27/06/2013

O que é o Ato Médico?

Com inúmeras manifestações no decorrer destas semanas no Brasil, muitas reivindicações têm sido defendidas nelas por diversas classes, uma das classes é a classe dos profissionais de saúde, contra o Ato Médico.

MANIFESTOS CONTRA O ATO MÉDICO (28/06/2013)

Trazemos aos nossos amigos a relação dos protestos dos profissionais de saúde, que lutam contra o Ato Médico::

28.06 MANIFESTOS CONTRA O ATO MÉDICO - CIDADES:

26/06/2013

Levando a Arca para casa: O respeito à Santidade de Deus

Assim que Davi obtém novamente a Arca da Aliança para as mãos dos Filhos de Israel, entregue pelos filisteus,após serem feridos pelos exércitos dos israelitas, o juízo divino sobre Uzá, que tocou na Arca e morreu (II Sm. 6.7), causou temor em Davi e em seus valentes. Esse temor a Deus, esse medo do juízo divino, proporcionaria a um judeu de Gade,chamado Obede-Edom, uma provisão de bênçãos que durariam três meses, alcançando,além dele mesmo, sua família.No entanto, antes de analisarmos a bênção de Obede-Edom, veremos os fatos anteriores a isto.

Subsídio 1 aula 13: Eu e minha casa serviremos ao Senhor

Subsídio Teológico

“NOÉ, UM SEGUNDO ADÃO

O pecado do homem nos dias de Noé era atroz e doloroso ao Senhor, que se arrependeu de ter criado o homem. Ele determinou enterrar o homem sob as águas do mar da mesma maneira que enterrara Adão sob a superfície da terra. As águas caóticas, que se submeteram obedientemente à mão do Criador para que a terra seca aparecesse, agora seriam soltas pelo Criador como instrumento da ira vingativa divina. Mas mesmo assim os propósitos criativos originais não seriam frustrados e reduzidos, porque Deus começaria novamente com outro Adão, outra imagem que manteria o mandato da soberania. Claro que este ‘Adão’ era nada mais nada menos que Noé.

25/06/2013

Respostas da Lição 13: Eu e minha casa serviremos ao Senhor

1. Cite as qualidades indispensáveis de servo de Deus na vida de Noé.
R. “Varão justo”, “reto em suas gerações” e que “andava com Deus”.

2. Qual era a marca da época de Noé?
R. Imoralidade incontrolável e uma ausência completa de temor a Deus.
3. O que a Palavra de Deus recomenda aos pais na criação dos seus filhos?
R. A Palavra de Deus recomenda aos pais que criem os seus filhos “na doutrina e admoestação do Senhor”.

4. Quem eram os recabitas?
R. Eram um povo que fazia parte de uma tribo nômade aparentada com os queneus e com Jetro, sogro de Moisés.

5. Você tem instruído a sua família na Palavra de Deus?
R. Resposta pessoal.


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Subsídio da Lição 13
Comentário da Lição 13

EBD 2° Trimestre de 2013:Lição 13 - Eu e a minha casa serviremos ao Senhor

Neste trimestre estudamos os diversos males que têm assolado a família e vimos também que Deus é a única resposta para os nossos dias. Por isso, devemos ter o Senhor Jesus como o esteio e o centro de nosso lar. Se orarmos, jejuarmos, lermos a Bíblia e fizermos o culto doméstico, teremos condições de lutar contra as forças do mal e vencê-las em nome de Jesus. Frequentemos assiduamente a igreja e não faltemos à Escola Dominical. A família que fielmente serve ao Senhor jamais será destruída.
Vigiemos e oremos em todo o tempo, para que a nossa casa não seja alcançada pelas águas do dilúvio moral que encobre o presente século. Digamos, pois, ousadamente: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.


I. O EXEMPLO DECISIVO E CORAJOSO DE NOÉ

20/06/2013

Respostas da Lição 12 - A família e a Igreja

1. De acordo com a lição, que importância não se pode ignorar em relação a família?
R. A funcionalidade da igreja local junto a família.

2. Além de ser o elemento básico da funcionalidade da igreja, o que é a família?
R. É a extensão da igreja local.

3. Descreva a natureza humana da igreja.
R. A igreja é uma instituição composta de seres humanos dotados de sentimentos, desejos e volição.

4. Que bênção o salmo davídico pronuncia?
R. Irmãos e irmãs vivendo em paz é como a preciosidade do óleo que ungiu o sumo sacerdote Arão.

5. Você e a sua família se envolvem com a sua igreja local?
R. Resposta pessoal. 

19/06/2013

Subsídio 1 aula 12 - A família e a Igreja

Subsídio Teológico Pastoral

A Família do Pastor
Um recente best-seller sobre o ministério pastoral contém um capítulo intitulado ‘Alerta: O Ministério Pode Ser uma Ameaça para Sua Família’. Por mais chocante que seja, o título reflete com precisão a realidade do ministério pastoral hoje. Uma pesquisa pastoral realizada em 1992, publicada em um importante jornal, descobriu as seguintes dificuldades significativas que produzem problemas conjugais nas famílias dos pastores:
• 81% tempo insuficiente em conjunto;
• 71% uso do dinheiro;
• 70% nível de renda;
• 64% dificuldade de comunicação;
• 63% expectativas da congregação;
• 57% diferenças quanto ao lazer;
• 53% dificuldades na criação dos filhos;
• 46% problemas sexuais;
• 41% rancor do pastor com relação à esposa;
• 35% diferenças quanto à carreira ministerial.
Hoje em nossos dias, ninguém questiona o fato óbvio de que a maioria dos pastores e suas famílias estão sofrendo pressões cada vez maiores por causa do ambiente em que estão ministrando. Isso não é de surpreender quando se reflete sobre a natureza do ministério. Considere estas pressões envolvidas no pastorado:
1. O pastor envolve-se com o humanamente impossível — lida com o pecado na vida das pessoas.
2. O pastor cumpre um papel que nunca se completa — resolve problemas que vão se multiplicando.
3. O pastor serve sob uma credibilidade cada vez mais questionada aos olhos da sociedade.
[...] 8. O pastor e a sua família parecem viver em um aquário que todos podem observar.
[...] 10. Como figura pública, o pastor pode receber as mais duras críticas tanto da comunidade como da congregação.
Ninguém que reflita um pouco pode negar que o ministério é potencialmente perigoso para o casamento e a família do pastor. Mas seria isso mesmo? Ou melhor, é necessário que seja assim? Ou, mais importante, Deus quer que seja assim?” 


(MACARTHUR, J. JR. (Ed.). Ministério Pastoral: Alcançando a excelência no ministério cristão. 7 ed., RJ: CPAD, 2012, pp.163-64).

Leia a lição 12 aqui
Curta!

EBD 2° Trimestre de 2013:Lição 12 - A Família e a Igreja

Chegamos aos instantes finais na revista que tratou sobre a família cristã no Século XXI, esperamos que tenha sido de grande proveito a todos, com edificação espiritual a todos, mas, acima de tudo, espero que tenha sido mais um motivo para interação das famílias através destes estudos. Disponibilizamos agora o conteúdo da Lição 12,desejando um excelente estudo e ótima aula a todos! - Editor. 
Num mundo de intensas mudanças e incertezas a Igreja é a única instituição em que o cristão e sua família podem contar. Lares sofrem terríveis ataques do inimigo, e muitas famílias não têm resistido, sucumbindo moral e espiritualmente às investidas malignas. Por isso a Igreja do Senhor, representada pela comunidade local, é o ponto de apoio espiritual e moral para a família. Ali se aperfeiçoam os relacionamentos entre os cônjuges, pais e filhos, avós e netos. A família cristã se desenvolve no dia a dia da igreja local.

I. FAMÍLIA: O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA

1. Sem a família a igreja não funciona. 

Não podemos ignorar a importância da igreja local junto à família, pois a saúde da igreja está diretamente ligada ao bem estar espiritual e moral da família. Uma igreja cujas famílias estão arruinadas espiritual e moralmente não terá condições de acolher os não crentes, nem terá autoridade para atuar junto à outras famílias na comunidade em que está inserida.

A família fortalecida na igreja é tão importante que o apóstolo Paulo aconselhou o pastor Timóteo a respeito da qualidade de um candidato ao episcopado. O apóstolo destaca a relação do aspirante com a própria família: “Convém, pois, que o bispo [...] governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?)” (1Tm 3.2,4,5). Aqui, ele expressa o impacto do relacionamento familiar com a funcionalidade da igreja local. Famílias desgovernadas, inevitavelmente, geram uma igreja sem direção.

2. A família como extensão da igreja.

Além de a família ser o elemento básico da funcionalidade da igreja local, ela é a própria extensão desta. Descrevendo a respeito do culto doméstico, o saudoso pastor Estevam Ângelo disse: “Se a família quiser assistir a sete cultos a mais por semana, fazendo o culto doméstico, terá uma igreja em casa”. É verdade! Além de cultuar a Deus, a família representará o reino divino na vizinhança, no bairro e no mundo. O próprio Jesus falou: “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt 18.20). Portanto, podemos fazer de nossa família uma extensão da Igreja de Cristo e representar seu Reino neste mundo.

II. A IGREJA ACOLHENDO AS FAMÍLIAS

1. A natureza humana da igreja.

A etimologia da palavra igreja remonta a natureza humana do Corpo de Cristo. Mateus 18.17 e Atos 15.4 expressam ekklêsia (igreja) como reunião de pessoas, povo ou assembleia em nome do Senhor Jesus. É uma instituição composta de seres humanos dotados de sentimentos, desejos e volição. Nesse caso, a Igreja é “humana” em sua constituição e composição.

2. A dimensão relacional da igreja. Onde há pessoas, há relacionamentos. 

A Santíssima Trindade nos mostra um Deus relacional. As trinas pessoas relacionam-se comunitária, intensa e espontaneamente (Mc 1.9-13; Jo 5.17,19-28). Assim, a igreja expressa à dimensão relacional da Santíssima trindade entre os seus membros. É ali, que a família cristã está habilitada a relacionar-se como Igreja de Cristo, tanto com o Pai (Mc 12.30) como com o próximo (Mc 12.31). Assim, a igreja está pronta para acolher as famílias e suas idiossincrasias.

3. O relacionamento familiar na igreja. 

Não há dúvidas de que servir a Deus numa igreja local juntamente com toda a família é uma bênção. No entanto, para que este relacionamento continue a abençoar vidas é preciso zelar pelos seguintes princípios: (1) Na igreja local, a família não deve se fechar em si mesma; (2) Não deve haver motivações que desrespeitem a liderança constituída ou a qualquer outra pessoa; (3) A família deve investir tempo para se relacionar com outras famílias também.

4. A família do obreiro.

O exercício do ministério não dispensa o obreiro de sua responsabilidade como esposo e pai. Infelizmente, em algumas igrejas locais, é comum cobrarem da família do pastor um padrão de perfeição que nem o Evangelho preceitua. Prevenção ao pecado e vida de retidão na presença de Deus e diante da sociedade são atributos peculiares a toda família cristã. Porém, é preciso reafirmar que a família do pastor é igual à de qualquer outra pessoa. A esposa do pastor tem nome, e os filhos também, e precisam dos mesmos cuidados que as demais famílias da igreja precisam.


III. A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL

1. A comunhão da família.

No Salmo 133.1 lemos: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!”. Apesar de alguns pregadores interpretarem este texto de maneira alegórica, dando a ele uma simbologia espiritual, neste versículo o salmista Davi se refere à família de irmãos de sangue em crise, ou, de acordo com Matthew Henry, o homem segundo o coração de Deus escreve “esse salmo por ocasião da união entre as tribos quando todas elas se uniram unânimes para fazê-lo rei”. Logo, o Salmo davídico pronuncia a bênção para uma família que anda em comunhão: Irmãos e irmãs que vivem em paz no lar e fora dele são tão valiosos quanto o óleo que ungiu Arão, o sumo sacerdote. Numa casa pacífica e unida, as bênçãos do Senhor se manifestam.

2. Envolvendo-se com o Corpo de Cristo. 

A leitura bíblica em classe, particularmente os versículos 7, 11, 12, 13 e 15, destaca o exemplo de familiares unidos pela causa do Evangelho. O apóstolo Paulo muito se contentou com o esforço empregado em cada família na causa do Reino de Deus. Quando a família sente-se alegre em ir à igreja para adorar a Deus é uma grande bênção (Sl 122.1). Ela participa ativamente do culto e não se porta como mera assistente. São momentos preciosos que influenciarão a família por toda a vida.
3. Toda a família na casa de Deus. 

A igreja local é o espaço religioso onde adoramos a Deus e proclamamos o Evangelho. Nada pode impedir este ideário cristão. Por isso, a família chamada por Deus é convocada a depositar o seu talento na causa do Evangelho. No ensino, na pregação, na música ou qualquer outra atividade que vise pregar o Evangelho e edificar a Igreja de Cristo, a família cristã deve estar lá. Não deixe de ir aos cultos, à Escola Dominical e aos encontros da sua igreja. Esta rotina glorificará a Deus, e edificará você e a sua família.

CONCLUSÃO

Na lição desta semana vimos que a família é o elemento básico da igreja local. Esta, por sua vez, deve ser uma comunidade acolhedora de famílias carentes. E a família chamada por Deus, tem o privilégio de servir ao Altíssimo juntamente com outras famílias numa igreja local. Aqui, somos ensinados, edificados e exortados a representar o Reino de Deus neste mundo moderno. Portanto, não perca tempo: envolva-se com a sua igreja local, pois esta precisa de você e toda a sua família.

E Mais:

17/06/2013

O 'Aleluia' da aprovação

Olá,pessoal, graça e paz...

Há muitas pregações que atravessaram os limites do tempo e até hoje falam. Tratam-se daquelas que, mesmo após séculos, mantém-se vivas e com profundo significado quando escutamos. Podemos citar o discurso de Pedro, em Atos 3, ou mesmo o discurso de Jônatas Edwards, o grande avivalista, com seu sermão 'Pecadores nas mãos de um Deus irado', e outros tantos como João Wesley,por exemplo. No entanto, quando comparamos tais pregações com aquilo que é dito em muitos púlpitos por aí, notamos diferenças gritantes, grosseiras e sem nenhum ponto comum. Ao que parece, a ênfase dada por muitos pregadores é aquela que vê o ouvinte como o todo-poderoso, coloca-o como vencedor, aquele que pode tudo, bastando que para isso, use o 'poder da fé', 'determinando sua própria vitória'.

Muitos pregadores deste nosso tempo têm colocado o ouvinte como o centro de suas pregações, têm conferido ao 'expectador' ser o centro do culto e da mensagem que, via de regra, deveria ser o Cristo ressuscitado. Desprezando completamente o fator pedagógico de uma pregação, liberam palavras como 'você vai vencer', 'quem tem promessa não morre', entre outras que visam amaciar o ego daquele que está ouvindo. Mas por que motivo o pregador faz isso? vejamos:

Aceitação como forma de gerar receita: Grandes pregadores, que mantém uma agenda regular de pregações, com diversas mensagens por todo o País em vários Congressos e igrejas diferentes, precisam ganhar os ouvidos e a atenção dos que lhe ouvem, conferindo,assim, uma oportunidade de manter-se ativo em seus trabalhos. Para isso, uma mensagem 'light', que agrade quem ouve, é fundamental.

Então, muitos destes pregadores que estamos falando, não pregam,de fato, a mensagem de Cristo, pregam,sim, uma mensagem que valoriza e enfatiza o homem, como sendo aquele que é capaz, pelo uso de sua fé, de alcançar seus objetivos, sonhos, vitórias e conquistas. Neste cenário, colocam Deus e Cristo de lado, sem nenhuma possibilidade do Espírito agir por seu intermédio.Mas, em que ponto, a pregação dos homens citados acima,os grandes pregadores, se diferem daquilo que é pregado pelos pregadores mais modernos ?

  • Uma mensagem centralizada em Cristo: Pregações que atravessam o tempo, os séculos, as Nações, fundamentam-se em Cristo e o colocam glorificado, ainda que,para isto, sejamos humilhados;
  • Confissão e arrependimento: A pregação genuinamente cristã, que gera frutos e move a mão de Deus, com sinais e maravilhas, é aquela que traz ao homem a necessidade de arrependimento contínuo a Cristo,o que eles não esqueciam de enfatizar.

Em tais pregações, eu duvido que se fizessem ouvir 'aleluias' ou 'glória a Deus', muito pelo contrário, a verdadeira glorificação a Deus se dava ao final, quando o pecador arrependido e rendido no Altar se curvava a Cristo, reconhecendo suas misérias, culpas e delitos.Não se viam nas pregações dos grandes avivalistas movimentos espetaculares,antes, suas mensagens eram carregadas de temor e tremor naqueles que ouviam e,por vezes, muito medo,o qual era aniquilado quando o ouvinte provava da misericórdia e do favor divino ao término da Mensagem.

Tomemos cuidado para que o 'Aleluia' que falamos, não seja o medidor de aceitação em mensagens vazias.

12/06/2013

Respostas da Lição 11: A família e a Escola Dominical

1. Cite versículos que apontam para as raízes bíblicas da Escola Dominical.
R. Moisés (Dt 6.7; 11.18,19; 31.12,13); sacerdotes, reis e profetas de Israel (Dt 24.8; 1Sm 12.23; Jr 18.18; 2Cr 15.3; 17.7-9); etc.

2. O que é a Escola Dominical?
R. É uma escola que ministra o ensino da Palavra de Deus de forma acessível a todos os alunos — desde o berçário aos adultos — contemplando todas as faixas etárias.

3. Quais são as finalidades da Escola Dominical?
R. Auxiliar no ensino das Escrituras; na evangelização e no discipulado.


4. Por que os jovens cristãos devem frequentar a Escola Dominical?
R. Pois na Escola Dominical são alertados contra todos os males tão característicos de uma sociedade sem Deus.

5. O que a Escola Dominical está apta a fazer?
R. Formar o caráter cristão, estimulando à leitura da Bíblia Sagrada e à prática da vida cristã em seu dia a dia. 

11/06/2013

Subsídio 1 aula 11: História da EBD no Brasil,seu início

Subsídio Histórico

A ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL

A Escola Dominical teve seu início entre nós em 19 de agosto de 1855 na cidade de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro. O fundador foi o missionário Robert Kalley e sua esposa Da. Sarah Poulton Kalley, da Igreja Congregacional. Eram escoceses. Ele fora um médico ateu. Depois foi salvo sob circunstâncias especiais, e chamado por Deus, entregou-se à obra missionária. Na primeira reunião, na data acima, a frequência foi de cinco crianças... Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil. Desde então, o crescimento da Escola Dominical tem sido maravilhoso.
Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

A. Remontando ao passado, as primeiras reuniões de instrução bíblica no Brasil, do ponto de vista evangélico, ocorreram durante a permanência aqui, dos crentes calvinistas que desembarcaram na Guanabara em 1557. Nessa ocasião realizaram o primeiro culto evangélico em terras do continente americano, em 10 de março do mesmo ano.

B. A segunda fase de tais reuniões deu-se durante o domínio holandês no Nordeste, a partir de 1630, por crentes da Igreja Reformada Holandesa, quando vários núcleos evangélicos foram estabelecidos naquela região. Na mesma época foram realizados cultos na Bahia, por ocasião da primeira invasão holandesa. Tudo isso cessou com o fim dos mencionados domínios e a feroz campanha de extinção movida pela Igreja Romana de então.

C. Mas em 1855, a Escola Dominical veio para ficar. E ficou! E avançou como fogo em campo aberto, impelida pelo zelo de milhares de seus obreiros, inflamados pelo Espírito Santo!

Sim, desde então, vem a Escola Dominical crescendo sempre entre todas as denominações, e onde quer que estas cheguem, a Escola Dominical é logo implantada produzindo sem demora seus excelentes resultados na vida dos alunos, na Igreja, no lar, na comunidade, e refletindo tudo isso na nação inteira.

Foi assim o começo da Escola Dominical — começo de um dos mais poderosos avivamentos da história da Igreja

(GILBERTO, A. Manual da Escola Dominical. 40 ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2011, pp.135-36).

EBD 2° Trimestre de 2013:Lição 11 - A Família e a Escola Dominical

"Bom, chegamos estão a Lição 11 da Escola Dominical, e agora com um tema muito especial, que é a Escola Dominical e a família.Veremos as origens desta que é uma das partes fundamentais na Igreja de Cristo, pois que trata do fortalecimento dos crentes através da compreensão das Escrituras. Bom estudo e boa aula!" - Editor.
Palavra Chave
Escola: Estabelecimento público ou privado onde se ministra, sistematicamente, ensino coletivo.

A Escola Dominical é a maior e mais acessível agência de educação religiosa da igreja. O seu principal objetivo é levar as crianças, adolescentes, jovens e adultos a aprender e a praticar a Palavra de Deus. Por isso, ela é um fator determinante na formação espiritual, moral, social e cultural das famílias. A Escola Dominical, quando bem estruturada, torna-se um dos meios mais eficazes de evangelização. É notório que missionários, pastores e demais obreiros e obreiras, passaram pela Escola Dominical e continuam a frequentá-la zelosamente, pois nela o caráter cristão é desenvolvido segundo a Bíblia Sagrada.

I. A ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

1. Raízes bíblicas da Escola Dominical. 
Conforme ensina-nos o pastor Antônio Gilberto em seu Manual da Escola Dominical, esse educandário tem as suas raízes desde o Antigo Testamento, passando por Moisés (Dt 6.7; 11.18,19; 31.12,13), pela época dos sacerdotes, reis e profetas de Israel (Dt 24.8; 1Sm 12.23; Jr 18.18; 2Cr 15.3; 17.7-9), durante e após o cativeiro babilônico (Ne 8), chegando aos dias de Jesus, sendo Ele o Mestre dos mestres (Mc 2.1,2; 6.2,6,34; 12.35; Lc 5.17; 24.27) e da Igreja do primeiro século até os nossos dias (Mc 6.30; At 5.21,41,42).

2. A origem da Escola Dominical. 
A fase moderna da Escola Dominical, assim como a conhecemos, teve início em um domingo de 1780. O jornalista britânico, Robert Raikes, desejava escrever um editorial sobre a melhoria do sistema carcerário de sua cidade. Ao perceber que muitas crianças ficavam na rua falando palavrões e brigando, mudou de ideia e escreveu sobre como levar aqueles meninos à igreja, visando alfabetizá-los e evangelizá-los. A maioria das crianças não sabia ler nem escrever, pois durante a semana eram forçadas a trabalhar em fábricas; algo bem comum durante a Revolução Industrial. E, no domingo, perambulavam pelas ruas.


a) O projeto. Raikes divulgou o projeto de alfabetizar as crianças, ensinando-lhes gramática, matemática e a Bíblia. Apelou às pessoas a fim de que, voluntariamente, ajudassem-no a tirar as crianças das ruas, educando-as nos lares e na igreja.

b) Semeando lições de vida. As professoras voluntárias, além de alfabetizá-las, ensinavam-lhes noções de ética, moral e histórias bíblicas. Era uma verdadeira educação integral. Quatro anos depois, após espalhar-se por várias cidades, a Escola Dominical já contava com 250 mil alunos. No Brasil, ela foi fundada em 19 de agosto de 1855 pelo casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley.

3. O que é Escola Dominical.
 É uma escola que ministra o ensino da Palavra de Deus de forma acessível a todos os alunos — desde o berçário aos adultos — contemplando todas as faixas etárias. A Escola Dominical é gratuita e conta com o apoio de homens e mulheres que, voluntariamente, lecionam a Palavra de Deus. É o maior trabalho que se pode realizar na igreja. Os seus professores e organizadores não têm qualquer retorno financeiro a não ser a alegria de saber que são instrumentos de Deus para abençoar vidas através do ensino da Bíblia Sagrada. Os que exercem este ministério sabem que esta é a maior recompensa.

II. FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL

1. Auxiliar no ensino das Escrituras. 
O ensino bíblico sistemático, e por faixas etárias, é de grande significado espiritual e moral para toda a família. Por isso, tem de ser ministrado por pessoas maduras que amem comunicar a Palavra de Deus, pois, como instrui-nos o apóstolo Paulo, se o nosso ministério “é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Rm 12.7). A família é beneficiada quando o ensino alcança os objetivos propostos na formação cristã de todos os seus membros. Não há dúvidas de que a Escola Dominical é o melhor lugar para isso.

2. Auxiliar na evangelização. 
É desejável que a Escola Dominical resgate este supremo objetivo: evangelizar (Mc 16.15). Uma classe pode incumbir-se de levar convites aos descrentes para virem à igreja no domingo seguinte, ou para o culto vespertino. Uma gincana pode ser realizada, concedendo pontos às classes que trouxerem mais visitantes não convertidos à Escola Dominical. Tal iniciativa é uma ótima forma de apresentarmos o Evangelho aos que ainda não receberam a Cristo.

3. Auxiliar no discipulado. 
Jesus mandou fazer discípulos e não prioritariamente membros e congregados (Mt 28.19). Por esse motivo, os que aceitam a Cristo devem ser eficazmente discipulados. Nesse sentido, a Escola Dominical desempenha um importante e insubstituível papel. Portanto, que haja classes de discipulado para as crianças, adolescentes, jovens e adultos. Mas acima de tudo, não nos esqueçamos de que, como discípulos de Cristo, a nossa a vida é um permanente discipulado (2Co 3.18).


III. A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMÍLIA

1. As crianças são bem instruídas. 
Dizem os estudiosos que a personalidade humana é definida até aos sete anos. O que aprendemos nessa fase, refletirá decisivamente em nosso desenvolvimento psíquico, emocional, afetivo e social, influenciando-nos por toda a vida. Nesse aspecto, advertem-nos as Sagradas Escrituras: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele” (Pv 22.6). Por conseguinte, a Escola Dominical ajuda, e muito, no desenvolvimento da personalidade infantil, pois encaminha cada criança no aprendizado cristão.

2. A juventude é prevenida contra o pecado.
A juventude é vítima de muitas brutalidades sociais: álcool, drogas, sexo ilícito, delinquência, etc. Por isso mesmo, nossos jovens devem frequentar assiduamente a Escola Dominical, pois aqui são alertados contra todos esses males tão característicos de uma sociedade sem Deus. O salmista oferece um caminho seguro para que o jovem previna-se contra os males desse tempo: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra” (Sl 119.9).

3. Os adultos frutificam.
Por aceitar a Cristo na idade adulta e não haver recebido uma sólida formação espiritual e moral durante a infância e juventude, há crentes que acabam não formando uma consciência clara e madura da vida cristã. A Escola Dominical, todavia, está apta a ajudá-los a formar o seu caráter cristão e estimulando-os à leitura da Bíblia Sagrada e à prática da vida cristã em seu dia a dia (Jo 5.39). Assim, os adultos tornam-se aptos a dar muitos frutos na obra do Senhor (Jo 15.1-16).

CONCLUSÃO

Nenhuma instituição de ensino tem efeito tão benéfico sobre a família como a Escola Dominical. Nos países onde ela é valorizada, sempre há testemunhos de pessoas que se tornaram úteis à sociedade e ao mundo. Portanto, a igreja precisa valorizar a Escola Dominical: a maior escola de formação cristã do mundo. Os que são assíduos na Escola Dominical absorvem o ensino da Bíblia, e passam a ter uma conduta pautada nos princípios elevados da Palavra de Deus.


05/06/2013

O dom da língua (grande...)

Olá,pessoal, graça e paz,
hoje gostaria de propor-lhes mais uma reflexão,vamos?

Quem nunca viu-se diante de uma situação onde determinadas pessoas utilizam suas línguas de forma a prejudicar alguém, ou mesmo fazer colocações que não convém? pois é, todos nós já passamos por isso e alguns têm esse problema,não conseguem calar a boca e deixar de falar besteiras, alguns até usam o Espírito Santo pra tentar justificar suas palavras de condenação, acusação, palavras que expõe a vida dos outros, dizendo que "Deus manda te dizer..." e fala a vida,os erros, da pessoa todinhos! Bom, isso é a mais pura realidade em muitas pessoas,infelizmente e,hoje, vamos falar sobre essa questão e ver o que a Bíblia nos diz sobre isso,vamos?

"As pessoas honestas dizem coisas sábias; quem diz coisas perversas recebe um terrível castigo." - Provérbios 10.31

A cada leitura das Escrituras,fica claro que gestos simples revelam uma personalidade dominada pelo Espírito ou uma vida direcionada pelo engano deste mundo. No texto do sábio relatado acima, vemos uma relação estabelecida entre aquilo que é dito, e a personalidade daquele que fala. Palavras que são carregadas de malignidade, sentimentos ruins, mágoas e acusações, receberão o devido castigo,juízo, condenação. Por outro lado, aqueles que possuem dentro de si uma personalidade moldada pelo Santo Espírito, exalam o bom perfume de Cristo,como é um princípio espiritual, a boca fala daquilo que o coração está cheio (Mt. 12.34).

" Uma língua suave é árvore de vida; mas a língua perversa quebranta o espírito." - Provérbios 15.4

Se as palavras perversas revelam um personalidade tomada pelo espírito deste mundo, também produz efeitos, sejam sobrenaturais ou mesmo naturais. Diante daquilo que é declarado, é possível obter benefícios ou malefícios, bastando que,para isso, seja dito. Tem o poder de encorajar, animar, produzir vida e vigor, mas, também, deixar uma pessoa pra baixo, desanimada, desencorajada. Há pessoas que usam sua língua de forma desordenada, falando palavras de derrotas, desânimo e que fazem muitos caírem, falam e,por suas palavras, aniquilam a vida de muitos (Tg. 3.5).  

"Toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmia sejam tiradas dentre vós, bem como toda a malícia." - (Ef. 4.31)

Agora, há ainda muitas pessoas que utilizam sua língua da pior forma possível, além de falar o que não deve, falam mal dos outros, julgam sem a mínima justiça, caluniam, falam aquilo que não é verdade, enfim, falam toda sorte de insultos. Aqueles que procedem conforme a recomendação bíblica de usar sua língua de forma a beneficiar os outros, cumprem uma característica daquele que é aceito por Deus (Sl. 15.1-3).

"O que anda mexericando revela segredos; pelo que não te metas com quem muito abre os seus lábios." - (Pv. 20.19)

Finalmente, a recomendação bíblica,além de todas estas já citadas, uma se refere a não estar com pessoas que mantém o uso de suas línguas desta forma que causa dano. De uma forma bem simples, atual, e clara, o texto de Pv. 20.19, está dizendo: Fique longe do fofoqueiro...

Interessante que o Apóstolo Paulo também falou um pouco sobre isto, e deixou claro sua preocupação com a conduta de crentes que estavam,em Corinto, caluniando, falando mal da vida dos outros, expondo as pessoas,enfim, algo que o próprio apóstolo classificou como algo digno de seu quebrantamento pessoal a Deus para a mudança deste quadro (2Co. 12.20).

Bom,finalizando ficam algumas recomendações pro povo que tem a língua solta demais:

"Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra integridade, sobriedade,
linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se confunda, não tendo nenhum mal que dizer de nós."
- (Tito 2.7-8)

" Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno."  - (Mt. 5.37)

Crédito: Imagem - zaroio.net

Subsídio 1 aula 10 - A necessidade e a urgência do Culto Doméstico

Subsídio Bibliológico

“Eunice
Este nome, que quer dizer ‘vitoriosa’, aparece somente uma vez na Bíblia (2Tm 1.5). Eunice era a mãe de Timóteo, e isso lhe confere certa importância. Ela, e sua mãe Lóide são descritas como mulheres de fé genuína no Senhor, e tinham, aparentemente, incentivado uma fé semelhante na vida do jovem Timóteo. Eunice era uma judia devota, casada com um grego. É improvável que fosse uma fiel cristã antes da primeira visita de Paulo a Derbe e listra, onde vivia, mas tinha evidentemente ensinado, de maneira completa, as Escrituras do Antigo Testamento a Timóteo (2Tm 3.15) [...]” 

(Dicionário Bíblico Wycliffe. CPAD, 2009, p.710).

“[...] Lóide
Avó de Timóteo e, sem dúvida, mãe de Eunice, a mãe de Timóteo. Ela é mencionada apenas uma vez (2Tm 1.5). Aparentemente, a família vivia em Listra, onde Paulo foi apedrejado. Lóide possuía uma fé sincera em Deus, à qual juntaram-se Eunice e Timóteo, embora o marido de Eunice fosse grego e, evidentemente, um homem descrente (At 16.1). Parece bem provável que ela tenha sido uma judia religiosa antes da primeira visita de Paulo a Derbe e listra e que ela, sua filha e seu neto se converteram ao cristianismo por causa do ministério de Paulo. Talvez as circunstâncias que cercaram o apedrejamento de Paulo e sua recuperação tenham contribuído para essa conversão” 

(PFEIFFER, C. F.; VOS, H. F.; REA, J. (Eds.). Dicionário Bíblico Wycliffe. 1 ed., RJ: CPAD, 2009, pp.1176-77).

Respostas da Lição 10: A necessidade e a urgência do Culto Doméstico

1. De acordo com a lição, qual deve ser o livro-texto dos pais?
R. A Palavra de Deus.

Curta!

2. O que o Senhor ordena a respeito do ensino a ser ministrado no lar?
R. “E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te” (Dt 6.7).

3. Quais são as desculpas mais utilizadas por aqueles que negligenciam o culto doméstico?
R. Falta de tempo e o cansaço.

4. Relacione as bênçãos advindas do culto doméstico.
R. Fortalecimento dos laços familiares, santificação e proteção da família e a piedade na família.

5. Você tem sido fiel na realização do culto doméstico?
R. Resposta pessoal.

Como a Samaritana sabia que Jesus era judeu?

A resposta é simples, primeiro pelo sotaque de Jesus e segundo por um detalhe nas vestes dele,as franjas de sua vestimenta,conforme exigido na Lei de Moisés,algo que não era adotado pelos samaritanos.

[*]Esta resposta tem como base pesquisas realizadas em comentários Bíblicos conceituados. 

04/06/2013

EBD 2° Trim. 2013 - Lição 10: A necessidade e a urgência do Culto Doméstico

"A todos os irmãos que nos acompanham, trazemos a Lição de número 10, que tratará sobre o culto doméstico, seus benefícios e sua necessidade inquestionável diante de um mundo cada vez mais corrupto como atualmente." - Editor

Palavra Chave
Culto: Adoração ou homenagem à uma divindade em quaisquer de suas formas.

A negligência para com o culto doméstico tem esfriado espiritualmente a família cristã. A comunhão, que deveria ser intensa no lar, é substituída, hoje, pela televisão e pelas longas horas de navegação na internet. Consequentemente, o culto ao Senhor em nossas casas, outrora tão prioritário, praticamente desapareceu. Como se não bastasse, muitos pais optaram por terceirizar a formação espiritual e moral de seus filhos. Não querem ter trabalho algum com as suas crianças, adolescentes e jovens. E, para se justificarem, alegam falta de tempo. O que será dessa nova geração sem o ensino cristão? É necessário resgatarmos com urgência o culto doméstico. Caso contrário, nossas famílias não poderão subsistir nestes dias difíceis, maus e tenebrosos.

I. O CULTO DOMÉSTICO

1. Adoração em família. Moisés reuniu o povo e fez-lhe saber a vontade de Deus através dos estatutos e dos juízos divinos (Lv 19.37). O lar judaico, por conseguinte, teria de ser uma escola para as crianças aprenderem a temer e a amar ao Senhor (Dt 6.7; 11.18,19). Lamentavelmente, já não se vê o mesmo zelo e determinação nas famílias cristãs atuais. Não há uma cultura de adoração a Deus no lar. Entretanto, a Bíblia Sagrada destaca o valor do ensino divino cultivado no coração humano (Pv 4.20-23). A Palavra de Deus deve ser o livro-texto dos pais na educação dos seus filhos, pois ela “é viva e eficaz” e produz um poderoso efeito na vida de quem a observa e a pratica (Hb 4.12).

2. A restauração da instrução doméstica. A respeito do ensino divino a ser ministrado no lar, o Senhor ordena: “E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te” (Dt 6.6,7). Mais do que nunca, torna-se imperativo o ensino da Palavra de Deus no lar (Pv 22.6). Nossos filhos precisam aprender com a máxima urgência a amar a Deus como Ele o requer: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu poder” (Dt 6.5).

3. A prática da adoração doméstica. Muitos casais supõem que, pelo fato de ainda não serem pais, acham-se dispensados do culto doméstico. Na verdade, o culto doméstico não apresenta qualquer restrição no tocante à quantidade de membros em uma família. Portanto, quer você tenha filhos, quer não, a devoção na família não pode esperar. A diferença está apenas no fato de que havendo filhos, a Palavra deverá ser ministrada com o objetivo de alcançá-los também, com uma linguagem própria para cada faixa etária.

II. O CULTO NO LAR

1. Organizando o culto doméstico. Tendo em vista a prática do culto doméstico, a primeira coisa a fazer é definir um dia e um horário em que todos os membros da família possam participar. A liturgia não precisa ser a mesma da igreja, todavia o louvor, a mensagem e a oração são elementos indispensáveis. Procure não utilizar o momento do culto para discutir problemas familiares ou de outra ordem. Faça estudos bíblicos, incentive os filhos a falarem acerca de sua fé e ouça as instruções dos mais velhos. Este é o momento da família cristã! Sejamos, portanto, prudentes para edificarmos o nosso lar na rocha inabalável: Cristo Jesus (Mt 7.24,25; Ef 2.20).
Não deixe de ler diariamente a Bíblia com o seu cônjuge e filhos. Programe a leitura diária para o ano todo. E aproveite as datas comemorativas, como o Natal e os aniversários, para celebrar a Deus em família e agradecê-lo pelas vitórias conquistadas. Um lar que assim procede jamais será destruído.

2. Ganhando os que ainda não são crentes. Sempre é possível que haja na família pessoas que ainda não tenham aceitado a Jesus como seu Salvador e Senhor. Apesar disso, o culto doméstico não pode ser negligenciado. Não deixe de convidar os familiares descrentes, com amor e sabedoria, para que participem da adoração a Deus. Siga o exemplo de Jó. Ele não forçava seus filhos a servirem ao Senhor. Mas, ainda pela madrugada, levantava-se para oferecer holocaustos a Deus por todos eles (Jó 1.4,5). Não despreze os momentos de comunhão com o Senhor no seu lar. Busque-o e adore-o de todo o coração (Mc 12.30).

3. Eu e minha casa servindo ao Senhor. Alguns crentes negligenciam o culto doméstico por acharem-no antiquado e desnecessário. A falta de tempo e o cansaço são as desculpas mais utilizadas. Entretanto, há textos bíblicos contundentes que exortam os chefes de família a ensinar a Palavra de Deus a toda a sua casa (Dt 6.7-9).
O culto doméstico foi eficaz na vida de Timóteo. Desde a mais tenra idade, ele era zelosamente instruído nas Sagradas Escrituras por sua mãe, Eunice, e por sua avó, Lóide. E o resultado foi maravilhoso. O jovem Timóteo tornou-se um grande obreiro de Cristo (1Tm 1.2; 2Tm 1.2).
Tomemos como exemplo a mesma atitude de Josué. Ele deixou claro que o povo de Israel deveria escolher a quem deveria servir quando da entrada na terra Prometida, mas fechou a questão quando disse que ele e sua família serviriam ao Senhor (Js 24.15), motivando a mesma atitude naqueles que o ouviam.


III. BÊNÇÃOS ADVINDAS DO CULTO DOMÉSTICO

1. Fortalece os laços familiares. Como resultados do culto doméstico, podemos apontar o fortalecimento tanto da vida social quanto da espiritual, proporcionando-nos bênçãos extraordinárias. O livro de Ester é um exemplo do que ocorre quando instruímos os nossos familiares na Palavra de Deus. Embora rainha e esposa do homem mais poderoso daquele tempo, ela jamais se esqueceu dos ensinos que lhe transmitira seu primo, Mardoqueu, pois os laços entre ambos eram fortes (Et 2.5-7). No momento certo, ela saiu em defesa do povo de Israel, e Deus se manifestou em todo o Império Persa. Na união espiritual do lar, sempre haverá lugar para Deus operar e agir, abençoando a todos (Sl 133.1,3).

2. Santifica e protege a família. Ouvimos todos os dias notícias estarrecedoras sobre tragédias familiares. Como se não bastasse, aumenta, a cada ano, o número de divórcios em todo o mundo. E o que dizer das drogas e da prostituição infantil que vitimam milhões de crianças oriundas de lares desestruturados? Mas quando nos unimos para buscar a face do Senhor, através da devoção doméstica, Satanás não encontra espaço para destruir nossos filhos. A família que verdadeiramente serve ao Senhor não será abalada, pois o Senhor santifica-a e a guarda (Ef 6.16-18).

3. Torna a família piedosa. Vemos que, em Israel, era comum a família adorar ao Senhor por ocasião da Páscoa (Êx 12.14). É gratificante e profundamente saudável a adoração a Deus em família: “Nas tendas dos justos há voz de júbilo e de salvação; a destra do Senhor faz proezas” (Sl 118.15).
Pais e filhos orando, lendo a Bíblia e cantando alegremente, no lar, produzem uma atmosfera espiritual de grande valor perante Deus, a Igreja e a sociedade.


CONCLUSÃO

O culto doméstico precisa ser urgentemente resgatado, pois o mundo quer impor sobre nossas famílias condutas totalmente contrárias às recomendadas pelas Sagradas Escrituras. Se ensinarmos os preceitos do Senhor aos nossos filhos, eles jamais serão tragados por este século, cujo príncipe é o Diabo. Quando a família é alicerçada na Palavra de Deus, a igreja local é fortalecida e a sociedade, como um todo, é beneficiada. Enfim, todos somos abençoados. Não perca tempo, inicie hoje mesmo o culto doméstico e Jesus jamais deixará o seu lar.

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