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16/12/2015

O que você está fazendo com o seu Décimo terceiro salário???

O que você está fazendo com o seu Décimo terceiro salário???

E aí, tudo legal? Espero que sim!

[...]Senti-me na obrigação de trazer esta reflexão, principalmente porque já estamos findando mais um ano e muitos terminarão este da mesma forma que terminaram o outro: endividados, gastando seu décimo terceiro em presentes, etc.

Confesso que não costumo dar presentes de Natal, primeiro porque nunca fomos acostumados a isso em nossa casa, haja vista que nunca tivemos dinheiro pra ficar gastando com isso por aí.... Segundo porque não me sinto à vontade em escolher um presente para alguém, desde uma simples lembrancinha a alguma coisa mais elaborada; na maioria dos casos, quando tentei presentear alguém, ou exagerei dando algo que não mereciam, ou que era demais para a pessoa, ou comprei algo que não gostaram e me classificaram como 'mão de vaca', ou qualquer outra coisa. Pois muito bem, com exceção de crianças próximas a mim, não presenteio ninguém e ponto final. 

Mas, com o final do ano, vem aquele benefício adorado por inúmeros trabalhadores Brasil afora, o chamado 13º salário, que salva as almas de muitas pessoas na sua tentativa de presentear seus amiguinhos. A maioria,porém, mais consciente da necessidade de se livrar de suas dívidas, usa seu 13º para pagar quitá-las. Uma iniciativa louvável, uma vez que manter-se endividado também gera uma série de malefícios e mais prejuízos. Livrar-se das dívidas abre as portas para uma vida melhor sem dúvida alguma; as pessoas te olharão como uma criatura que honra seus compromissos, paga suas dívidas e tudo mais... 

Já os que estão mais tranquilos, sem dívidas e sem gente chata pra ficar dando presentes, podem colocar seu 13º em investimentos,os quais gerarão posteriormente, benefícios. Digo isto porque investindo pelo menos uma parte do seu suado abono de fim de ano, você poderá depois usá-lo em seu benefício. Imagine os dividendos, JSCP, rendimentos de Fundos imobiliários, tudo porque você optou abrir mão de um costume que nos gera prejuízo, de dar presentes inclusive para pessoas que não suportamos. Pense por exemplo que o dinheiro que você está investindo hoje será aquele que financiará tua sonhada viagem de férias, uma moto no ano que vem, sem precisar de consórcio ou um grande financiamento, um carro, ou qualquer outra coisa que você deseja para o próximo ano. 

A minha parte eu já separei para investir, e você? **

**Texto extraído do Blog Investidor de Centavos,em: http://investidordecentavos.blogspot.com.br/
Acesse!


23/12/2014

Respostas da Lição 13 - O Tempo da Profecia de Daniel

1. Segundo a lição, qual é o significado da expressão “naquele tempo"?
A expressão “naquele tempo” se refere ao período da Grande Tribulação.

2. Quem são e como agem os anjos hoje?
Os anjos são espíritos ministradores em favor não só da nação de Israel, mas especialmente da igreja de Cristo

3. Cite o versículo que deixa dara a doutrina da ressurreição dos mortos no Antigo Testamento.
“E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno” (Dn 1 2.2).

4. Explique a expressão “a ciência se multiplicará”.
A multiplicação da ciência refere-se ao aumento do conhecimento sobre o conteúdo expresso da profecia de Daniel, não tendo relação alguma com o avanço da ciência formal.

5. Com as sua palavras comente a resposta de Daniel: “Eu, pois, ouvi, mas não entendi".
Daniel demonstrou a sua humildade e reconheceu a sua finitude! Não devemos sentir-nos inferiores a outras pessoas quando não entendermos um assunto bíblico. O que não devemos é inventar teorias que contrariam as Escrituras.

14/12/2014

Subsídio I - Lição 12 - Um tipo futuro de anticristo

Subsídio Teológico

“A advertência de nosso Senhor parece sugerir que os falsos messias irão, na verdade, se infiltrar nas fileiras daqueles que fogem. Embora o povo de Deus possa fugir das perseguições do Anticristo, eles não conseguirão escapar dos agentes mentirosos de Satanás, que irão evidentemente segui-los até o esconderijo. Mesmo em seu exílio da ameaça da aniquilação, os refugiados constantemente ouvirão pessoas mentirosas afirmar, ‘Eis que o Cristo está aqui’; ‘Ali’ (v.23). ‘Eis que ele está no deserto!’ Ou, ‘Ele está nas salas interiores!’ Todas estas afirmações serão mentiras, talvez até deliberadamente planejadas para atrair os refugiados para fora do esconderijo. Os crentes são, com antecedência, solenemente instruídos a não darem atenção a elas” 


(MACARTHUR JR., John. A Segunda Vinda. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 201 3, p.l 1 7).


Acesse esta lição completa no Jornal Verdade Profética desta semana! [AQUI]

Subsídio II - Lição 12 - Um tipo futuro de anticristo

Subsídio Teológico

“A Marca da Besta (1 3.16-18)

O versículo 18 oferece uma pequena lista para se entender o sentido da marca e do nome, ou caráter, da besta. O número 666, no entanto, tem-se tornado mui controvertido, e vem promovendo mais especulações que qualquer outra coisa da Bíblia. Antes da invenção dos números arábicos (0,1,2,3...), os judeus e gregos tinham de escrever os números por extenso. Com o passar do tempo, começaram a substituir as letras do alfabeto pelo nome dos números. Assim, as primeiras dez letras eram usadas para os números de 1 até 10. A letra seguinte designava o 20, a outra 30, e daí por diante.
Vem se constituindo num passatempo popular adicionar letras aos mais diversos nomes para se obter a identidade da besta. Alguns concluem que o Anticristo haja sido Nero César, pois tal nome em caracteres hebraicos soma 666. Contudo, o Apocalipse está no grego, e fala do Alfa e do Ômega, letras do alfabeto grego; e não ‘Alefe’ e ‘Tau’, letras do alfabeto hebraico. Assim há somente especulação ao atribuir-se o número 666 a Nero.

Através da história, vem-se tentando identificar nos ditadores e tiranos. Quando me encontrava em Israel em 1962, um judeu convertido disse-me para prestar atenção no nome de Richard Nixon, pois vertido em hebraico soma exatamente 666. Mais tarde, um irmão da Itália contou-me que a inscrição dedicada ao papa, e que pode ser vista no interior da basílica de São Pedro, em Roma, em algarismos latinos, também soma 666. É digno de nota que alguns escribas antigos substituíssem o número 666, por 616, para que se encaixasse com o nome de calígula. A igreja primitiva, unanimemente, rejeitou o artifício.

O Apocalipse, contudo, nada fala sobre a soma de números do nome da besta. A única chave é esta: “é o número de um homem”. Expositores da Bíblia interpretam o seis para simbolizar a raça humana. O três para designar a Trindade. A tripla repetição — 666 — pode simplesmente significar que o Anticristo é um homem que crê ser um deus, membro de uma trindade composta pelo Anticristo, Falso Profeta e Satanás (2 Ts 2.4; Ap 13.8)” 


(HORTON, Stanley M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, p.l 85).


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13/12/2014

Respostas da LIÇÃO 12: Um tipo do futuro anticristo

1. Quem constituiu a Da rio como rei?
A história bíblica diz que Ciro constituiu a Dario como rei.

2. Qual é a importância da profecia a respeito do Império Grego?
A importância dessa profecia está no fato de que é Deus que dirige a história para que sua soberana vontade seja exercida especialmente em relação a Israel.

3. Quais eram os quatro generais de Alexandre?
Os seus quatro generais eram Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Ptolomeu.

4. Segundo a lição, qual é o significado do nome Antíoco Epifânio?
O vocábulo Antíoco significa adversário, e Epifânio significa ilustre.

5. Antíoco Epifânio é um tipo de quem?
Um tipo do Anticristo.


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24/11/2014

Respostas da Lição 07: Os impérios mundiais e o reino do Messias

1. Quais são os animais que aparecem na visão de Daniel?
Um leão com asas de águia; um urso com três costelas na boca; um leopardo com quatro asas; um animal com uma aparência indescritível com dentes de ferro que comia e triturava tudo o que via no caminho.

2. De acordo com o que você aprendeu na lição, dê a interpretação de cada animal.
As figuras representadas pelo leão, o urso, o leopardo e o quarto animal, significam quatro reis que se levantaram sobre a terra, isto é, o rei da Babilônia, o rei Medo-Persa, o rei da Grécia e o rei de Roma.

3. Explique o significado dos dez chifres e o “pequeno chifre".
Os dez chifres que saíam da cabeça do quarto animal prefiguravam dez reis advindos do antigo império romano. O pequeno chifre é o Anticristo escatológico.

4. Explique o que significa a expressão “filho do homem”.
A expressão “filho do homem” refere-se a um ser humano distinto que recebe de Deus a soberania celestial.

5. Como se dará a vinda do filho do homem?
O “filho do homem” voltará nas nuvens do céu.

Subsídio I da Lição 07: Os impérios mundiais e o reino do Messias

“O Filho do Homem

A Daniel foi concedida a visão celestial do Filho do Homem perante o tremendo e resplandecente trono do Deus Todo-Poderoso, o Ancião de Dias (Dn 7.9-14). Durante suas palavras no cenáculo, o Senhor Jesus disse a seus discípulos que Ele (o Filho do Homem) retornaria ao seio de seu Pai celestial, que o enviara para morrer pela humanidade Os 14.1 -6,28; 1 6.28). Na verdade, sua volta para a glória foi testemunhada por aqueles fiéis discípulos. Os anjos lhe disseram: ‘Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir’ (At 1.1 1 ). Daniel pode ter testemunhado a ascensão do Senhor e sua entrada diante do trono de Deus, depois de morrer pelos pecados da humanidade. Daniel viu: *[...] eis que vinha com as nuvens do céu um como o filho do homem, e dirigiu- se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele’ (Dn 7.1 3). Tanto a divindade como a humanidade de Cristo são vistas nas palavras que o identificam. Era o Filho de Deus (SI 2.7) e o Filho do Homem que havia sido profetizado. Ser chamado de Filho do Homem mostra que Cristo não era apenas uma divindade, mas também um ser humano.

Ao Filho do Homem, ‘foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído’ (Dn 7.1 4). Trata-se, na verdade, de um quinto reino cuja duração será de mil anos na história da terra (Ap 20.4-9). Este reino, contudo, prosseguirá pela eternidade com a Nova jerusalém e novos céus e nova terra, onde a paz e a justiça prevalecerão (Ap 21—22)” 


(LAHAYE, Tim; HINDSON, Ed. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.l 77).

Subsídio II da Lição 07: Os impérios mundiais e o reino do Messias

“As Quatro Bestas

Durante o primeiro ano do reinado de Belsazar, Deus revelou a Daniel um outro resumo dos impérios mundiais que estavam por vir. Por meio de um sonho e visões noturnas, Daniel viu o mar revoito (representando os povos da terra). Dele, subiam quatro grandes animais ‘diferentes uns dos outros’ (7.2-3). Os animais eram um leão, um urso, um leopardo e um outro não definido, que era ‘terrível, espantoso e sobremodo forte’ (7.7). Sobrepondo-se à profecia da estátua no sonho de Nabucodonosor, os animais representavam a Babilônia (o leão); a Medo-Pérsia (o urso); a Grécia (o leopardo), com seus quatro generais que dividiram o reino de Alexandre, o Grande, logo após sua morte; Roma (o quarto animal)” 

(LAHAYE, Tim; HINDSON, Ed. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD

Pré-aula da Lição 07:Os impérios mundiais e o reino do Messias [Interação, Objetivos e Orientação Pedagógica]

INTERAÇÃO

O texto bíblico que vamos estudar é o capítulo sete de Daniel. Antes, prezado professor, precisamos considerar algumas informações para obtermos êxito na preparação da aula. O nosso estudo sobre o livro de Daniel trata de um capítulo inteiro, por isso, você deverá fazer ao menos duas leituras ou mais, de preferência, utilizando versões diferentes. Um dicionário bíblico e um bom comentário lhe orientarão nos estudos. Muitas pessoas não compreendem o livro de Daniel por acharem-na difícil. É verdade que a obra do profeta é complexa, mas, igualmente, muito do que se diz ser complicado pode ser resolvido através de uma leitura atenta com o auxílio de uma versão contemporânea. E com a ajuda dos eruditos que, através dos dicionários e dos comentários bíblicos, disponibilizaram uma vida inteira de estudo para nos auxiliar.

OBJETIVOS
Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Descrever e explicar a visão dos quatro animais.
  • Identificar o clímax da visão do profeta.
  • Compreender a volta de Jesus à luz do capitulo sete de Daniel.


ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Prezado professor, no primeiro tópico da presente lição, os itens (1) e (2) estão estruturados assim: (1) A Visão e (2) Interpretação. O primeiro item é a descrição pura e simples da visão de Daniel de acordo com o texto bíblico. O segundo é a interpretação, isto é, a explicação da visão.
Sugerimos que você siga rigorosamente a leitura do texto bíblico de acordo com a estrutura da lição. Em seguida, afirme aos alunos que o capítulo sete de Daniel retrata uma grande parte da história antiga da civilização humana. A Palavra de Deus já falara dos acontecimentos históricos antes mesmo de eles acontecer. Boa aula!

05/11/2014

Respostas da Lição 06:A queda do Império babilônico

1. O que o rei Belsazar mandou trazer para usar no banquete oferecido por ele?
Mandou trazer os utensílios sagrados do Templo.

2. Que tipo de festejo era o banquete oferecido por Belsazar?
Era um festejo degenerado, profano.

3. Belsazar via a Daniel como um servo de Deus?
Belsazar não via a Daniel como servo do Deus Altíssimo, mas apenas como um dos sábios do palácio.

4. Quais os significados das palavras MENE, TEQUEL e PARSIM?
MENE: Contou Deus o teu reino e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas.

5. O que aprendemos com o capítulo cinco de Daniel?
No capítulo cinco de Daniel, aprendemos a lição de que não podemos nos fechar em nós mesmos. Deus não suporta uma vida de egoísmo, soberba e perversidade. Não podemos profanar aquilo que o nosso Pai consagrou como santo.



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Subsídio da Lição 06:A queda do Império babilônico

Subsídio Bibliológico

“A escritura (5.2 5)

Não existem vogais na forma escrita da família de línguas às quais pertencem o hebraico e o aramaico. O manuscrito pode muito bem ter sido grafado como a ‘mina’, o ‘siclo’ e o ‘peres’ (meio siclo). Esta ordem é de valor decrescente, de acordo com a expressão monetária. Conquanto possa representar uma desvalorização progressiva do reino, certa feita liderado por Nabucodonosor, sua interpretação permanece um mistério. Daniel acrescenta vogais diferentes para que se possa ler ‘numerado, numerado, pesado, dividido’. Ainda assim, não tem significado algum até que os atos de Belsazar fossem explicados, cuidadosamente numerados, pesados e considerados insuficientes por Daniel. Seu reino estava prestes a ser dividido e dominado. Deus enumera e pesa os atos de todos os homens e mulheres. Que não nos encontremos em falta” 


(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da BíbBia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.51 7).


Subsídio Bibliológico

“Segurança falsa

O rei festejava com ‘os seus grandes’, pois todos supunham estarem protegidos pelas muralhas maciças. O que não podiam imaginar é que as forças persas haviam mudado o curso do rio que atravessava a cidade. Com a queda do nível de água, o inimigo simplesmente caminhou ao longo da cabeceira do rio, por baixo das grades de proteção, e surpreendeu os babilônios no interior da cidade.
Devido a vastidão do lugar, mesmo muito tempo depois que as áreas periféricas haviam sido tomadas, os habitantes ainda continuavam a ignorar o que vinha ocorrendo, pois, como estavam envolvidos na festa, continuaram dançando e se divertindo até que, finalmente tomaram conhecimento do ocorrido. Que semelhança entre tanta gente da atualidade, que se sente segura por trás dos muros da riqueza ou da posição social, jamais imaginando que a ruína está tão perto, até que seja tarde demais” 


(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD,2005, p.51 7).



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Pré-aula da Lição 06:A queda do Império babilônico [Interação, Objetivos e Orientação Pedagógica]

INTERAÇÃO

Na lição de hoje estudaremos a respeito de um fato ocorrido durante o reinado de Belsazar. Este rei, tomado pelo vinho, decide zombar de Deus, utilizando os utensílios sagrados do Templo em um banquete. O Altíssimo não tolera escárnio. Naquela mesma noite o juízo de Deus foi visto por todos. Uma mão misteriosa escreveu uma sentença nas paredes do palácio. O rei aterrorizado quer saber a interpretação e mais uma vez o profeta Daniel entra em cena para desvendar os mistérios divinos. Deus revela os seus segredos aos seus profetas (Am 3.7). Naquela mesma noite, o rei foi morto e os persas passaram a dominar a cidade. Que venhamos realizar a obra de Deus com temor e reverência, pois um dia também seremos julgados pelo nosso Senhor.


OBJETIVOS

Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Saber a respeito do festim profano de Belsazar.
  • Compreender que o juízo de Deus é irrevogável.
  • Analisar a sentença contra Belsazar e a queda da Babilônia


ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, converse com seus alunos explicando que Belsazar utilizou os utensílios do Templo em seu banquete e Deus condenou tal atitude. Em seguida faça a seguinte indagação: “É licito utilizar aquilo que foi dedicado a Deus, como o edifício da igreja, para qualquer fim?” Ouça os seus alunos com atenção. Incentive a participação de todos. Leia Ezequiel 44.23. Conclua enfatizando que precisamos distinguir o que é santo do que é profano. Explique que não podemos utilizar as dependências da igreja ou os objetos consagrados ao Senhor, como instrumentos musicais, para outros fins. Precisamos ser cuidadosos com o que pertence ao Todo-Poderoso.



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24/10/2014

Subsídio I da Lição 05: Deus abomina a soberba

“Cumprimento e Destronização (4.28-33)

A falha de Nabucodonosor em prestar atenção e voltar-se para Deus por meio de um arrependimento genuíno é um reflexo ilustrativo da fraqueza e da perversidade humana. Doze meses se passaram e a visão apavorante desvaneceu-se. Talvez a visão não viesse a se tornar realidade. Certo dia, em um momento de glorificação própria, o rei começou a se exultar pelas suas grandes realizações. Enquanto caminhava pelo ‘terraço do palácio real’, debaixo dos seus pés estava o edifício mais esplêndido que a Babilônia já tinha visto, adornado em ouro com ladrilhos lustrosos de cores brilhantes. Próximo do palácio ficava a montanha artificial e os jardins suspensos construídos para a sua rainha das montanhas da Média. Esta era a grande Babilônia. De uma pequena cidade de um lado do rio Eufrates o rei havia dobrado sua área para os dois lados do rio. Ele havia enchido com novas construções e templos com uma arquitetura distinta. Ele a havia cercado com muros conhecidos pela altura e largura.
Com esse tipo de visão enchendo a mente, podemos imaginar a soberba do rei”


(Comentário Bíblico Beacon. 1. ed. Vol. 4. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.514)



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Respostas da Lição 05: Deus abomina a soberba

1. Qual foi a missão para qual Deus designou Nabucodonosor?
Deus usou Nabucodonosor para castigar seu povo.

2. Por que o povo de Israel foi punido?
Porque tomaram o caminho da idolatria e dos costumes pagãos.

3. Qual é hoje o canal revelador da vontade de Deus para o crente?
A Palavra de Deus.

4. Maior do que os anjos, quem assiste a Igreja de Cristo atualmente?
O Espírito Santo.

5. Antes do pecado da soberba, em que pecado Nabucodonosor incorreu?
Ele pecou em relação aos pobres.



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Subsídio II da Lição 05: Deus abomina a soberba

“A loucura e a restauração (4.33-37)

Demente, o rei nivela-se a um animal, e passa a viver ao desabrigo, em uma área onde a temperatura variava de 50 graus positivos no verão, a abaixo de zero, no inverno. Recuperado, o rei finalmente responde adequadamente ao Senhor. Nabucodonosor, então: 1) glorifica a Deus; 2) o honra como o Rei supremo do Universo; 3) expressa sua total dependência da vontade de Deus e, 4) reconhece que tudo o que ele faz é correto £e pode humilhar os que andam na soberba” 



(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 1. ed. Rio de 'aneiro: CPAD, 2005, p.516).


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19/10/2014

Subsídio da Lição 04: A providência divina na fidelidade humana



“Conspiração contra os hebreus (3.8-18)

Não deveria nos surpreender que os três hebreus, recentemente promovidos a cargos de liderança política, despertassem uma certa inveja entre os outros funcionários públicos. A ausência de Daniel da convocação pode ser explicada pelo fato de estar cumprindo alguma tarefa especial para o rei. Alguns homens caldeus, não a casta sacerdotal, mas cidadãos babilônicos, tomaram as devidas precauções para que os três hebreus não escapassem. Quando o rei ficou sabendo da atitude dos três hebreus, ficou furioso e convocou os três imediatamente. Sem dar-lhes chance de se defenderem, deu-lhes mais uma oportunidade de prestar adoração após o som especial da música. A recusa em fazê-lo significaria a imediata execução do decreto irreversível — eles seriam lançados dentro do fogo ardente; quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos?, vociferou o rei.

O equilíbrio e a calma dos três servos do Deus Altíssimo estavam em claro contraste com a fúria in- contida do rei. A ousadia da fé deles era equiparada à sua serenidade” 


(Comentário Bíblico Beacon. 1. ed. Vol. 4. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.510).

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Respostas da Lição 04: A providência divina na fidelidade humana

1. A estátua construída pelo rei nos remete a qual outra estátua que será erguida?
A grande estátua de Nabucodonosor, remete-nos a uma outra estátua que será erguida pelo último império mundial gentílico, profetizado como o reino do Anticristo que aparecerá no “tempo do fim” (Ap 13.14,1 5).

2. Explique a diferença entre a estátua do capítulo dois e a do três.
A diferença entre a estátua do capítulo dois e a do capítulo três de Daniel era que enquanto a estátua do capítulo dois era simbólica e apareceu no sonho de Nabucodonosor, a do capítulo três era literal, construída por ordem do rei caldeu.

3. Qual era a verdadeira intenção do rei caldeu ao construir a 1 estátua?
Era o anelo de ser adorado como divindade pelos seus súditos

4. O que aconteceria com aquele que não obedecesse a ordem de adorar a estátua?
Quem não obedecesse seria lançado na fornalha de fogo ardente.

5. Transcreva a resposta dos três jovens ao rei quando foram intimidados por não se dobrarem diante da estátua.
“Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei. E, se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste” (Dn 3.17,18).

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18/10/2014

Pré-aula da Lição 04 - A providência divina na fidelidade humana [Interação, Orientação e Objetivos]

INTERAÇÃO

Você já foi desafiado em sua fé? Deus permite que situações adversas nos sobrevenham para provar a nossa fidelidade. Os amigos de Daniel foram provados por uma fornalha ardente, todavia eles se mantiveram fiéis e Deus os livrou da maldade dos homens. A fé que nos faz não recuar, não temer e permanecer firmes diante dos males da vida. Os amigos de Daniel não concordaram em se dobrar diante de uma estátua e desobedeceram a uma lei que ia contra os princípios divinos. Diante de leis injustas (como a que legaliza o aborto), a quem obedecer, a Deus ou ao homem Obedecer a Deus é sempre a melhor alternativa, mesmo que nos leve até a fornalha ardente. Hananias, Misael e Azarias não se intimidaram diante da afronta de Nabucodonosor, pois aqueles que confiam suas vidas a Deus não tem medo da morte ou do que o homem possa fazer. Que tenhamos a mesma fé dos amigos de Daniel para enfrentar as tribulações desta vida.

OBJETIVOS

Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

Analisar a tentativa de Nabucodonosor de instituir uma religião mundial.
Conscientizar-se de que não podemos aceitar a idolatria.
Compreender a fidelidade dos amigos de Daniel ante a fornalha ardente.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, para concluir o tópico três da lição faça a seguinte indagação: “Quem era o quarto homem na fornalha?” Incentive a participação dos alunos. Em seguida leia Daniel 3.25 e explique que, segundo os teólogos, o quarto homem pode ter sido um anjo ou uma manifestação pré-encarnada do próprio Jesus. Porém, o mais importante é que Deus livrou o seu servo e que Jesus, o Filho de Deus, prometeu estar ao nosso lado durante a nossa caminhada (Mt 28.20).

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17/10/2014

Subsídio II da Lição 03: O Deus que intervém na história

Subsídio Teológico

“A pedra bateu violentamente nos pés da estátua e esmiuçou-a (2.45). Quatro vezes está dito que a pedra esmiuçou a imagem (vv. 34,40,44,45). Portanto, o mundo não findará convertido pela pregação do Evangelho, mas destruído com violência sobrenatural na vinda de Jesus. Isso ocorrerá em Amargedom, durante o domínio mundial das dez nações confederadas sob o Anticristo (Ap 17.1 1-13 com 19.1 1-21).

No versículo 34, vemos que a pedra feriu a estátua nos pés, e em seguida destruiu a cabeça, o peito, o ventre, e as pernas. Isto indica que todas as formas de governo representadas por essas partes da estátua existirão sob a Besta, no futuro!

O Mercado Comum Europeu já é uma realidade. Para a organização dos Estados Unidos da Europa basta apenas um passo” 


(GILBERTO, Antonio. Daniel & Apocalipse: Como entender o plano de Deus paro os últimos dias. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1984, p. 21).



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Respostas da Lição 03: O Deus que intervém na história

1. O que revela o segundo capítulo I do livro de Daniel?
R:O segundo capítulo do livro de Daniel revela o plano divino para o povo judeu e o gentílico.

2. Como também eram chamados I os sacerdotes adivinhos?
R:Os sacerdotes adivinhos eram também chamados de magos, astrólogos, encantadores ou apenas
“caldeus” (Dn 1 .4).

3. Qual era o objetivo de Daniel ao pedir um tempo ao rei?
R:O objetivo era receber a resposta de Deus acerca do conteúdo do sonho de Nabucodonosor.

4. O que a ousadia da fé de Daniel demonstra no episódio do sonho do rei?
R:A ousadia da fé de Daniel, demonstrada neste episódio, ilustra-nos quão essencial é para o crente viver uma vida de confiança e inteira dependência de Deus.

5. Qual é a interpretação dos elementos materiais da grande estátua?
R: “a) A cabeça de ouro” (vv.32,36- 38) exemplificava o reino da Babilônia; b) “O peito e os braços de prata” (vv.32,39) império Medo- Persa; c) “Ventre e os quadris” (vv.32,39) retrata o império Grego, d) “Pernas de ferro” (v.33,40-43) refere-se ao último império da história, o romano.



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