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01/02/2016

Reflexões sobre a igreja e a política

Pastor Elienai Cabral

O Brasil está vivendo uma efervescência política em todos os segmentos da sociedade, especialmente na igreja evangélica, incluindo a Assembleia de Deus. O momento político de nosso país requer das lideranças evangélicas, especialmente da Assembléia de Deus, uma postura equilibrada e moderada face às ofertas politiqueiras comprometedoras. A igreja evangélica não deve omitir-se desse momento político de eleições, mas deve fazer-se valer pelo seu papel moral no seio da sociedade brasileira. O poder decisório de nossa igreja requer de nossos líderes o compromisso, antes de tudo, com os valores expressos no Evangelho de Jesus Cristo. A contextualização de nosso papel evangélico não pode jamais significar a absorção do sistema mundano que opõe-se às premissas do Evangelho de Cristo.

Há uma interpretação equivocada acerca do papel da igreja quanto à submissão ao Estado. Em Romanos 13.1-2, lemos que “toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus, e as autoridades que há foram ordenadas por Deus. Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus”. Respeitar as autoridades e submeter-se a elas não significa acomodar-se às suas corrupções e desvarios políticos. Significa ter uma atitude de coerência com os princípios que não ferem a Palavra de Deus. O Estado não é divino. Apenas a autoridade positiva do Estado é “ordenada por Deus”.

O Estado não tem a última palavra em relação aos assuntos litigiosos, porque é uma instituição temporária. Portanto, a Igreja deve prescindir dele. A Igreja deve preservar seus valores de representação como instituição moral e ética, cobrando do Estado quando esses valores forem ameaçados.

As instituições governamentais existem para aplicação das leis que regem os indivíduos dentro de uma nação. Elas são identificadas como agentes de representação da ordem política. Porém, a ordem política existente é relativa, provisória, mutável e mutante, porque um dia será estabelecido um governo divino sobre a Terra, depois da vitória final de Cristo sobre todo o principado e poder.

Para sermos “o sal da terra” e a “luz do mundo” numa sociedade corrompida, precisamos impor nosso papel como Igreja, no sentido de desenvolver uma vida social e política capaz de influenciar o mundo que vivemos. A Igreja deve se conscientizar da importância do momento político e indicar pessoas capazes de defenderem os valores mais sagrados da sociedade. A consciência da Igreja é a garantia contra a corrupção no seio da sociedade. A omissão da Igreja quanto à participação da vida política deixa vazios nossos parlamentos políticos do papel crítico, construtivo e sensibilizador da Igreja. Os regimes autoritários e os governos corruptos surgem pela falta do papel político da Igreja, que é comprometida com os ideais do Evangelho de Cristo.

Texto do Pastor Elienai Cabral publicado no CPADNews [Site]

Igreja Mórmon revela detalhes de seu passado

Em um esforço para ser “transparente” aos seus membros, a Igreja Mórmon recentemente lançou 12 ensaios que revelaram que seu líder fundador, Joseph Smith (foto), tinha cerca de 40 mulheres, incluindo uma menina que tinha apenas 14 anos de idade.

Smith (1805-1844) sempre foi retratado como um marido amoroso com sua esposa Emma, ​​mas um artigo recente, intitulado “Plural Marriage in Kirtland and Nauvoo” (“Casamento Plural em Kirtland e Nauvoo”, em tradução livre do inglês, provou o contrário.

O texto aponta que Smith ainda tomou para si mulheres que já tinham maridos, o que fez a poligamia ser considerada “uma provação dolorosa” por sua primeira esposa. No entanto, é possível que Smith não tenha tido relações sexuais com todas elas, porque algumas mulheres foram “selados” com ele para a próxima vida, segundo informações do The New York Times.

Também conhecida como a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a denominação mórmon decidiu compartilhar esses controversos documentos para provar que não tinha nada a esconder sobre seu passado, quando foi marcada por inúmeras controvérsias, incluindo questões raciais, como a exclusão de membros negros.

“Há tanta coisa lá fora, na Internet, que sentimos que devíamos aos nossos membros um lugar seguro onde eles poderiam ir para obter informações confiáveis ​​de promoção da fé que fosse verdade sobre alguns desses aspectos mais difíceis de nossa história”, afirmou o historiador da igreja, Steven E. Snow.

Essa não é a primeira vez que a decisão da Igreja Mórmon ganha destaque na mídia. Em novembro de 2014, quando a abertura de documentos sigilosos aconteceu, detalhes sórdidos da vida de Joseph Smith ganharam as manchetes de maneira oficial. Embora as histórias já corressem a sociedade em forma de rumor, a confirmação levou muitos membros a ficarem chocados.

“Joseph Smith foi apresentado a mim como um profeta praticamente perfeito, e isto é verdade para muita gente”, disse Emily Jensen, um blogueira mórmon. Ela, juntamente com alguns amigos mórmons, passou por momentos delicados quando aprenderam a verdade sobre o passado do líder fundador da denominação. “Esta não é a igreja em que eu cresci, este não é o Joseph Smith eu amo”, lamentou, segundo informações do Christian Today.

Extraído do Gospel+ [Site]

16/12/2015

O que você está fazendo com o seu Décimo terceiro salário???

O que você está fazendo com o seu Décimo terceiro salário???

E aí, tudo legal? Espero que sim!

[...]Senti-me na obrigação de trazer esta reflexão, principalmente porque já estamos findando mais um ano e muitos terminarão este da mesma forma que terminaram o outro: endividados, gastando seu décimo terceiro em presentes, etc.

Confesso que não costumo dar presentes de Natal, primeiro porque nunca fomos acostumados a isso em nossa casa, haja vista que nunca tivemos dinheiro pra ficar gastando com isso por aí.... Segundo porque não me sinto à vontade em escolher um presente para alguém, desde uma simples lembrancinha a alguma coisa mais elaborada; na maioria dos casos, quando tentei presentear alguém, ou exagerei dando algo que não mereciam, ou que era demais para a pessoa, ou comprei algo que não gostaram e me classificaram como 'mão de vaca', ou qualquer outra coisa. Pois muito bem, com exceção de crianças próximas a mim, não presenteio ninguém e ponto final. 

Mas, com o final do ano, vem aquele benefício adorado por inúmeros trabalhadores Brasil afora, o chamado 13º salário, que salva as almas de muitas pessoas na sua tentativa de presentear seus amiguinhos. A maioria,porém, mais consciente da necessidade de se livrar de suas dívidas, usa seu 13º para pagar quitá-las. Uma iniciativa louvável, uma vez que manter-se endividado também gera uma série de malefícios e mais prejuízos. Livrar-se das dívidas abre as portas para uma vida melhor sem dúvida alguma; as pessoas te olharão como uma criatura que honra seus compromissos, paga suas dívidas e tudo mais... 

Já os que estão mais tranquilos, sem dívidas e sem gente chata pra ficar dando presentes, podem colocar seu 13º em investimentos,os quais gerarão posteriormente, benefícios. Digo isto porque investindo pelo menos uma parte do seu suado abono de fim de ano, você poderá depois usá-lo em seu benefício. Imagine os dividendos, JSCP, rendimentos de Fundos imobiliários, tudo porque você optou abrir mão de um costume que nos gera prejuízo, de dar presentes inclusive para pessoas que não suportamos. Pense por exemplo que o dinheiro que você está investindo hoje será aquele que financiará tua sonhada viagem de férias, uma moto no ano que vem, sem precisar de consórcio ou um grande financiamento, um carro, ou qualquer outra coisa que você deseja para o próximo ano. 

A minha parte eu já separei para investir, e você? **

**Texto extraído do Blog Investidor de Centavos,em: http://investidordecentavos.blogspot.com.br/
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