outubro. O ato formalizou o movimento Aezão, aliança entre tucanos e o PMDB do Rio. Esteve presente também o presidente do PSDB-RJ, deputado Luiz Paulo.

O movimento reúne nove partidos: além do PSDB e do PMDB, fazem parte do aliança regional o PP, PSD, o PSL, PTC, PEN, PMN e o Solidariedade.

No lançamento do movimento, Aécio foi recebido por 60 dos 92 prefeitos fluminenses, 35 deputados estaduais e mais de 500 vereadores de todo o estado do Rio de Janeiro.

“Fui surpreendido pela dimensão que tomou esse evento. A política brasileira recebe hoje uma lição dos homens públicos do Rio de Janeiro. Se eu tinha alguma dúvida da capacidade que temos de enfrentar essa avassaladora máquina pública, usada sem limites por aqueles que se apropriaram do estado nacional, essa dúvida está dissipada. Hoje o Rio diz sim a um tempo novo para o Brasil”, afirmou Aécio em seu discurso.

“Este é um encontro com enorme densidade política. Estão aqui as grandes lideranças do nosso Estado do Rio de Janeiro. E esta é uma aliança para mudar o Brasil e preservar os valores da democracia, os valores republicanos, o desenvolvimento econômico e social. Resgatar a solidariedade e a justiça social. Trazer de volta a eficiência e a eficácia, mas com total transparência”, afirmou o presidente do PSDB-RJ, deputado Luiz Paulo.

Presenças

O presidente do PMDB do Rio de Janeiro, Jorge Picciani, um dos principais articuladores do movimento, destacou a trajetória política do senador Aécio Neves e ressaltou que o Brasil precisa de mudanças.

“É hora de alternância de poder. O Aécio tem história e histórico. Tem conhecimento do Legislativo e do Executivo. Sua trajetória na vida pública lhe credencia a conduzir a vida nacional e a fazer o Brasil avançar mais”, afirmou Picciani.

O lançamento do movimento também atraiu lideranças regionais de outros nove partidos, entre eles o PPS, o PSB e o PDT. O encontro contou com a presença do presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, do presidente do PSD no Rio, Índio da Costa. Também participaram os deputados federais do PSDB Otávio Leite (RJ), Andrea Zito (RJ) e Cesar Colnago (ES) e o senador Francisco Dornelles (PP-RJ).

UPPs

O presidente nacional do PSDB aproveitou o evento para apontar falhas do governo federal na segurança pública, lembrando que a União é responsável por apenas 13% de todos os investimentos feitos no combate à criminalidade.

Aécio elogiou as UPPs, criadas no governo do PMDB com Sérgio Cabral, e defendeu a expansão e o aprimoramento do programa.

“O esforço do governador Sérgio Cabral na luta contra a criminalidade merece nosso reconhecimento. Quero afirmar que as UPPs serão exemplos a ser levadas para todas as regiões metropolitanas do Brasil. Vamos aprimorá-las. Além do policiamento, vamos levar desenvolvimento econômico e social às comunidades, porque é ele que levará a paz definitiva”, ressaltou o presidenciável.

Aécio voltou a criticar o governo da presidente Dilma pelas falhas na economia e na gestão de obras de infraestrutura.

“A herança que o atual governo nos deixará é a pior do ponto de vista econômico das últimas décadas, com crescimento pífio, inflação alta e perda da credibilidade do país. Do ponto de vista da gestão, o Brasil se transformou num grande cemitério de obras inacabadas, com sobrepreço para todos os lados”, ressaltou o pré-candidato do PSDB.

07/06/2014

EBD 2014 - 2º Trimestre: Lição 11 - O Presbítero, Bispo ou Ancião

Lição 11 a ser ministrada dia 15/Junho/2014 em todas as Assembleias de Deus no Brasil

No início da Igreja do primeiro século havia líderes que orientavam os crentes quanto ao Evangelho, bem como à organização e desenvolvimento da igreja local. O Evangelho frutificou na vida das pessoas, e por isso, surgiam cada vez mais novos crentes. Foi necessário, afim de garantir o discipulado integral da nova pessoa em Cristo, separar crentes idôneos e maduros na fé para cuidarem desse precioso rebanho. Assim, os apóstolos de Cristo passaram a estabelecer presbíteros para zelar pela administração e a vida espiritual da igreja local.

I - A ESCOLHA DOS PRESBÍTEROS

1. Significado da função. De acordo com a Bíblia de Estudo Palavras-Chave, o termo “presbítero” (do gr. presbyteros) é uma forma comparativa da palavra grega presbys, “pessoa mais velha”. Como substantivo, e no emprego dos judeus e cristãos, “presbítero” é um títuío de dignidade dos indivíduos experientes e de idade madura que formavam o governo da igreja local. É um sinônimo de bispo (gr. episkopos, supervisor); de professor (gr, didaskolos); e de pastor (gr. poimêri).

2. A liderança local. O apóstolo Paulo cuidou de organizar a administração das igrejas locais por onde as plantava, separando um grupo de obreiros para tal trabalho. Quando escreve ao seu discípulo, o jovem Tito, Paulo o instrui a estabelecer presbíteros em diversos lugares, de cidade em cidade (Tt 1.4,5,7). Está claro, assim, o aspecto pastoral da função exercida pelos presbíteros nas comunidades cristãs antigas.

3. As qualificações. Em o Novo Testamento, as referências aos presbíteros encontram-se no plural; “presbíteros”, “bispos” ou “anciãos” (At 11.30; 15.2,4,6; 20.17;Tg 5.14; 1 Pe 5.1). Como a liderança local era formada por um grupo de irmãos experientes na fé para cuidarem da igreja, a função dos presbíteros era pastoral. Portanto, o presbítero é um pastor, um apascentador de ovelhas! A Palavra de Deus expressa qualificações bem objetivas para o exercício fiel dessa função. Tais qualificações estão descritas em Tito 1.6-9 para presbítero, assim como em 1 Timóteo 3.1-7 para “bispo”, denotando o aspecto sinonímico dos dois termos. Uma leitura atenta das duas listas indica a importância da função e como as igrejas não podem descuidar-se quando da ordenação de pessoas para servi-la.
O bom conselho do apóstolo Paulo ainda é a maneira mais segura para se separar obreiros.

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II - A IMPORTÂNCIA DO PRESBITÉRIO

1. Significado do termo. “Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério” (1 Tm 4.14). Foi dessa forma que o apóstolo Paulo lembrou Timóteo, aconselhando-o acerca do reconhecimento do ministério do jovem pastor pelo conselho de obreiros. O Novo Testamento classifica esse corpo de obreiro de “presbitério” (do gr: presbyterion, substantivo de presbítero, um conselho formado por anciãos da igreja cristã).

2. A atuação do presbitério. No Concílio de Jerusalém, em relação às sérias questões étnicas e eclesiásticas que podiam comprometer a expansão da igreja, os apóstolos e os anciãos (presbíteros) foram chamados para debater e legislar sobre o assunto (At 15.2,6,9-11). Em seguida, os presbíteros foram enviados à Antioquia para orientar os irmãos sobre a resolução dos problemas que perturbavam os novos convertidos: "E, quando iam passando pelas cidades, lhes entregavam, para serem observados, os decretos que haviam sido estabelecidos pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém” (At 16.4).

3. A valorização do presbitério. O presbitério deve ser valorizado, pois desde os primórdios da Igreja cristã, a sua existência tem fundamento na Palavra de Deus. O rebanho do Senhor será ainda mais bem atendido se o presbitério das nossas igrejas for preparado para uma atuação mais efetiva no governo da igreja e no ministério de ensino, tal como instruiu o apóstolo Paulo: “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina” (1 Tm 5.17). O Novo Testamento mostra que, apesar de haver um pastor titular, o governo de uma igreja não era exercido por um único líder, mas pelo conselho de obreiros (At 20.17-37; Ef 4.11, 1 Pe 5.1). O presbitério é de vital importância ao desenvolvimento das igrejas locais e ao bom ordenamento do Corpo de Cristo.

III - OS DEVERES DO PRESBITÉRIO

1. Apascentar a igreja. Os presbíteros têm o dever de alimentar o rebanho de Deus com a exposição da Santa Palavra. O apóstolo Pedro bem exortou aos presbíteros da sua época acerca desta tarefa: (1 Pe 5.2a). O apascentar as ovelhas do Senhor se dá com cuidado pastoral, não pela força ou violência, como se os obreiros tivessem domínio sobre o Corpo de Cristo. Esse ato ocorre voluntariamente, sem interesse financeiro, servindo de exemplo ao rebanho em tudo (1 Pe 5.2,3) Os presbíteros formam o conselho da igreja local cujo objetivo maior é atuar na formação espiritual, social, moral e familiar do povo de Deus.

2. Liderar a igreja local. A liderança da igreja loca! tem duas esferas principais de atuação: o governo e o ensino. O presbítero, quando designado para essas tarefas, tem o dever de exercê-las na “Igreja de Deus” (1 Tm 3.5). Para isso, ele precisa saber governar a sua própria casa” e ser "apto a ensinar” (1 Tm 3.2,4). Liderar o rebanho de Deus, segundo o Novo Testamento, é estar disponível “para servir” e “não para ser servido” (Mt 20.25-28; Mc 10.42-45). Com o objetivo de exercer competentemente esta função, o presbítero deve ser uma pessoa experiente, idônea e pronta a ser exemplo na igreja local. Ensinar e governar com equidade e seriedade é o maior compromisso de todo homem de Deus chamado para tão nobre tarefa.

3. Ungir os enfermos. “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor” (Tg 5.14). O ato da unção dos enfermos não pode ser banalizado na igreja local. Ele revela a proximidade que o presbítero deve ter com as pessoas. O membro da igreja local tem de se sentir à vontade para procurar qualquer um dos presbíteros e receber oração ou uma palavra pastoral. Tal obreiro foi separado pelo Pai e pela igreja para atender a essas demandas.

CONCLUSÃO

Vimos que os termos presbítero, bispo e pastor são sinônimos. Os presbíteros, ou bispos, sempre formaram um corpo de obreiros com a finalidade de contribuir para a edificação da igreja local Eles exercem uma função pastoral. Nas Assembleias de Deus no Brasil, os presbíteros exercem este serviço, pastoreando as congregações. Eles ainda cuidam da execução; das principais tarefas da Igreja: a evangelização e o ensino da Palavra. Portanto, esses obreiros precisam É ser bem selecionados e valorizados pela igreja local.

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