13/01/2017

Subsídios da Lição 03 - O perigo das obras da carne

SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


Algumas pessoas pensam que o mundanismo está limitado ao comportamento exterior — as pessoas com quem nos associamos, os lugares que frequentamos, as atividades que apreciamos. O mundanismo é também interior, porque começa no coração, e é caracterizado por três atitudes: 
(1) a cobiça pelo prazer físico — a preocupação com a satisfação dos desejos físicos; 
(2) a cobiça por tudo o que vemos — almejar e acumular coisas, curvando-se ao deus do materialismo; e 
(3) o orgulho das nossas posses — obsessão pela condição, posição ou por ser importante. Quando a serpente tentou Eva (Gn 3.6), tentou-a nestes aspectos. Semelhantemente, quando o Diabo tentou Jesus no deserto, estas foram as três áreas de ataque (ver Mt 4-1-11). Em contraste. Deus estima o autocontrole, um espírito de generosidade, e o compromisso de servir com humildade, É possível dar a impressão de evitar os prazeres mundanos e ao mesmo tempo abrigar atitudes mundanas no coração. É também possível, como Jesus, amar os pecadores e dedicar-lhe tempo, enquanto mantemos um forte compromisso com os valores do Reino de Deus. Quais são os valores mais importantes para você? Suas ações refletem os valores de Deus ou os valores do mundo?" 

(Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p. 1783-84).





SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


“É o Espírito Santo que produz o fruto espiritual em nós quando nos rendemos sem reservas a Ele. Isso abrange nosso espírito, alma e corpo e todas as faculdades que os constitui. O crente que quiser mandar na sua vida e fazer a sua vontade para agradar a si próprio pode continuar como cristão, mas nunca será vitorioso no seu viver em geral, e nem terá jamais o testemunho do Espírito na sua consciência cristã de que está em tudo agradando a Cristo e fazendo o seu querer. O fruto do Espírito é o caráter de Cristo produzido em nós para que em nosso viver o demonstremos ao mundo. Caráter este sem jaca, como revelado nos tipos, símbolos, figuras e nas inúmeras profecias messiânicas do Antigo Testamento, e nas diversas passagens do Novo Testamento que tratam do assunto, a começar pelos Evangelhos” 

(GILBERTO, António. O Fruto do Espírito: A plenitude de Cristo na vido do crente. 2.ed.Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.15-16).

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SUBSÍDIO BÍBLICO - TEOLÓGICO 


“Era um costume na Palestina antiga, assim como hoje, plantar figueiras e outras árvores nas vinhas. Era um meio de utilizar cada pedaço disponível de boa terra. A figueira aqui, como em todo o simbolismo bíblico, refere-se a Israel. [...] E foi procurar neta fruto, não o achando. Embora a figueira estivesse na vinha, ela não tinha outro propósito a não ser dar fruto. Da mesma forma. Israel só tinha uma razão para ocupar o primeiro ou qualquer outro lugar: cumprir a missão que lhe fora dada por Deus. Visto que a figueira era infrutífera, não teria o direito de existir; e visto que Israel se recusava a cumprir sua missão determinada por Deus, não tinha o direito de continuar” 

(Comentário Bíblico Beacon. 1.ed. Vol. 6. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 437-38). 

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