27/04/2013

Salvação se perde ou não???


"Como sempre procuramos colocar-nos diante de temas tão polêmicos, não temos a intenção de afirmar nossa inerrância, ou que este Blog é portador de uma revelação transcendental que o confere o direito de ditar as verdades bíblicas como sendo interpretadas exclusivamente por nós.Não é esta nossa intenção, quando produzimos este post, o fizemos em resposta a uma enquete realizada por nós no Facebook, onde constatamos que muito ainda não tem uma posição formada sobre isto.E, estimulando o seu pensamento, tentamos colocar uma resposta que possa ajudar aos que nos acessam, espero que gostem e ajude a todos. Sinta-se à vontade para discordar,ou não, mas, de qualquer forma, comente!" - Editor.

O CRENTE,O SERVO DE DEUS,PODE PERDER A SALVAÇÃO?

Essa pergunta, durante muito tempo, tem sido motivo de dúvida por parte de muitos servos de Deus e,humildemente, iremos analisar e expor aquilo que,à luz da Bíblia, entendemos. 

Antes de responder diretamente,com um "sim" ou um "não", gostaria de considerar alguns pontos salientes importantes nesta questão:

(a) O livre-arbítrio (Dt.11. 26-28; 30.19): O livre arbítrio é justamente a nossa liberdade de escolha, ofertada por Deus a nós, que nos permite escolher os caminhos que iremos traçar,por nós mesmos, sejam estes bons ou ruins. Trata-se de uma dádiva divina que nos possibilita escolher por nossas escolhas,ainda que contrárias à vontade do Senhor;

(b) A graça de Deus na salvação (Ef.2.8): A salvação bíblica,em Cristo,obviamente, é ofertada gratuitamente por Deus,ou seja, não se trata de um resultado de 'boas ações', 'obras' ou mesmo 'convicções' que nos tornamos aptos para a salvação,antes, mediante o sacrifício de Jesus Cristo na cruz do Calvário, recebemos, gratuitamente, a salvação (Ef.2.9);

(c) Eleição da Igreja (Ef.1.4): Deus colocou a Igreja como Eleita neste mundo. A questão da 'eleição' não deve ser entendida como individual, antes, o resultado do sacrifício de Jesus que, na vida daqueles que aceitam, os tornam aceitos [eleitos] diante de Deus;

(d) Predestinação (Ef.1.5;Rm.8.30): Como a Igreja,isto é, o conjunto de santos redimidos pelo sangue de Jesus, é eleita ,por aceitar esse sacrifício de sangue, ela também é predestinada ao destino referido biblicamente [àqueles que aceitam tal salvação gratuita].

Bom, já podemos,com as considerações acima, formular uma resposta para a pergunta proposta nesta semana. De forma direta, gostaria de dizer aos amigos e irmãos que, embora a salvação seja algo concedido por Deus e, portanto, irrevogável, podemos sim, por uma ação nossa, negligenciar nossa salvação e perdê-la,ou melhor, abrir mão dela. Ora,a salvação não pode ser perdida, pois, como Igreja, somos eleitos de Deus e, portanto, predestinados à Eterna comunhão com o Senhor,no entanto, há de se ter um constante exercício na manutenção da nossa salvação, de forma a não nos afastarmos deste propósito divino. O próprio Apóstolo Paulo,em suas cartas, não deixa de falar aos crentes que se cuidem no tocante a vida espiritual, na manutenção desta salvação ofertada por Jesus (Fp.2.12). Tamanha era a preocupação do Apóstolo, que ele mesmo,como pastor, exercia seu ministério com extremo esforço para manter a salvação dos Eleitos (i.e. da Igreja) - cf. II Tm. 2.10.

Por fim, fundamentando este pensamento, vemos o escritor aos Hebreus assegurando aquilo que temos dito: que uma vez negligenciada, a salvação não se torna mais uma realidade na vida da pessoa. Utilizando-se de uma analogia, utilizando como exemplo, a questão dos anjos que entregaram a Lei a Moisés, e o povo, rebelando-se recebeu a justa retribuição pelos seus atos de desobediência, também nós, se não atentarmos com diligência, para a salvação ofertada, receberemos,da mesma forma, a retribuição (Hb.2.1-3) .

Sem mais...     †G.N.Q. - Blog VERDADE PROFÉTICA

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Sinta-se à vontade para questionar, discordar ou concordar, comente !
 Não serão aceitos,de forma alguma, comentários que sejam preconceituosos, ou que ofendam quem nos acessa,ou mesmo, o autor, ou este Blog. Todos os comentários serão bem-vindos,desde que equilibrados e sem ofensas, grato!


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23/04/2013

2° Trimestre 2013: EBD 2013 - Lição 04: A Família sob Ataque

Após um período sem publicar conteúdos produzidos por nós, devido a falta de tempo principalmente, voltamos e iniciamos as nossas atividades do Blog referentes a Escola Dominical com força total nesta Lição de número 04. Com um tema importantíssimo neste tempo, convidamos os irmãos a estudar juntinho conosco para não sermos levados por esta onda de relativismo que varre o mundo. - Editor

Lição de número 04 a ser ministrada nas AD's no próximo dia 28/Abril/2013

I-OS ATAQUES DO INIMIGO

Sabemos que a nossa luta não é contra carne ou sangue,ou seja, não é contra pessoas, instituições ou poderes humanos, antes, a luta da Igreja de Cristo é contra as forças espirituais que operam utilizando-se dessas citadas anteriormente (Ef.6.12). Logo, cabe-nos compreender que,como Igreja de Jesus, sofreremos com as propostas do inimigo em tentar atingir-nos com valores, ideias, conceitos que são contrários ao ensino Bíblico.E, uma das áreas que o inimigo das nossas almas tem insistido é justamente a família.

1-Ataque às crianças:

Desde o início da caminhada de fé, as crianças já deveriam ter um cuidado especial por parte de seus pais e também da comunidade dos fiéis. Tamanha era a importância delas que o próprio Faraó, reconhecendo isto, impede que estas participem do culto organizado por Moisés (Êx. 10.8-11). Tal importância, se dava da seguinte forma:
  • Na continuidade da Herança de Abraão (Gn. 17.6-8): Como filhos de Abraão, estas crianças levariam e cumpririam a promessa divina de honrar ao Pai da Fé,com uma grande multidão;
  • Na continuidade da Fé (Gn. 17.9): Não somente como continuadores de uma promessa, estas crianças levariam o nome do Deus de Abraão pelas Nações,seriam testemunhas da Verdade Bíblica;
  • O fator Pedagógico (Dt. 11.18-19): O fato de levar as crianças ao culto, estando presentes naquele momento de intimidade com Deus, carregava consigo um fator pedagógico-espiritual muito grande, pois, estas crianças eram aqueles que levariam o Altar de Deus posteriormente.E, Faraó bem sabia disto, uma vez que permitisse que aquelas crianças fossem nos cultos dos hebreus, se tornariam genuinos fiéis a Deus e,portanto, menos influenciáveis pela cultura e religião egípcia (Pv. 20.11).


2-Ataque às disciplinas do Lar:

Muito se especula hoje sobre a questão da disciplina. Inicialmente,devemos entender que a disciplina deve ser corretiva,ou seja, deve ter como objetivo levar a criança, o jovem, a agir de modo diferente, principalmente pelo exemplo dos pais, além de uma boa resposta dos "por quês".As admoestações para não afastar a disciplina de casa, são inúmeras pela Bíblia,principalmente em Provérbios,onde o sábio Salomão ensina que não devemos negligenciar de forma alguma nessa questão,pois, de forma alguma, a criança a criança sofrerá dano,seja físico ou espiritual (Pv. 23.13-14). E o sábio vai mais além e coloca a disciplina,junto com a repreensão, como o caminho da vida ( Pv. 6.23).E, para finalizar, em Provérbios 5.23, o ímpio é apontado como alguém sem disciplina,o que justifica suas más ações e pecados contra Deus.

3-Falsos Ensinos:

Nos dias de hoje, infelizmente a mentira toma forma de verdade. Cada vez mais com uma roupagem que muito se assemelha com a verdade,muitos conceitos, valores e ideias errados, anti-biblicos, tem enganados muitos dos fiéis. Nestes dias trabalhosos, são as novas teologias, que,abertamente, tentam levar os fiéis para um caminho falso e errado, ou até mesmo, se apresentam de forma sutil, como algo inovador que a Igreja pode absorver sem problemas. Satanás é criativo e utiliza métodos e meios variados para adentrar no lar,da forma que vimos, e dessa forma,com falsos ensinamentos, para afastar do Conhecimento bíblico a família,com aquilo que é sua especialidade - a mentira (Jo. 8.44). Cabe,à Igreja, a vigilância constante.

II-ATITUDES MUNDANAS PARA DESTRUIR A FAMÍLIA

Até agora,vimos os ataques externos contra a família,porém, devemos considerar também as possibilidades internas de corrupção no lar.

1-O abandono aos filhos:

Não é incomum observarmos em nossa sociedade pais e mães que abandonam seus filhos, muitos deles recém-nascidos e incapazes de sobreviverem sozinhos. Por outro lado, vemos também, pais que, presentes na carne, são ausentes com seus filhos. Moram com seus filhos, residem na mesma casa, porém, não mentém a mínima comunhão com seus filhos,não sabem o que eles precisam, por onde andam, em outras palavras, não conhecem seus próprios filhos.

1.1-Os filhos do Sacerdote Eli:

Eli era o sumo sacerdote do Senhor (1Sm. 1.9) e juiz de Israel (1Sm. 4.18),que tem sua história descrita em 1 Samuel. O texto bíblico conta sua história no início da trajetória de fé de Ana,a qual teve Samuel como filho,após intensa caminhada e luta com Deus. Este Eli tinha filhos, os quais, como determinava a Lei de Moisés, deveriam servir ao Altar do Senhor,porém, estes homens não tinham o mínimo temor no serviço ao Altar de Deus (1 Sm.2.12-17). Por sua infidelidade e falta de temor, Deus executou juízo a Hofni e Finéias, filhos de Eli (1 Sm. 4.17).

1.2-O negligente Eli:

Toda aquela situação oposta ao ensino divino, realizada pelos filhos de Eli, já havia criado uma sentença sobre eles. Deus não permitiria que Seu nome fosse desonrado dessa forma. Eli, que além de sacerdote e juiz de Israel, era pai daqueles dois, nada fazia contra seus filhos, não os disciplinava, nem mesmo repreendia, por tudo aquilo que realizavam, eles agiam com o consentimento de seu pai. Embora tenha exercido o ministério com certo temor, e dedicação, como pai foi um fracasso. Via seus filhos agirem de modo errado e não os confrontava, agia como se nada estivesse acontecendo (1 Sm.2. 29). Então, sendo participante no pecado dos seus filhos, Eli recebeu a sentença do Senhor,não somente contra seus filhos,mas, também, contra ele mesmo (1 Sm. 2.30-36).

2-Desrespeito aos pais:

O ato de honrar os pais sempre foi apreciado por Deus, e determinado na Lei, relacionando conquistas e vitórias ao ato de respeitar os pais. Posteriormente, Cristo retoma esse discurso (Mt. 19.19; Lc.18.20) e,no decorrer do Novo Testamento, este grande mandamento é  relacionado como o meio pelo qual se obtém vida,ou se prolonga a vida (Ef.6.2).E,infelizmente, muito facilmente vemos filhos que abandonam seus pais, deixando-os sozinhos principalmente na velhice,quando mais precisam.





Texto Original de: Gabriel Queiroz - Blog Verdade Profética
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Texto Liberado para cópias, DESDE QUE seja citada fonte original, com o nome do autor desta produção,grato.

Respostas da Lição 04 - A família sob ataque


1. Cite alguns ataques enfrentados pelas famílias na atualidade.
R. Ataque às crianças, ataque à disciplina no lar e falsos ensinos.

2. O que é disciplina?
R. É toda ação instrutiva e que faz discípulos .

3. Cite algumas atitudes mundanas para destruir a família.
R. O abandono aos filhos, o desrespeito aos pais e o secularismo.

4. O que é secularismo?
R. Doutrina que ignora os princípios espirituais na condução dos negócios humanos.

5. O que a sua família tem feito para vencer os ataques do Maligno?
R. Resposta pessoal.

20/04/2013

2° Trimestre 2013: EBD 2013 - Lição 03:As bases do casamento cristão



"A Paz do Senhor Deus a todos,em nome de Jesus! Trazemos a Lição de número 03 deste domingo próximo. Por falta de tempo, não desenvolvemos o comentário da Lição,porém, trazemos um estudo de ótima qualidade,produzido pelo Blog Belvedere. Espero que seja de extrema ajuda a você,leitor amado. - Editor." 
Lição de número 03 a ser ministrada nas AD's no domingo 21/Abril/2013:

O cristão precisa compreender a instrução divina quanto ao casamento e aplicá-la como base à sua vida diária. Entender que querer casar deve ser uma decisão resultante do amor sincero, pois estar casado é entrar no relacionamento mais íntimo que podemos viver aqui na Terra.
O que Deus uniu.

"Venerado entre todos seja o matrimônio e o leito sem mácula" - Hebreus 13.4.

Adão e Eva não tiveram pais e sogros. Assim sendo, todos os recém-casados devem buscar a independência emocional e financeira de seus pais, estabelecer núcleo familiar independente, como se não tivessem pais e sogros também. Trata-se de uma separação paterna no sentido de procurar resolver os problemas entre si e crescer juntos em intimidade e união, não é esquecer-se dos pais e desrespeitá-los.

Apesar de o pecado do ser humano interferir no plano de Deus para o casamento, a Bíblia dá diretrizes para um casamento feliz, estável, tranquilo. Todas as passagens bíblicas sobre o tema enfatizam o valor espiritual do casamento, é ensinado que ele deve ser respeitado, honrado e valorizado. O Senhor sempre quis que tanto o homem quanto a mulher se realizassem juntos, criou um relacionamento de total comunhão em que ambos pudessem viver harmoniosamente, desfrutando o amor e companheirismo mútuos com total intimidade. 

Logo no princípio, Deus ordenou que o homem deixasse pai e mãe e unisse à sua mulher, para que ambos fossem "uma só carne." O marido torna-se uma só carne com sua esposa durante o ato conjugal (Efésios 5.31). Tal determinação é a expressão da vontade de Deus para todas as pessoas, ao crente e ao descrente.

O matrimônio é o plano da base familiar em âmbito global. Adão e Eva não escondiam nada entre eles, viviam nus um diante do outro e não se envergonhavam disso. A intimidade sexual é natural no sentido em que o Criador a estabeleceu. Dentro do casamento, a união sexual saudável e prazerosa não acontece apenas por alguns momentos, mas por toda a vida do casal. O sexo foi criado para ser desfrutado com muito prazer e para a procriação do casal no casamento. Deus quer que a humanidade cresça, e através da união legítima entre um homem e uma mulher, multiplique-se. Confira: Gênesis 2.24, 25. 

O amor do marido pela esposa.

O casamento deve ser considerado a principal responsabilidade do homem, ele deve lidar com a relação conjugal pela perspectiva equilibrada, evitando tanto a atitude promíscua quanto um ascetismo rígido.

A Bíblia recomenda solenemente: "Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela." - Efésios 5.25. O verdadeiro padrão do amor do esposo para a esposa é o de Cristo para com a Igreja. Observe o advérbio "como", é um termo que denota modo e sugere comparação. O amor do esposo deve ser tal qual o sublime e corajoso amor de Cristo por sua igreja. O marido que não ama a sua esposa desobedece a Palavra de Deus.

O amor do marido pela esposa, ordenado pelas Escrituras, deve ser o mais elevado possível. A Bíblia ensina que o marido deve honrar sua esposa: "Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações."- 1 Pedro 3.7. A insensibilidade do marido faz com que ele perca muito espiritualmente. Infelizmente, nem todos os maridos prestam atenção na necessidade da esposa. Pedro recomenda a eles que expressem amor cuidando dela com respeito, delicadeza e dignidade. Se o marido não consegue manter uma comunicação eficaz com a esposa e filhos sua linha de comunicação com Deus também é interrompida.

O amor de mãe pelos filhos e o marido.

"Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e aos filhos" - Tito 2.3-4.

Uma placa interessante escrita por mulher: "Meu lar é limpo e organizado para minha família ser saudável, mas às vezes também está bagunçado para que ela seja sempre feliz." Tais dizeres têm sabedoria, porque a esposa e mãe não pode se tornar escrava de seu lar. Uma casa alegre tem seus momentos de brinquedos espalhados pelo chão, instantes da bicicleta atrapalhando uma passagem, o tempo das tarefas escolares de filhos sobre a mesa de jantar. A dona de casa não deve estar disposta apenas às realizações das tarefas domésticas, tem que querer envolver-se e divertir-se com o marido e os filhos em casa e em passeios e ou quaisquer outras atividades em família.

A reverencia da mulher ao marido. 

“E a esposa respeite ao marido” - Efésios 5.33 b. A esposa precisa apostar nas características positivas do homem que está ao seu lado como marido. A Bíblia Sagrada não sugere que a esposa seja bajuladora ou minta para o esposo. Pede que concentre atenção e destaque para as outras pessoas os traços positivos que ele possui. O apóstolo Paulo nos ensina a focalizar a atenção naquilo que é verdadeiro, respeitável, justo, amável e de boa fama (Filipenses 4.8). Em obediência ao texto bíblico, a esposa precisa manter sua atenção nos pontos positivos e ressaltá-los diante dos filhos, dos seus familiares e amigos.

O casamento resguarda da prostituição.

“Mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.” - 1 Coríntios 7.2.

Entre marido e esposa é preciso haver conscientização da importância do amor mútuo e verdadeiro para estabelecer uma família. O casamento cristão tem de ser edificado tendo como base o amor a Deus e ao próximo. Sem amor não há casamento feliz. Os cristãos precisam prezar pela santidade do sexo, estabelecer a pureza em seu coração. Aprender as disciplinas da saudade, da solidão, da confiança e do total compromisso com Cristo – um compromisso que não é guiado pelo sentimento superficial da paixão, mas  que preza pela pureza.

As Escrituras contêm firmes admoestações acerca da abstinência do adultério e da fornicação. Paulo fez menção especial aos pecados relacionados ao corpo. Ele claramente afirmou que o corpo do cristão é o seu templo de Deus e pertence ao Senhor (1 Coríntios 3.16; 6.19).

Através do profeta Malaquias, o Senhor repreendeu com dureza os esposos israelitas por serem infiéis à sua mulher (Malaquias 2.13-16). A fidelidade conjugal é indispensável para a estabilidade do casamento. Além de proporcionar segurança espiritual e emocional, coopera ao bom relacionamento conjugal. Sem fidelidade o relacionamento desaba. O laço matrimonial não suporta a infidelidade, o adultério é devastador para o homem e para a mulher (1 Coríntios 6.15-20).

O casal precisa ter união de pensamentos, de sentimentos e de propósitos. 

Marido e mulher são iguais nas posses de um para com o outro. O marido deve estar unido à esposa de modo a formar uma unidade, e de igual maneira a mulher ao esposo.

Paulo ensina sobre igualdade e reciprocidade: "O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido” (1 Coríntios 7.3). O verbo "pague' (apodidomi" em grego), significa dar o que está sob obrigação, aquilo que se deve.

“A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher.” - 1 Coríntios 7.4. As palavras "não têm poder" refere-se ao uso de autoridade. No leito conjugal homem e mulher devem estar submissos ao outro. Deve haver entendimento mútuo entre maridos e esposas, pois existe direito legítimo à pessoa do outro, ambos têm o mesmo poder.

O casamento na sociedade pós-moderna. 

O casamento não é um contrato com prazo de validade, é uma aliança perene que atende os propósitos divinos, não é de se admirar que venha sendo ridicularizado sistemática e violentamente pela mídia. O modelo que se vê nos filmes, novelas e revistas seculares nem sempre preenche os requisitos das Escrituras Sagradas para o casamento. Confronta o valor do matrimônio por apresentar atitudes negligentes em relação ao sexo, por promover "configurações familiares" sem pureza moral e diferente do que Deus criou. Este modelo é defendido e praticado apenas por pessoas que debocham e desprezam os princípios bíblicos.

A Igreja deve fazer soar a sua voz profética, denunciando tudo que ameaça o casamento monogâmico e heterossexual. Promover o crescimento das crianças, jovens e casais, segundo a orientação da Palavra de Deus, para que a família seja edificada em Cristo.

O sexo e os solteiros.

O sexo antes e fora do casamento é pecado (Êxodo 20.14; 1 Tessalonicenses 4.3).

A virgindade, tanto do rapaz quanto da moça, é sempre importante aos olhos de Deus. A santidade é um requisito básico para a felicidade conjugal, se o namoro ou noivado é marcado por atos e práticas que ofendem a Deus, caminha ao fracasso matrimonial (1 Coríntios 6.18-20). Se você entregou sua virgindade, a mensagem do Evangelho anuncia o novo nascimento, novo começo e nova criação. Busque a santificação (2 Coríntios 5.17; 1 João 1.9).

Os namorados devem vencer a forte tentação da atração física, porque este é o ideal de Deus. A paixão deve ser dominada pelo princípio do amor, não simplesmente um sentimento erótico, romântico ou sexual. Um relacionamento que desconsidera o conceito da castidade está fora da orientação divina A pureza antes do casamento consiste em nos dar pelo e para o outro em obediência a Deus.

Conclusão

Enfim, o casamento é uma instituição criada por Deus e tem o objetivo de ser à base da família e também de toda a sociedade. 1 Coríntios 7 é um tratado a respeito do matrimônio e do relacionamento familiar. O capítulo mostra que o casamento não está e jamais estará ultrapassado. Aborda o relacionamento conjugal entre o marido e sua esposa (versículos 1-6); sobre os solteiros (versículos 8, 9, e 25); sobre o casamento cristão e o misto; o casamento e o serviço cristão (12 ao 16; 25 ao 38).

18/04/2013

Blogs Evangélicos para ler


Abaixo segue a minha lista de Blogs Parceiros  aqueles se alinham com aquilo que é trabalhado neste Blog,visite-os também! Lembrando que todos esses blogs que sugiro também estão disponíveis em nossa Página "Parceiros", no Blog Verdade Profética,e, como estou com um tempo reduzido para a produção do conteúdo da Escola Dominical, sugiro o Blog do Professor Vladimir Martins. Se procuras reflexões e pensamentos para sua edificação espiritual, Blog Palavra Viva e Fiel é uma boa opção para você,amado leitor. No quesito Estudos Bíblicos, o Blog Educação e Vida Cristã é simplesmente excelente.

Bom, por fim, deixo-vos uma opção muito especial, Blog Devaneio Digital, editado por um irmão mais que especial, que fala a verdade Bíblica, com qualidade, reflexão e leva o leitor a aceitar, pela Palavra, as Verdades Bíblicas!

Blog Devaneio Digital - Jonnathan Andrade (Meu irmãozão de Fé!)
Blog Educação e Vida Cristã - Ribamar Nogueira
Blog Palavra Viva e Fiel
Blog do Professor Vladimir Martins (EBD) 

Bem, estes são os Blogs que sugiro a todos aqueles que nos acessam, espero que gostem e sejam edificados da mesma forma que eu sou.Deus abençoe a todos,em nome de Jesus!

17/04/2013

A SEDE PELO PODER


"28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.
29 Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento.
30 E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi." - (Gênesis 1)


Na Criação,descrita nos primeiros capítulos das Sagradas Escrituras, no Livro de Gênesis, vemos as diretrizes divinas ao homem,Adão, no tocante à sua relação com as demais formas de vida da Terra. Na situação, o Eterno entrega ao homem, o domínio de tudo ao seu redor, no campo material, para que este governasse soberanamente,devendo sujeição somente ao seu Criador Supremo,Deus.

A AMBIÇÃO HUMANA PELO PODER

Sendo participante da natureza divina, uma vez que recebe o sopro divino dentro de si, o homem, carrega consigo o desejo íntimo de dominar.Deus,na realidade, insuflou no homem características da divindade, a saber: [a] Eternidade (Ec.3.11); [b] Natureza espiritual (Dt.8.3; Mt.4.4) e [c] Incorruptibilidade espiritual (2Co. 4.16),por exemplo. Por outro lado, também criou limitações em nós que nos tornassem sensíveis ao apelo divino em servi-lo,como por exemplo: [a] Morte do corpo (Hb. 9.27); [b] Impossibilidade de justificar-se por si mesmo (Jó 9.2);etc. Então, dotado de características divinas, como o desejo de exercer  governo, domínio, autoridade, o homem tenta, muitas vezes de maneira ilícita, saciar seu desejo de poder.

Embora dotado desta característica da divindade, de exercer governo, não há de se presumir que Deus compactue ou que Ele mesmo colocou este desejo incontrolável dentro do homem, muito pelo contrário, a Bíblia faz diferença entre a ambição natural, gerada pela natureza divina presente em nós, daquilo que é definido como concupiscência,ou seja, o apetite carnal desordenado, este último condenado por Deus (1Jo. 2.16).Sobre isto, as Escrituras nos recomendam que não cedamos a seus desejos (Rm. 13.14).E,ainda, torna-se antagônico o andar com Deus e, ao mesmo tempo, suprir seus desejos carnais. Não se pode presumir que o indivíduo seja fiel a Deus e,ao mesmo tempo, a seus desejos vis e pecaminosos, é algo impossível (Gl. 5.16).

Mas, e quando a sede por uma posição, ou domínio,enfim, não ofende a recomendação Bíblica? Seriam todos os desejos válidos desde que não contrariem o Mandamento? Obviamente, que, como na descrição de concupiscência descrito acima, qualquer desejo ou vontade da nossa carne, que seja descontrolável, independente de qual seja esta vontade ou desejo, que faça parte de nós, devemos combatê-los.Nas palavras de Paulo, tais desejos devem ser crucificados para que o indivíduo seja, de fato, um servo de Cristo (Gl. 5.24).Então, na realidade, ainda que a intenção seja boa e o objetivo não esteja ferindo a recomendação bíblica, se essa for de forma incontrolável, deve ser abandonada e, de forma nenhuma, ter lugar em nosso coração,pois, em outras palavras, não é proveniente do Pai.

LIDERANÇAS ECLESIÁSTICAS E SUAS PRÓPRIAS CONCUPISCÊNCIAS

Como dissemos, os fins não justificam os meios. Há pessoas que imaginam que o simples fato de um desejo não ser pecado, pelo menos não revelado na bíblia, podem nutri-lo e buscar satisfazê-lo de todas as formas. Aliás, a melhor forma de entender o real sentido de concupiscência é este: qualquer desejo que,em sua busca em realizá-lo, distorce nossos limites. Tais desejos incontroláveis, como o  nome já sugere, faz o indivíduo agir de modo irracional, desprezando todo o bom senso e toda a concepção, pessoal ou bíblica, de certo e errado. Infelizmente, levaremos para outro lado, ou melhor, para o outro lado do Púlpito...

A sede pela Presidência, pelo título Ministerial, pela liderança eclesiástica de uma forma geral. É com estas características que muitos líderes tem se apresentado neste últimos dias. Recomendam que suas ovelhas não mantenham e não estejam nutrindo tais desejos incontroláveis, e, no entanto, são os primeiros a recusarem-se a abrir mão do trono.Distante do governo Apostólico,apresentado principalmente em Atos dos Apóstolos, os pastores modernos ditam suas regras, ordenanças e mandamentos, sem a participação efetiva da Igreja, esta,inclusive,que é soberana em suas decisões. Nos dias atuais é fácil perceber líderes que desprezam completamente ouvir a posição da Igreja para as decisões, sejam espirituais, como propósitos, campanhas, como, também, na area administrativa, como acesso a contas, cargos e salários, nas Igrejas que mantém folha de pagamento. Muitos tem sido absolutos e soberanos e os fiéis, que são os mantenedores do Templo, meros coadjuvantes nessa história toda.

Cristo Jesus, como é fácil observar nos Evangelhos, tinha muito bem definida toda sua estrutura de governo,em seu ministério, seja na questão financeira, espiritual ou organizacional de maneira geral. A situação que descrevemos anteriormente tem uma correspondência tremenda  e incrivelmente idêntica com o sistema religioso anterior a Cristo, que tornou-se um dos pontos mais marcantes de todo seu ministério, em sua tentativa de abrir os olhos de todos esses religiosos para o que realmente importava. Cristo tornou-se uma voz implacável contra a utilização comercial daquilo que deveria ser plenamente espiritual,e advertiu-os sobre o apego exacerbado que os mestres da Lei tinha daquilo que o sacerdócio lhes proporcionava, como por exemplo,as honras e privilégios dentro de Israel. Os sacerdotes mantinham, até certo sentido, as mesmas práticas que citamos, eram destacados e tidos como os mais respeitados dentro da cultura judaica, que gostavam de toda a pompa e honra que os títulos lhes proporcionavam (Mt. 23.6,7).

Infelizmente, abrindo mão de todo o sacrifício do Mestre, Cristo, muitos são aqueles atualmente que,uma vez chegando ao ministério apostólico  (i.e. deixado pelos Apóstolos e propagado pelos ministros de hoje), abrem mão de toda a simplicidade que deve existir na vida de um verdadeiro ministro do Evangelho, e logo são envolvidos pela sedução de poder, honras, e alianças humanas que, são destrutivas no ministério de qualquer um,uma vez que obtenha morada.Lastimável,porém, a mais pura realidade.Tamanha é a sedução que as lideranças estão expostas,que a própria Bíblia Sagrada não se cala quanto a isso, vemos advertências, recomendações e até exemplos,casos, que mostram quão fáceis são as oportunidades de um líder ver-se embaraçado em situações como as que descrevemos . Sobre as lideranças,então, cabe-nos a oração e,por parte daqueles que ainda se mantém fiéis ao Evangelho puro e simples, a vigilância para que não sejam envolvidos nesse desejo de poder.

Texto Original de: †Gabriel Queiroz - Blog Verdade Profética

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14/04/2013

Quem eram os escribas?

Os copistas e mestres das Escrituras.As várias passagens no Antigo Testamento, que referem a um secretário do rei, emprega-se a palavra escrivão, na Edição Revista.Chamados também de Doutores da Lei e intérpretes da Lei.

Quem eram os fariseus?

Tratava-se de uma das principais seitas dos judeus, aquela que possuía a maior influência entre o povo. Insistiam no cumprimento rigoroso da Lei e das tradições.Chamados fariseus,isto é, separados, porque não somente se separavam dos outros povos mas, também dos outros israelitas.Observavam práticas minuciosas, esquecendo-se do espírito da Lei.Não se deve contudo supor que os fariseus eram ricos vivendo em luxo, ou que tinham caído em muitos vícios. Josefo nos informa que viviam moderadamente, evitando todo o luxo.

Marcha para Jesus 2013 no Rio Janeiro

Já definida a data da Marcha pra Jesus 2013! 


11/04/2013

41ª AGO: Brasília 2013 - Votações encerradas

Amados do Senhor, chegamos ao fim da eleição na AGO,com 95% das urnas apuradas e,para surpresa geral da Nação assembleiana,o Presidente continua sendo,incansavelmente, o pastor José Wellington, reeleito de novo e novamente.Samuel Câmara até que tentou, da mesma forma que vem tentando há muito tempo,mas, ainda não conseguiu liderar a Convenção das Assembléias. Até este momento, o site informativo da AGO,nos diz que Pr. José Wellington tem cerca de 8 mil votos,contra pouco mais de 7 mil de Câmara.


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10/04/2013

2° Trimestre 2013: EBD - Lição 02: O casamento Bíblico


O matrimônio é um passo importante na vida de todos. Não é por acaso que existe um grande número de livros abordando o assunto. E o principal conteúdo que se dedica ao tema é a Bíblia, a Palavra de Deus. Há quem afirme que existem mais de quinhentas referências nas páginas do Antigo e Novo Testamento referindo-se ao casamento. 

O casamento aos moldes bíblicos vai muito além da união emocional e da junção de corpos, é um compromisso moral e legal, que transcende à esfera espiritual. Para compreender o quanto é significativo aos cristãos a tradição do casamento, é necessário investir algum tempo em estudo bíblico. Por desinteresse em saber qual é a vontade divina para o homem e a mulher é que há nos dias atuais na sociedade pós-moderna tantos casos de infidelidade conjugal, desentendimentos dentro de lares e um grande número de divórcios. A falta de conhecimento da Palavra de Deus leva o povo à destruição (Oséias 4.6; 1 Corintios 7.3-5). 

Um príncipe encantado para a princesa

O noivo próximo ao altar. O templo decorado de maneira impecável especialmente para a cerimônia. A entrada de uma bela garotinha, a caminhar sobre um tapete vermelho no corredor central, segurando delicadamente com luvas brancas um vaso de pétalas onde está o par de alianças, causam a admiração dos convidados; a marcha nupcial e a noiva ao entrar com um lindo vestido branco acompanhada de seu pai vestido com roupa de gala causam admiração ainda maior de todos. Os nubentes ouvem o pastor falar sobre o que representa a união matrimonial, estimula os dois a trocarem juras de fidelidade e amor eterno um ao outro, solicita que coloquem anéis na mão esquerda um do outro, a beijarem-se, e depois permite que saiam com braços entrelaçados pelo corredor da igreja, enquanto todos os olhares e flashes de câmeras fotográficas e câmeras de filmagem estão sobre eles. Esta é a cena que nove entre dez jovens garotas sonham viver um dia, e acreditam que após vivenciá-las serão feliz para sempre.

Mas será que apenas esse evento representa o casamento como Deus idealizou? A Bíblia não apresenta padrão ou ordem cerimonial específica referente ao casamento, mas sem dúvida toda pompa e circunstância cerimonial lembra o grau de importância que é a união de um homem com uma mulher aos olhos do Criador de todas as coisas. Porém, há muito mais que isso.

O principal objetivo da cerimônia de casamento deve ser deixar claro aos convidados presentes, e indiretamente para todas as pessoas ausentes, que os noivos estão compromissados mais seriamente um com o outro, realizaram um pacto solene diante de Deus de união a dois por toda a vida e em todas as circunstâncias. É um importantíssimo testemunho cristão para a sociedade secular. Se houver no coração dos noivos mais do que a mera afiliação religiosa, houver compromisso real com Deus, então, com certeza a aliança de ambos será também na esfera espiritual e Deus os manterá em nível de sucesso conjugal, bem distantes das taxas de infelicidade e divórcio que tem sido uma constante entre casais seculares. A genuína fé em Cristo salva o cristão de sofrer muitos males (Mateus 6.13; Hebreus 13.4).

Projeto: felicidade a dois 

Gênesis 2.18, 21-24 é uma das mais importantes referências-chave sobre o matrimônio aos moldes bíblicos, aliás é a descrição do primeiro casamento. Neste texto vemos que o casamento tem a ver com intimidade e companheirismo mútuo. O trecho revela que o Criador observou Adão solitário e constatou que a solidão não era boa para ele, então providenciou uma companhia idônea, que veio a ser Eva, feita por Deus a partir da costela do homem enquanto este dormia em sono profundo. Neste relato sobre a união matrimonial, o Senhor apresentou as diretrizes à felicidade ao determinar que o marido e a esposa vivessem juntos, um em função do outro, e que tal relação se mantivesse independente da relação de seus pais.

Felicidade e santidade 

A Bíblia dá a definição com clareza daquilo que deve ser incluído na vida a dois. Deus criou o casamento porque, entre outros motivos, a união conjugal é um instrumento para manter o homem e a mulher em santificação, mantê-los separados da imoralidade sexual que há no mundo.

Salvo um lápso de memória, todas as vezes que li sobre casamento, sempre encontrei em 1 Coríntios 7.27 ("Estás ligado à mulher? Não busques separar-te. Estás livre de mulher? Não busques mulher.") uma interpretação que nos leva para a questão de celibato ser melhor do que estar casado. Mas, "não procurar mulher" neste trecho, considerando como contexto os versículos 1 ao 7 do mesmo capítulo, também poderia ser uma recomendação para não praticar sexo fora do laço matrimonial, pois a ação é pecado de fornicação, prostituição, isto é, tal junção carnal aos olhos de Deus é ato imoral.

A incontinência da mulher samaritana
  
Junto ao poço de Jacó, Jesus Cristo dialogou em particular com uma mulher, e revelou o seu parecer sobre a importância da instituição casamento. De acordo com a fé judaica, não bastava que um homem convivesse com uma mulher em união sexual para que eles fossem considerados esposo e esposa. E tal conceito se estende ao cristianismo. O respeito ao casamento do próximo deve ser praticado: Romanos 13.9; 1 Corintios 6.10; Apocalipse 21.8. 

"Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade." -  João 4.16-18.  

Relacionamento conjugal

O marido que é verdadeiramente discípulo de Cristo, permanece na Palavra, reconhece sem resistência que precisa ser acompanhado por toda a vida pela esposa - descrita por Deus como mulher idônea. Aceita a informação bíblica, sem problema de orgulho, que ela é a pessoa eleita pelo Criador para ser a sua ajudadora, pois não tem competência para viver desacompanhado. Convive com ela como a única parceira íntima. Ele sabe que o homem que encontra uma mulher que o ama alcançou o favor divino. Vide: João 8.31; Gênesis 2.18; Provérbios 18.20.

A relação do homem com a mulher ilustra a relação entre Cristo e a Igreja. A esposa foi criada para ser amada pelo marido. O marido deve praticar o grande amor que Cristo praticou em favor da Igreja, quando deu sua vida em favor dela. Ao marido está ordenado que ame sua esposa no estilo do amor mais profundo que é o amor sacrificial, de proteção com a própria vida. Deus ordena ao homem que dê para a companheira um abraço de total segurança. A mulher sábia valoriza a proteção do marido, reconhece que seu esposo é servo do Senhor neste detalhe de proteção, apenas as tolas são capazes de destruir um casamento em que é querida por um esposo tão amoroso (Efésios 5.23-32; Provérbios 14.1).

Quando, com amor sacrificial, o marido mantém sua atenção para a mulher e ela reconhece isso e se submete ao marido conforme as Escrituras Sagradas recomendam, então, o resultado é uma relação em santidade e, além disso, com muita felicidade.

As Escrituras Sagradas projetam o plano divino do casamento de maneira muito expandida, podemos dizer que é uma proposta poética do Criador para suas criaturas.


41ª AGO: Brasília 2013 - Entrevista com Pr. Marco Feliciano

O Pastor Marco Feliciano é homenageado na 41ª AGO,em Brasília,e fala um pouco daquilo que tem passado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias.Assista, avalie e comente!


09/04/2013

41ª AGO: Brasília 2013 - Abertura


Cerca de 12 mil pessoas adoraram a Deus no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, em Brasília (DF), durante o culto de abertura da 41a Assembleia Geral Ordinária da Convenção geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB). Destaque para o cerimonial de abertura, com os Dragões da Independência empunhando as bandeiras das 27 unidades da Federação, do Brasil, das Assembleias de Deus, da CGADB e da CPAD, ao som da Banda da Polícia do Exército de Brasília. Os milhares de assembleianos presentes louvaram a Deus na ocasião ao som do hino 144 da Harpa Cristã, que é o hino oficial da denominação.

Pastores de todo o país e autoridades civis se fizeram presentes, dentre eles o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, que trouxe uma palavra de saudação aos presentes. O prefeito distrital e a senadora Marina Silva, além de parlamentares assembleianos também marcaram presença.

No louvor, a União de Mocidade da Assembleia de Deus em Brasília, que enlevou o público em adoração com grande fervor pentecostal, e os cantores da CPAD Music, Victorino Silva e Lília Paz. O Grupo Gileade acompanhou Victorino Silva em seu hino Santo.

O preletor do culto de abertura foi o pastor José Wellington Bezerra da Costa, que saudou os pastores de todo país e as autoridades presentes, e destacou a mensagem pentecostal. "O crente pentecostal deixa um rastrod e azeite por onde passa. Que essa unção seja um marco feliz aqui, em Brasília", afirmou o líder da CGADB. Mais de 13 mil pessoas assistiram ao culto transmitido ao vivo pelo CPADNews. Amanhã, o culto à noite também será transmitido pelo CPADNews.

Lembrando ainda que tudo sobre as plenárias pode ser conferido no hotsite do CPADNews de cobertura em tempo real de AGO.

Fonte:

Você pode acessar, em tempo real, toda a programação desta 41ª AGO,não deixe de acompanhar !

08/04/2013

Que vergonha,Brasil...

Hoje (07/04/13) foi realizada, em Copacabana,uma passeata para defender as minorias, pelo menos era isso que estavam divulgando por aí.Na verdade, mais uma demonstração da ditadura gay que quer a todo custo se instaurar neste País. Como divulgado pela organização desta manifestação, que tinha como  objetivo pressionar a saída de Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos, cerca de 1,5 mil estiveram na manifestação para defender seus ideias gayzistas.

Opinião: Essa palhaçada envolvendo o Pr. Dep. Marco Feliciano já encheu... infelizmente uma parcela considerável desta população prefere se posicionar contra um pastor-deputado a questionar a atuação de figurinhas conhecidas no cenário corruPTo de Brasília... Curiosamente, uma figura tão ilustre, que é tão venerada pela juventude carioca,a saber o deputado Marcelo Freixo (que tenho uma certa simpatia por ele - ou tinha...), esteve presente nessa coisa toda e apóia a saída de Feliciano da comissão. O fato curioso é que as mesmas figuras comprometidas com as minorias não é a mesma que luta contra a corrupção, basta verificar a posição complacente em relação aos casos de Genuíno, Maluf e João Paulo Cunha que estão na mais importante Comissão da Câmara deste País e os nobres deputados não falam nem fazem nada para combater estes corruPTos malditos. Bom,por aí já vemos que o mais importante para estas figuras é apenas lutar por suas ideologias baseadas na satisfação da carne, nada tem a ver com uma luta que represente efetivamente a busca de ideais que a população tem realmente como importante... 


Missionários brasileiros são soltos no Senegal

VÍDEO: Emocionada, missionária Zeneide, que estava presa junto com seu esposo no Senegal, compartilha seu primeiro dia em liberdade.



07/04/2013

CPADNews fará cobertura da 41ª AGO

Fique ligado, o CPAD News trará ,em tempo real, a 41ª AGO, que será realizada em Brasília, entre os dias 08 e 12 de Abril.A todos os assembleianos, e simpatizantes de nossa denominação, não deixe de acessar o conteúdo do CPAD News e ficar por dentro daquilo que será tratado durante esta Assembléia Geral.


FONTE: CPAD News

05/04/2013

Respostas da Lição 01 - Família, criação de Deus


1. Qual o propósito de Deus no criar a família?
R. O propósito divino era estabelecer uma instituição que pudesse propiciar ao ser humano abrigo e relacionamento.

2. O que o Jardim do Éden era para a primeira família?
R. Um local especial de acolhimento, proteção e provisão.

3. Qual é a origem dos males que atacam as famílias?
R. O pecado.

4. Cite as consequências do pecado para a mulher e para a terra.
R. A mulher teria filhos com muita dor (Gn 3.16) e o seu desejo, ou seja, sua vontade estaria submetida á vontade de seu marido. A Terra também foi afetada pelo pecado, produzindo espinhos e cardos (Gn 3.18).

5. De acordo com a lição, quais, são os principais inimigos espirituais da família na atualidade?
R. A carne, o mundo e o Diabo.

03/04/2013

EBD 2013: Lição 01 - Família,criação de Deus

Lição de número 01,do segundo trimestre de 2013, a ser ministrada dia 07/Abril /2013 nas AD's

Neste Trimestre, o segundo do ano de 2013, estaremos com nossos olhos voltados para o tema "família".Veremos que,muito mais que uma convenção social,pela qual a passagem do indivíduo é fundamental, é,acima de tudo, uma instituição divina, estabelecida pelo próprio Deus já no princípio de tudo.Convido a todos a mergulhar no profundo deste tema! - Editor.


LIÇÃO 01 - FAMÍLIA, CRIAÇÃO DE DEUS - 2º TRIMESTRE 2013 [*]
(Gn 2.18-24)

INTRODUÇÃO


Neste segundo trimestre de 2013 estudaremos sobre A Familia Crista no Seculo XXI: Protegendo seu Lar dos Ataques do Inimigo. O momento é mais do que oportuno para estudar este tema tão relevante, tendo em vista que o Diabo, o principal inimigo de Deus e da família, tem investido diuturnamente contra esta instituição divina. Nesta primeira lição, que tem por título: Família, Criação de Deus, estudaremos o que é família; sua importância para os cônjuges, filhos, Igreja e sociedade; a família, antes e depois da Queda; o propósito de Deus para a família; e os mandamentos divinos para cada membro da família.

I - DEFINIÇÕES E IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA

Existem dois termos hebraicos para a família: o primeiro é bayit, que designa tanto uma “residência”, “templo”, “lar”, a “parte interior de uma casa”, “casa”, quanto também o conceito de “família” ou “os moradores de uma mesma casa” (Êx 12.7; Lv 25.29; Dt 11.20); o segundo é mishp?haque significa literalmente “família”, “parentes” ou “clã”. Neste caso, a ênfase está nos laços sanguíneos que existem entre as pessoas de um mesmo círculo (Nm 11.10). No grego, o termo é oikos e significa “habitação”, “casa” (I Tm 5.4).
O Aurélio define como “pessoas aparentadas que vivem geralmente na mesma casa, particularmente, o pai, a mãe e filhos”. Biblicamente, podemos dizer que família é o sistema social básico, instituído por Deus no Éden, para a constituição da sociedade e perpetuação da raça humana (Gn 2.18-24). Sem dúvida, a família faz parte do projeto divino visando a felicidade dos seres humanos (Sl 128). Já o termo lar, do latim lare é o ambiente onde vive a família. É no lar que marido, mulher, pais e filhos, encontram o ambiente adequado para amadurecer, conviver e compartilhar seus sentimentos. Vejamos, então, a importância da família para os cônjuges, filhos, Igreja e sociedade:

1.1 A importância da família para os cônjuges. É no seio da família que marido e mulher passam a conviver juntos e aprendem a suportar e a perdoar mutuamente (I Co 13.7; Cl 3.12,13); a ter paciência (Rm 5.3; I Co 13.7); a lidar com os problemas do dia a dia (Gn 16.1-6; 27.1-46; 30.1); de forma que o lar contribui, não só para o amadurecimento do casal, como também, para o ajustamento de ambos.

1.2 A importância da família para os filhos. O lar é o ambiente onde os filhos se sentem seguros e felizes, junto aos pais, onde recebem amor, carinho, proteção e educação cristã (Dt 6.1-8; Pv 22.6; Ef 6.1-4; II Tm 1.5,6), e também aprendem, desde cedo, a serem responsáveis e a se prepararem para o futuro (II Tm 1.5,6; 3.14-17).

1.3 A importância da família para a Igreja. É possível existir família sem igreja, mas não existe igreja sem família. Uma igreja não pode ser forte, viva e santa com famílias fracas na fé ou espiritualmente mortas (I Co 3.1-3;5.1-13; 6.9-11). Quando a família cristã vive em paz e harmonia no lar, a Igreja também é beneficiada, pois, estando em paz com Deus e com os seus, a família passa a viver em comunhão com os irmãos (Sl 133; At 2.42; Rm 12.18).

1.4 A importância da família para a sociedade. A sociedade é composta por famílias. Logo, famílias estruturadas geram sociedades estruturadas; e, consequentemente, famílias desestruturadas geram sociedades desestruturadas. É por esta razão que Satanás investe tanto contra os lares (Gn 3.1-5), pois, desestabilizando-as, ele desestruturará também a sociedade. A sociedade só poderá ser forte e equilibrada, se as famílias também estiverem assim.

II - A FAMÍLIA, ANTES E DEPOIS DA QUEDA

Antes da Queda, o primeiro casal vivia em paz e harmonia. Não havia nada que lhes trouxesse dissabores (Gn 1.31). Além disso, pela viração do dia, o Senhor vinha dialogar com Adão e Eva (Gn 3.8). Mas, o Diabo investiu contra o casal, colocando dúvidas na mulher sobre a bondade e a retidão de Deus (Gn 3.1-5). Então, Eva deu ouvidos a voz da serpente e comeu do fruto que o Senhor Deus havia proibido, e deu também ao seu marido (Gn 3.6). Dessa forma, o pecado entrou no mundo e trouxe uma série de consequências maléficas para a família: a mulher passou a ter filhos com mais dores (Gn 3.16); a terra tornou-se maldita e passou a produzir espinhos e cardos, tornando o trabalho humano mais difícil e pesado (Gn 3.17-19); e o homem, tornou-se mortal (Gn 3.19). Podemos dizer, então, que todos os dissabores e aflições que afetam a família, tais como: violência familiar, divórcio, vício, infidelidade conjugal, e outros, são consequências do pecado.

III - O PROPÓSITO DE DEUS PARA A FAMÍLIA

Ao instituir a família, Deus tinha propósitos pré estabelecidos, como veremos a seguir:
3.1 Propagação do gênero humano. Deus deu ao homem o direito de gerar seres semelhantes, para que haja perpetuação da espécie (Sl 127.3). Ao instituir a família, Deus disse ao primeiro casal: Frutificai, multiplicai-vos e enchei a terra…” (Gn 1.28). Encontramos diversos exemplos na Bíblia de casais gerando filhos (Gn 4.1,2; 5.1-32; 6.10; 10.1-32; 11.10-32). Logo, as uniões homossexuais não podem ser consideradas como famílias, pois, além de serem condenadas por Deus (Lv 18.22; Rm 1.26,27), não são capazes de procriarem.

3.2 Proporcionar prazer ao casal. Embora este não seja o único objetivo do casamento, não podemos negar que seja um dos principais (Pv 5.18; Ec 9.9). Deus criou os seres humanos sexuados (macho e fêmea) para lhes proporcionar a bênção do prazer conjugal (Gn 1.26,27; Hb 13.4). Escrevendo aos Coríntios, o apóstolo Paulo ensina acerca dos perigos da abstinência sexual (I Co 7.3-5), e diz que ela só deve ocorrer por consentimento mútuo, por um tempo determinado pelo casal e para um fim específico.

3.3 Subsistência e provisão. Ao criar o homem, o Senhor lhe deu algumas atribuições, tais como: arar a terra, cuidar do jardim e dar nome aos animais (Gn 2.15,19,20). Ainda no capítulo quatro do livro de Gênesis, encontramos os homens realizando diversas atividades, como: lavrador (Gn 4.2); pastor (Gn 4.2); criador de gado (Gn 4.20); tocador (Gn 4.21); ferreiro (Gn 4.22), dentre outros. No exercício de sua profissão, o homem tralhava para promover o sustento e bem estar da família.

IV - OS MANDAMENTOS DIVINOS PARA A FAMÍLIA

A Bíblia é o manual da família. Nela encontramos os preceitos e mandamentos divinos para os cônjuges, filhos, pais, como veremos a seguir:

4.1 Os deveres do esposo
  • Amar a esposa (Ef 5.25-30; Cl 3.19);
  • Governar bem a sua casa (1Tm 3.4,12);
  • Trabalhar para prover o sustento familiar (Gn 3.19; 1Ts 4.11,12; 1Tm 5.8);
  • Ser o sacerdote do lar (Gn 18.19; Jó 1.5).
4.2 Os deveres da esposa
  • Ser submissa ao marido (Ef 5.22-24; Cl 3.18);
  • Atender as necessidades do lar, tais como: alimentação (Pv 31.21-22); vestuário (Pv 31.21-22), e da casa (Tt 2.5);
  • Quando necessário, ajudar nas despesas financeiras (Pv 31.16-18,24);
  • Ensinar as mulheres mais novas a desempenharem seu papel de esposa e mãe (Tt 2.3-5).
4.3 Os deveres dos pais
  • Educar os filhos com disciplina, conforme o modelo bíblico (Pv 13.24; 19.18; 22.6,15; 23.13,14; 29.15,17);
  • Ensinar, desde cedo aos filhos a temerem e amarem ao Senhor (Dt 6.1-9);
  • Conduzir os filhos a Deus (Jó 1.5; Js 24.15; At 16.30-34; Ef 6.4);
  • Ser exemplo para os filhos (Pv 22.6).
4.4 Os deveres dos filhos
  • Ser obediente aos pais (Ef 6.1; Cl 3.20);
  • Honrar aos pais (Êx 20.12; Dt 5. 16; 27.15);
  • Ajudar aos pais nos afazeres domésticos (Gn 29.9; Êx 2.16; I Sm 17.15).
CONCLUSÃO

A família foi a primeira instituição divina e a célula mãe da sociedade. Ela foi instituída pelo Criador para perpetuação da espécie, proporcionar prazer ao casal, e promover meios de subsistência. Mas, para que o propósito divino seja alcançado, é necessário que cada membro da família cumpra o seu papel com fidelidade, diligência e amor.


REFERÊNCIAS
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. CPAD.
CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
OLSON, N. Laurence. O Lar Ideal. CPAD.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.

[*]Retirado de : EBDweb

Subsídio: Família - Agente indispensável no milagre

02/04/2013

FAMÍLIA: Uma agente indispensável no Milagre


A paz de nosso Senhor Jesus Cristo a todos,

Iniciamos as atividades deste segundo trimestre de 2013 e,movidos pela temática "família". Um tema pouco popular hoje em dia e,também, distorcido pela sociedade, acreditando que pode ser moldada por teorias pós-modernas e progressistas. Nós,porém, como crentes em Jesus e que acreditamos na veracidade e imutabilidade da Palavra de Deus, não podemos abrir mão de preceitos que,por mais simples que pareçam, estão se perdendo gradativamente. Convido a todos a ler e refletir sobre esta postagem sobre família. - Editor.

FAMÍLIA:  Uma agente indispensável no Milagre

Deus, em seu infinito poder e soberania, estabelece,desde os primórdios da história humana, um seio no qual o indivíduo tomará forma e será forjado no sentido de tornar-se um ser com valores, com senso de certo e errado e conceitos que levará durante toda sua trajetória de vida, esse seio, que terá ligações eternas com este indivíduo não é outro senão a sua família. Muito mais que tribos, rodas de amigos e qualquer outra coisa que possa trazer valores ao indivíduo, a família é o conjunto,ou o grupo que lhe trará grande parte de suas crenças básicas .

Já nos primeiros capítulos da Bíblia Sagrada, no livro de Gênesis, vemos a história do patriarca Abraão, um homem que mudou o curso da relação humana com Deus utilizando- se apenas de um artifício: sua Fé. Até hoje, a fé abraâmica (i.e. de Abraão) é fonte de inspiração a qualquer um que deseja manter uma relação com o Eterno ou mesmo seus benefícios e dádivas.Muitos são aqueles que,motivados no exemplo de Abraão, tentam exercer sua fé de forma ativa e sobrenaturalmente como ele.Porém, outro ponto que deve ser destacado na trajetória de fé deste homem é sua relação com a sua própria família. Vivendo um dilema,no qual cria que somente Deus poderia dar solução - a saber: a incapacidade de gerar um filho - o patriarca torna-se,também, um indivíduo ligado profundamente à sua família.

Firmado em uma promessa (Gn.12.2) de que ele seria o precursor de uma aliança que duraria até sua posteridade e que seria Pai de muitas Nações, empenhou-se em ver a promessa divina realizada em sua vida.

"2 Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção."(Genesis 12)

Embora fosse muito rico, Abraão não tinha outro foco senão ver-se cumprir a promessa divina. É interessante notar,ainda dentro da história deste patriarca, que toda sua trajetória, tinha como objetivo gerar um único herdeiro com aquela que era sua esposa,Sara, que, embora fosse parte indispensável no cumprimento das promessas divinas na vida de Abraão, tinha suas dúvidas quanto às promessas feita por Deus a seu marido.E, não é mesmo assim,leitor? Embora ela tivesse uma participação fundamental para Deus cumprir as promessas na vida de Abraão, ela mesma, não tinha a mesma fé que o nobre herói da fé, era parte indispensável naquele processo todo,mas, desconsiderava o agir de Deus em meio ao sobrenatural, como acreditava seu marido (Gn. 18.12). Note-se que, mesmo que Sara não possuísse a mesma fé, ela contemplaria o milagre de Deus e participaria deste milagre.

E,conosco não é diferente, para vivermos determinados milagres, a nossa família é determinante nesse processo.Mesmo que não mantenham uma fé como a nossa, mesmo que,até mesmo, nem professem a mesma fé, muitos dos milagres que estão prometidos a nós, vai atingi-los e dependerá de nossos familiares para que ocorram.

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