30/04/2017

Respostas da Lição 6 - Jônatas, um Exemplo de Lealdade


A respeito de Jônatas, um exemplo de lealdade, responda:


• Que significa o nome Jônatas?
"Dado por Deus" ou "presente de Deus".

• Quando começou a amizade entre Jônatas e Davi?
Logo após a batalha em que Davi venceu Golias.


• Qual a natureza da aliança entre Jônatas e Davi?
De natureza espiritual, "aliança do Senhor".

• Além da coragem física e emocional, que grandeza tinha Jônatas?
Ele tinha grandeza espiritual que lhe dava confiança, diante das adversidades.

• Que pacto fizeram Jônatas e Davi?
Um pacto de lealdade diante de Deus.

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Subsídios da Lição 6 - Jônatas, um Exemplo de Lealdade

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO


"A profunda amizade entre Jônatas e Davi é surpreendente por uma série de razões. Primeiro, Deus escolheu Davi e não Jônatas (filho de Saul e príncipe de Israel) para ser o segundo rei de Israel. Segundo, o pai de Jônatas, Saul, sentia intenso ciúme de Davi e tentou repetidamente matá-lo. Terceiro, Davi era um indivíduo multitalentoso, muito popular com as massas do que Saul ou Jônatas.
Jônatas e Davi deviam ter sido pelo menos cautelosos um para com o outro, senão inimigos declarados. Contudo, eles foram capazes de superar esses obstáculos em potencial e construir uma amizade exemplar. Talvez a qualidade excepcional de sua amizade fosse a lealdade. Aquela lealdade estava fundamentada numa profunda devoção a Deus. Esse maior compromisso foi o que capacitou a amizade deles e não apenas sobreviver, mas crescer em tempos de confusão e conflito. Você é um amigo para todas as horas? Você foge de relacionamentos quando as dificuldades surgem? Se seus relacionamentos humanos são fracos, examine a profundidade de sua lealdade a Deus. Você pode se surpreender com o que vai descobrir" 

(365 Mensagens Inspiradas em Personagens da Bíblia.12. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 103).

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO


Jônatas
O filho de Saul é uma das personalidades mais admiráveis do Antigo Testamento. Ao descobrir que Davi estava destinado a suceder seu pai no trono, Jônatas, corajosamente, defende Davi como um leal
servidor do rei. Quando forçado a tomar posição, Jônatas novamente escolhe apoiá-lo, e enfrenta a fúria de seu pai para salvar a vida do amigo. Quando nos lembramos que Jônatas sucederia naturalmente a Saul como rei de Israel, sua amizade por Davi torna-se particularmente comovente. O Antigo Testamento não tem exemplo mais belo de amizade. A história de como Davi correspondeu à amizade de Jônatas é encontrada em 2 Samuel 9" 

(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Génesis a Apocalipse capitulo por capitulo. 9.ed. Rio de Janeiro: CPAD, p. 192).

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EBD 2017 - 2° Trimestre: Lição 6 - Jônatas, um Exemplo de Lealdade



Lição da Escola Bíblica Dominical ministrada em 09/Maio/2017 em todas as Assembleias de Deus no Brasil

INTRODUÇÃO


Jônatas entrou para a história à sombra do pai, mas pouca coisa herdou de seu genitor. Demonstrou ser um guerreiro cheio de coragem e determinação. E, aliada à sua coragem, está a sua humildade, sua fé e obediência ao Senhor, virtudes indispensáveis a um homem de Deus. Sua amizade por Davi nasceu de forma inesperada, quando assistiu, de perto, a vitória do jovem pastor de ovelhas sobre o imbatível gigante Golias, o campeão dos filisteus, que desafiava os exércitos israelitas, e afrontava o nome do Senhor.

l - CIRCUNSTÂNCIAS QUE UNIRAM JÔNATAS E DAVI


1. Quem era Jônatas. Era o filho mais velho do rei Saul. Seu nome significa "dado por Deus" ou "presente de Deus". Ele tinha todas as condições para ser o substituto do pai. Era valente e hábil no combate. Sua bravura já fora provada, quando, em Micmás, derrotou toda uma guarnição dos filisteus, contando apenas com a ajuda de seu fiel escudeiro, colocando sua fé em ação (1Sm 14.1-14). Entretanto, por direção de Deus, os rumos da história de Saul e de Jônatas foram mudados completamente. E isso ocorreu de forma surpreendente.

2. Uma batalha que mudou a história. Israel estava no campo de batalha contra os filisteus, num monte, "no vale do carvalho", e os filisteus estavam do lado oposto do vale, também sobre um monte (1Sm 17.1-3). Um gigante filisteu, de nome Golias, campeão de seu povo, desafiava os exércitos de Israel, mas ninguém tinha coragem de enfrentar o inimigo. O clima de medo prenunciava a provável
derrota de Israel (1Sm 17.10,11).

3. A presença de Davi. Jessé enviou Davi ao local da batalha para entregar víveres para seus irmãos e para o chefe do exército (1Sm 17.12-21). Contrariando seus irmãos e o próprio rei, Davi se dispôs a enfrentar o filisteu. Com permissão do rei, e confiando em Deus, Davi foi ao encontro de Golias, com apenas uma funda e cinco pedras do ribeiro (1Sm 17.40-47). E com uma única pedra derrubou o gigante, e o matou com a espada deste (1Sm 17.48-58). Uma vitória de desfecho surpreendente. Um gigante vencido por um jovem pastor de ovelhas. Um exército inteiro posto em fuga após um combate inusitado e desigual. Assistindo ao duelo estava Jônatas, o filho de Saul, que ficou profundamente tocado pela vitória de Davi sobre Golias.

II - UMA AMIZADE APROVADA POR DEUS


1. Jônatas torna-se amigo de Davi. O povo de Israel jubilou diante da tremenda vitória. Saul ficou estupefato, e mandou o chefe do exército, Abner, chamar Davi, que levou como troféu da batalha inusitada a cabeça do filisteu (1Sm 17.54). Porém Jônatas, filho de Saul, foi quem mais foi tocado em suas emoções e sentimentos em relação ao jovem pastor, que derrotou o gigante com o uso de uma simples funda e um tiro de pedra. De imediato, aquela admiração despertou em Jônatas um sentimento de amizade e de amor fraternal por Davi. Deus tem seus caminhos, e, quando Ele quer, cria circunstâncias ou muda circunstâncias segundo seus propósitos amorosos e soberanos.


2. Uma amizade fiel e duradoura. A Bíblia registra com expressão tocante os sentimentos de Jônatas por Davi. Diz o texto bíblico: "E Sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma" e fizeram uma aliança diante de Deus (1Sm 18.1, 3,4). O texto registra expressões que significam que Jônatas não só admirou grandemente a coragem e a audácia de Davi, como sentiu no seu íntimo que deveria nutrir por ele profunda amizade fraternal. 

3. Uma aliança do Senhor. Grupos homossexuais procuram distorcer o sentido desse texto quando a Bíblia diz que Jônatas fez aliança com Davi, porque "o amava como à sua própria alma" e entregou a Davi suas vestes e equipamentos de combate (1Sm 18.3, 4). Eles o fazem de forma desonesta e tendenciosa, afirmando que Jônatas sentiu atração sexual por Davi, e que ambos deram início a uma relação homoafetiva. Nada mais incoerente com a verdade bíblica. Jônatas era casado e pai de um filho, cujo nome era Mefibosete (2 Sm 4.4). Em nenhum texto da Bíblia se diz que Jônatas desobedeceu a Deus e a sua Lei. Ele sabia que, se fosse homossexual, estaria cometendo "abominação ao Senhor" (Lv 18.22. 20.13). Na verdade, aquela amizade calorosa foi inspirada por Deus, pois Jônatas haveria de ser, tempos depois, o amigo que iria livrar Davi da sanha ciumenta e sanguinária de Saul. Eles fizeram aliança espiritual, e não uma parceria abominável aos olhos do Senhor (1Sm 18.3). Somente a má fé de quem usa a Palavra de Deus para justificar seus pecados pode afirmar tamanha incoerência e disparate.

III - O CARÁTER DE JÔNATAS E SUAS LIÇÕES


Há um provérbio popular que diz: "Tal pai, tal filho", sugerindo que os filhos tendem a demonstrar o mesmo comportamento de seus pais. Mas tal entendimento não pode ser generalizado. O exemplo de Jônatas é prova disso. Seu caráter praticamente era oposto ao do seu pai. Vejamos alguns aspectos do caráter de Jônatas. 

1. Um homem de coragem. Saul era um homem inseguro e ciumento. Jônatas não herdou nem desenvolveu esse traço da personalidade do pai. Era corajoso. Em Micmás, ele lutou contra a guarnição dos filisteus, com seu pajem de armas, e os derrotou, confiando em Deus. Revelou-se um comandante de tropas, um herói e um homem de fé (1Sm 14.6). Mas sua coragem não era apenas física e emocional. Ele tinha a grandeza espiritual que lhe dava confiança, diante das adversidades (1Sm 14.1-4). Ele revelou firmeza diante dos inimigos, e lealdade diante dos amigos.

2. Um homem humilde. Sua coragem moral fê-lo não ter medo de perder a posição, como herdeiro do trono para Davi. Soube reconhecer que seu amigo tinha a direção de Deus, e as condições humanas para substituir Saul no cargo de monarca de Israel (1Sm 16.1,12,13). Um exemplo para os dias presentes. Há muitos, em igrejas evangélicas, que brigam por cargos e posições, agindo, muitas vezes, com métodos carnais, seguindo o exemplo dos ímpios. São obreiros carnais, dominados por "torpe ganância" (1Tm 3.3). A humildade é qualidade que só possuem os que têm grandeza de alma. E Deus se agrada dos humildes (1Pe 5.6).

3. Um homem leal. Em todas as ocasiões, depois que se tornou amigo de Davi, Jônatas demonstrou sua lealdade. Poderia ter ficado ao lado do seu pai, mas não cedeu aos caprichos de Saul, quando este,
injustamente, quis eliminar a vida de Davi. Quando soube do plano de Saul para matar Davi, Jônatas procurou o amigo e lhe advertiu do perigo de morte (1Sm 19.1-3; 20.11-17,32,33). Jônatas teve um último encontro com Davi, onde mais uma vez selaram o pacto de lealdade diante de Deus (1Sm 20.41-43). Até o dia da sua morte, Saul continuou perseguindo Davi. Jônatas também veio a morrer em Gilboa ao lado de seu pai (1 Sm 31.8).

CONCLUSÃO


Deus não está sujeito às leis nem aos costumes dos povos. Ele estabelece sua vontade diretiva de forma implacável, contrariando todas as expectativas e previsões históricas ou políticas. Assim, em meio a um grave desafio contra o povo de Israel, levantou o jovem Davi para derrotar o gigante filisteu. Assistindo a extraordinária vitória, Jônatas sentiu profunda admiração pelo jovem pastor de Belém, e compreendeu que ele seria o escolhido por Deus. Em lugar de inveja ou ciúme, Jônatas tornou-se o maior e mais leal amigo de Davi.

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21/04/2017

Respostas da Lição 4- Isaque, um Caráter Pacífico


A respeito de Isaque, um caráter pacífico, responda:


• Qual o significado do nome Isaque?
"Aquele que ri", "ele ri" ou "riso".

• Que promessa Deus fez a Abraão, quando ele tinha 75 anos de idade?
Que ele seria "uma grande nação" (Gn 12.2).


• Quais os aspectos mais marcantes do caráter de Isaque?
Um homem trabalhador, humilde e obediente a Deus.

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• Por que a bênção dada a Abraão foi transferida para Isaque?
Por causa de sua fidelidade a Deus.


• Cite algumas características do caráter de Isaque.
Obediente aos pais, temente a Deus e pacificador




Subsídios da Lição 4- Isaque, um Caráter Pacífico



SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


Idade de Noventa e Nove Anos 

Abrão agora estava com noventa e nove anos e Sarai já há muito ultrapassara a idade de ter filhos. Mas treze anos após o nascimento de Ismael e vinte e quatro anos depois da promessa original de Deus, o Senhor apareceu a Abrão com uma mensagem e exigência. (1) Deus se revelou como o "Deus Todo-Poderoso", significando que Ele era onipotente e que nada lhe era impossível. Como Deus Todo-Poderoso, Ele podia cumprir suas promessas, quando na esfera natural tudo dizia ser impossível o seu cumprimento. Então, seria por um milagre que Deus traria ao mundo o filho prometido a Abrão. (2) Deus ordenou que Abrão andasse diante dEle e que fosse 'perfeito'. Assim como a fé de Abrão foi necessária na efetuação do concerto com Deus, assim também um esforço sincero para agradá-lo era agora necessário, para continuação das bênçãos de Deus, segundo o concerto feito. A fé de Abrão tinha que estar unida à sua obediência (Rm 1.5); senão ele estaria inabilitado para participar dos propósitos eternos de Deus. Noutras palavras, as promessas e os milagres de Deus serão realizados o seu povo busca viver de maneira irrepreensível, tendo o seu coração voltado para Ele"

(Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 56).


SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO 


"Em uma família de poderosos empreendedores, Isaque era do tipo quieto, que cuida apenas de sua vida, até que foi especificamente chamado para agir. Ele foi o filho único e protegido, desde o momento em que Sara se livrou de Ismael, e até que Abraão arranjou seu casamento com Rebeca. Em sua própria família, Isaque tinha a posição patriarcal, mas Rebeca tinha o poder. E em vez de defender suas convicções, Isaque achou mais fácil fazer concessões ou mentir, para evitar confrontos. Apesar desses defeitos, Isaque fazia parte do plano de Deus" 

(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 44).

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SUBSÍDIO DIDÁTICO 

Professor, procure enfatizar as características do caráter de Isaque. Mostre que a sua mansidão "é vista em sua submissão sem resistência a seu pai ao tornar-se o sacrifício sobre o altar de Moriá, e em sua recusa a discutir quando os pastores de Gerar reivindicavam os poços. Ele possuía uma natureza afetuosa, profundamente ligado à mãe, chorando por sua morte, e sendo depois confortado em seu amor por Rebeca. Seu espírito mediador pode ter contribuído para seu afeto expansivo. Ele era um homem que vivia em contato com Deus. Embora não tenha as visitações dramáticas que foram concedidas a seu pai,
Abraão, Isaque obedeceu aos mandamentos de Deus. O altar, a tenda e o poço simbolizavam os principais interesses de sua vida"

(Dicionário Bíblico Wycliffe. led. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 990).


EBD 2017 - 2° Trimestre: Lição 4- Isaque, um Caráter Pacífico


INTRODUÇÃO


O caráter de uma pessoa é demonstrado por suas atitudes, testemunho e práticas. Isaque é um personagem da Bíblia que tem grande significado para a história do povo de Israel. Seu nome foi dado por Deus mesmo antes do seu nascimento conforme Gênesis 17.19. O significado de seu nome é
interessante: quer dizer "aquele que ri" ou "ele ri", em alusão à reação de seu pai e de sua mãe, quando o anjo anunciou seu nascimento, sendo seus pais de idade avançadíssima.

l - ISAQUE, O FILHO DA PROMESSA


1. Promessa de Deus a Abrão. Para entender o caráter de Isaque, é importante conhecer a história que moldou sua personalidade e forjou o seu caráter. A história de Isaque ocupa nada menos que nove capítulos do livro de Génesis. Filho de Abraão e Sara, pela lógica humana seu nascimento seria absolutamente impossível. O "filho da promessa" teria nascido "fora de tempo", na concepção dos homens. Quando Deus chamou Abrão para sair de sua terra e ir para uma terra estranha, fez-lhe promessas gloriosas. Uma delas era que ele seria "uma grande nação", quando ele tinha 75 anos (Gn 12.2). Abraão já era idoso, e sua esposa estéril. Parecia impossível o casal ter um filho. Quanto mais serem pais de uma grande nação.


2. Seu nascimento, um verdadeiro milagre. Ao ouvir que Sara seria "mãe de nações", Abraão riu considerando coisa impossível para um homem de 100 anos e uma mulher de 90 (Gn 17.17). Percebendo Deus o pensamento de Abraão lhe fez saber que Ele é Fiel (Gn 17.19). Por ter rido, o nome do menino seria Isaque, que significa "riso" ou "aquele que ri". Sua mãe, ao saber que teria um filho aos 90 anos (Gn 18.9,10), também não se conteve e, a exemplo do marido, também se riu no seu interior (Gn 18.12). Abraão aos 100 anos, e Sara com 90, foram pais de um lindo bebé, que causou espanto a todos que souberam daquele milagre.

II- UM HOMEM ABENÇOADO POR DEUS


1. A prosperidade espiritual. Depois da morte de seu pai, já casado com Rebeca, e pai de Esaú e Jacó (Gn 25.19-23), Isaque foi buscar abrigo em Gerar, na terra dos filisteus, para escapar da fome que ocorreu onde morava. Ali, Deus lhe falou que não descesse ao Egito."[...] em tua semente serão benditas todas as nações da terra, porquanto Abraão obedeceu ã minha voz e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis. Assim, habitou Isaque em Gerar" (Gn 26.4-6).

2. A bênção divina é passada de pai para filho. A bênção de Abraão foi transferida para Isaque, não pela hereditariedade em si, mas pela sua fidelidade a Deus. Seu caráter, demonstrado em sua conduta, agradou a Deus. E ele prosperou espiritualmente.

3. A prosperidade material. "E semeou Isaque naquela mesma terra e colheu, naquele mesmo ano, cem medidas, porque o SENHOR o abençoava" (Gn 26.12). Este é o segredo da vida de Isaque. Ele era abençoado por Deus. Deus dá bênçãos espirituais e também materiais, quando o homem obedece à sua voz. A produção dos seus campos lhe deu cem por cento de colheita (Gn 26.12). É preciso entender que a prosperidade material não é o objetivo da vida cristã, como propalam os adeptos da falsa "teologia da prosperidade". Mas Deus promete abrir "as janelas do céu" e derramar grande abundância; repreender "o devorador" e fazer as nações perceberem que seu povo é bem-aventurado, para quem é fiel nos dízimos e nas ofertas (Ml 3.10-12).

Ill - LIÇÕES DO CARÁTER DE ISAQUE


1. Um homem esforçado e trabalhador. A prosperidade que Deus concedeu a Isaque chamou a atenção dos filisteus. A bênção de Deus era tão grande que incomodava os filisteus (Gn 26.15,16). Hápessoas a quem Deus abençoa e os adversários ficam com inveja, desejando o mal aos servos de Deus. Mas a maldição não alcança os que são fiéis a Deus. Balaão foi convocado para amaldiçoar os filhos de Israel. Mas não conseguiu. "Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa?" (Nm 23.8). Deus converteu a maldição em bênção (Ne 13.2 b; Pv 10.22).

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2. O caráter pacífico de Isaque. Ao sofrer terrível oposição dos invejosos e ser aconselhado a sair do lugar onde prosperara, Isaque não fez questão alguma. Foi habitar "no vale de Gerar" (Gn 26.17). Honrando o nome e a memória do seu pai, Isaque reabriu os poços que seu pai abrira e foram tapados pelos filisteus, e chamou os poços com os mesmos nomes dados por Abraão (Gn 26.18). Os pastores de Gerar questionaram os outros poços que Isaque abrira, mas ele não os confrontou (Gn 26.19,21).

3. Um caráter resiliente. Após perder a posse de dois poços, Isaque não desistiu. Mais do que resistente, ele foi resiliente. Soube enfrentar as oposições sem se exasperar. Soube praticar a longanimidade (Gl 5.22). Continuou mandando abrir poços: "E partiu dali e cavou outro poço; e não porfiaram sobre ele. Por isso, chamou o seu nome Reobote e disse: Porque agora nos alargou o Senhor, e crescemos nesta terra" (Gn 26.22,23). Era o "poço do alargamento" concedido por Deus. Livre da contenda, Isaque "subiu dali a Berseba," (Gn 26.28,29). Ali, Isaque e Abimeleque, rei de Gerar, fizeram um juramento de que seriam amistosos. Daí, Berseba significar "juramento", ou "poço do juramento. Em meio a essas experiências, "[...] apareceu-lhe o SENHOR naquela mesma noite e disse: Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua semente por amor de Abraão, meu servo" (Gn 26.24).


4. Obediência e submissão. Certamente, esses são os aspectos mais marcantes do caráter de Isaque. Ele soube honrar seu pai e sua mãe, como manda o Senhor (Êx 20.12). A prova mais eloquente desse caráter foi demonstrada, quando Deus falou com Abraão e ordenou que ele oferecesse o seu filho em holocausto (Gn 22.2). Isaque foi amarrado sobre o altar para o sacrifício, e não se rebelou. Mas obedeceu. Submeteu-se à vontade do pai. Deus não permitiu que Abraão o imolasse. E proveu um cordeiro para ser oferecido em seu lugar (Gn 22.11-13). Uma figura de Cristo oferecido em nosso lugar como "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (3o 1.29). Deus aceitou o gesto de Abraão como realizado pela fé(Hb 11.17-19). 



CONCLUSÃO


A Bíblia nos mostra quão importante foi Isaque para história do povo de Deus. O seu nome se inclui entre os três patriarcas mais citados no Antigo Testamento e também no Novo. O Deus de Israel é o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Que Deus nos abençoe para que nos espelhemos no caráter de Isaque para o fortalecimento da nossa fé no Deus Todo-Poderoso.



15/04/2017

Subsídios da Lição 3 - Melquisedeque, o rei da justiça

SUBSÍDIO TEOLÓGICO


"Em hebraico malkisedeq ou 'rei da justiça', é mencionado em Gênesis 14.18; Salmo 110.4; Hebreus 5.6,10; 6.20; 7.1,10,11,15,17. No livro de Génesis ele é um rei-sacerdote cananeu de Salem (Jerusalém) que abençoou Abraão quando este retornou depois de salvar Ló, e a quem Abraão pagou o dízimo do

Respostas da Lição 3 - Melquisedeque, o rei da justiça

A respeito de Melquisedeque, o rei de justiça, responda:


• Quando Melquisedeque aparece na história bíblica?
Quando Abrão retornou de uma jornada arriscada, em que salvou seu sobrinho.

•Que funções Melquisedeque exercia?

EBD 2017 - 2° Trimestre: Lição 3 - Melquisedeque, o rei da justiça



Lição de número 03 da Escola Dominical a ser ministrada em 16/Abril/2017 em todas as Assembleias de Deus no Brasil

INTRODUÇÃO


Melquisedeque é um personagem enigmático na história bíblica. Mas ele foi um verdadeiro adorador,
no meio de uma gente idólatra e corrompida. Exerceu o papel de rei e sacerdote, sem fazer parte da linhagem de Israel. "E Melquisedeque, rei de Salem, trouxe pão e vinho; e este era sacerdote do Deus Altíssimo" (Gn 14.18). Sua ordem sacerdotal, com aspectos peculiares, tornou-se um tipo do

05/04/2017

EBD 2017 - 2° Trimestre: Lição 2- Abel, exemplo de Caráter que Agrada a Deus



Lição 02 da Escola Dominical ministrada em 09/Abril/2017 em todas as Assembleias de Deus no Brasil

INTRODUÇÃO


Nesta lição, estudaremos o caráter de Abel, o segundo filho de Adão e Eva. Abel nasceu depois da Queda e, com certeza, conhecia a vontade de Deus para a humanidade. Veremos que Abel tinha um caráter espiritual e digno. Conduzia-se de modo correto, demonstrando ter um relacionamento saudável com Deus e um coração bondoso, por isso, sua oferta foi aceita pelo Senhor.

I- A OFERTA DE ABEL 


1. Uma oferta agradável a Deus. Deus não atenta para o valor da oferta, mas para o coração do ofertante, sua real intenção. A oferta de Abel foi aceita pelo Senhor porque seu coração era sincero e cheio de amor. Suas obras eram justas (Hb 11.4). Ele era um homem íntegro e fiel. 
Deus dá muito valor à integridade do coração, por isso. Ele elogiou Jó perante Satanás, dizendo: "[...] Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero, e reto, e temente a Deus, e desviando-se do mal" (Jó 1.8). A oferta só tem valor quando expressa o que está no íntimo de quem a oferece. A oferta de Abel foi agradável porque ele adorava a Deus "em espírito e em verdade" (Jo 4.24). 

2. Uma oferta profética. Talvez a oferta de Abel tenha sido o primeiro sacrifício de animal a ser oferecido a Deus em forma de gratidão ao Senhor. Abel sentiu o desejo de oferecer o que tinha de melhor de seu trabalho em gratidão a Deus. A morte do cordeiro ou de uma ovelha, dos primogénitos do rebanho de Abel, sem dúvida prefigurava o sacrifício de Cristo, que se ofereceu a si mesmo imaculado em nosso lugar (Hb 9.14), como o "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1.29). 




3. Uma oferta valiosa. Abel adorou a Deus oferecendo o melhor de seu rebanho. Ele não ofereceu um sacrifício qualquer, mas dentre os primogénitos do seu rebanho: "E Abel também trouxe dos primogénitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta" (Gn 4.4). 
Notemos que Deus atentou primeiro "para Abel" e, depois, "para a sua oferta". "Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e, por ela, depois de morto, ainda fala" (Hb 11.4). Foi tão grande o valor da oferta de Abel que "por ela, depois de morto, ainda fala"! Jesus deu testemunho de Abel, considerando-o "o justo" (Mt 23.35). Tal declaração, feita por Jesus, demonstra quão elevado era o caráter santo de Abel. Somente o sangue de Cristo foi considerado o que "fala melhor que "o de Abel" (Hb 12.24).

II - A INJUSTIÇA CONTRA ABEL 


1. Abel era um homem justo. "Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo" (Hb 11.4; Mt 23.35). Em toda a sua vida, demonstrou ser homem de bem, que andava em retidão, de caráter ilibado e reconhecido por Deus. Abel representa a parte da humanidade que se volta para Deus, e é formada de homens justos. Caim representa a parte má da humanidade, que dá as costas para Deus e busca os seus próprios interesses. Abel era justo, e morreu injustamente por permissão de Deus. 

2. Abel, o primeiro mártir. Abel foi o primeiro pastor de ovelhas; o primeiro a oferecer sacrifício de animais no culto a Deus; foi o primeiro homem justo e também o primeiro mártir. Sua morte foi a primeira em consequência do pecado dos seus pais. O primeiro homem a ser morto por seu próprio irmão. Ele foi o primeiro a entrar para á galeria dos mártires por causa de sua fé e também o primeiro a ter seu nome registrado na galeria dos heróis da fé (Hb 11.4). 
Jesus foi morto por inveja: "Porque ele bem sabia que, por inveja, os principais dos sacerdotes o tinham entregado" (Mc 15.10). Da mesma forma que Jesus, Abel foi morto por inveja. Seu irmão ficou irado pelo fato de Deus ter aceitado a oferta de Abel. Tomado de ódio, assassinou friamente o seu irmão, sem lhe dar chance de defesa. Hoje, seu crime seria considerado homicídio qualificado, com dolo, por motivo torpe. 


3. O sangue de Abel. Quando Caim matou Abel, o enterrou para não ter seu crime descoberto. Mas, para Deus que tudo vê (Gn 16.13), nada pode ficar em oculto. Jesus disse: "Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto" (Mc 4.22). Ao longo da história crimes foram cometidos em oculto. Mas, no Juízo Final, os "Cains" de todos os tempos serão confrontados pelo Supremo Juiz do Universo. "E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?" (Gn 4.9).
Caim teve a audácia de mentir diante de Deus e ainda de o afrontar sobre a guarda do irmão. Mas o Criador o inquiriu gravemente e declarou a sentença de juízo e maldição contra o criminoso: "E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra" (Gn 4.10). Onde houve um crime de morte, um assassinato, o sangue clama. Clama por justiça. O sangue de Abel clamava por justiça e por vingança, diferente do sangue de Cristo, que clamava por perdão.

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III- UM HOMEM QUE AGRADOU A DEUS 


1. Abel soube agradar a Deus. Certamente, Adão e Eva criaram seus filhos, na perspectiva de serem servos de Deus. Eles tiveram não só Caim e Abel, mas  muitos filhos e filhas (Gn 5.1-5). O episódio envolvendo Caim e Abel é o mais destacado, na história de Adão depois da Queda. 

2. Abel, buscou a Deus. O relato bíblico nos autoriza dizer que Abel buscou a Deus com mais afinco e amor. E entendeu que seu sacrifício deveria ser do melhor do que possuía. Que Deus nos guarde, e nos dê sabedoria e amor para oferecermos sempre "sacrifício de louvor" (SI 50.14). Um louvor que custe devoção, sinceridade, santidade, no altar da adoração a Deus. 

3. Caim agradou ao Diabo. Seu caráter foi deformado porque ele deu lugar ao Diabo. Encheu-se de inveja, quando percebeu que Deus aceitara o sacrifício do irmão e não o seu. A inveja é tão prejudicial que provoca "podridão dos ossos" (Pv 14.30). A ira, por sua vez, é um sentimento carnal que se transforma em ódio, agressão e crime. É um sentimento perigoso e destrutivo: "Porque a ira destrói o louco; e o zelo mata o tolo" (Jó 5.2). Ao invés de buscar a Deus, Caim deu lugar ao maligno. "Não como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas" (1Jo 3.12).



CONCLUSÃO 


A humanidade começou mal, com a desobediência dos primeiros habitantes da Terra. Adão pecou, pois desobedeceu a Deus dando ouvidos ao Diabo. Toda a tragédia humana decorre daquele gesto de desobediência. Caim, o primogénito, preferiu desobedecer ao Criador. Seu irmão, Abel, pelo contrário, optou dedicar-se a adorar a Deus, oferecendo o melhor do seu trabalho.

*Você pode baixar a revista em PDF grátis aqui: 

Respostas da Lição 2- Abel, exemplo de Caráter que Agrada a Deus


A respeito de Abel, exemplo de caráter que agrada a Deus, responda: 


• Por que Caim matou Abel? 

"Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas". 

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• Deus se importa com o valor da oferta? 

Não. Ele olha para o coração do ofertante. 


• Quando a oferta tem valor diante de Deus? 

Quando expressa o que está no íntimo de quem a oferece. 

• Que parte da humanidade Abel representa? 

A parte da humanidade que se volta para Deus. 




• Que parte da humanidade Caim representa? 

A parte má da humanidade que dá as costas para Deus.


Subsídios da Lição 2- Abel, exemplo de Caráter que Agrada a Deus

SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


A história dos primeiros dois rapazes nascidos a Adão e Eva realça as repercussões do pecado dentro da unidade familiar. Caim e Abel tinham temperamentos notavelmente opostos. Caim gostava de trabalhar com plantas. Abel gostava de estar com animais. Ambos tinham uma disposição de espírito religioso. 

Os filhos de Adão levaram sacrifícios ao Senhor, o primeiro incidente sacrificial registrado na Bíblia. Que Abel também trouxe dos primogénitos das suas ovelhas e da gordura não quer dizer necessariamente que animais são superiores a plantas para propósitos sacrificiais. Por que atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta fica evidente à medida que a história se desenrola. 

A primeira pista aparece quase imediatamente. Caim não suportava que algum outro ficasse em primeiro lugar. A preferência do Senhor por Abel encheu Caim de raiva. Só Caim podia ser o 'número um'. 


O Senhor não estava ausente na hora da adoração. Ele abordou Caim e lhe deu um aviso. Deus não o condenou diretamente, mas por meio de um jogo de palavras informou Caim que ele estava em real perigo. Em hebraico, a palavra aceitação é, literalmente, levantamento, e está em contraste com descaiu. Um olhar abatido não é companhia adequada de uma consciência pura ou de uma ação correta. O ímpeto das perguntas de Deus era levar Caim à introspecção e ao arrependimento" 

(Comentário Bíblico Beacon. 1ed. Vol. I Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 43).


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SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


Abel 

Toda criança que conhece a Bíblia e todo adulto que já entrou pelas portas de uma igreja sabe o nome desse segundo filho. Ele é o primeiro inocente a sofrer, um jovem cuja vida foi extinta pela explosão de ciúmes de seu próprio irmão. Exatamente porquê Deus preferiu a oferta de Abel é um mistério para nós, mas não para eles. Eles sabiam. O mundo primitivo não era entremeado de barulho e distração; a vontade de Deus devia ser clara como cristal. A vontade de Deus para nós hoje é clara o suficiente também. Nós sabemos que o serviço amoroso é a peça central, que ambição e orgulho são corruptores. Sabemos que do nosso jeito ou de nenhum outro' ofende a Deus. 
Sabemos que Deus requer nossa devoção, não importa o custo" 

(365 Mensagens Inspiradas em Personagens da Bíblia, 12.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 5).

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