04/01/2017

Subsídios da Lição 02 - O propósito do fruto do Espírito

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

Em Efésios 4-17—5.20, Paulo estabeleceu o contraste entre o 'antes' e o 'depois' da vida dos crentes. Embriagar-se com vinho era associado com o antigo modo de vida e seus desejos egoístas, terminando, por fim, em contenda. Isto não tem lugar na vida dos crentes. Além do mais, de acordo com Paulo, nós não precisamos do álcool, pois podemos nos encher do Espírito, deixando que Ele nos controle. Paulo comparou a atitude de se embriagar com vinho, que faz com que uma pessoa desfrute um êxtase temporário, com o ser cheio do Espírito, que produz uma alegria permanente. O foco das palavras de Paulo aqui não é tanto a proibição contra a embriaguez, pois os crentes provavelmente já o haviam entendido, mas incitá-los a estarem continuamente cheios do Espírito e a viverem nEle. Todo mundo pode dizer quando uma pessoa está embriagada. Suas ações tornam isso óbvio. De maneira semelhante, a nossa vida deve estar tão completamente sob o controle do Espírito, que as nossas palavras e ações mostrem, sem qualquer dúvida, que estamos cheios da presença do Espírito Santo de Deus.

(Comentário do Novo Testamento: Aplicação pessoal, 1.ed. Vol.2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p,345).


SUBSÍDIO DEVOCIONAL 

'Por seus frutos os conhecereis'! (Mt 7.15-23} Ao longo das Escrituras, o fruto é um l símbolo da obra transformadora de Deus nos crentes (cf. is 5.1-7; Jo 15-1-11; Gl 5.22,23)- Embora o nosso relacionamento com Deus seja 'secreto', o produto desse relacionamento é altamente visível! Mas aqui Jesus falou de reconhecer os falsos profetas pelo fruto amargo. Ele não sugeriu que começássemos a apertar o fruto dos crentes para ver se era bom! Talvez a razão seja o fato de que o bom fruto precisa de tempo para amadurecer. A vida cristã produzirá bons frutos — mas levará algum tempo para que esses frutos amadureçam. Devemos dar aos outros — e a nós mesmos — o tempo necessário para que o fruto de Deus amadureça, em vez de exigir evidências imediatas da sua obra em nossa vida" 

(RICHARDS, Lawrence O. Comentário devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 561).

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SUBSÍDIO TEOLÓGICO 


"A frutificação espiritual segue o mesmo princípio da frutificação que está revelado no primeiro capítulo de Génesis (Gn 1.11). 'João Batista, precursor do Messias, exigiu dos seus convertidos: 'Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento' (Mt 3.8). Em João 15.1-16, Jesus enfatizou este princípio deixando claro aos seus seguidores que para darem fruto exuberante para Deus, necessário é que antes cresçam em Cristo e nisso perseverem seguindo os ensinos da Palavra de Deus. Boas condições de crescimento e desenvolvimento da planta no reino vegetal, sem esquecer da boa saúde da semente e do meio ambiente ideal e da limpeza, são elementos indispensáveis para a boa frutificação. É também o que ocorre no reino espiritual, na vida do crente, na Igreja, para que haja em todos nós fruto abundante para Deus.

(GILBERTO, Antonio. O Fruto do Espírito: A plenitude de Cristo na vida do crente. 1.ed.Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 17).

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