19/02/2017

Subsídios da Lição 9 - Fidelidade, Firmes na Fé

SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


Fidelidade Esta palavra é corretamente traduzida em Romanos 3.3 (fidelidade). Em Gaiatas 5.22, a ARA corrige fé (ARC) por fidelidade. Fé, pistis,, primeiramente, 'persuasão firme', convicção fundamentada no ouvir (cognato de peitho, 'persuadir', sempre é usado no Novo Testamento acerca da 'fé em Deus ou em Jesus, ou às coisas espirituais. A palavra é usada com referência: 
(a) à confiança (por exemplo, Rm 3.25); 
(b) à fidedignidade, fidelidade, Lealdade (por exemplo, Mt 23.23); 
(c) por metonímia, ao que é criado, o conteúdo da crença, a fé (At 6.7); 
(d) à base para a 'fé', a garantia, a certeza (At 17.31); 
(e) a um penhor de fidelidade, fé empenhada (1Tm 5.12). Os principais elementos da fé em sua relação com o Deus invisível, em distinção da fé no homem, são ressaltados sobretudo no uso deste substantivo e do verbo correspondente, pisteuo. Tais elementos são: 
(1) uma firme convicção, produzindo um pleno reconhecimento da revelação ou verdade de Deus (por exemplo, 2 Ts 2.11,12);
(2) uma entrega pessoal a Ele (Jo 1.12); 
(3) uma conduta inspirada por tal entrega (2 Co 5-7)" 

(Dicionário Vine: O significado exegética e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD,2002,p.648).

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Idolatria "Esta é uma transliteração da palavra gr. eidolatrio, cujo significado entendemos ser 'a adoração a ídolos; a adoração a imagens como divinas e sagradas'. Como uma criatura ligada ao tempo e ao espaço, o homem tem estado especialmente inclinado a prestar adoração a algum tipo de símbolo visível de divindade. Ele aparece anelar por manifestações tangíveis da presença divina. Durante a história humana, esta atitude tomou várias formas e manifestações. Mesmo que o homem tenha abandonado a adoração ao verdadeiro Deus, ele não renunciou à religião, mas procurou substituir o verdadeiro Deus por um deus falso que tivesse de acordo com seu próprio gosto. A proibição da idolatria é um dos poucos conceitos absolutos e imutáveis no sistema judaico de ética (juntamente com o incesto e o assassinato). A adora cão sem a imagem de Jeová anunciava não meramente que Ele era maior do que a natureza, mas que também não era limitado por ela. No Antigo Testamento, há muitos termos hebraicos usados como escárnio à idolatria, indicando sua infância e obscenidade, bem como seu absoluto vazio. Todas as camadas da lei judaica dão testemunho da oposição a se fazer um retrato de Deus. Os dois primeiros mandamentos proíbem a adoração de imagens, bem como a adoração a qualquer outro deus (cf. Êx 20). A idolatria era classificada como uma ofensa de estado e cheirava a traição, devendo ser punida com a morte (Dt 17.2-7) 

(Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 946).


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A fidelidade como fruto do Espírito tem muito a ver com a moral e ética crista. Esse fruto abençoado coloca o padrão cristão no nível de responsabilidade em palavras e ação. Houve um tempo em que a palavra de um homem tinha grande valor, e um aperto de mão era tão bom quanto um contrato assinado. Isto não parece ser verdade em nossos dias. Mas o homem que anda com Deus é diferente, porque nele está o fruto que é lealdade, honestidade e sinceridade. O Espírito Santo sempre concede poder para o cristão ser um homem de palavra. A fidelidade como fruto do Espírito nos torna leais a Deus, leais a nossos companheiros, amigos, colegas de trabalho, empregados e empregadores. O homem leal apoiará o que é certo mesmo quando for mais fácil permanecer calado. Ele é leal quer esteja calado. Ele é leal quer esteja sendo observado, quer não. Este princípio é ilustrado em Mateus 25.14-30. Os servos que eram fiéis e fizeram como foram instruídos mesmo na ausência do senhor foram elogiados e recompensados. O servo infiel foi castigado" 

(GILBERTO, António. O Fruto do Espírito: A plenitude de Cristo na vida do crente. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD.2004 p. 112).

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