31/05/2013

Subsídio 2: aula 09 - A família e a sexualidade

Subsídio Vida Cristã

“você necessita de algum encorajamento e ideias para ajudá-lo a iniciar um ‘Renascimento’ [no casamento]?

Pensamos ser possível que haja tal renascimento antes das crianças deixarem o lar. Na verdade você precisa disto! Quando chegar o dia em que as crianças tiverem partido, e você acordar, olhar espantado para a pessoa com quem não está encorajado a passar o resto da sua vida... Pode não ter o desejo de reacender a chama do casamento.

Qual porta do Renascimento Você Deseja Abrir?

A maioria dos homens com quem conversamos enquanto pesquisávamos para este livro, admitiam pensar que um Renascimento seria fazer amor quatro vezes por semana [...]. Após conscientizarem-se quão ridículo isto era, muitos apontaram a amizade que desejavam restabelecer com sua esposa.

O Renascimento desejado pelas mulheres não divergia muito do dos homens: um marido atencioso às necessidades emocionais, alguém para conversar e valorizá-la por quem ela é — e não por seus dotes domésticos como: quão bem ela limpa casa, a cozinha ou dá conta do ‘serviço’ [...]” 

(JOHNSON, G.; YORKEY, M. A segunda década do amor: Renovando o casamento antes que os filhos saiam para viver suas próprias vidas. 1 ed., RJ: CPAD, 1996, p.23).

29/05/2013

IBAD reprova desligamento de Samuel Câmara da CGADB

Por meio de uma nota postada em seu site, o Instituto Bíblico das Assembleias de Deus (IBAD) prestou apoio ao pastor Samuel Câmara, que na última semana foi desligado da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

O texto lamenta a decisão da Mesa Diretora e diz que ela foi “injusta, arbitrária, ilegítima, revanchista e não condizente com a natureza e propósito de uma instituição cristão”.

Câmara foi desligado por “quebra de decoro” por ter protestado, juntamente com os pastores Jonatas Câmara, Sóstenes Apólos e Ivan Bastos, durante a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) que aconteceu no ano de 2012 em Maceió. Até o momento, apenas Samuel Câmara foi julgado. Ivan Bastos, que foi eleito como 1º tesoureiro foi afastado do cargo e os demais pastores aguardam liberação médica para serem julgados pela Mesa Diretora.

“Entendemos que esse é um momento oportuno de esforços pelo fortalecimento da Igreja e não de atitudes facciosas que conspiram contra a unidade do Corpo de Cristo”, diz trecho da carta.
O pastor que lidera a Assembleia de Deus em Belém (PA) foi aluno do IBAD e primeiro Secretario no Conselho Administrativo da instituição.
Leia a nota na íntegra:

Saudações a todos na Paz do Senhor Jesus.
Nós que fazemos parte do Instituto Bíblico das Assembleias de Deus vimos por meio deste expressar votos de apoio e solidariedade ao Pr. Samuel Câmara, por ocasião do seu desligamento da CGADB pela Mesa Diretora da Convenção.
O Pr. Samuel Câmara é ex-aluno do IBAD e primeiro Secretario no Conselho Administrativo dessa instituição. Seu pastorado tem inspirado a formação de milhares de jovens assembleianos do Brasil.
Lamentamos profundamente essa decisão injusta, arbitrária, ilegítima, revanchista e não condizente com a natureza e propósito de uma instituição cristã, que deve ter a Bíblia Sagrada como a principal referência de normas e conduta, conforme vemos em Mateus 5.20: Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus; Salmos 133: Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união; 1 Timóteo 6.5: Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais.
Entendemos que esse é um momento oportuno de esforços pelo fortalecimento da Igreja e não de atitudes facciosas que conspiram contra a unidade do Corpo de Cristo.
Reconhecemos na trajetória do Pr. Samuel Câmara a conduta ilibada com que tem desempenhado seu profícuo ministério.
Reiteramos que a decisão da CGADB não macula ou compromete os direitos e prerrogativas do Pr. Samuel Câmara junto a esta instituição, e externamos a ele nossa estima e consideração cristã.
No Amor de Cristo,
Pr. Mark Jonathan Lemos

Presidente do Conselho Diretor do IBAD

Retirado de: Gospel Prime 

28/05/2013

Respostas da Lição 09 - A família e a sexualidade

1. Qual advertência do Salmo 101.3 para o cristão?
R. “Não porei coisa má diante dos meus olhos”.

2. O sexo é algo pecaminoso? Justifique a sua resposta.
R. O sexo em si não é pecaminoso (Gn 1.31), pois foi Deus quem o criou.


3. O relacionamento sexual entre marido e mulher tem como objetivo único à procriação? Cite uma referência bíblica que justifique sua resposta.
R. Não. Na Bíblia, encontramos vários textos que incentivam o casal a desfrutar das alegrias conjugais: Pv 5.18-23; Ec 9.9; Ct 4.1-12; 7.1-9.

4. Cite um texto bíblico em o Novo Testamento que faça alusão a virgindade para o homem e para a mulher.
R. 2° Coríntios 11.2.

5. Cite duas referências bíblicas que mostre que Deus criou apenas dois gêneros distintos: homem e mulher.
R. Gênesis 1.27; 2.18.

EBD 2° Trimestre de 2013 - Lição 9: A Família e a Sexualidade

"Bom, chegamos a lição 09 deste segundo trimestre de 2013, convidando a todos a estar conosco nessa fé, na Escola Dominical! Lembramos, que como temos feito neste trimestre, este comentário é uma reprodução da disponibilizada na Revista Lições Bíblicas, da CPAD. A todos, bom estudo, e que Deus abençoe!" - Editor


Palavra Chave
Sexualidade: O conjunto dos fenômenos da vida sexual; qualidade sexual; sexo.

Sabemos que o sexo foi criado por Deus com um propósito elevado, nobre e saudável. No entanto, desde a Queda, a sexualidade vem sendo deturpada de modo irresponsável, pecaminoso e grotesco. Assim, por ser também um tema bíblico, tal assunto deve ser abordado na Escola Dominical. O objetivo desta lição é ajudar às famílias, proporcionando-lhes uma visão bíblica e ortodoxa a respeito deste assunto. Afinal, como Igreja de Cristo, temos de ser santos em toda a nossa maneira de ser.

I. QUESTÕES SOBRE A SEXUALIDADE

1. Um mundo dominado pelo erotismo.
Vivemos numa sociedade marcada por um erotismo tão maligno e ímpio, que não poupa sequer as crianças. Nossas famílias, principalmente as crianças, estão sendo expostas à exploração do sexo de modo intenso e irresponsável. O sexo em si não é pecaminoso, pois foi Deus quem o criou. O Diabo, porém, encarregou-se de transformá-lo em algo vergonhoso e vil. Eis porque temos de educar nossas crianças e jovens segundo os princípios da Palavra de Deus, para que não sejam destruídos. Infelizmente há cristãos, inclusive obreiros, que, utilizando-se indevidamente da internet tornam-se vítimas da pornografia. O fácil acesso a esse tipo de material vem roubando a alegria da salvação de muita gente. Portanto, tomemos cuidado com o que vemos no computador (leia Sl 101.3).
2. Fornicação é pecado.
Não querendo Deus que o homem vivesse só, deu-lhe uma esposa (Gn 2.18). Por isso, o Cântico dos Cânticos de Salomão exalta o relacionamento sexual não entre solteiros, mas entre um homem e uma mulher devidamente casados (Ct 4.1-12; Ef 5.22-25). Isso significa que o sexo antes ou fora do casamento desagrada a Deus. E quem vive na prática do pecado não herdará o Reino de Deus (Ef 5.5).
3. Prazer no casamento.
Muita gente acha que o relacionamento sexual entre marido e mulher tem como único objetivo a procriação. Isso é um erro. Na Bíblia, encontramos vários textos que incentivam o casal a desfrutar das alegrias conjugais. Em Provérbios 5.18-23, os cônjuges são exortados a usufruírem da intimidade matrimonial. Por outro lado, o homem é advertido contra “a mulher estranha”, a adúltera. Em seguida, é incentivado a valorizar a união matrimonial e santa, exaltando sempre a monogamia, a fidelidade e o amor (Ec 9.9; Ct 4.1-12; 7.1-9).


II. O VALOR DA PUREZA SEXUAL ANTES DO CASAMENTO

1. No Antigo Testamento. 
A Bíblia exalta a pureza na vida de um jovem (Sl 119.9-11). Aliás, esse texto é indispensável a todo servo de Deus. As leis sobre a castidade eram rigorosas. Se uma jovem, por exemplo, tivesse relações sexuais antes do casamento era apedrejada até à morte (Dt 22.20,21), e o sacerdote só poderia se casar com uma virgem (Lv 21.13,14), demostrando que em Israel, a virgindade era necessária e valorizada por todos (Gn 34.7).
2. Em o Novo Testamento.
Doutrinando os coríntios sobre a fidelidade a Cristo, Paulo faz alusão ao valor da virgindade: “Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo” (2Co 11.2). Por conseguinte, a pureza sexual em o Novo testamento é tanto para o homem quanto para a mulher. Ambos devem manter-se castos e virgens até o casamento.

III. O SEXO QUE A BÍBLIA CONDENA

1. A prática do homossexualismo. 
De acordo com o Dicionário Houaiss, homossexualismo é a prática amorosa ou sexual entre indivíduos do mesmo sexo. O que a Bíblia tem a dizer sobre esse assunto?
No princípio, o Criador não uniu dois “machos” nem duas “fêmeas”. A Bíblia é clara: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” (Gn 1.27). Mais adiante, acrescenta o texto bíblico: “E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele” (Gn 2.18). Tais passagens mostram que Deus criou apenas dois gêneros bem distintos: homem e mulher. Isto significa que o homossexualismo é pecado. Não resta dúvida! É um pecado de tal forma abominável que até mesmo o dinheiro proveniente de tal prática não deve ser introduzido na Casa de Deus: “Não trarás salário de prostituição nem preço de sodomita à Casa do Senhor, teu Deus, por qualquer voto; porque uma e outra coisa são igualmente abomináveis ao Senhor, teu Deus” (Dt 23.18 — ARA).
Cumpre ressaltar, aqui, que não admitimos qualquer tipo de violência contra os homossexuais. Mesmo porque, cumpre-nos ganhá-los para Jesus. E, graças a Deus, há muitos ex-homossexuais que, hoje, servem fielmente ao Senhor (1Co 6.11).


2. Educando os jovens na Palavra de Deus.
Com base na Bíblia Sagrada, ensinemos às nossas crianças, adolescentes e jovens, que o sexo é permitido por Deus para o prazer de um homem e uma mulher unidos pelo matrimônio. O sexo fora ou antes do casamento é pecado e contrário ao plano de Deus na vida de um casal crente. Enquanto isso, prontifiquemo-nos a orar pelas autoridades constituídas, para que não instituam leis cujo único objetivo é promover o pecado e destruir a família tradicional.

CONCLUSÃO

O casamento, de acordo com a Palavra de Deus, é monogâmico, heterossexual e indissolúvel. E não podemos fugir a esse padrão. Quanto ao ato sexual, só é lícito se praticado no casamento; antes e fora do matrimônio é pecado. Que sejamos, como servos do Senhor, exemplo de moderação, ética e, acima de tudo, santidade e pureza em todos os aspectos de nossa vida.

Confira as respostas desta lição aqui!
Subsídio desta lição

Subsídio 1 aula 9 - A família e a sexualidade

Subsídio Teológico

“O relato da criação ensina que homens e mulheres foram criados para viver em relação com o Criador e uns com os outros. O fato de a humanidade rejeitar uma relação com o Criador resulta na perversão de todas as outras relações. O que Deus declarou bom, isto é, que homem e mulher vivessem juntos numa relação como uma só carne (Gn 2.18-25), é trocado por relações nas quais os homens se engajam em relações sexuais com outros homens, e mulheres com outras mulheres [Romanos 1] (vv.26,27). Estes atos são ‘contrário[s] à natureza’, ou seja, eles infringem a ordem criada. A frase no versículo 27, ‘cometendo torpeza’, mostra que o que é condenado é o ato homossexual ou lésbico, não a tentação em si. O contexto também deixa claro que a razão de a homossexualidade ser abordada aqui não é porque seja mais perversa que os outros tipos de pecados sexuais. Antes, Paulo a usa para mostrar como o pecado perverte a ordem criada de macho e fêmea.

O versículo 28 segue o mesmo padrão que já vimos acima: O ato de a humanidade rejeitar o conhecimento de Deus que lhes está disponível conduz à punição divina. Há um jogo de palavras no original grego que reforça o argumento de Paulo de que a punição se ajusta ao pecado. Porque ‘eles se não importam’ (dokimazo) em reter o verdadeiro conhecimento de Deus, ‘Deus os entregou a um sentimento perverso’ [adokimos].

A lista de vícios que se segue denota os tristes efeitos da perda da capacidade de a humanidade ver a verdade. A linha introdutória da lista de maus comportamentos: ‘Estando cheios de toda iniquidade’ (v.29), indica que o apóstolo quer que a lista seja considerada como um todo. O ponto dos versículos 29 a 31 não deve ser achado examinando cada ação mencionada. A ênfase está em como o vasto alcance da depravação humana pode ser remontado à rejeição voluntariosa de Deus. Listas de vício como esta eram comuns em escritos do período, tanto em escritos judaicos quanto helenistas” 


[ARRINGTON, F. L.; STRONSTAD, R. (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 1 ed., RJ: CPAD, 2008, pp.823-24].

25/05/2013

Samuel Câmara é desligado da CGADB


A reunião da Mesa Diretora da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) decidiu nesta quarta-feira (22), com sete votos a três, desligar o pastor Samuel Câmara de seu quadro de associados.

O Conselho de Ética e Disciplina da convenção havia solicitado o desligamento sob a acusação de quebra de decoro, alegando que o pastor teria tumultuado a reunião da AGE que aconteceu em 2012 no estado de Alagoas.

Além de Samuel Câmara, os pastores Sóstenes Apolos, Jônatas Câmara e Ivan Bastos também estavam para ser julgados, porém os dois primeiros não compareceram na reunião por motivos médicos e Bastos, que agora é o 1º Tesoureiro da Mesa, só poderá ser julgado em uma Assembleia Geral Ordinária.

Ao comentar a decisão em sua página no Facebook, o pastor Samuel Câmara afirmou que se trata de uma perseguição política e que irá recorrer.

O julgamento dos pastores estava marcado para o mês de janeiro, mas uma liminar da Justiça impediu que ele acontecesse antes das eleições da CGADB, que aconteceu em 11 de abril durante a AGO de Brasília.


Leia o comentário de Samuel Câmara sobre seu desligamento

Ao arrepio do Estatuto e do Regimento Interno, que não prevê esse tipo de sanção para a acusação de quebra de decoro alegada contra mim e os demais pastores já mencionados, a Mesa Diretora acaba de deliberar pelo meu desligamento da CGADB por sete votos a três. Votaram contra a decisão os pastores Antonio Dionísio, Jonas Francisco de Paula e Ivan Bastos.

Os processos contra  o pastor Sóstenes Apolos e Jônatas Câmara foram temporariamente suspensos porque ambos justificaram a sua ausência por razões de ordem médica. Já o pastor Ivan Bastos só pode ser julgado, neste caso, pela AGO por pertencer à Mesa Diretora da CGADB. 

Infelizmente optaram, mais uma vez, por cometer uma arbitrariedade. Rito sumário como nas piores ditaduras. Fica caracterizada a perseguição política e a determinação de tirar do caminho e atropelar qualquer um que levante a sua voz contra os desmandos da administração que há 25 anos comanda a CGADB.

Diante desta atitude arbitrária, repito o nosso lema: “Porque Deus não nos deu um espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor e de moderação”, 1 Timóteo 1.7. 

Vamos recorrer da decisão, com tranquilidade. Eles buscam promover mais uma cisão. Nós buscamos a unidade assembleiana. Insistimos que nos cubram com as suas orações.

Fonte:Gospel Prime

Comentário: Como se não bastasse toda a quebra de unidade dentro da Igreja Assembléia de Deus, vemos mais uma atitude que fere a comunhão assembleiana. É inegável que dentro desse desligamento de Samuel Câmara há ,na CGADB, o fortalecimento da figura dos que lideram a Convenção, uma vez que a principal força contrária a direção geral (que há anos se mantém no poder...) seria o pastor,agora desligado. Lamentável que uma disputa de poderes dentro da Igreja tenha causado esse desligamento, mais uma quebra na unidade da nossa denominação.

*  *  *  *  *  *  *

22/05/2013

Respostas da Lição 08: Educação Cristã, responsabilidade dos pais


1. Segundo a lição, o que significa “educar”?
R. Criar uma criança; cuidar, instruir.

2. O que devemos fazer se queremos uma sociedade mais justa e solidária?
R. Precisamos, como Igreja do Senhor, valorizar o ensino da Palavra de Deus.


3. Qual é a maior e mais acessível agência de educação religiosa das igrejas evangélicas?
R. A Escola Dominical.

4. De acordo com a lição, qual era a ordem do Senhor para os israelitas?
R. Que os israelitas priorizassem a educação de seus filhos.

5. Qual era o propósito do memorial erguido por Josué com as doze pedras do Jordão?
R. As crianças, ao verem esse memorial, ouviriam a sua história e aprenderiam mais sobre o Deus de seus pais.

Inscreva-se ao lado e receba nossas publicações!

EBD 2013, 2° Trimestre - Lição 08: Educação Cristã, responsabilidade dos pais


 "Olá,a paz do Senhor Jesus no teu coração, que a bênção de Deus,que enriquece e não acrescenta dores, seja sobre ti e sobre a tua família,em nome de Jesus! Bom pessoal, hoje falaremos de algo muito muito importante,principalmente porque muitos pais têm deixado de lado seu compromisso na educação genuinamente cristã em suas casas,com seus filhos.Lembramos que a reprodução a seguir é a disponibilizada na Revista da EBD, Lições Bíblicas, da CPAD. A todos, aproveitem a aula, bom estudo e que Deus vos abençoe!" - Editor.
Introdução:

Palavra Chave
Educação:Processo de desenvolvimento das capacidades física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social.

Educar os filhos não é uma tarefa fácil. Deus, porém, confiou-nos essa tarefa, e dela não podemos fugir. Infelizmente, muitos pais estão terceirizando a educação de seus filhos, e isso tem enfraquecido a família cristã. Para que cumpramos essa tão nobre missão é necessário que busquemos a sabedoria que somente Deus pode conceder-nos (Tg 1.5; 3.17). Ainda que contemos com a ajuda da igreja, a responsabilidade de educar é dos pais.


I. EDUCAÇÃO, A MISSÃO PRIORITÁRIA DOS PAIS

1. O que significa educar? 
Segundo o Dicionário Houaiss “a palavra educar vem do latim educo e significa ‘criar uma criança’; cuidar, instruir”. Podemos definir educação como ensino e instrução. Não podemos jamais nos esquecer que a Igreja do Senhor tem uma função educadora. Como sal e luz deste mundo ela deve educar e instruir segundo a Palavra de Deus (Mt 28.19,20). Como crentes precisamos ser guiados e orientados segundo as Escrituras, pois ela nos protege das sutilezas do Maligno.

2. Educação Cristã. 
Se quisermos uma sociedade melhor, mais justa e solidária, precisamos, como Igreja do Senhor, valorizar o ensino da Palavra de Deus. Para isso, é imprescindível investir na Educação Cristã, pois o seu principal objetivo é levar o crente a conhecer mais a Deus (Os 6.3), contribuindo para que o fiel tenha uma vida reta perante o Senhor e a sociedade. Nesse processo, a participação da liderança é decisiva. Aliás, ensinar é um dos deveres do pastor (1Tm 3.2; 2Tm 2.24).

3. A educação nas escolas. 
Vivemos em uma sociedade permissiva, onde faltam valores morais e éticos. Tanto nas escolas públicas quanto nas privadas as crianças e os jovens estão em contato com filosofias ateístas, materialistas e pragmáticas. Tais ensinos, nocivos à fé cristã, já fazem parte do currículo de muitas escolas. Por isso, os pais não podem negligenciar a educação dos seus filhos. Eles precisam, com a ajuda da igreja, ser instruídos para orientar seus filhos (Ef 6.1-4). Os resultados da educação divorciada dos valores cristãos podem ser os piores possíveis: milhares de adolescentes grávidas, aumento das doenças sexualmente transmissíveis, aumento do número de casos de AIDS, etc.


II. A EDUCAÇÃO NO ANTIGO E EM O NOVO TESTAMENTO

1. No Antigo Testamento.
A ordem do Senhor aos israelitas era para que estes priorizassem a educação. Os pais tinham a responsabilidade de ensinar os filhos a respeito dos atos do Senhor em favor do povo de Israel (Sl 78.5). Assim os filhos, mediante o testemunho dos pais, conheceriam a Deus e aprenderiam a temê-lo (Dt 4.9,10). No livro de Josué lemos a respeito do memorial erguido com doze pedras retiradas do rio Jordão (Js 4.20-24). Este memorial serviria para lembrar ao povo o dia em que o Senhor os fez passar a pés secos pelo rio. Ao verem esse memorial, as crianças ouviriam a sua história e aprenderiam mais sobre o Deus de seus pais. É preciso que façamos o mesmo com nossas crianças, testemunhando do poder de Deus às próximas gerações. É preciso aproveitar cada momento para mostrarmos a nossa gratidão a Deus, de modo que o nosso exemplo de vida fale tanto quanto nossas palavras.

2. Em o Novo Testamento.
As sinagogas também eram um centro de instrução onde os meninos judeus aprendiam a respeito da lei. Mesmo havendo essas “escolas” a educação no lar era prioritária. Jesus, como menino judeu, provavelmente participou do ensino nas sinagogas, pois seus pais cumpriam os rituais judaicos (Lc 2.21-24,39-42). Em sua pré-adolescência, Jesus já sabia de cor a Torá, chegando a confundir os doutores no templo (Lc 2.46,47). Em o Novo Testamento vemos que a educação começava no lar, passava pela sinagoga, e se fortalecia no templo. Temos também o exemplo do jovem obreiro Timóteo. O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo exortando-o a permanecer nas Sagradas Escrituras, que havia aprendido ainda menino (2Tm 1.5,6; 3.14-17).

3. Na atualidade.
A Escola Dominical é a maior e a mais acessível agência de educação religiosa das igrejas evangélicas. Ela auxilia todas as faixas etárias na compreensão das Sagradas Escrituras. Porém, a Escola Dominical não pode ser a única responsável pela formação espiritual e moral de nossas crianças, adolescentes e jovens. A responsabilidade maior cabe aos pais. Aliás, a educação de nossos filhos deve começar, prioritariamente, em nosso lar, pois assim Deus recomenda em sua Palavra (Ef 6.1-4).

 Inscreva-se e receba nossas publicações,ao lado!

III. A EDUCAÇÃO CRISTÃ NA FAMÍLIA

1. Os filhos são herança do Senhor. 
Os pais precisam cuidar dos filhos com zelo, carinho e amor, oferecendo uma educação de qualidade, pois eles são “herança do Senhor” e a nossa grande recompensa (Sl 127.3); portanto, agradeça a Deus pelos seus filhos. Como forma de gratidão, procure ensiná-los e educá-los no temor do Senhor (Ef 6.1-4). Não seja negligente com a educação deles (Pv 22.6).

2. O ensino da Palavra de Deus no lar. 
Os pais são, por natureza, os primeiros professores dos filhos. A criança conhece a Deus primeiramente através dos pais, por isso, não deixe de fazer o culto doméstico. Reserve ao menos 10 minutos por dia para louvar e adorar ao Senhor com seus filhos. Tais momentos são especiais e ajudam a fortalecer a família. Não permita que a televisão ou quaisquer meios de distração impeçam a sua família de desfrutar desses minutos tão especiais.

3. Leve seus filhos à igreja.
Lamentavelmente, muitos pais vão à igreja sem seus filhos. As crianças e os jovens devem ser persuadidos, com amor, a ir à Casa do Senhor. Se ainda na infância forem conduzidos à Casa de Deus, quando jovens darão valor a essa prática saudável (Mc 10.13-16). A Educação Cristã começa no lar e é fortalecida na Igreja, notadamente na Escola Dominical.


CONCLUSÃO

“Educação é dever do Estado e direito do cidadão”, porém, a educação começa na família. Os pais receberam de Deus uma das mais nobres missões: educar seus filhos. Aqueles que amam ao Senhor e a sua Palavra vão fazer de tudo para que seus filhos sejam educados segundo os princípios bíblicos. Somente assim livraremos nossos filhos dos horrores destes últimos dias.

*  *  *  *  *  *
Obrigado pela visita! Volte sempre!
Blog Verdade Profética.

15/05/2013

Respostas da Lição 07: O divórcio


1. Segundo a lição, qual era o propósito da lei do divórcio?
R. Como a prática do divórcio havia se tornado comum em Israel, o propósito da lei era regulamentar tal situação a fim de evitar os abusos e preservar a família.

2. O que a escola de Hilel defendia acerca do divórcio?
R. Defendia o direito de o homem dar carta de divórcio à mulher por qualquer motivo.

3. Qual a resposta de Jesus aos fariseus a respeito do divórcio?
R. Que Moisés permitiu dar carta de repúdio às mulheres, “por causa da dureza dos vossos corações”.

4. Qual o ensino de Paulo aos casais crentes?
R. “Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher” (1Co 7.10,11)

5. O que Paulo ensina quando um dos cônjuges não é crente?
R. Paulo ensina que, se o cônjuge não crente concorda em viver (dignamente) com o crente, que este não o deixe (1Co 7.12-14).

EBD 2013, 2° Trimestre - Lição 07: O divórcio



 A Lição desta semana tratará de um tema que é muitas vezes evitado pelas lideranças e por muitos daqueles que ensinam. Um tema muito atual e indispensável nestes dias.Lembramos que o texto a seguir é uma reprodução fiel da disponibilizada na Revista da EBD. O nosso próprio comentário será disponibilizado posteriormente em outro post.A todos uma boa aula e bom estudo! - Editor 


Divórcio:Dissolução do vínculo matrimonial.

Por ser algo traumático, o divórcio é sempre um assunto difícil de ser tratado. Existem pessoas que não o aceitam em nenhuma condição. Há pessoas que, sob determinadas circunstâncias são favoráveis, e há até os que buscam base nas Sagradas Escrituras para admiti-lo em qualquer situação. Qual a posição da Bíblia? É o que estudaremos nesta lição.

I. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO

1. A lei de Moisés e o divórcio. O capítulo 24 do livro de Deuteronômio trata a respeito do divórcio. Como a prática havia se tornado comum em Israel, o propósito da lei era regulamentar tal situação a fim de evitar os abusos e preservar a família. Nenhuma lei do Antigo Testamento incentivava alguém a divorciar-se, mas servia como base legal para a proibição de outros casamentos com a mulher divorciada. O divórcio era e é um ato extremo (Ml 2.16). Infelizmente, muitos que conhecem a Palavra do Senhor se divorciam por qualquer motivo. O casamento é uma aliança de amor, inclusive com Deus, um pacto que não pode ser quebrado, sobretudo por motivos fúteis e torpes.
2. A carta de divórcio. Uma vez que recebia a carta de divórcio, tanto o homem quanto a mulher estavam livres para se casarem novamente. Todavia, segundo a lei, a mulher que fora repudiada, depois de viver com outro marido, não poderia retornar para o primeiro, pois tal atitude era considerada abominação ao Senhor (Dt 24.4). Divorciar-se não era fácil, pois havia várias formalidades, e somente o homem podia pedir o divórcio. A mulher não tinha tal direito. A Lei de Moisés, apesar de não incentivar o divórcio, dispunha de vários mecanismos para torná-lo mais humano (Dt 24).

II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITO DO DIVÓRCIO

1. A pergunta dos fariseus. Procurando incriminar Jesus, e imbuídos da ideia difundida pela escola do rabino Hilel (que defendia o direito de o homem dar carta de divórcio à mulher “por qualquer motivo”), os fariseus questionaram: “É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?” (Mt 19.3b). Respondendo aos acusadores, Jesus relembrou o “princípio” divino para o casamento, quando Deus fez o ser humano, “macho e fêmea”, “ambos uma [só] carne” (cf. Gn 2.24). Assim, o Mestre concluiu: “Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6b). Essa é a doutrina originária a respeito da união entre um homem e uma mulher; ela reflete o plano de Deus para o casamento, considerando-o uma união indissolúvel.


2. O ensino de Jesus. Os fariseus insistiram: “Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la?” (Mt 19.7b). Respondendo à insistente pergunta, Jesus explicou que Moisés permitiu dar carta de repúdio às mulheres, “por causa da dureza dos vossos corações”. Uma mulher abandonada pelo marido ficaria exposta à miséria ou à prostituição para sobreviver. Com a carta de divórcio ela poderia casar-se novamente. Deus não é radical no trato com os problemas decorrentes do pecado e com o ser humano. Ele se importava com as mulheres e sabia o quanto elas iriam sofrer com a dureza do coração do homem, e tornou o trato desse assunto mais digno para elas.
Segundo ensinou o Senhor Jesus, o divórcio é permitido somente no caso de infidelidade conjugal.
Ao invés de satisfazer o desejo dos fariseus, que admitiam o divórcio “por qualquer motivo”, o Mestre disse: “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério” (Mt 19.9). Numa outra versão bíblica, lê-se: “exceto por causa de infidelidade conjugal” ou “relações sexuais ilícitas”. Essa foi a única condição que Jesus entendeu ser suficiente para o divórcio.
3. Permissão para novo casamento. Pelo texto bíblico, está claro que Jesus permite o divórcio, com a possibilidade de haver novo casamento, somente por parte do cônjuge fiel, vítima de prostituição, ou infidelidade conjugal. Deus admite a separação do casal, não como regra, mas como exceção, em virtude de práticas insuportáveis relacionadas à sexualidade, que desfazem o pacto conjugal. Do contrário, um servo ou uma serva de Deus seria lesado duas vezes: pelo Diabo, que destrói casamentos e, outra, pela comunidade local, que condenaria uma vítima a passar o resto da vida em companhia de um ímpio, ou viver sob o jugo do celibato, que não faz parte do plano original de Deus (Gn 2.18). Todavia, em Jesus o crente tem forças para perdoar e fazer o possível para restaurar seu casamento.

III. ENSINOS DE PAULO A RESPEITO DO DIVÓRCIO

1. Aos casais crentes. Paulo diz: “todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher” (1Co 7.10,11). Esta passagem refere-se aos “casais crentes”, os quais não devem divorciar-se, sem que haja algum dos motivos prescritos na Palavra de Deus (Mt 19.9; 1Co 7.15). Se há desentendimentos o caminho não é o divórcio, mas a reconciliação acompanhada do perdão sincero ou o celibato por opção e não por imposição eclesiástica.
2. Quando um dos cônjuges não é crente. Paulo ensina que, se o cônjuge não crente concorda em viver (dignamente) com o crente, que este não o deixe (1Co 7.12-14). O crente agindo com sabedoria poderá inclusive ganhar o descrente para Jesus (1Pe 3.1).
3. O cônjuge fiel não está sujeito à servidão. O apóstolo, porém, ressalva: “Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz. Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?” (1Co 7.15,16). Ou seja, o cristão fiel, esposo ou esposa, não é obrigado a viver até a morte sob a servidão de um ímpio. Nesse caso, ele ou ela, pode reconstruir a sua vida de acordo com a vontade de Deus (1Co 7.27,28,39). Entretanto, aguarde o tempo de Deus na sua vida.

CONCLUSÃO

O divórcio causa sérios inconvenientes à igreja local, às famílias e à sociedade. No projeto original de Deus, não havia espaço para o divórcio. Precisamos tratar cada caso de modo pessoal sempre em conformidade com a Palavra de Deus. Não podemos fugir do que recomenda e prescreve a Bíblia Sagrada. E não podemos nos esquecer de que a Igreja é também uma “comunidade terapêutica”.

11/05/2013

A Queda do Valente

É difícil quando pessoas que são referências aos demais caem. Sendo inimaginável a queda de um guerreiro de fé, também os danos que a sucedem são inquestionáveis e por demais devastadores. Obviamente que,como Igreja, ficamos perplexos e profundamente decepcionados e tristes e,há aqueles que,dada a grande imagem de homem de Deus que o líder possuía, saem da comunhão, decepcionados em sua fé. Infelizmente,porém, outros "irmãos", dotados de uma 'unção' especial, julgam impiedosamente contra o caído, dizendo que 'nunca os enganara', 'já sabia que era safado', etc., etc., e etc...


As advertências divinas são inúmeras no tocante a realidade do cristão em, eventualmente, cair e declinar da fé, ou mesmo cometer pecados severamente condenados na bíblia (1 Co. 10.12). Como homens,dotados de fraquezas e limitações, não estamos imunes da possibilidade de pecar.O homem, envolvido por limitações impostas por Deus, tem,até mesmo em sua existência, uma brevidade, ou seja, uma breve existência por esta terra (Sl. 144.4).Mas estas limitações, impostas pelo Senhor,não tem como propósito afastar-nos da presença do Pai,muito pelo contrário,o objetivo de tais limites naturais visam nos aproximar do Criador, de forma que, desconhecendo seus mistérios, sua atuação e personalidade, o busquemos em espírito e em verdade para conhecê-Lo (Mt. 13.15).

Por outro lado, não devemos desprezar nossa natureza humana (i.e. carnal),pois, havendo a velha natureza, o velho homem, espaço em nosso ser, é claro, pecaremos. A grande questão é que o cristão, sendo sal e luz (Mt. 5.13), causará escândalo à Igreja e,por vezes, ao mundo, justamente porque espera-se do servo de Deus uma postura diferente daquela adotada pelo mundo que nos cerca. O mundo, sem a Lei de Deus, vive desordenadamente, perdido no seu próprio desejo, tentando saciar suas vontades, ainda que para isto ultrapasse os direitos dos outros, suas concupiscências não têm limites. E, o crente,que adota uma postura diferenciada da adotada pelos demais, no momento que erra, desliza, peca (use o termo que quiser, o sentido é o mesmo), logo é motivo de escárnio, julgamentos, e toda sorte de palavras ofensivas.Na verdade, não entendo este como o pior lado de uma queda,pois é previsível que o mundo se rirá do cristão quando este dá lugar à sua carne sendo motivo de zombaria, minha real preocupação são os 'irmãos' que, 'cheios de um espírito' (qual eu não sei... ) não tem a mínima misericórdia do caído.

A própria recomendação bíblica já adverte quanto ao regozijo na queda de um inimigo, dizendo que não devemos ter alegria quando nossos opositores caírem, mas, pelo contrário, deixa claro que devemos ter olhar de misericórdias até em nossos inimigos, quando estes caem (Pv. 24.17-18). Ja quanto ao servo de Deus, a recomendação é,também, claríssima e cristalina, afirmando que o servo de Deus somente pode ser julgado pelo seu Senhor (óbvio!!) e não pelos expectadores (Rm. 14.4). O fato de estar de pé ou caído, é um julgamento que cabe somente ao Eterno, não é uma atribuição nossa, embora milhares sejam aqueles que se colocam para julgar, note que no texto citado anteriormente em Romanos que a certeza de manter-se firme e constante na presença do Espírito é algo conferido por uma ação direta do Senhor, não é fruto de um mérito ou qualidades que,porventura, nos tornem aptos a estar na presença do Santo dos santos.

Tomemos cuidado e sejamos misericordiosos com aqueles que caíram! 

Sem mais, †Gabriel Queiroz

09/05/2013

Respostas da Lição 06 - A infidelidade conjugal


1. Defina, de acordo com a lição, a palavra adultério.
R. É a relação sexual entre uma pessoa casada com outra que não é o seu cônjuge.

2. Na Lei Mosaica, qual era a pena para quem adulterava?
R. O apedrejamento (Lv 20.10; Dt 22.22).

3. Cite as consequências da infidelidade.
R. Afastamento de Deus, morte espiritual e um lar despedaçado.

4. De acordo com a lição, quais conselhos podem ajudar a evitar a infidelidade?
R. Fuja das tentações, honre o seu cônjuge, aprecie seu cônjuge.

5. Que conselho você daria para alguém que foi infiel para com o seu cônjuge?
R. Resposta pessoal.


O adultério de Davi


Davi, em meio ao gozo proporcionado pelas vitórias e conquistas que obtivera, pela ação divina a seu favor, decide ficar em Jerusalém e não vai com seu exército de guerreiros. Levanta-se Davi e,ocioso, percebe a formosa e atraente Bate-Seba lavando-se. Davi, comete o primeiro adultério ao olhar cobiçosamente para aquela mulher, com seu coração trai sua esposa (Mt. 5.28). Poderia o rei ter permanecido naquele pecado íntimo,porém, dá mais espaço para sua própria carne e,mandando trazê-la, consuma o adultério,outrora apenas idealizado (2Sm. 11.4).

O pecado de Davi,além de quebrar a comunhão que tinha com sua esposa, gerou-lhe outros dois graves resultados: a gravidez de Bate-Seba e o homicídio de Urias.Note nesta situação que o Monarca de Israel não viu outra alternativa senão matar o esposo de Bate-Seba, ou seja, a solução para um pecado cometido era gerar outro pecado na concepção de Davi,ou pior, podemos entender ainda que para "resolver" o pecado dele, era necessário a morte de alguém, neste caso, do marido traído,Urias (2Sm. 11.15,17).Davi,realmente deveria ter matado algo,mas, não Urias,por certo, antes, suas próprias inclinações carnais (Cl. 3.5), apresentando-se todo seu ser para Deus (Rm. 6.13).

08/05/2013

EBD 2013, 2° Trimestre - Lição 06: A infidelidade conjugal

"Dando prosseguimento ao estudo da Palavra de Deus, nesta lição de número 06, veremos a questão da infidelidade conjugal. Em meio a um tempo onde 'ninguém é de ninguém', colocando a satisfação sexual como sendo o mais importante dentro de uma relação, a abordagem deste tema na Escola Dominical é muito relevante. Espero que todos sejam ricamente edificados com este trabalho, e também lembramos que esta postagem não é uma reprodução da Revista da EBD, trata-se de um comentário desenvolvido pelo Blog Verdade Profética,com base nos tópicos de cada Lição. Maiores dúvidas podem ser encaminhadas para: gnqueiroz@bol.com.br, ou deixada em comentários, ou pelo facebook também em nossa página.Deus abençoe a todos e bom estudo!" - Editor.

Lição de número 06 a ser ministrada dia 12/Maio/2013 nas Assembléias de Deus:

Vivemos num mundo com valores totalmente opostos ao apresentados biblicamente.Para as pessoas que não seguem a direção divina, a infidelidade é aceitável e, diversas vezes, considerada comum, ou seja, algo que já foi feito pela maioria das pessoas num relacionamento ou,pelo menos, sofrido.Como Igreja, devemos manter nossa atenção nos preceitos e valores bíblicos e entender que esta ação de infidelidade é algo que é condenado por Deus, em sua Palavra e,portanto, deve ser abolido de nossas vidas.

I-ADULTÉRIO,UM GRAVE PECADO

A infidelidade no relacionamento, é tratada biblicamente como 'adultério', que é a mesma coisa, com outra palavra. 

1-Conceito e origem da palavra:

A palavra adultério vem do latim adulterium,que significa "dormir em cama alheia".Trata-se da "Relação sexual de uma pessoa casada com outra que não seja seu cônjuge, é explicitamente proibido, Êx.20:14" (Bíblia Sagrada Eletrônica - RKSoft).Esta modalidade de pecado era visto como algo gravíssimo na Lei de Moisés (Êx 20.14; Dt 5.18) e,também, no Novo Testamento (Rm 13.9; Gl 5.19). Na Lei, a condenação para quem cometesse o adultério era o apedrejamento (Lv 20.10; Dt 22.22).

2-É preciso vigiar:

A carne,como bem sabemos, não se converte,suas vontades e desejos devem ser mortificadas a cada dia, a cada momento. Vindo da mente, a infidelidade conjugal pode levar o indivíduo a pecar. O exemplo bíblico mais patente disto que falamos é o caso de Davi,o grande monarca de Israel, homem segundo o coração de Deus, que não vigiou e pecou adulterando e seu pecado causou outros delitos.

" [1] O adultério de Davi:
Davi, em meio ao gozo proporcionado pelas vitórias e conquistas que obtivera, pela ação divina a seu favor, decide ficar em Jerusalém e não vai com seu exército de guerreiros. Levanta-se Davi e,ocioso, percebe a formosa e atraente Bate-Seba lavando-se. Davi, comete o primeiro adultério ao olhar cobiçosamente para aquela mulher, com seu coração trai sua esposa (Mt. 5.28). Poderia o rei ter permanecido naquele pecado íntimo,porém, dá mais espaço para sua própria carne e,mandando trazê-la, consuma o adultério,outrora apenas idealizado (2Sm. 11.4).
O pecado de Davi,além de quebrar a comunhão que tinha com sua esposa, gerou-lhe outros dois graves resultados: a gravidez de Bate-Seba e o homicídio de Urias.Note nesta situação que o Monarca de Israel não viu outra alternativa senão matar o esposo de Bate-Seba, ou seja, a solução para um pecado cometido era gerar outro pecado na concepção de Davi,ou pior, podemos entender ainda que para "resolver" o pecado dele, era necessário a morte de alguém, neste caso, do marido traído,Urias (2Sm. 11.15,17).Davi,realmente deveria ter matado algo,mas, não Urias,por certo, antes, suas próprias inclinações carnais (Cl. 3.5), apresentando-se todo seu ser para Deus (Rm. 6.13)."

3-Buscar a presença de Deus e não desprezar o cônjuge:

Sem a presença do Espírito Santo, o casal se torna vulnerável a toda sorte de investidas malignas.A comunhão com Deus,no entanto, através da leitura da Palavra, oração e do jejum, além de fortalecer o crente, ainda ajuda os casais em seus relacionamentos,ajudando a suportar crises e manter a comunhão. Tamanha é a importância da fidelidade conjugal que é tipificada biblicamente pela relação de Cristo com sua Igreja, demonstrando que a comunhão não deve ser quebrada de forma alguma (Ap. 21.9). A relação de Cristo com sua Igreja não inclui separações, distanciamentos ou qualquer tipo de sentimento que o afaste de nós (Mt. 28.20), Seu Espírito mantém-se constantemente em nossa vida e devemos buscá-lo para que esteja também em nossa vida conjugal (Jo. 14.16-17).

*  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *

Texto Original de: †Gabriel Queiroz - Blog Verdade Profética


Lição 06: A infidelidade conjugal


A paz do Senhor a todos! Publicamos a seguir a lição 06 - A infidelidade conjugal. Otexto a seguir é uma reprodução da disponível na Revista da EBD.A todos uma boa aula e bom estudo,lembramos que o nosso comentário desta lição está disponível aqui.


Palavra Chave
Infidelidade: Procedimento de infiel; deslealdade, traição, perfídia.

Vivemos num mundo carente de valores éticos e princípios cristãos. Para as pessoas que não seguem os desígnios divinos, a infidelidade conjugal é vista como prática socialmente aceitável. Porém, os mandamentos divinos são eternos. De acordo com a Bíblia, o adultério é e continuará a ser uma ofensa ao próprio Deus. Lamentavelmente, muitos cristãos estão se deixando levar pelas astutas ciladas do Diabo, fazendo da infidelidade conjugal um hábito. Nesta lição, refletiremos a respeito desse terrível mal que vem infelicitando as famílias.

I. ADULTÉRIO, UM GRAVE PECADO

1. Conceito e origem da palavra. A palavra adultério vem do latim adulterium, que significa “dormir em cama alheia”. Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe (CPAD), é a relação sexual entre uma pessoa casada com outra que não é o seu cônjuge. Tal ato é um pecado gravíssimo perante Deus, sendo condenado tanto no Antigo quanto em o Novo testamento (Êx 20.14; Dt 5.18; Rm 13.9; Gl 5.19). É um ato tão grave que no tempo da lei Mosaica, a pena para o adultério era o apedrejamento (Lv 20.10; Dt 22.22).
2. É preciso vigiar. A infidelidade conjugal é um processo maligno que tem início na mente. No começo, são apenas alguns pensamentos que surgem de “mansinho”. Se estes, porém, não forem combatidos, acabam por nos impregnar a alma e o coração, redundando em atos vergonhosos. Tomemos muito cuidado com o que vemos e pensamos (Sl 101.3; Fp 4.8). Enfim, vigiemos e oremos constantemente para não cairmos nas astutas ciladas do Diabo (Ef 6.11). Jesus exortou-nos a respeito da vigilância e da oração (Mt 26.41). Davi, mesmo sendo um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13.14), não vigiou. Ele cometeu um adultério que o arrastou a um homicídio (2Sm 11). Por isso, vigie.
3. Buscar a presença de Deus e não desprezar o cônjuge. Sem a presença de Deus, o casal torna-se vulnerável às investidas do Maligno. Todavia, a comunhão diária com o Senhor, por intermédio da oração, da leitura da Bíblia e do jejum, além de fortalecer-nos, ajuda-nos a ter um bom relacionamento com o cônjuge. A presença divina auxilia-nos a suportar as crises.
Muitos obreiros, por falta de orientação, acabam dedicando-se excessivamente ao ministério eclesiástico em detrimento da família. O resultado é que a esposa e os filhos deixam de receber atenção e carinho. É bom dedicar-se à Obra de Deus. A família, porém, não pode ser esquecida, pois ela é o primeiro rebanho do pastor (1Tm 3.1-7; 5.8; 1Co 7.32-34).



SINOPSE DO TÓPICO (I)
O adultério é um grave pecado. Por isso, o cônjuge deve vigiar, buscar a presença de Deus e jamais desprezar o outro.



II. AS CONSEQUÊNCIAS DA INFIDELIDADE

1. Afastamento de Deus. A Palavra de Deus diz que “os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais macio do que o azeite” (Pv 5.3). O pecado, a princípio, pode ser até “prazeroso”, mas o preço a ser pago é muito alto; não vale a pena; traz sofrimento e muita dor.
A imoralidade sexual e a infidelidade destroem a família. Todos no lar são afetados de alguma forma. Alguns minutos de prazer ilícito podem levar um homem, ou uma mulher, para o inferno, para a perdição eterna (1Co 6.10). Deus é santo e não aceita o pecado. O adultério divide a família, afasta o cônjuge da presença de Deus e impede as bênçãos divinas (Is 59.1,2).
2. Morte espiritual. O adultério leva à morte espiritual, às vezes até a morte física. Quando nos afastamos de Deus morremos espiritualmente. A infidelidade conjugal fere as pessoas e destrói a alma (Pv 6.32). Davi arrependeu-se, mas pagou um alto preço pelo seu erro. Se o Senhor não ouve as orações daqueles que tratam mal os cônjuges (1Pe 3.7), imagine como Ele reage à infidelidade conjugal (Ml 2.16).
3. Um lar despedaçado. O adultério aflige toda a família. Os filhos, independentemente de sua idade, são sempre os maiores prejudicados. Em geral, ficam decepcionados com os pais e tendem a desconfiar sempre de todos. Alguns filhos acabam, além de carregarem mágoas de seus pais, levando ressentimentos e dor para suas futuras famílias. Seus relacionamentos são afetados. Por isso, Deus abomina a infidelidade, a deslealdade (Ml 2.15). O marido deve amar a esposa, assim como a esposa precisa amar o marido (Ef 5.22-33). A falta de amor prejudica o casamento e abre brechas à deslealdade. O amor entre os cônjuges deve ser incondicional, assim como o de Cristo pela Igreja. Tal amor é um antídoto contra a deslealdade.



SINOPSE DO TÓPICO (II)
A infidelidade conjugal afasta a pessoa de Deus, mata a espiritualidade e dilacera o lar.



III. CONSELHOS CONTRA A INFIDELIDADE

1. Fuja das tentações. É preciso ser prudente e evitar o mal. Jesus ensinou os discípulos a terem uma atitude de prudência e sensatez diante das tentações (Mt 10.16; 26.41). Ante o perigo, façamos como José. Ele preferiu fugir a pecar contra Deus. Temendo ao Senhor, rejeitou o pecado. E embora viesse a pagar um alto preço por sua fidelidade, foi honrado por Deus no devido tempo (Gn 39-41). Diante do pecado, fuja (1Ts 4.3).
2. Honre o seu cônjuge. Há maridos que se envergonham de suas esposas. O profeta Malaquias advertiu o povo de Deus, para que ninguém fosse “desleal para com a mulher da sua mocidade” (Ml 2.15). Envelhecer junto à mulher amada é um privilégio. Também há mulheres que, com o passar do tempo, deixam de se interessar e honrar seus maridos. A Bíblia, porém, recomenda a esposa a reverenciar o marido (Ef 5.33). Os muitos afazeres levam algumas mulheres a se esquecerem de seu papel junto ao esposo. Honre seu cônjuge, dando-lhe o apreço e o respeito necessários.
3. Aprecie seu cônjuge. Você aprecia seu cônjuge? Ter apreço significa vê-lo como algo valioso. A Palavra de Deus nos diz que “onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração” (Lc 12.34). Se o seu cônjuge é o seu tesouro, ou seja, uma joia que você protege e zela com carinho e respeito, o adultério não terá vez em sua vida. Há esposas e maridos que cuidam bem da casa, do carro, da conta bancária, da igreja, mas não têm cuidado nem interesse pelo seu cônjuge. Valorize-o e alegrem-se juntos no Senhor. Não busque jamais beber água de outra cisterna (Pv 5.1-23).



SINOPSE DO TÓPICO (III)
Alguns conselhos contra a infidelidade no matrimônio: fuja das tentações; honre o seu cônjuge e o aprecie.



CONCLUSÃO

Muitas famílias têm sido destruídas por causa da infidelidade conjugal. Para que tenhamos uma vida conjugal bem-sucedida precisamos investir diariamente em nosso relacionamento. É necessário orar, vigiar e demonstrar afeto, apreço, investir no diálogo franco e não abrir mão do respeito. Temos de conscientizar-nos de que a família e o relacionamento conjugal são prioridades. Uma família bem constituída é uma bênção para a obra de Deus.


Subsídios e materiais de apoio:
Lição 06 - Comentário adicional

07/05/2013

Download gratuito de estudos bíblicos!

A paz de Cristo a todos, que Deus esteja abençoando cada coração nesta tarde, é com imensa alegria que informamos que selecionamos algumas postagens de muita procura em nosso Blog, para que os irmãos possam fazer o download. Isso mesmo, tenha estudos e postagens edificantes a um clique! Neste momento, colocamos 11 postagens desenvolvidas entre 2011 e 2013, para que a Verdade Bíblica se torne acessível a todos. Os links já estão disponíveis em nossa página "download".

Na fé,          
Gabriel Queiroz - Blog VERDADE PROFÉTICA

01/05/2013

Infidelidade [Subsídio 1 aula 5 - Conflitos na família]

14 Voltai, ó filhos pérfidos, diz o Senhor; porque eu sou como esposo para vós; e vos tomarei, a um de uma cidade, e a dois de uma família; e vos levarei a Sião;
15 e vos darei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência.
16 E quando vos tiverdes multiplicado e frutificado na terra, naqueles dias, diz o Senhor, nunca mais se dirá: A arca do pacto do Senhor; nem lhes virá ela ao pensamento; nem dela se lembrarão; nem a visitarão; nem se fará mais.
17 Naquele tempo chamarão a Jerusalém o trono do Senhor; e todas as nações se ajuntarão a ela, em nome do Senhor, a Jerusalém; e não mais andarão obstinadamente segundo o propósito do seu coração maligno.
18 Naqueles dias andará a casa de Judá com a casa de Israel; e virão juntas da terra do norte, para a terra que dei em herança a vossos pais.
19 Pensei como te poria entre os filhos, e te daria a terra desejável, a mais formosa herança das nações. Também pensei que me chamarias meu Pai, e que de mim não te desviarias.
20 Deveras, como a mulher se aparta aleivosamente do seu marido, assim aleivosamente te houveste comigo, ó casa de Israel, diz o Senhor.
21 Nos altos escalvados se ouve uma voz, o pranto e as súplicas dos filhos de Israel; porque perverteram o seu caminho, e se esqueceram do Senhor seu Deus.
22 Voltai, ó filhos infiéis, eu curarei a vossa infidelidade. Responderam eles: Eis-nos aqui, vimos a ti, porque tu és o Senhor nosso Deus.
23 Certamente em vão se confia nos outeiros e nas orgias nas montanhas; deveras no Senhor nosso Deus está a salvação de Israel.
24 A coisa vergonhosa, porém, devorou o trabalho de nossos pais desde a nossa mocidade os seus rebanhos e os seus gados os seus filhos e as suas filhas.
25 Deitemo-nos em nossa vergonha, e cubra-nos a nossa confusão, porque temos pecado contra o Senhor nosso Deus, nós e nossos pais, desde a nossa mocidade até o dia de hoje; e não demos ouvidos à voz do Senhor nosso Deus. (Jeremias 3)
O texto lido diz que o povo de Deus lhe foi tão infiel que ele mesmo preparou uma ilustração para podermos entender melhor. O Senhor coloca-se na posição de um marido traído pela esposa! Mesmo assim, muitos ainda não o entendem. Talvez você consiga imaginar como se ente alguém traído e como reagiria. Há pessoas que chegam a responder à traição cometendo crimes. Há também aqueles que não suportam tal situação, entram em depressão e perdem a vontade de viver. Deus aplica esta imagem a si mesmo para nos fazer entender a gravidade de tal procedimento. No entanto, ele é muito diferente de nós: ele quer perdoar e esquecer nossas transgressões. Sua misericórdia se renova todo dia (Lm.3.22.23) e por isso, ele continua chamando e convidando os fiéis à reconciliação. Na ocasião, seu povo reconheceu e confessou que vinha seguindo outros deuses e que aquilo foi um erro que só lhe trouxe vergonha e prejuízos. Faziam toda espécie de manobras religiosas com os mais diversos ídolos, esperando com isso melhorar suas colheitas e multiplicar o seu gado,mas o resultado foi um fracasso.

Para nós,hoje, pergunta-se se esta história poderia ter algo a ver com a nossa própria vida.Quais e quantas são as manobras que empreendemos hoje para buscar o sucesso? Desde submeter-se a superstições quaisquer,passando a jogadas  com a sorte e chegando a espertezas desonestas em prejuízo do próximo, há de tudo.E o resultado? É verdade que alguns conseguem juntar fama  e dinheiro, mas em geral o preço disso é insegurança e medo de perder tudo de novo, insatisfação, relacionamentos destruídos por ganância e desentendimentos.

No meio disso tudo, Deus continua chamando:"Voltai, ó filhos pérfidos (rebeldes)"[1] - e conheçam a bondade do Deus verdadeiro! Será que hoje alguém voltará?

[1] Editado

Elias Torres da Silva E.T.S.
Extraído de: Pão Diário - O Livro de leituras devocionais n° 14; 10/Dez.SP,2011,1ª Edição; Rádio Trans Mundial.

EBD 2° Trimestre de 2013: Lição 05 - Conflitos na Família

Bom,chegamos a quinta lição deste segundo trimestre de 2013,e trataremos,nesta lição, dos conflitos que atingem a família neste tempo. Na última lição vimos os ataques do inimigo contra a família, e agora, veremos os problemas que envolvem a família pelo lado de 'dentro', ou seja, aquilo que a  atinge por fatores internos.Bom estudo e boa aula! - Editor.

Lição de número 05 a ser ministrada dia 05/Maio/2013 nas Assembleias de Deus

I-DESENTENDIMENTO ENTRE OS CÔNJUGES

Os desentendimentos já fazem parte das famílias, há muito tempo, desde o momento que há a queda, no Éden, desfazendo a plena comunhão com Deus, gerando toda sorte de conflitos, desgastes e desconfortos.

1-Temperamentos diferentes:

Dentre os varios motivos que desencadeiam o desentendimento entre os cônjuges  o que mais se destaca é o temperamento.Trata-se da combinação de características inatas que herdamos de nossos pais que, de forma inconsciente, afetam nosso comportamento.

1.1- Esaú e Jacó:

Um caso bíblico que é clássico de temperamentos diferentes e suas consequências, é a relação entre Esaú e Jacó. Os filhos de Isaque, gêmeos, mas que eram completamente diferentes. Eis as principais diferenças entre os dois irmãos:
  • Diferença nas aptidões (Gênesis 25.27): Enquanto que Esaú era mais ligado ao campo e à caça, Jacó preferia viver em tendas;
  • Diferença de valores (Gênesis 25.30-34): Jacó tinha por importante a bênção da primogenitura, que era direito de Esaú, valorizava isto pois entendia ser importante enquanto que Esaú preferiu satisfazer seu desejo momentâneo, cedendo a sua fome;
  • Diferença nas relação com os pais (Gênesis 25.28):Embora seja extremamente errado, a preferência por este ou aquele filho é comum em todas as famílias, não quer dizer que os pais escolhem uns filhos e rejeitam outros,mas, que se identificam com este ou aquele, o que pode gerar conflitos; 

Demonstrando as diferenças entre Esaú e Jacó que, mesmo sendo irmãos, eram extremante diferentes, vemos a fúria de Esaú ao perceber que seu pai, Isaque, já havia dado sua bênção a Jacó, e promete matar seu próprio irmão (Gn. 27.41). Tal promessa feita por Esaú somente foi vencida pelo tempo e pela distância (Gn.33.4).

2-Fatores que trazem conflitos:

Diversos são os fatores que trazem conflitos no lar,a Lição apresenta quatro como aqueles principais, são eles:
  • Falta de Confiança;
  • Tratamento grosseiro;
  • Dívidas;
  • Infidelidade.
Dentro destes fatores que causam conflitos no lar, não há um que seja o pior, ou o mais comum, pois todos envolvem a relação do casal, assim sendo, numa família, o casal pode ter falta de confiança, por diversos motivos, e,ao mesmo tempo, não nenhum problema com as dívidas,por exemplo. Aliás, não devemos considerar que um destes fatores seja demasiadamente insignificante que não ocasione os demais. 

II- ATIVIDADES PROFISSIONAIS DOS PAIS

É fato que todos devemos trabalhar, estudar e se qualificar, isto não é privilégio somente dos filhos,mas, também dos pais, nada deve tornar-se,porém, como motivo para os pais serem distantes de seus filhos.Uma das questões que mais causam conflitos nas famílias é quando os pais não têm tempo para seus filhos, dedicando-se mais ao trabalho e, os filhos, crescem sem nenhuma disciplina, sem referências e,principalmente, sem uma fé sólida,pois não foram ensinados.

1-A mulher no mercado de trabalho:

Devido às modernas demandas sociais, a mulher deixou de se dedicar exclusivamente às funções domésticas, e passou também a exercer funções em empresas e organizações diversas, ocupando a maior parte do seu tempo em atividades profissionais. Mas essa mudança tem trazido sérias consequências. Há mais de uma década, para cada dez homens que morria de infarto, apenas uma mulher sofria desse mal. Hoje, o número de mulheres que morre desse mal subiu para quatro.

2- A ausência dos pais prejudica a criação dos filhos:

Sem a presença dos pais, as crianças ficam desorientadas. Muitas vezes elas convivem com pessoas que não têm a menor capacitação para educá-las. Por outro lado, algumas crianças ficam o dia todo em frente da “babá eletrônica”, a televisão, ou com a “mestra eletrônica”, a internet. Ali, são “educadas” pelos heróis artificiais. As figuras do pai e da mãe presentes estão cada vez mais escassas. Tal ausência é sentida quando os nossos filhos entram na adolescência, uma fase de novidades e mudanças bruscas.


                                    Infidelidade

Texto original de †Gabriel Queiroz - Blog Verdade Profética

Cópias liberadas desde que seja informada fonte original com link.

Respostas da Lição 05 - Conflitos na família


1. Dentre os motivos dos conflitos familiares, qual se destaca?
R. O temperamento.

2. Cite pelo menos três fatores que trazem conflitos.
R. Falta de confiança, tratamento grosseiro e dívidas.

3. O que acontece às crianças quando ficam sem a presença dos pais?
R. Sem a presença dos pais, as crianças ficam desorientadas.

4. Quem é a principal responsável pela formação espiritual e moral da criança?
R. A família.

5. Que forma de auxílio diferenciado o servo de Deus conta?
R. Com o amor verdadeiro no coração, poderemos não somente vencer, mas evitar os conflitos.

Compartilhe!