10/07/2013

EBD 3º Trimestre de 2013: Lição 02:Esperança em meio à adversidade

Olá pessoal, a paz do Senhor Jesus no teu coração! Iniciamos o terceiro trimestre com muito ânimo e fôlego renovado pelo Espírito Santo, no intuito de levar até você um conteúdo que supere todas as expectativas e proporcione benefícios ao teu espírito em nome de Jesus! E, especialmente a você que nos acompanha e tem sido edificado com o material que produzimos, gostaria de te convidar a curtir a nossa fan page no Facebook, e também compartilhando nossas publicações. Bom, a todos o meu abraço, agradecimento e desejo de boa aula no próximo domingo! - Editor.

Lição de número 02 a ser ministrada no próximo dia 14/Julho de 2013, em todas as AD's

I-ADVERSIDADE:UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO

É fácil perceber no decorrer da narrativa bíblica a questão das adversidades como um fator importante no desenvolvimento. Diante de situações adversas, pessoas são modificadas, passam a ter uma visão diferente, ambientes mudam, há crescimento e prosperidade. Dizemos isto pois as adversidades assim que surgem, exigem posicionamentos diferentes dos usuais, nos exigem mais pensamento, estratégia, algo que,no contexto bíblico, é expresso como uma capacitação especial pelo Espírito Santo, dando-nos uma capacidade criativa para as questões que não vislumbramos,pelos nossos métodos, solução.

"“O Sangue Dos Mártires é o Fermento da Igreja”:

Como nesta frase de Tertuliano, um dos motivos que leva ao crescimento da Igreja, é, sem dúvida, a perseguição. A morte de Estevão trouxe à Igreja uma nova dimensão em seu caráter missionário e na colheita das almas para o Reino.Em todos os momentos que a perseguição se manifesta,traz ao coração da Igreja algumas certezas espirituais que por qualquer motivo estavam esquecidas.É o avivamento.Traz consigo a sensação de que o tempo da volta do Senhor é este,justamente pela perseguição que assola a Igreja.
No capítulo 8 de Atos, vemos o alcance do Evangelho a Judéia e Samaria por parte de pessoas anônimas, crentes comuns que, movidos pelo Espírito anunciavam a mensagem de Jesus por onde quer que fossem (8.4). Quando falamos que o mover apostólico traz o destaque às teologias menos apreciadas pelos crentes,queremos dizer que a certeza da volta de Jesus torna-se mais patente a nós todos, por isso que os dispersos anunciavam a Palavra,era a percepção que o dia do SENHOR estava por vir.Com a chuva de Deus caindo sobre os crentes,isto é,a certeza da veracidade da Palavra,a colheita nos seria(será) possível(Dt.11.14).Ou seja,o nosso fruto como povo de Deus(a salvação dos perdidos) não seria frustrado(Ml.3.11).
A dispersão trazida pela morte de Estevão proporcionou à Igreja uma nova dimensão evangelística não como um ato planejado, mas, um resultado de toda aquela perseguição que assolou os crentes. É,portanto,incorreto afirmar que os crentes ‘fugiram’ pois não tinham fé ou mesmo porque desconheciam o poder de Cristo como intercessor nosso,pois havia um propósito espiritual da parte de Deus nessa dispersão dos crentes(Jo.3.8).O Espírito guiou a cada um pelo caminho que deviam trilhar a fim de que a mensagem evangélica fosse propagada,não pelos apóstolos,nessa ocasião, mas por crentes anônimos que ouviram o som do vento que os conduziu para o local designado por Deus." [1]

II-O TESTEMUNHO DE PAULO NA ADVERSIDADE

Três são os testemunhos do apóstolo em meio a sua adversidade, os quais ele compartilha com os filipenses: 
  1. O poder do Evangelho: Em meio ao cárcere, em cadeias, o apóstolo Paulo diz aos filipenses, que nada, nem mesmo seu aparente impedimento no exercício de seu ministério, seria capaz de conter o Evangelho de Cristo.Nenhum poder humano, a exemplo do que estava acontecendo com Paulo, seria capaz de impedir o crescimento da Igreja na expansão do Evangelho de Cristo, uma vez que este é o poder de Deus (Rm. 1.16; 1Co. 1.18);
  2. A preocupação dos filipenses com Paulo: Lendo este trecho das Escrituras, fica muito evidente a preocupação dos filipenses com o apóstolo, a quem tinham muito amor. E, no momento em que Paulo nota esta preocupação, inverte totalmente a situação, mostrando que todas as coisas, quando estão guiadas pelo Espírito de Jesus Cristo, tornam-se em benefícios para a obra de Deus (vv.12,13).Em Rm. 8.28, fica claro que as dificuldades além produzirem benefícios à obra de Deus, também produzem aos fiéis;
  3. Paulo rejeita a autopiedade: Para Paulo, o sofrimento em seu ministério era algo passageiro, pois sua vida e ministério eram guiados por Deus e,portanto, o apóstolo não era regulado de acordo com as circunstâncias da vida, circunstâncias políticas, filosóficas, existenciais,etc., o apóstolo já havia aprendido a se contentar com o que possuísse (Fp. 4.11-12).Como ele mesmo atestou: "...já aprendi a contentar-me com as circunstâncias em que me encontre."(Fp. 4.11b)

Conclusão: A questão da adversidade é tida por muitos como algo inútil e que somente produz desgostos e coisas negativas, no entanto, é bom tomar o exemplo de Paulo e tantos outros que em meio a luta e situação contrária, não abriram mão de sua confiança em Deus,no poder do Evangelho, e na esperança de que o Senhor não lhes abandonaria (e não abandonou!).

:::Baixar:::

:::E Mais:::

Ads


Compartilhe!