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10/01/2021

Jesus: A esperança no Rei da Vida!

 Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.

Salmos 39:7


Diante destes tempos de coronavírus, muitos são aqueles que têm visto sua esperança abalada ou tendo modificado o motivo de sua esperança. A fé de muitos têm sucumbido diante da perda da estabilidade conquistada com muito esforço e durante vários anos. Para alguns, os efeitos do coronavírus foram a primeira grande prova em sua fé e, diante delas, se veem sem rumo, sem ânimo, sem forças e impondo a Deus todos os resultados negativos dos tempos nos quais temos vivido. Afinal de contas, será que o Senhor não se compadeceu ainda do elevado número de mortes? Será que a humanidade não sofreu o bastante diante deste mal? Tais perguntas surgem na cabeça de muitas pessoas questionando até que ponto a misericórdia de Deus tem operado diante desta pandemia ou simplesmente a divina graça da misericórdia teria se esvaído da Terra afim de que pereçamos diante de um mal que não se pode ver.


As mazelas que afligem a vida humana surgem de forma esperada ou inesperada. De forma esperada quando nós, de forma deliberada, assumimos os riscos de um comportamento nocivo a nós mesmos ou aos outros e, de forma inesperada quando um fato alheio à nossa vontade ou espera, nos acometem inesperadamente, sem nenhuma razão aparente de ter ocorrido. Nestes momentos onde a vida parece tomar uma rasteira de um fator externo, onde a pessoa perde o controle sobre a própria vida, perde o controle sobre sua própria existência, perde sua liberdade de ir e vir em decorrência desta pandemia, ou sua liberdade para exercer seu trabalho e garantir seu sustento e de sua família, é o momento onde muitos perdem sua esperança inclusive. Diante de fatos incontestáveis, a negação não é o melhor caminho. Simplesmente negar que o problema existe é abraçar o risco de um problema já identificado.


Os problemas existem, a pandemia é uma situação incontestável. Os resultados da pandemia também são facilmente perceptíveis: crianças sem aulas há um ano, trabalhadores perdendo emprego ou recebendo remuneração inferior ao necessário para manter a si e suas famílias, a vida se tornando mais cara financeiramente com a disparada do preço dos alimentos básicos, pessoas se tornando ainda mais egoístas e avarentas. Ufa! Estas são apenas algumas das situações que surgiram ou se aprofundaram em decorrência desta pandemia. Obviamente que o contrário também é verdade, ou seja, há aqueles que na pandemia estão ganhando mais dinheiro, há aqueles que estão mais solidários e amáveis, há aqueles que descobriram que podem viver uma vida minimalista, etc. A cada pessoa os resultados da pandemia serão sentidos de uma forma, de um modo geral a maioria tem visto a piora das condições de vida e existência. 


O cenário, desafiador, incerto, imprevisível, necessita da manutenção da fé na esperança não somente na capacidade humana de produz vacina eficiente, mas, também e principalmente, na certeza que o foco existencial deve ser Cristo. Ter o Senhor Jesus como a nossa esperança é acreditar que, independente daquilo que ocorra, independente daquilo a que nosso corpo mortal está exposto, o nosso corpo espiritual está mantido em Deus guardado daquilo que o pode fazer perecer. Em outras palavras: A muitas coisas estamos expostos diariamente, mas a nossa certeza deve ser que o Senhor guarda o nosso caminho espiritual continuamente! A cada notícia negativa e preocupante, devemos fortalecer a crença de que espiritualmente estamos debaixo de uma promessa de salvação.

Deus abençoe!


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17/06/2020

Coronavírus: Uma mensagem divina a nós?




Desde o início da pandemia da Covid-19, muitas pessoas, inclusive algumas que não mantém uma vida muito religiosa, têm associado a pandemia a uma praga divina a nós. Será que há esta relação? Será que "Deus está bravo conosco"? Neste post tentamos discorrer sobre isto, relembrando aquilo que a bíblia falou sobre situações como estas. 

Havia, no Antigo Testamento, uma forma de comunicação entre Deus e a humanidade que variava entre comunicação direta e audível como nos casos de Moisés ou Abraão, onde, segundo relata o texto sagrado, tais pessoas ouviram a voz divina e mantiveram uma comunicação com Deus ouvindo sua voz. Também, em outros casos, o Senhor utilizou-se de animais como no caso de Adão ou no caso de Balaão afim de se fazer ouvir sobre algum caso específico. Note o leitor que em qualquer dos casos há um propósito e uma mensagem bem definidos quando há esta intervenção divina comunicando-se com a humanidade. 

Ao comunicar-se conosco, em momentos anteriores a Cristo, também haviam sinais divinos que transmitiam tanto a mensagem quanto o propósito a ser seguido àqueles a quem a mensagem era destinada. Imagens clássicas como Elias em seu confronto com os profetas de Baal, quando, após o sacrifício de Elias, o fogo dos céus caiu e consumiu o sacrifício oferecido a Deus. Naquela situação, o propósito era evidenciar, como evidenciou, que o Deus de Israel era superior àquelas entidades cultuadas pelas outras religiões. 

Entre tantas outras formas de comunicação adotadas no Antigo Testamento, vemos, como é sabido, as pragas e julgamentos executados por Deus, seja de forma direta ou indireta. De forma direta nos casos de Sodoma e Gomorra por exemplo, quando o próprio Senhor executou povos que, segundo o texto, praticavam uma vida que O desagradava. De forma indireta temos a questão do Egito, que teve uma série de recados divinos na forma de manifestações espetaculares, naquela situação, cabe destacar que, no primeiro momento, as pragas não envolviam mortes. A maneira do Senhor apresentar-se aos demais povos que não pertenciam a Israel, por vezes, era na forma de aniquilação, mortes e maldições ao próprio território onde determinados povos viviam, plantavam e moravam.

E o Coronavírus?

Até o Antigo Testamento, o Senhor adotava um modelo de comunicação que variava entre fazer ouvir sua voz de forma audível e a aniquilação de povos. Essa forma de se fazer ouvir e transmitir uma mensagem foi sepultada no momento que Jesus consumou o novo Testamento em seu próprio sangue. Todas as demais formas de Deus transmitir uma mensagem foram substituídas pela mensagem do Senhor Jesus e pelos textos anteriores da palavra de Deus. 


14/04/2020

EBD 2020: 2º Trimestre - Lição 03: Eleição e predestinação



A lição desta semana tratará de dois temas que causam muita confusão pela falta de compreensão dos conceitos: eleição e predestinação. Compreender estes conceitos é importante pois afetam nossa análise na doutrina da salvação.

No decorrer da lição, serão esclarecidas as seguintes questões acerca da eleição retratada na bíblia:


1- A eleição divina;
2- As condições da eleição;
3- A vida santa e irrepreensível;
4- A nova vida dos eleitos.

Já sobre a predestinação:


1- Predestinação: definições e conceitos;
2- Filhos por adoção;
3- Os privilégios da adoção.

Após estas abordagens, a lição versará acerca do propósito divino na predestinação. 

A lição de número 03 tem data prevista de ministração em 19 de Abril em todas as Igrejas Assembléia de Deus, e é uma publicação CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus). 
Nós, do blog verdade profética, não comercializamos tais publicações.

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