08/05/2013

EBD 2013, 2° Trimestre - Lição 06: A infidelidade conjugal

"Dando prosseguimento ao estudo da Palavra de Deus, nesta lição de número 06, veremos a questão da infidelidade conjugal. Em meio a um tempo onde 'ninguém é de ninguém', colocando a satisfação sexual como sendo o mais importante dentro de uma relação, a abordagem deste tema na Escola Dominical é muito relevante. Espero que todos sejam ricamente edificados com este trabalho, e também lembramos que esta postagem não é uma reprodução da Revista da EBD, trata-se de um comentário desenvolvido pelo Blog Verdade Profética,com base nos tópicos de cada Lição. Maiores dúvidas podem ser encaminhadas para: gnqueiroz@bol.com.br, ou deixada em comentários, ou pelo facebook também em nossa página.Deus abençoe a todos e bom estudo!" - Editor.

Lição de número 06 a ser ministrada dia 12/Maio/2013 nas Assembléias de Deus:

Vivemos num mundo com valores totalmente opostos ao apresentados biblicamente.Para as pessoas que não seguem a direção divina, a infidelidade é aceitável e, diversas vezes, considerada comum, ou seja, algo que já foi feito pela maioria das pessoas num relacionamento ou,pelo menos, sofrido.Como Igreja, devemos manter nossa atenção nos preceitos e valores bíblicos e entender que esta ação de infidelidade é algo que é condenado por Deus, em sua Palavra e,portanto, deve ser abolido de nossas vidas.

I-ADULTÉRIO,UM GRAVE PECADO

A infidelidade no relacionamento, é tratada biblicamente como 'adultério', que é a mesma coisa, com outra palavra. 

1-Conceito e origem da palavra:

A palavra adultério vem do latim adulterium,que significa "dormir em cama alheia".Trata-se da "Relação sexual de uma pessoa casada com outra que não seja seu cônjuge, é explicitamente proibido, Êx.20:14" (Bíblia Sagrada Eletrônica - RKSoft).Esta modalidade de pecado era visto como algo gravíssimo na Lei de Moisés (Êx 20.14; Dt 5.18) e,também, no Novo Testamento (Rm 13.9; Gl 5.19). Na Lei, a condenação para quem cometesse o adultério era o apedrejamento (Lv 20.10; Dt 22.22).

2-É preciso vigiar:

A carne,como bem sabemos, não se converte,suas vontades e desejos devem ser mortificadas a cada dia, a cada momento. Vindo da mente, a infidelidade conjugal pode levar o indivíduo a pecar. O exemplo bíblico mais patente disto que falamos é o caso de Davi,o grande monarca de Israel, homem segundo o coração de Deus, que não vigiou e pecou adulterando e seu pecado causou outros delitos.

" [1] O adultério de Davi:
Davi, em meio ao gozo proporcionado pelas vitórias e conquistas que obtivera, pela ação divina a seu favor, decide ficar em Jerusalém e não vai com seu exército de guerreiros. Levanta-se Davi e,ocioso, percebe a formosa e atraente Bate-Seba lavando-se. Davi, comete o primeiro adultério ao olhar cobiçosamente para aquela mulher, com seu coração trai sua esposa (Mt. 5.28). Poderia o rei ter permanecido naquele pecado íntimo,porém, dá mais espaço para sua própria carne e,mandando trazê-la, consuma o adultério,outrora apenas idealizado (2Sm. 11.4).
O pecado de Davi,além de quebrar a comunhão que tinha com sua esposa, gerou-lhe outros dois graves resultados: a gravidez de Bate-Seba e o homicídio de Urias.Note nesta situação que o Monarca de Israel não viu outra alternativa senão matar o esposo de Bate-Seba, ou seja, a solução para um pecado cometido era gerar outro pecado na concepção de Davi,ou pior, podemos entender ainda que para "resolver" o pecado dele, era necessário a morte de alguém, neste caso, do marido traído,Urias (2Sm. 11.15,17).Davi,realmente deveria ter matado algo,mas, não Urias,por certo, antes, suas próprias inclinações carnais (Cl. 3.5), apresentando-se todo seu ser para Deus (Rm. 6.13)."

3-Buscar a presença de Deus e não desprezar o cônjuge:

Sem a presença do Espírito Santo, o casal se torna vulnerável a toda sorte de investidas malignas.A comunhão com Deus,no entanto, através da leitura da Palavra, oração e do jejum, além de fortalecer o crente, ainda ajuda os casais em seus relacionamentos,ajudando a suportar crises e manter a comunhão. Tamanha é a importância da fidelidade conjugal que é tipificada biblicamente pela relação de Cristo com sua Igreja, demonstrando que a comunhão não deve ser quebrada de forma alguma (Ap. 21.9). A relação de Cristo com sua Igreja não inclui separações, distanciamentos ou qualquer tipo de sentimento que o afaste de nós (Mt. 28.20), Seu Espírito mantém-se constantemente em nossa vida e devemos buscá-lo para que esteja também em nossa vida conjugal (Jo. 14.16-17).

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Texto Original de: †Gabriel Queiroz - Blog Verdade Profética


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